Re:En² – Banana Fish Vol. 17-19

Sejam bem-vindos ao Re:En², o podcast mensal de mangás mais anti-climático dos podcasts de mangá.


Neste programa, Judeu Ateu, Estranho, Natth e Alice  terminam com mais um projeto mensal de analisar 4 volumes de um mangá, desta vez com um clássico dos quadrinhos de ação: Banana Fish.

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7 comentários

  1. Ainda não assisti o programa, mas já vou jogando alguns Spoilers sobre os últimos arcos:

    Achei fraco, pra ser honesto. Banana Fish sempre deu a impressão de estar desenvolvendo a longo prazo algo excelente pro futuro, principalmente no que tange os Ash, os antagonistas e a droga em si.

    Minha decepção veio dos pontos seguintes:
    – O arco de antagonismo do Yut Lung simplesmente apagou. Não consegui enxergar a conversa dele com Sing como o payoff que tanto esperava, nem mesmo quando ele foi feito de refém. Ele foi ganhando poder a medida que a história avançava e hypou que seria O inimigo que poderia até mesmo superar Golzine. Eu consigo entender ele decair na frustração, mas não antes de um último stand off contra Ash me pareceu anti climático.
    – O militar cujo nome esqueci como último vilão? Ele veio do nada, não tinha lá muita carisma e não merecia tanto foco se comparado a outros rivais que estavam há bem mais tempo levando a trama.
    – A droga Banana Fish perdeu bastante a importância dela.
    – Acho o final conceitualmente condizente com a história do felino selvagem encontrar o seu destino. Por outro lado, me incomoda muito o plot “duelo mortal do Sing”, feito unicamente pro irmão dele, surgido do nada, ter uma desculpa pra fazer o atentado no Ash.
    – Aliás, como que Sing não mediu esforços pra impedir o irmão? Ele se deu o trabalho de se certificado que Yut Lung não ameaçaria mais Ash, mas não visou essa outra possibilidade?
    – Tiveram partes interessantes como o desfecho de Blanka, o combate guerrilha, a última cena, mas a esse ponto já não estava tão interessado pelo arco final, tanto pelo ritmo com vários diálogos super expositórios, o qual devo dar o braço a torcer porque o núcleo do delegado com diabetes NÃO SERVIU pra absolutamente nadaa. XD

    Enfim, payoffs foram aquém aos desenvolvimentos, infelizmente.

  2. Eu li Banana Fish pela primeira vez há uns 2 anos mais ou menos e terminei de assistir Jetman (excelente série por sinal, mas isso não vem ao caso) faz alguns meses e eu tive praticamente a experiência inversa da que o Estranho mencionou. Foi curioso ver aquelas cenas e lembrar de Banana Fish.

    Banana Fish é um mangá que eu tava fascinado enquanto lia por inúmeros motivos, mesmo com os problemas de ritmo e de ser carregado demais às vezes, pareciam coisas pequenas perto de tudo que eu tava gostando ali. Talvez por ele me trazer a sensação de filmes de ação oitentistas que é uma parada que eu sempre achei divertido pra cacete e tal mas fico feliz que ele é bem mais do que só isso, e nisso que eu acho que ele me pegou. É um mangá que melhora no meu conceito com o tempo ao mesmo tempo que eu lembro das barrigas dele ficarem mais nítidas quando penso em retrospecto, mas ainda assim, é… uma experiência e tanto, pra dizer o mínimo. Lembro-me bem que os dois últimos volumes me deram uma adrenalina que eu senti poucas vezes lendo mangá, apesar do final bem anticlimático (e que eu achei bem condizente com a história). Virou um dos meus favoritos com o tempo? Talvez, mas o fato é que tenho bastante apreço pessoal por ele.

    Ver vocês dissecando ele foi interessantíssimo e mostra como esse mangá tem MUITA coisa pra ser falada e discutida, pra bem ou mal. Admito que eu até gostava da treta geopolítica de vez em quando mas dava pra dar uma boa enxugada nisso até, porque eu também achava um mangá meio carregado demais pra ler até certo ponto (mais especificamente até o risca-faca entre o Ash e o Arthur no trem lá, depois daquilo a minha leitura até que fluiu mais rápido). E foi interessante ver a conversa sobre o epílogo, porque lembro que ele me pegou bastante de surpresa na leitura e me deu uma sensação de encerramento que o final com o Ash morto na biblioteca não me satisfez totalmente, mas entendo bem a crítica a ele talvez dar informação até demais.

    Ainda sobre o epílogo, acho curioso como que na edição bunko do mangá ele NÃO está presente no volume final, mas sim foi jogado pra um volume extra que compila ele, o capítulo do Ash com o Shorter jovens e mais uma sidestory que não me lembro agora. Meu palpite totalmente baseado em chutômetro é que a Yoshida TALVEZ tenha feito esse epílogo por pressão do público. Eu não sei como foi as reações à morte do Ash na época em que o mangá foi publicado mas vendo o escarcéu que fizeram quando saiu o final do anime (e aparentemente isso é um big deal >daqueles< no fandom da série até hoje), deduzo que ela tenha feito isso pra tentar acalmar os ânimos do povo porque me parece bem claro que se dependesse dela, a página final seria aquela da livraria e ponto, não teria mais depois disso. Mas enfim, tô só especulando aqui.

