Mangá² #259 – Síndrome do Underground

Sejam bem-vindos ao episódio 259 do Mangá², o seu podcast semanal sobre mangás mais underground de todos.


Neste programa, Judeu Ateu, Estranho, Luki e Izzo (Dentro da Chaminé) fazem um episódio clássico do Mangá², desta vez comentando sobre ser hipster. A síndrome do underground, por que procuramos e gostamos tanto de coisas desconhecidas? E por que gostamos de odiar de coisas populares?  Conversamos sobre isso, foi um episódio divertido, honestamente senti que tivemos uns insights bem inovadores e específicos ao como mangá se comunica com isso.

Contato
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Cronologia do episódio
(00:24) Síndrome do Underground
(1:00:05) Leitura de e-mails
(1:17:00) Recomendação da Semana – Blue Period.

Download (CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE E ESCOLHA A OPÇÃO “SALVAR DESTINO COMO…” OU “SALVAR LINK COMO…”)

12 comentários

  1. Eu sempre quis que Banana Fish fosse popular no ocidente e nesse momento o dedo a pata do macaco se torceu toda. Ao mesmo tempo que foi muito legal ver mais gente indo ler o mangá, o pessoal do JP se emocionando, gente fazendo fanart e o anime saindo bacana apesar de uns problemas porque o estúdio é casa da mãe Joana, sofreu da síndrome recente de público TÓXICO pra caramba e quando tu quer mais interação é complicado evitar. Tinha gente ameaçando a autora e entraram todos em negação com o final porque são uns malucos possessivos. Teve também um monte de críticas por parte da impressa especializada (aka ANN) que eu não tinha contato antes justamente porque pouca gente tinha lido, que foram uma mistura de “ah, isso eu tenho que dar o braço à torcer” e “isso foi crítico com toda má fé regada com pitadas de misoginia, foda-se”. No fim ainda é o meu mangá favorito. Mas é, parece que me expulsaram de casa lol
    Eu sou tão hipster de chainsaw man que conhecia o autor antes dele ir pra revista pop tipo JUMP, então cês não reclamem kkkk

  2. Ouvindo ela primeira vez, indicação do Salimena no Twitter. Gostei bastante, ouvindo os destrinchados de Dorohedoro. E tenho uma pergunta para vocês, ultimamente tenho tido cada vez mais dificuldade/desânimo em ler scans na Internet, tanto em português tanto em inglês, por causa de erros de gramática/digitação/etc., preferindo esperar algumas coisas saírem oficialmente por aqui. Já tiveram essa dificuldade?

    • Costumo me irritar mais com traduções erradas, mal localizadas, do que os erros elencados por você, como ja vi em publicação oficial um erro grotesco a troca da palavra “hibernar” pela “morte” (ao que parece em japonês ser algo bem próximo), mas que na história me causou bastante confusão.

      No meu caso acho que gramática/digitação /etc é algo que eu não posso cobrar de scans que é algo voluntário. Mas é claro que não é preto no branco, se a obra em questão está em um nível muito ruim ai eu tenho que concordar com você que eu desisto de ler.

  3. Nunca me vi como um Hipster, no máximo um “normie engajado”. Se eu ver gente interessante conversando sobre um mangá q eu ainda não conheço, vou atrás. Foi assim q eu conheci o aoquadrado. E foi assim que eu achei a maioria dos meus mangás favoritos.

    Mas…
    Sendo honesto, quando eu fui ler kekkaishi, por recomendação do Kitsune, fui na intenção de fazer dele o meu novo favorito, e chegar no fandom de Naruto e gritar AQUI Ó! ISSO QUE É MANGÁ BOM DE VERDADE!!!…. uma pena que o terço final de Kekkaishi fica tão ruim quanto o de Naruto.

    Também me incomoda bastante quando vejo fã de adaptação de mangá tratando a obra original como “o rascunho do anime”, mas acho que essa galera já é irremediável. São as mesmas pessoas que ficam fazendo aquelas listas de “top mangás que MERECIAM anime”

  4. Slowpoke report: Sanctuary

    faz um tempinho q li, mas vou comentar.
    Nos primeiros volumes tava achando bem foda a ideia de acompanhar a ascenção de um mafioso que não suja as mãos, ao lado de um político que pretende mudar o status quo de todo o Japão. O mangá tem uma temática de conflitos geracionais q se mantém muito consistente na obra, por mais que não tenha muita nuance (os jovens são o futuro e os velhos são ultrapassados). Até a primeira metade do mangá, eu tava investido em quase tudo nele, mas a partir da segunda metade, muita coisa começou a amargar pra mim.

