Mangá² #229 – Sengoku Youko

Sejam bem-vindos ao episódio 229 do Mangá², o podcast semanal de mangás que tem seus defeitos, mas depois se paga.


Neste programa, Judeu Ateu, Estranho, Luki e Boxa fazem mais um mangá enquadrado, fechando a trilogia de clássicos de uns de seus mangakas favoritos, Satoshi Mizukami: Sengoku Youko

Neste programa, damos nossa impressão sobre a obra, o que ela faz bem, no que ela falha, analisamos personagens, metáforas, simbolismos, e comentamos o porquê gostarmos tanto dela ! Tudo isso com spoilers!

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Cronologia do episódio
(00:20) Sengoku Youko
(1:53:30) Recomendação da Semana – Matadouro de Unicórnios

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7 comentários

  1. Oi estou vindo nesse pod cast para, sugerir uma segunda potencima de os espiões (livro de autoria de Luís Fernando Veríssimo) Ou talvez o clube dos anjos. E vocês já conheciam esses livros ?.

  2. Terminei de ler hoje, e já é meu mangá favorito do satoshi mizukami

    o começo achei meio maçante principalmente por causa do shinsuke simplesmente achava o personagem chato pra caraio, pra min a historia começou a me prender quando apareceu o douren o monge do tigre . que se tornou meu personagem favorito.

    uma coisa que vocês não falaram é que os quatros generais la são baseados nas bestas que protegem os quatro pontos cardeais, dragão, fênix, tartaruga e tigre. Bom o tigre e o dragão são óbvios o sacola creio que seja a tartaruga, então a mulher seria a fênix apesar de não conseguir ver a conexão dela com o animal, talves isso seja o mizukami zuando com esse cliche tambem.

    Achei simplesmente fantástico o plot twist do protagonista virar o vilão na metade do mangá, e derrepente temos um novo protagonista que é o senya que estava ali o tempo todo, gostei muito da forma que foi trabalhada a questão dele ter mil demonios selados nele e ele tendo que se entender com todos eles.

    Mas a partir dai começou a me incomodar a presença de certos personagens que pouco acrescentam a trama, como o demônio bolota la, nau, hanatora,shogun, taizan os monges genéricos, pra min dava prta ter cortado muita coisa desnecessária ai.

    Sobre o que vocês falaram de talves ele querer dizer algo com todas a citações a figuras históricas como o oda nobunaga, me falta conhecimento sobre a historia do japão pra entender.

    No aguardo do anime do mizukami

  3. É um tanto engraçado ouvir o Estranho falar “não precisava ter essa luta com o cara da nuvem” e logo depois concordar que é a melhor luta do mangá, e tem um negócio similar sobre o shogun antes disso. Esse é definitivamente um mangá meio bagunçado, com partes que não se encaixam perfeitamente, mas me parece meio estranho analisar tanto sob o prisma da eficiência. Só porque algo não é “necessário” estritamente falando para a progressão da história, ou é executado de maneira um pouco mais lenta, não quer dizer que essa execução não é excelente em diversos outros aspectos, e talvez melhor do que a maneira mais “eficiente” por outros ângulos.

    Eu tava pensando nisso um dia desses, e notei que nunca concordei com ideias do tipo “uma obra perfeita deveria deixar você querendo mais”, “você encontra a obra perfeita quando não tem mais nada que você pode tirar”. Tirando momentos onde a obra claramente ignora um bom momento pra parar, eu nunca achei muito ruim ler mais partes boas de um bom mangá, e Sengoku Youko pra mim em geral é isso: uma grande leva de personagens interagindo uns com os outros, construindo uma teia de relações que é paid off por completo no último arco com um monte de momentos excelentes (a luta com o cara da nuvem, Jinun vs Douren, a volta da Shakugan, a evolução do Mudo, etc etc etc). Está no nível de Spirit Circle e pouco abaixo de Samidare pra mim, o que significa que é um dos 20 melhores mangás do mundo.

  4. A melhor obra de Satoshi Mizukami ainda é Spirit Circle. Sengoku Youko, apesar de ter partes geniais e ser uma boa história com bom enredo é bem inferior na audácia narrativa abordando menos temas e de forma menos profunda e inteligente que outras obras dele. Até mesmo Lucifer e o Martelo apresentou uma estrutura e uma diversidade temática melhor e funciona de forma mais eficiente como batle shonen, Para mim foi uma boa obra a qual eu recomendo a leitura mas que não é o melhor que o autor já me apresentou.
    Aproveitando o comentário vou perguntar se atualmente vocês andam acompanhando alguma obra em quadrinho brasilero lançado pela internet.
    Grato pela atenção.

  5. Queria esperar o cast pra fazer mais alguns comentários sobre o mangá. Então, vamos lá…

    Eu amo Sengoku Youko! Sem fazer comparações com Samidare e Spirit Circle, acho que Sengoku Youko é a obra que melhor uniu temáticas realistas (autoconhecimento, resolução de conflitos pela conversa e valor da vida humana) com o espírito do battle shounen (e das fantasias em geral) entre os mangás que li.

    Eu simplesmente amo o fato de que o autor não fica explicando a origem do mundo ou o funcionamento dos poderes que o regem (algo que frequentemente acaba gerando furos de roteiro e tirando parte da imersão do leitor). Eu sempre quis ler uma história que se dedicasse mais a mostrar como os personagens estão inseridos naquele mundo, e tive essa experiência com o mangá.

    Vocês comentaram sobre as diversas passagens em que o enredo fica meio parado, mas sla, foi isso o que eu mais gostei em Sengoku Youko: o não planejamento dele. Acho legal o Mizukami ainda acrescentar personagens e ideias na segunda metade da história, e conseguir amarrar tudo com aquele super epílogo. Acho que esse deve ter sido um dos mangás que ele menos se cobrou durante a sua construção, e creio que isso deu espaço pra ele trabalhar as boas ideias que ele continuou a ter no final da história (uma coisa que ele não poderia fazer em HnS e SC).

    Quanto ao processo de ler a obra, devo dizer que me emocionei inúmeras vezes. Já nos primeiros capítulos eu já tinha achado as interações dos personagens legais, e isso só foi crescendo nos capítulos seguintes.
    Chinsuke, em especial, é o Jiraya que nós tivemos a chance de acompanhar a jornada. Ver um covarde se transformar num cara vingativo, depois num bêbado sem autoestima, e terminar como um mestre sábio, habilidoso e humilde, é a coisa mais impressionante que vi em termos de desenvolvimento de personagem.
    E, sim, eu gosto dos super secundários. o “Demônio Bolota”, a assistente da Deusa da Floresta, os Monges Random, todo mundo no geral funcionou pra mim.

    Então não sei como concluir…Acho que eu simplesmente amo Sengoku Youko
    (o final do mangá é o meu favorito de tudo que li recomendado por vocês)

  6. Como eu tô meio preguiçoso hoje, vou ser sucinto nos reports. se puder detalho mais tarde.

    Orange, Happiness e Kaguya-sama wa Kokurasetai: Tensai-tachi no Renai Zunousen foram os mangás que li desde então.
    Amei o primeiro, gostei do segundo (apesar de estar bem confuso sobre ele ainda), e adorando o terceiro.
    Infelizmente sem grana pra continuar acompanhando Pluto e Innocent

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