    Excelente trabalho e parabéns a todos! Dissecar esse mangá assim não é uma tarefa lá muito fácil e vocês fizeram de um jeito bem divertido.

    Agora vamo que vamo que acho que enfim tenho uma boa desculpa pra ler Dorohedoro até o final (e fiquei até honestamente surpreso com a escolha). Lembro que há uns quase 10 anos atrás o próprio Judeu já tinha me apresentado o mangá e li mais ou menos os 3 ou 4 primeiros volumes na época por recomendação dele mas não fui muito adiante sabe-se lá porquê. Aí o mangá terminou de ser serializado e eu fiquei enrolando.

    Que venha a próxima temporada.

    • Me sinto um tanto triste porque minha impressão de Banana Fish decaiu com esses últimos arcos, acabei tendo essa mesma sensação de fim com boas intenções, porém bastante insatisfatório.

      Ao contrário de Ashita no Joe, que lia de vez em quando achando sacanagem a babaquice do Joe e ignorando as criancinhas, mas que acabou crescendo muito no meu conceito com as resoluções a longo prazo.

      De qualquer forma, foi uma boa aventura de leitura em grupo de outro clássico.

      PS: Droga, O Judeu empurrou esse mangá pra ser o próximo? XD
      Vou tentar forçar, apesar do traço não me apela em nada.

      • Inclusive, tragam a Alice e Natth mais vezes! Deram uma boa dinâmica nesse reenquadrado de policial bom e policial mau. =P

  3. Esse mercenário foi a pior coisa da historia, e no fim ele mata o dino que era um personagem tão importante pra historia do Ashe

    E tivemos aquele final soco no estomago, você pensa que vai acabar tudo bem e derre pente Ashe morre na biblioteca, eu não esperava por isso tava realmente achando que ia ter um final feliz, mas o anime termina nessa cena da morte do Ashe não tem esse prologo que vocês falaram no mangá

    Eu tava esperando sair o anime de Dorohedoro mas vou ler o mangá só pra poder acompanhar os renquadrados

  4. ↓ ↓ ↓ ↓ ideias aqui p/ BatalhaREAL ↓ ↓ ↓ ↓

    Nas mochilas vazias aparecem coisas.

    O personagem mais inteligente descobre que esta em um battle royale com personagens de manga pq reconhece alguem de algum manga que exista no universo dele,descobrindo a metalinguagem do BatalhaReal.

    Isso pode levar a ideia de encontrar “vcs” no centro do mapa.(ideia ja citada por “vcs”)

    Alguns cenários se tornam zonas proibida.

    Usar um cenário na borda das zonas proibida. (ideia ja citada por “vcs”)

    O Sakamoto ressuscita algum personagem.(tipo o Light ↓ )(ou o thorfinn)

    Light Yagami nao morreu pq o death note não funciona deste universo.

    Outras armar pelo cenário, algo bem fora da curva, tipo uma bomba nuclear.

    Entram mais personagens escolhidos pelo publico(estratégia para criar engajamento com o publico)

    Personagem oculto, Nagisa na verdade não é o Nagisa, é o Koro-sensei criador deste Universo/Simulação procurando um assassino misturando diferentes realidades.

    A ilha não esta na TERRA.
    Algum personagem inteligente descobre q a ilha não existe na realidade base,
    este personagem observa flores pelo cenário se questionando sobre a estação do ano, observando a posição do sol ou das estrelas, procurando calendários no cenário, ao descobrir a data ele pode só através das sombra pelo cenário descobrir o posicionamento da ilha no planeta e chegar a conclusão que a ilha não existe no nosso planeta.
    (ou que é uma simulação/Matrix pq as flores não fazem sentido com a data nem a estação do ano, nem com as balas infinitas)

    Entretenimento pelo entretenimento, os organizadores do reality show decidem limitar os cenários, uma rodada com 70% dos personagens em um grande cenário,
    escola(ou um cenário bem inusitado, uma gráfica de mangas.)

    algum personagem vira o baby yoda(engajamento com o publico)

    Personagem encontra ele mesmo morto, no cenário
    (ou um objeto que o identifique duplicado) chegando a conclusão de que houveram varias vezes esta BatalhaReal. (Ex:no alto da montanha mais alta tem uma pilha de tênis do Mori, pq toda vez q ele chega la o colar explode e isso aconteceu 200 vezes em 1000 rodadas.)
    (Ex: o personagem sempre morre e encontra uma pilha de cadáveres de dele mesmo, pq ele morre sempre no mesmo lugar ou alguem acha uma pilha de objetos duplicados)

    Att Clisson, adoro esse quadro

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