Mangá² #232 – Um Mangá de… Yuri

Sejam bem-vindos ao episódio 232 do Mangá², o podcast semanal de mangás que mais erra o número do episódio.


Neste programa, Judeu AteuEstranho, Mazaki e Se-chan (Kono-Ai-Setsu) voltam com um dos inúmeros quadros favoritos do Mangá², o “Um mangá de…”. Utilizando todos os clichês e tropes, desta vez tentamos fazer um mangá de yuri, um mangá de romance lésbico, com todos os tropes certos e nenhum dos errados que conseguimos pensar.

Para outros podcasts do tema, confira aqui!

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Cronologia do episódio
(00:00:25) Um Mangá de… Yuri
(00:49:00) Recomendação da Semana – Kase-san

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11 comentários

  1. Que saudade que eu tinha desse quadro pensei que vocês não iam fazer mais

    Me arrisco a dizer que esse foi o melhor ate agora, apesar de ter fica com pena da gyaro talvez no próximo role um mangá de yao

  2. Ameeei! Dei muitas risadas nesse ep, um dos meus quadros favoritos do ao quadrado.
    Já conhecia o podcast das meninas (conheci por aqui) que é muito legal também!

    Eu shippei a protagonista com a gyaru… 😦

  3. Sempre tive inveja da galerinha que fazia 1000 slowpokes reports por episódio. Mas dessa vez, eu tenho bastante coisa também.

    Slowpoke Report: Monster (anime)

    Pulando os memes de “read the fucking manga”, essa é uma das melhores animações que vi até hoje. As temáticas sobre o valor da vida humana e a influência que o ambiente pode (ou não) causar sobre o indivíduo são trabalhadas de diversas formas. Não apenas os personagens principais ganham destaque; todo o elenco de Monster apresenta sua própria individualidade e profundidade, o que nos rende momentos realmente sensíveis até quando estamos conhecendo o passado de um figurante do episódio. Além disso, o anime possui uma ambientação fantástica. A forma que os cenários são relevantes para o desenvolvimento dos personagens e do enredo impressiona pela sutileza. E mesmo que a história se passe num contexto histórico e social bem diferente do nosso, é notável como ela ainda se mantém tão relevante quando aborda xenofobia.

    Espero que um dia vocês ainda comentem um pouco sobre Monster.

  4. Slowpoke Report: A Girl by the Sea

    Não dá pra se sentir bem com esse mangá. Asano já é bastante famoso pela forma que retrata relacionamentos problemáticos, mas aqui o desconforto é outro nível. A relação de desprezo/indiferença/dependência que o “”casal”” vai desenvolvendo ao longo dos capítulos é agonizante. E a construção dessa relação é bem executada. Enquanto vemos a garota sempre checando no celular se ela recebeu mensagem do moleque, o protagonista se mantém isolado em sua casa atualizando o blog do irmão.Uma das mais brilhantes cenas do mangá ocorre quando um dos frequentadores do blog pergunta se o administrador havia mudado. Quando o garoto confirma a pergunta, ele recebe um questionamento sobre o porquê de ele estar mantendo o blog em funcionamento. Nesse momento, o protagonista começa a narrar toda a sua história, falando do suicídio do irmão, sobre como ele se sente sozinho, sobre como a vida tem parecido cada vez pior; enfim, tudo mesmo. No final desse textão, vemos que a última frase era “me ajude”, mas logo em seguida ele a apaga, e deleta a resposta inteira, respondendo a pergunta com um simples “ah, to mantendo o blog só por passatempo mesmo lol”.
    Creio que essa cena já fale por si mesma.

    Não dá pra recomendar essa história pra todo mundo, mas valeu muito a pena ter lido.

  5. Slowpoke Report: Hikari no Machi

    Na minha opinião, Hikari no Machi é um prequel de Solanin e Punpun. A história do aspirante a mangaká que vai no rolê com os amigos desempregados é cheia de diálogos sobre coming of age, que mais tarde seriam ainda mais aprofundados em Solanin. Já os capítulos sobre o menino que “auxiliava” as pessoas a se matarem, lembram muito o clima melancólico de Oyasumi Punpun, principalmente pela roadtrip que ele e a amiga fazem na tentativa de fugir daquela cidade que os prendia.

    Apesar das semelhanças, o mangá tem seus próprios méritos. Fazer personagens tão aleatórios estarem mais ou menos interligados foi uma sacada bem legal do Asano para construir a cidade. Quando o personagem diz que o céu que ele estava vendo era o mesmo para todo mundo, você meio que entende o que ele quis dizer.

    A frase que melhor define o meu sentimento por Hikari no Machi é :
    Mesmo que algo não tenha muito sentido, não quer dizer que não possa ter algum significado.

  6. Slowpoke Report: Vinland Saga

    Farmland Saga é melhor que Viking Saga. Definitivamente.
    Na primeira fase do mangá, eu já estava gostando bastante da história. A arte ja era uma mistura super equilibrada de Berserk e Hoshi no Samidare, os personagens eram super carismáticos, as batalhas enpolgavam; já era um bom mangá. Mas com o passar dos capítulos, você ia vendo as coisas transitando prum rumo diferente.

    Os vikings deixavam de parecer os guerreiros honrados de antes, e agora soavam mais como bestas cruéis e imprevisíveis. E coisas que antes você via na história de forma impessoal, como violência e escravidão, iam ganhando uma relevância tão grande para os personagens, que você sentia toda a desesperança de uma personagem cuja vida não estava em suas próprias mãos…

    Quanto ao Thorfin, nem tenho o que dizer depois do cast sobre Farmland. Só quero ressaltar o quão interessante é o autor continuar colocando o protagonista em situações que o fazem pôr seus ideais pacifistas em cheque. Como um fã do mangá, só espero que os próximos volumes continuem tão interessantes quanto os atuais. E que no futuro, o verdadeiro Vinland Saga consiga superar o Farmland Saga.

  7. Slowpoke Report: My Lesbian Experience With Loneliness

    É difícil falar de um mangá autobiográfico. O que eu posso dizer é que My Lesbian Experience é uma obra incrível. Incrível de verdade. Ler isso foi uma experiência tão forte quanto Helter Skelter foi no ano passado. E por mais que eu tenha uma vida muito diferente da protagonista, essa foi uma das histórias em que a identificação mais atingiu.

    É uma história sobre sexualidade.
    Sobre isolamento
    Sobre dependência.
    Sobre depressão.
    Mas também sobre autodescoberta.
    Sobre autoaceitação.
    Sobre acreditar.
    E continuar tentando.

    Em resumo, é a vida de uma pessoa de verdade. É simplesmente lindo.

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