Mangá² #265 – E Haikyu!!, hein?

Sejam bem-vindos ao episódio 265 do Mangá², o podcast semanal de mangás com potencial mais desperdiçado de todos.


Neste programa, Judeu Ateu, Estranho e Luki se fazem uma única pergunta: e Haikyu!!, hein?

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Cronologia do episódio
(00:20) E Haikyuu, hein?
(56:17) Leitura de Emails
(1:06:00) Recomendação  da Semana – Tengoku Daimakyou

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7 comentários

  1. O Judeu comentou sobre nunca ter visto um mangá de esporte acompanhar os três anos do protagonista, me lembrei de um mangá que faz isso que é o Dear Boys. É um mangá de basquete que existe desde 1989 e tem capítulos publicados até hoje. O autor dividiu em atos mais ou menos como o Daiya no Ace tá fazendo agora e cada ato segue o protagonista em um dos anos do ensino médio. A história do protagonista original já acabou mas agora o autor está fazendo o ato 4 com um novo protagonista em uma outra escola. Enfim, o mangá só tem scans do começo mas fica aí a curiosidade.

  2. Nunca li haikyu e fiquei feliz por não receber spoiler suficiente, apesar de não achar que vá ler tão cedo. Conheci o mangá com o podcast de vocês e era um dos grandes nomes que queria ler mas…seguindo vocês pelo twitter consegui me atualizar sobre a qualidade do mangá decaindo e perdendo o interesse cada vez mais. Entre tanto esse episódio de vocês fez renascer uma vontade de ler

  3. Eu achei que muitas das críticas de vocês foram de coisas que o manga não fez ou que vocês imaginaram um cenário melhor.

    Pessoalmente acho um tanto estranho criticar pelo o que ele poderia ser e não pelo oque ele é. No que tange as críticas ao jogo final eu concordo com praticamente todas mas as pré-timeskips muitas vezes vocês falavam que ele seria melhor se fizesse diferente, eu concordo que poderia ser melhor mas isso nao quer dizer que oque foi feito é ruim. Nisso senti que vcs estavam analisando mais oq o manga poderia ser do que o manga é em si.

    Quanto a Haikyuu em si, acho que os nacionais sao subvalorizado, o jogo do Inarizaki é sim muito longo e eu acho que ele comete muitos problemas mas tanto o do Nekoma, quanto o do Kamomedai sao jogos que eu acho bons acima ate mesmo do Shiratorizawa. O timeskip em si eu acho completamente descartavel, são basicamente 3 volumes de um epílogo fanservice gigante com momentos bons aqui e acola que so funcionam pelo carinho que foi criado aos personagens mais que nao acrescentam em nada aos mesmos ou a trama, que é onde eu acho que os nacionais ainda funcionam, se o manga terminasse no fim dos nacionais eu acharia um final digno pra obra.

    No mais continuem com o bom trabalho de sempre acompanho já desde muito tempo (principal participação do Kitsune), fiquem com saúde e fortes abraços virtuais.

  4. Acho que nunca concordei tanto com vocês em um podcast! Os andamento da metade pro final de haikyuu é uma perda de potencial tão grande, que chega se irritante. Fui ler o mangá justamente pela indicação de vocês. Obrigado!. ~TEM SPOILER~

    Realmente, o timeskip resumir o que aconteceu em 2 anos de colegial em algumas páginas dá uma raiva imensa. Isso, de certa forma, implicou até na decisão do Hinata vir pro Brasil ser menos plausível. Porém, ainda acho um arco legal.

    Ainda sobre o arco no BR, não sei quanto a vocês, mas eu me senti bem triste. Acabamos de sair de uma derrota amarga, vemos o protagonista passando sufoco em um lugar totalmente desconhecido, isso enquanto seus antigos companheiro estão “bem sucedidos” ~talvez tenha sido a intenção do(a) autor(a)?! não é uma reclamação, só senti que fui ficando down a cada capítulo mesmo ~.

