Mangá² #237 – E Naruto, hein?

Sejam bem-vindos ao episódio 237 do Mangá², o podcast semanal de mangás que ainda fala de Naruto.


Neste programa, Judeu Ateu, EstranhoBoxa, Leonardo (Leleologia) e Izzo (Dentro da Chaminése fazem uma única pergunta: e Naruto, hein?

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Cronologia do episódio
(00:20) E Naruto, hein?
(53:10) Leitura de Emails
(1:02:00) Recomendação  da Semana –Mayara & Annabelle

Download (CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE E ESCOLHA A OPÇÃO “SALVAR DESTINO COMO…” OU “SALVAR LINK COMO…”)

23 comentários

  1. Slowpoke Report: Slam Dunk

    FINALMENTE!
    Eu nem sei por onde começar. Slam Dunk é tudo o que me prometeram, e ainda mais.

    Acompanhar a trajetória de um idiota arrogante que se transforma…num gênio arrogante, é uma das melhores experiências de leitura que tive, mesmo entre os mangás que conheci por vocês. E não apenas o Sakuragi, todos os membros (que importam) do Shohoku são verdadeiramente memoráveis. O meu favorito é o Anzai-sensei, tanto pela sua verdadeira eficiência profissional e pelo seu inegável carisma, quanto pelos excelentes momentos que ele tinha com o Rei dos Rebotes.

    A quadrinização do mangá também parece que foi feita pra narrar um mangá de esporte. Sendo um esporte muito mais dinâmico que um futebol da vida, o basquete poderia acabar parecendo meio enjoativo depois de umas 10 ou 20 cestas, mas é tão bem retratado que você sente a importância de cada ponto, mesmo quando o time já está vencendo de lavada. Mesmo não sendo o maior entusiasta do esporte, ver os Gorila Dunks do Akagi me deu uma puta vontade de treinar uns arremessos por aí.

    Não consigo escolher só uma cena favorita. Mas amo a cena do Mitsui finalmente dizendo pro Anzai que ama basquete, as cenas espelhadas do Sakuragi e do Akagi, e, claro, os 20 segundos finais.

    De todos os mangás compridos que conheço, esse foi um dos que eu mais fiquei feliz de ter lido.

    (e sobre os fãs que pedem uma continuação pro mangá: vocês estão malucos).

    • ainda não é um Slowpoke Report, mas por influência de um certo Tiozão Cansado e Puto, comecei a ler Kekkaishi, e puta que pariu, to adorando esse mangá.

      Ele começa normalzinho, levinho, uma coisinha legal aqui e ali, e vai dando vontade de ler o volume seguinte pra vc ver até onde aquilo vai. Depois de uns 5 volumes vc já sabe que gosta, mas não sabe dizer o porquê. Depois de 10 volumes, você já tá maluco pra ler o volume seguinte.

      Atualmente, estou no volume 12 e, sendo bem sacana com o mangá, digo que Kekkaishi é a mistura de Hoshi no Samidare com Bleach que deu muito, mas muito certo. Pelo menos até agora.
      (e já tomei uns spoilers nuns comentários do blog, dizendo que o final é meio ruim e decepcionante, mas continuarei a leitura pra ver o que acho).

      De qualquer forma, Kekkaishi é um mangá que tá me empolgando muito.

    • Já havia comentado no twitter dias atrás, mas também li Mario (o oneshot do Kishimoto) e o Judeu tava certo; é bom demais. Em poucas páginas, consegue ser estiloso, simbólico, imersivo, e por que não, profundo.

      Me arrisco a dizer que é o melhor trabalho do Kishimoto hahahahhaha

  2. SOBRE O EPISÓDIO

    Acredito que não seja apenas Boruto que mantenha a marca de Naruto viva. Após o fim do mangá e do anime, também tivemos light novels, jogos, filmes, entre outros produtos que, sim, continuam fazendo muito sucesso.

