Mangá² #238 – E se… Shingeki no Kyojin saísse na Jump

Sejam bem-vindos ao episódio 238 do Mangá², o podcast semanal de mangás que ainda fala de Shingeki no Kyojin.


Neste programa, Judeu Ateu, EstranhoLuki , Kitsune (Video Quest) e Izzo (Dentro da Chaminérealizam um exercício de realidade-alternativo no qual se perguntam o que aconteceria se o mangá Shingeki no Kyojin tivesse sido originalmente publicado na Shounen Jump. Continuaria sendo um sucesso? Mudaria a industria? Teria o mesmo anime? Mataria a a EXISTÊNCIA de algum outro mangá? Descobra nada concreto ou baseado na realidade neste episódio.

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Cronologia do episódio
(00:20) E se… Shingeki no Kyojin saísse na Jump
(56:00) Leitura de Emails
(1:09:00) Recomendação da Semana – Alfie (NSFW)

Download (CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE E ESCOLHA A OPÇÃO “SALVAR DESTINO COMO…” OU “SALVAR LINK COMO…”)

16 comentários

  1. Slowpoke Report: Nijigahara Holograph

    Pra ser honesto, Nijigahara foi um dos primeiros mangás que eu fui ler por indicação do blog. Mas como não entendi absolutamente nada da história, larguei logo no comecinho. Dessa vez, fiz um esforço maior pra tentar reparar em cada minúcia da trama, e agora foi. E como foi. Logo depois de ler o mangá, fui ouvir o episódio (excelente) que vocês fizeram sobre Nijigahara Holograph, e minha cabeça deu umas explodidas a cada vez que compreendia mais elementos do mangá. Ainda não sei se entendi muito bem, mas acho que as próximas releituras darão uma ajudada.

    E concordo sobre o que vocês disseram sobre essa ser a obra mais ousada do Asano. Pelo menos, entre os mangás que ele já produziu até então, esse foi o mais fora da caixinha, narrativamente. Fazer uma história não linear e ao mesmo tempo cíclica é uma ideia tão arriscada quanto genial. Fico feliz que ele tenha conseguido amarrar tanta coisa sem ter que mudar o pacing inicial. Inio Asano é foda!

    • Slowpoke Report: Subarashii Sekai

      E seguindo na jornada de ler mais obras do Asano, terminei de ler essa coletânea. E olha, pode ser pelo fato de agora eu estar mais velho, mas foi nesse mangá que o coming of age mais me pegou. Eu nem sei se entendi direito a ideia desses capítulos; eu só lia os diálogos daquelas pessoas e pensava em como a minha vida se encontrava naquele momento. Acho que eu realmente precisava ler algo assim.

      Mas um aspecto que chamou a atenção nesse mangá são os personagens. Não apenas o fato de eles estarem mais ou menos interligados entre si, mas a própria diversidade deles. A gente tem capítulos protagonizados por crianças, jovens, adultos e idosos, e dá pra ver como a percepção de mundo varia muito conforme a idade.

      Diferente de Hiraki no Machi, que interliga os personagens de um modo bem mais direto, Subarashii Sekai deixa a vida daquelas pessoas em aberto. Como acontece na vida real. Cada um desses indivíduos tem seus próprios dilemas, mas o fato de vermos esses dilemas serem apresentados e não necessariamente resolvidos dá uma estranha sensação de perspectiva no leitor, como se o fato de eles estarem lidando com seus problemas fosse um convite para um novo processo de reflexão consigo mesmo. Gostei bastante desse mangá.

      • Slowpoke Report: River’s Edge

        Devo dizer que no comecinho do mangá, eu não tava curtindo a leitura. Tudo parecia meio sem graça, convoluto demais, sla… Mas do meio pro final a coisa começou a escalonar de uma forma que eu realmente conseguia me interessar e até me relacionar com a obra. Tem um texto do Judeu que argumenta sobre o mangá abordar a vida adolescente da maneira mais crua e negativa possível. E acho que isso resume bem.