    Eu gostei muito do verdadeiro ‘’pequeno gigante’’ ser um cara normal. No momento da revelação, achei meio merda o Hinata aceitar aquilo de alguém que parecia tão importante pra ele, já que durante toda a série parecia que o seu objetivo principal era ser o ‘’novo pequeno gigante’’ e não viver do/pro vôlei, como outros personagems. No entanto, eu dei uma relevada, quando mostrou que ele estava num enlouquecimento durante grande parte do nacional. MAAAS, não justifica não desenvolver melhor durante pré-timeskip.

    Depois que ocorre todo o processo do Hinata sair do jogo por estar doente percebi, relendo a mim mesmo, que a autor(a) no foreshadow mostrou, de certa forma, que o único que ‘’notou’’ que o Hinata não estava bem foi o Kageyama. Apesar de serem o yin yang nos jogos, eles tinham certa amizade e não eram somente colegas com o mesmo gosto por esporte.

    Durante o último jogo, além do que foi comentado, eu não curti o pequeno flashback do Kageyama, naquela altura não tinha tanta importância e poderia ter sido feito vários capítulos atrás.

    No final, eu gostei do mangá! Provável de reler, indicar e viva as interações heartwarming da série.

  5. Olá.
    Sempre que vou ouvindo imagino todas os comentários que gostaria de fazer e quando chega ao final, me desanimo, mas enfim qui estou.
    Haikyuu ficou no meu limbo durante muitos anos, e eu até ouvi o podcast de vocês “consertando” antes de assistir ou ler, e vocês estavam realmente putos com o jogo do gêmeos naquele programa, mas quando eu finalmente assisti as 3 temporadas direto e depois peguei o mangá para ler desde o inicio, amei muito. Então concordo com a percepção de que quando se lê de uma vez só, é muito melhor do que passar a raiva semanalmente, que foi o que vocês sentiram naquele jogo. Eu concordo que eu queria mais, queria que ela mostrasse os outros anos da escola e tudo o mais, mas não achei que o jeito que ela fez ficou ruim.O desejo de querer mais sempre acontece quando uma obra vai chegando ao final. E também achei que o planejamento era mesmo pra terminar nas olimpíadas e a pandemia deu uma atrapalhada. Eu amei muito Haikyuu, fico fazendo campanha para ser publicado no Brasil, queria na minha estante. Até porque acho ele mil vezes melhor que Kuroko no basket, merecia muito ser publicado aqui. Outro comentário que eu concordo é sobre como a amizade é mostrada no mangá. Não existe aquele super vilão, que amarga a história (graças a deus!). A competição, a rivalidade e a amizade é tão saudável que dá muito um quentinho no coração. E logico eu shippo todo mundo com todo mundo nesse mangá,porque todos os personagens são shippaveis.
    Entendi o ponto que vocês reclamarem por gostarem tanto, mas como li tudo de uma vez, gostei muito, não tenho esse rancor que foi se instalando em vocês aos poucos. Obrigada pelo cast,acho bacana ouvir as analises de vocês.
    E que bom que o próximo vem com Rosa de Versalhes, eu li todo ele recentemente *-* Inconscientemente eu ficava comparando com Innocent (sei que não tem nada a ver mas é tudo a representação da mesma época com mulheres fodas). Até lá. Obrigada.

  6. Olá judeu e estranho, sou o Renan de Americana – SP, atualmente sobrevivendo apenas em meio a tudo que se passa, acompanho o podcast há uns 2-3 anos, mas nunca havia comentado aqui, queria dizer primeiramente que o trabalho de vocês somam muito ao difundir cultura asiática por aqui e isso me fez crescer muito como pessoa principalmente no aspecto analítico, quis mandar o comentário quando o estranho diz não conhecer uma obra a qual o time é eliminado em seu primeiro jogo e fica o restante da temporada a vagar kkkkkkkkkkk e se preparando para os anos seguinte, eu indico o Ahiru no Sora (O anime trabalha com essa temática, então acredito que a obra original (mangá) também segue com esse artificio), no mais grande abraço e saúde a todos 🙂

  7. Vocês comentando que não tem um manga de ping pong ‘shonen’ e eu aqui desenhando eu mesmo o meu próprio sobre esse esporte KKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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