    Inclusive, muitos dos fãs de Naruto inclusive conheceram/acompanharam a história através de seus jogos, e fazem questão de comprar as continuações destes. Eu por exemplo, tenho fortes lembranças das franquias Ultimate Ninja e Ultimate Storm, pois jogava Naruto muito antes de sequer conhecer o mangá.

    Na minha opinião, Naruto consegue se equiparar a Dragon Ball ao menos quanto ao sucesso de vendas, e na influência de sua geração. Se o mangá será respeitado pelas próximas, ainda é difícil dizer. Mas concordo que a existência dele tenha ajudado a estabelecer um certo padrão de complexidade nas obras que, antes, foi Dragon Ball que estabeleceu. Se vocês fizessem um tribunal julgando Naruto, creio que ele seria inocentado, mesmo com suas ressalvas.

    Dos momentos que gosto de Naruto, meu favorito é a aparição da Kushina (no volume 53), por ser o primeiro mangá que comprei e li na vida. E mesmo quando vejo a conversa do Naruto com a sua mãe em um dos jogos da franquia, ainda consigo me emocionar.

    —————————-

    e se vocês fizerem um enquadrado de houshin engi, eu começo a ler agora mesmo.

    (e duas obras que eu creio que abordem bem a transexualidade são Bokura no Hentai e Hourou Musuko).

  3. Eu odeio como a lição que o Naruto dá pro Neji acaba que no final serve pra ele mesmo, ele não é só um gênio ele é a encarnação do filho da deusa/o escolhido da profecia do sapo/o filho do hokage/tem o monstro mais poderoso nele. Pra mim isso acaba com todo o esforço dele pra ficar forte, já era destinado a salvar tudo.

    • sim, pra cada cena mostrando o naruto treinando, tem duas mostrando um personagem aleatório exaltando a linhagem dele, e como ela está intimamente ligada ao seu destino de salvar o mundo.

  4. Só vi Naruto até o comecinho do shippuden(anime),li pouco do mangá.
    Mas vou comentar a malandragem do Kishimoto com Samurai 8, seu novo mangá que deve sair lá pra abril. Já não bastava ele terceirizar o Boruto pra dois assistentes que ele tinha em naruto, ele só vai escrever Samurai 8 e safadamente deixar na mão de outro assistente pra desenhar, ELE TÁ VIRANDO O MARK MILLAR BICHO!
    Daqui a pouco vai vender tudo pra netflix fazer serie.
    Mas pelo menos não é 171 igual o Mashima que faz 300 milhões de spin offs de fairy tail e quando faz um mangá “original” é um Fairy tail no espaço com uma youtuber…

  5. Só queria deixar a correção aqui de que o maluco que apareceu em Boruto não é o Jiraya, mas é suspeitado e esperado por todo mundo que ele tenha alguma relação com o Jiraya. Mas é certeza que ele não é o próprio Jiraya

  6. Acho que o fato de Naruto ser lembrado ate hoje é por causa das pessoas que cresceram vendo ele, e isso cria uma marca muito profuda na pessoa, muitos falam de DBZ mas ele acabou qnd nós ainda éramos jovens ou talvez nem nascidos, com Naruto a gnt conheceu ele criança e crescemos junto com ele, acompanhando-o todo semana, estilo o que aconteceu com Harry Potter para muitos.

    Quanto a história realmente a Guerra foi algo que tornou o mangá enrolado, enjoativo e muitas das vezes dava a impressão que só estávamos perdendo nosso tempo com algo q não seria usado mais n história, ou que já tinha sido trabalhando anteriormente, vide Zabuza e Haku, Tsunade e Dan, o Masashi claramente viu a oportunidade do Edo Tensei para explicar várias coisas que foram deixadas de lado durante a história e com isso agradou os fãs que queriam saber quem eram os sete espadachins da névoa, quem eram os Kages anteriores e etc. O fato dele ser o escolhido desde o início não tira o mérito do Naruto, pois todos os “escolhidos” acabam se enfrentando para somente restar um ponto de vista, aconteceu isso com os filhos do Rikudou sennin, com o Madara e o Hashirama, porém o Naruto tinha uma mentalidade diferente e queria ser amigo do Sasuke e foi isso que acabou com o ciclo, e ele não estava predestinado a enfrentar o Sasuke, o Rikudou Sennin vê neles similaridades com os seus filhos e por isso decide dar os poderes aos dois, achando que eles poderim fazer diferente dessa vez, eles não nasceram como “The Chosen One” o Rikudou Sennin que decidiu fazer isso vendo a relação dos dois.

