Re:En² – Nana Vol. 1-4

Sejam bem-vindos ao Re:En², o podcast mensal de mangás mais loiro-rock do mundo.


Neste programa, Judeu AteuEstranho, BoxaIzzo (Dentro da Chaminé) começam mais uma série de análises de volumes, desta vez falando de mais um clássico dos mangás. Fechando um buraco na história do conhecimento do podcast, falamos deste que é considerado um dos melhores shoujos da história, uma gema incompleta que carrega todo o espírito j-rock do começo do milênio, vamos falar de Nana.

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8 comentários

    • No twitter eles explicaram que pela falta de fontes (tanto em português quanto em inglês), eles mudaram de manga para que o pessoal pudesse ler.

  1. Provavelmente ela não está ou nunca esteve doente e sim desistiu do mangá por conta da fanbase tóxica
    Ela recebeu várias ameaças ao longo da publicação, inclusive ela comenta em algumas edições
    Pra mim isso é mais coragem que dar o dedo do meio pra editora

  2. Me surpreendi bastante com este Re:En²! Apesar de gostar bastante de NANA, também tinha se tornado um anime/mangá do passado pra mim, vendo quase ninguém mais falar sobre e tendo até esquecido a maior parte da história.

    Portanto, estou adorando revisitá-la podendo ouvir as opiniões de vocês! E acho que concordo com quase tudo que disseram. Não é à toa que a obra se tornou o “mangá shoujo mais vendido no mundo”, como podemos encontrar na capa das edições da JBC. Está em um nível diferente de tudo que já vi até o momento, e olha que já consumi até que bastante shoujos (claro que não os mais undergrounds, mas ainda assim a obra me parece se destacar bastante dentre a maioria das histórias direcionadas às jovens mulheres).

    E apesar de estar conferindo o mangá também, devo dizer que gosto mais do anime. Depois de ouvir as músicas, não tem como não se apaixonar por elas e achar que até fazem um pouco de falta na história. NANA é um daqueles poucos animes que sinto que melhoram o mangá, dando pra sentir o esmero que foi colocado na produção (e o fato do anime ter sido feito em 2006, quando já se tinha muito conteúdo do mangá pra adaptar, ajudou bastante na produção).

    Caso vocês realmente se apaixonem pela obra ao lerem o mangá, recomendaria o anime também, quem sabe até numa futura revisita!

  3. Nana “rockeira”? Não deveria ser “punkeira”?

    Anos atrás eu falava que a Hachiko era a “maior vilã da história dos animes (porque assisti o anime e filmes mas não li o mangá)”. Passado mais uma década talvez minha opinião mude caso eu leia, talvez. Até decidir continuarei de olho nesse re-enquadrado.

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