        Por mais que a obra vá construindo uma tragédia ao longo do volume, você se depara com várias cenas que, por mais que sejam desagradáveis, nós sabemos que podem e acontecem com jovens em geral. Não é uma obra pra quem procura uma representação “completa” da vida. Mas pode ser dolorosamente relacionável em alguns quadros.
        Outra leitura interessante.

        • Slowpoke Report: Uzumaki

          Vamo lá.
          Eu não sei bem como avaliar a experiência de ter lido esse mangá. Uzumaki foi o primeiro quadrinho de terror/horror que li, e creio que também será o último. Não que isso seja um demérito pra obra; longe disso. Eu só devo ser muito fraco pra esse tipo de conteúdo/ambientação. Se o objetivo do Junji Ito era me incomodar, ele conseguiu isso com toda a certeza. Só de lembrar daqueles caracóis eu já me sinto mal.

          Confesso que a indiferença da Kirie também me incomodou um pouquinho, e tem alguns capítulos que você vê que não acrescentaram algo pra coletânea, mas quando ele acerta, ele acerta da melhor/pior forma possível. Tiveram capítulos que eu não tinha estômago pra continuar passando, e fui fazendo pequenas pausas pra, depois, voltar à leitura e passar bem rapidinho todas as cenas que envolviam a porra de um caracol.

          E sobre o final: eu gostei bastante da ideia. Se o Junji Ito desse alguma explicação sobre as espirais, o leitor faria todo o esforço do mundo pra achar uma brecha ou exceção nessa lógica, e aí você perde a suspensão de descrença. E o final condiz perfeitamente com o que havia sido construído sobre como “espirais te puxam pra dentro”. Na minha opinião, o final seria pointless se a Kirie tivesse conseguido fugir.

          Então, como concluir? Eu não sei.
          Dá pra ver que o mangá é muito bom por saber ser limpo e visceral nos lugares certos; por introduzir elementos que depois serão melhor aprofundados ou desenvolvidos; e, claro, por criar uma atmosfera que realmente consegue tirar o leitor de sua zona de conforto. Então, sim, Uzumaki é um mangá muito bom.
          Mas definitivamente não é um mangá que eu queira reler.

          • Slowpoke Report: Tomodachi no Hanachi

            Recomendado no enquadrado sobre o próprio Uzumaki, esse, sim, é um mangá gostosinho de se ler. Apesar de seu capítulo extra ser bem qualquer coisinha, os três capítulos principais do volume conseguem contar uma história muito bem trabalhada sobre como amizade e namoro podem (ou não) ter o mesmo peso para pessoas que tiveram experiências diferentes.

            A obra também fala sobre como garotos podem idealizar/demonizar o gênero feminino (e vice-versa), e como essas percepções distorcidas podem ser corrigidas ao se fazer um esforço para compreender o outro lado. Em outras palavras, como a convivência é importante para que uma pessoa se torne melhor consigo mesma e, consequente, com aqueles ao seu redor.

            O mangá também toma algumas decisões corajosas em seu final, tipo não forçar casal nem garantir que o casal “formado” esteja destinado a dar certo. Isso pra mim deixa nítido que Tomodachi no Hanachi é uma história que, ao invés de somente seguir os tropes básicos do shoujo escolar, prefere propor uma reflexão sobre como nós (adolescentes) lidamos com nossos amigos e namorados, e o que por vezes esperamos deles.
            Gostei muito dessa história.

          • Slowpoke Report: Kami no Kodomo

            E antes que eu me esqueça, li um dos mangás escolhidos pela Lobo, e meu deus que loucura hahahahaha. Kami no Kodomo tem uma arte tão única, mesmo dentro de uma mídia tão vasta como os quadrinhos, que você lê os capítulos só pra ver onde aquilo tudo vai chegar. E quando chega, você percebe que tá acompanhando um Evangelho Segundo um Mini Satã.

            Eu realmente não sei o que pensar dessa história, mas é estranhamente interessante ver a jornada desse garotinho que, parando pra pensar, é basicamente um Griffith sem sorte.

    • E avisa o Judeu e o Luki que eu também cheguei nos atuais de Ao no Flag, e já estou com com medo do rumo que essa história tá tomando. Ainda assim, tá sendo muito agradável acompanhar uma história que aborda questões complexas sem dar respostas fáceis. Tudo o que foi dito sobre a construção orgânica dos personagens não apenas é verdade, como tá sendo uma das maiores qualidades do mangá.