    Quanto aos momentos marcantes, tiveram vários que me fazem recordar da história e até dá vontade de relê-los, toda a luta do Shikamaru com o Hidan, a primeira luta do Naruto com o Sasuke no vale do fim, a luta do Gaara com o Rock Lee, a primeira vez que o Naruto usa o Rasengan com o Kabuto, a luta do Shikamaru contra a Temari, a floresta da morte, o Iruka encontrando o Naruto na guerra e vendo o quanto ele crasceu

    • O rikudou não viu similaridade nos dois, ele literalmente fala que eles são reencarnações dos filhos do filho dele. Além de que ele era o herói da profecia do sapo. Acho difícil comprar que ele não foi the chosen one, tudo na história aponta pra isso.

  7. Vocês estão com muito ódio no coração, naruto tem um único arco ruim que é o da guerra e mesmo dentro desse arco temos bons momentos

    Naruto num todo é uma boa obra mas deu um deslizada ali no arco final.

  8. Sobre o caso do Stop Hibari-kun comentado na leitura de e-mails:

    Eu acho ele um mangá bastante PERDIDO no que quer fazer. Ele tem uma esquizofrenia inacreditável de parecer progressista numa página e na seguinte já estar cuspindo transfobia/homofobia com alguma “piada” bastante sem graça. Pelo menos foi a impressão que eu tive na época que li o mangá, porém, uns meses atrás, discutindo com um amigo, ele me mostra um texto que eu achei bem curioso, sobre as impressões de uma mulher trans sobre e ela foi tão surpreendentemente positiva com ele que eu até me questionei se a gente leu o mesmo mangá e eu só tive impressão de homem hétero cis ou algo do tipo, o que me fez querer ouvir opiniões de mais gente sobre o mangá

    Eu fiquei bem confuso o lendo lembrando do mangá que eu li e como pouca gente leu esse mangá, tem horas que eu fico meio encucado pensando “será que eu que vi coisa demais aqui?”. O texto em questão seria esse, caso tenham interesse:
    https://transgirlmedia.wordpress.com/2017/06/08/hibari-ozora-stop-hibari-kun/

    • aproveitando o que você disse, vou citar Bokura no Hentai, que apesar de ser um mangá muito bom sobre identidade de gênero, faz uma piadinha sobre isso (no penúltimo capítulo) que, embora não destrua a mensagem ou o desenvolvimento da história, consegue ser tão contradizente quanto desnecessária. Tem uma review no Myanimelist de uma pessoa trans que aborda essa questão.
      Também deixarei o link da review, caso alguém se interesse:

      https://myanimelist.net/reviews.php?id=222004

  9. Terminei de ler Kekkaishi.
    E quer saber, não vou fazer um slowpoke report. Eu vou é fazer um tribunal julgando essa merda. Então vamos lá.

    Tribunal: Guguliberal contra Kekkaishi

    Antes de tudo, é bom comentar quais são as qualidades desse mangá, e o que ele fez, que me agradou. Pra começar, eu gosto da ideia de um battle shounen mais focado no dia-a-dia dos protagonistas, do que nas batalhas ou naquele mundo em si. E inicialmente, Kekkaishi segue bem essa proposta. Apesar de não ter um começo nada espetacular, esse jeitinho mais pé no chão do mangá tem lá o seu charme. E apesar dos personagens não serem profundos, eles tem um carisma que torna a leitura bem leve e agradável.