    Pra começar, o tratamento das mulheres. Sei q é mangá antigo e tal, mas esse é o mangá é muito misógino. Todas as mulheres nele podem ser divididas entre a mãe de família/a mulher com autoridade q vai se apaixonar por algum protagonista/e a puta. Não são raras as vezes em q mulheres são violentadas em Sanctuary, e é sempre de um ângulo apático, como se fossem o pedaço de carne da vez. Até nos diálogos o mangá transborda conservadorismo quando tenta falar sobre “o lugar da mulher”.

    Também queria comentar sobre os protagonistas, q mesmo possuindo algum background, são tão profundos quanto uma poça de mijo. A partir do momento em que o manga revela quais são as motivações deles, mais ridiculamente simplistas eles vão soando. E o fato deles serem construídos como aqueles personagens fodões do TV tropes não ajuda.

    Sla, quando eu terminei Sanctuary tinha achado bem massa, mas quanto mais o tempo passa, mais amargo ele vai ficando.

    • Slowpoke report: O Marido do Meu Irmão

      Desde que o judeu recomendou esse mangá, eu já fiquei interesso nele, por te imaginado q ele traria muitas das perguntas eu tbm tinha a respeito de relacionamentos homoafetivos, mas q nunca fazia por medo de deixar a pessoa desconfortável (mesmo q não perguntar nada tbm possa ser problemático). Devo dizer que muitas dessas perguntas foram muito bem respondidas durante. Leitura, o que fez gostar muito do mangá.

      Gostei muito da relação entre todos os protagonistas, por ela soar bastante condizente com a realidade, principalmente no q se refere ao medo social que muitas famílias possuem por “não serem como as outras”. Acho q o protagonista realmente conseguiu perceber q essa noção de normalidade muitas vezes prende as pessoas em si mesmas, e por consequência, em relacionamentos q elas percebem que não tão dando certo. E percebendo isso, ele finalmente começou o seu processo de descontrução.

      Por fim, dou crédito pro mangaka ter conseguido inserir humor na história, mesmo ela abordando uma temática tão séria e necessária (ainda mais na sociedade japonesa). A viagem da família nas termas foi uma das minhas partes favoritas do mangá.

      Dessas histórias mais curtinhas q vcs recomendaram, essa foi uma das q mais gostei.

      • Slowpoke Report: 5tobun no Hanayome

        Não quero nem saber se vcs n recomendaram nos episódios. Vcs comentaram no cast do romcom moderno,e eu fui atrás.

        Olha, fazia tempo q um mangá comprido me empolgava tanto. O q posso dizer? É o HIMYM dos mangás. Personagens hiper carismáticos sendo aprofundados e desenvolvidos aos poucos, uns foreshadowings aqui e ali, e muita cena de fazer o leitor suar frio achando q o bagulho vai acontecer (mesmo q o bagulho n aconteça).

        A página da Nino se declarando de novo (após o Fuutarou não ter escutado a primeira declaração) deveria ser tombado como patrimônio do romcom moderno, pqp.

        Quanto ao final (SPOILERS) eu vi muita gente reclamando da guria q o Fuutarou escolheu. E apesar de concordar q a escrita do autor deu uma queda de qualidade no final, eu gostei do final e defendo quase tudo dele. Pra mim, o flashback da guria mostrando como ela se tornou a pessoa q sempre faz tudo pelos outros foi uma das coisas mais dolorosamente identificaveis que eu li até hoje. E saber q ela conseguiu um final feliz me deu um pouquinho de esperança.

        Mas assim, achei VACILO todas as irmãs irem pra lua de mel, ainda mais quando tem pelo menos mais 2 querendo pegar o Fuutarou mesmo depois dele ter se casado. Se a esposa der uma falha, o bagulho vai ficar loko.

        • Slowpoke Report: Stardust Memories

          Acho q vcs nem devem lembrar disso, mas como era pequeno fui dar uma olhada. E assim, como boa parte desses mangá de coletânea de oneshot, tem uns daora, e uns bem meia boca. Tem um capítulo q a terra é tipo invadida por aliens q são a cara da liga da justiça, e no final eles simplesmente morrem, e é isso aí.

          O capítulo que eu mais gostei foi o da mulher q fica presa num planeta em que ela envelhece muito mais rápido, e acaba se clonando pra q a sua informação genética não se perca até o resgate chegar. Achei a ideia desse capítulo bem parecida com Omoide Emanon, só que mais macabro.

          Não é um mangá q eu vou ficar me lembrando quando pensar em boas histórias, mas como foi rapidinho, suave.

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