      Em questão de temática, Ao no Flag me lembrou Tomodachi no Hanachi, justamente por fazer contrapontos e relações entre amizade e namoro, embora numa escala muito maior que o segundo.

      Mas no que se refere ao traço, esse mangá me lembrou demais o glorioso Pin!to. O jeito do KAITO desenhar as cenas cômicas (mudando a proporção dos rostos) é igual ao usado no mangá de dança do Yoko. Tem até um capítulo em particular em que uma das protagonistas fica travada na hora de fazer a sua apresentação no festival escolar (o que era o drama inicial da protagonista de Pin!to). Talvez haja uma inspiraçãozinha aí hein…

  2. acho que nos tempos de hoje o manga seria honestamente melhor. teria toda a tosquiadão porem em vez de um eren ancap teríamos um divertido torneio entre as a nação rival(si acompanho o mango mais não tenho o menor interesse no nome) e a ilha (também não sei o nome), com mais de 7 titas originais (Imagina uns 25). teria um
    maravilhoso arco do eren indo atras do ferreiro que faria a armadura e a espada titânicas., e os titãs humanos teriam o poder de aumentar seu tamanho com poder do coração. acho que no primeiro capitulo o eren viraria um titã e mataria o titã encouraçado. o que perderíamos seria uma sub construção (extremamente mal feita) de uma re-construção social em uma nova ótica social anarco-socialista, uma metáfora sobre a as explorações das massas, mais ganharíamos um titã de 15 metros de espada e armaduro lutando com complexas movimentações, lutando contra outros seres colossais com diferentes armas . oque sem ironia acho que como essa historia esta sendo construída, acho muito melhor.

  3. Bom se fosse na ultra jump ou na yong jump eu acredito que shingeki seria exatamente do jeito que é hoje, mas na shonen jump provavelmente iriam tirar toda a violência que tem na historia, o eren viraria titan no primeiro capitulo, e todo mundo ia ter o poder de virar titan ia ter titan de fogo, gelo e afins, e se eles focem desenhados pelo obata seria muito foda mesmo

    Sempre emgraçado ver o judeu ateu o “entendedor de animes” falando que que Devilman crybaby foi o único anime bom em 2018

    Esse Alfie eu não conhecia, mas me convenceu a começar a ler

  4. Fala aí judeu e estranho,acompanho o podcast por bastante temo e só to mandando comentário agora… Agradeço pelas recomendações de vinland saga, q eu acho q continua ótimo nesse arco atual, embora ainda ache a hild meio meh, li tbm ashita no joe, que acho o melhor mangá de todos, onani master(meu favorito), li berserk graças ao reenquadrado, li spirit circle, hoshi no samidare e vi planet with( q eu acho q burlou a ideia do mizakami fazer bons finais kkkk), li music of marie, q eu acho q aquela plot twist ainda é meio fodasse e equivalente àquelas teorias loucas do “ash está em coma o anime inteiro”, mas ainda tem suas qualidades. Li kokou no hito e bokurano tbm e estou lendo kanata no astra e mazinger z- com a tradução do grande nintakun, e vi tatamy galaxy tbm. Achoque o podcast está ótimo ultimamente e concordo com a opinião de q shingeki seria melhor na shonen jump, provavelmente eles nunca deixariam ficar tão retardado como está atualmente, e ele não seria tão forçado em política de maneira completamente vazia. Por fim recomendo o film the seventh seal (bergman) e os animes de gundam war in the pocket, que pode ser visto de qlqr ponto e tem só 6 eps, e tbm tenshi no tamogo- do cara do ghost in the shel, e tbm indico um artigo chamado: como perder amios e enganar pessoas da revista eureka, já que o judeu falou uma vez que gostava de coisas legais da matemática, é um artigo razoavelmente pequeno sobre resultados pouco óbvios da probabilidade.

  5. Quero ler Alfie, mais não sei inglês, alguem sabe se existe alguma tradução ou algo do gênero! ?

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