    Outra coisa que me chama bastante a atenção é o protagonista. O Yoshimori definitivamente não é alguém complexo, mas é fascinante ver como um protagonista tão “padrãozão” de battle shounen consegue ser tão proativo em relação ao enredo. O personagem realmente vê o problema, decide resolvê-lo e toma atitudes que o permitam atingir esse objetivo. É bem interessante.

    Ainda falando do protagonista, sua interação com sua família e amigos também merece destaque. Apesar de ter os seus problemas (principalmente no final do mangá), você vê que o Yoshimori se importa com as pessoas ao seu redor. Com o passar dos capítulos, ele vai se tornando alguém cada vez mais sincero para com os outros, e vai mostrando seus desejos e fragilidades sem criar filtros nisso. A relação de admiração/inveja/respeito/preocupação do Yoshimori com o seu irmão mais velho (Masamori) é pra mim, um dos melhores relacionamentos fraternais dos battle shounens.

    Dito isso, vou destilar o meu veneno.

    Pra começar, a narrativa de Kekkaishi sempre me soou estranha. Se me perguntassem quando o mangá começou a se perder, eu diria que foi lá pelo volume 20, mas a história já dava sinais desde o volume 13, quando termina o primeiro grande arco do mangá, mas é revelado que tudo era um grande plano orquestrado por um dos caras fodões equivalentes a Soul Society de Bleach. Nos capítulos posteriores, a narrativa vai dando cada vez maior enfoque nessa organização, e nos pequenos jogos de poderes que, nela, ocorrem. E aí que vai se mostrando o principal defeito de Kekkaishi: jogar coisas do nada.

    Tinha vezes que o arco já tava concluído, mas a autora insistia em apresentar um personagem, que do nada, foi o verdadeiro causador do conflito anterior. Esse tipo de coisa só vai aumentando (e piorando) nos próximos volumes. Não é como se todos os novos personagens fossem ruins; as interações do grupinho do Masamori são muito legais de acompanhar, inclusive. Mas, olhando em retrospecto, essas adições só foram tirando a história do que parecia ser o seu rumo. Como resultado, todo volume parecia ter uma mudança muito abrupta no ritmo do enredo, ao ponto de você se questionar cada vez mais se aquilo realmente teria alguma importância para a conclusão da história, ou para o desenvolvimento de algum elemento da mesma. E na maioria dos casos, não teve. E se teve, não foi muito bem construído.

    E então, chegamos na segunda metade do mangá. Tira-se quase todo o slice of life do começo da obra, e começam a ser introduzidos, de formas completamente abruptas, personagens que são muito mais poderosos que os já conhecidos. E esses personagens vão ganhando um “tempo de tela” cada vez maior, como se estivessem roubando o mangá para eles. As explicações expositivas sobre aquele mundo vão ficando cada vez mais mais frequentes, e por muitos capítulos você não consegue ver o que as novas subtramas tem a ver com os personagens principais.

    E acho que é hora de falar novamente sobre o Yoshimori. Se antes, eu elogiei a proatividade do personagem em correr atrás do que ele queria fazer, aqui eu critico a importância que ele vai recebendo pro mundo inteiro. Entenda: Kekkaishi sempre se vendeu como um shounen de lutinha mais autoconsciente que os demais. Por mais que não fosse autorreferencial, você percebe um esforço da Yellow Tanabe em fugir de alguns dos tropes do gênero (tipo show off, ressuscitar personagem, ou fazer apenas personagens reativos ao conflito). Por conta disso, é bem frustrante ver como Kekkaishi vai gradativamente se tornando uma típica narrativa determinista sobre “ser o escolhido que vai trazer o equilíbrio para o mundo inteiro”. E isso não apenas é frustrante por ser batido, mas porque vai tirando toda a agência da outra protagonista do mangá (a Tokine), que no começo era muito mais forte e interessante que o Yoshimori, mas vai sendo reduzida a ser a suporte dele, e a garota que, quando fica em perigo, faz com que o protagonista fique mais forte. É lamentável.

