Segunda Potência #25 – Visão: Pouco Pior que um Homem


O que é?

Segunda Potência é um podcast spin-off, sem periodicidade fixa, da “franquia” ², feito pelo Judeu Ateu e o Estranho. Nele, são abordadas outras mídias que não os mangás. Filmes, séries, quadrinhos não japoneses, música e video games são abordados neste podcast.

Neste programa…

… comentamos sobre o impecável trabalho feito por Tom King em sua run em Visão, compilado nas edições “Pouco Pior que um Homem” e “Eu Também Serei Salvo Pelo Amor“. Uma conversa sobre high sci-fi, plot-twist surpreendentes, como escrever dentro de um universo tão complexo, família e o poder da auto-referência.

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2 comentários

  1. É bem revigorante ler essas historias de super herois mais diferentes. Da maneira que a industria americana funciona é muito truncado, então dificulta pra fazer coisas diferentes nas mensais.
    Recomendo ler Black Bolt escrito pelo Saladin Ahmed e com arte do Christian Ward,serie mensal na marvel com 12 edições que ganhou o Eisner de Best New Series.
    É um Sci Fi espacial muito bom, com a historia começando com o Raio Negro (rei dos Inumanos) preso em uma prisão espacial, sem os seus poderes e sendo torturado até a morte inumeras vezes. O interessante da HQ é que ela leva em conta toda a inocencia dos personagens marvel da decada de 60 pra desenvolver como o Raio Negro tem dificuldades de se relacionar com as pessoas e seus sentimento justamente por nunca poder falar (devido aos seus poderes).
    É muito impressioanante esse ser o primeiro trabalho do Ahmed nos quadrinhos (ele é escritor de livros).Foi lançado no mesmo ano do Senhor Milagre (2017) que tava tendo o centenario do Jack Kirby,então teve esses revivals tanto na Marvel quanto na DC.

    ==>> Complementando o que vcs comentaram no podcast, eu já listei 10 quadrinhos nesse estilo mais independente, que pode ser lido isoladamente:

    View at Medium.com

  2. Em termos de runs auto-contidas com autores pegando personagens B e redefinindo eles, acho que o Monstro do Pântano do Alan Moore é meio que o ideal platônico disso. Ele pega o quadrinho no meio de uma run que tá rolando de maneira esquisita e tem um pouco de dificuldade amarrando as pontas, mas o que ele faz com a mitologia desse personagem e a maneira única que ele olha para o mundo e para a humanidade é sensacional. Recomendo muito.

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