    Tem outras coisas coisas que me incomodam em Kekkaishi. Parece que ele quer falar sobre “como a busca pelo poder pode afetar a vida das pessoas”, mas isso é tão superficialmente desenvolvido, que acaba tendo pouco efeito sobre o leitor. Os diálogos também são muito massantes. Vc vê toda uma explicação minuciosa sobre o que está acontecendo com aquele mundo, e só fica com os olhos cansados. Não dá pra dizer que tem furos de roteiro, mas chega um ponto em que não dá mais pra se importar com os flashbacks sobre a origem do conflito principal (que diga-se de passagem, é bem brochante).

    E pra finalizar as críticas ao roteiro, eu só quero frisar que o último volume de Kekkaishi é uma das coisas mais desprezíveis da história dos battle shounens. Eu nem cheguei a ver Lost e seu final infame, mas me atrevo a dizer que cada capítulo é um final de Lost. Tudo que eu falei sobre personagens e conflitos serem introduzidos e resolvidos do nada é elevado a décima potência. Como alguém que comprou o mangá, e ficou 10 dias lendo apenas isso, eu não apenas fiquei decepcionado. Me senti ofendido, como se eu tivesse lido um Battle Royale 2.

    A batalha final de Kekkaishi é corrida pra caralho; cheia de reviravoltas idiotas ao ponto de fazer os clifhangers dos capítulos soarem como clickbaits, de tão irrelevantes; e os momentos de maior tensão dramática são protagonizados justamente pelos personagens apeloes que foram socados na segunda metade do mangá. É como se no final da 4 Guerra Ninja, quem estivesse lutando fosse o Obito e a Kaguya.
    E o capítulo final de Kekkaishi consegue ser ainda mais sem graça que o de Fairy Tail, é impressionante.

    Kekkaishi me dava a impressão de ser uma história sobre pessoas reais que, por acaso do destino, tinham que lidar com um conflito sobrenatural. Mas quando esse conflito é resolvido, vemos que aqueles personagens não tinham mais nada a oferecer. Triste.

    Diante de tudo isso, declaro Kekkaishi culpado. Não por ser um mangá ruim, mas por ser muito decepcionante. Ele tentou se afastar dos clichês para, no fim, cair em outro ainda pior. Quis ser imprevisível, e acabou com o próprio enredo. É o grande e infeliz exemplo de que “ser diferente não significa ser bom”.
    E o que pra mim era a mistura que deu certo de Bleach com Hoshi no Samidare, se tornou uma mistureba das piores ideias dos grandes battle shounens.

    Kekkaishi é a maior decepção da minha vida.

  10. É sempre curioso pra mim ouvir pessoas reclamando da guerra ninja porque no abstrato eu concordo que a guerra foi um arco insuportável, mas aí eu escuto e lembro que eu dropei Naruto no comecinho dela ainda, acho que na luta contra o Asuma ressucitado (já tava achando ruim desde o final da saga do Pain no mínimo), e teve tipo três anos ruins de mangá que eu nunca li e pelo visto nem quem leu lembra direito de tão confuso e esquecível que foi.

    Enfim, acho que Naruto é lembrado até hoje porque é o mangá e o anime mais popular e portanto mais marcante pra uma geração bem extensa, e é meio que simples assim. Dragon Ball resistiu por isso, CDZ resistiu por isso, a gente vê mais memes de Naruto do que desses porque o pessoal pra quem Naruto foi importante é mais do demográfico que produz a maioria dos memes na internet, imagino. Ainda rola meme de Death Note e de Fullmetal Alchemist o tempo todo, meio natural que uma obra mais popular que essas duas produzisse muita coisa. Talvez não mereça, eu acho uma obra bem falha especialmente na longa reta final, mas essas coisas de popularidade raramente são sobre merecimento exatamente.

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