Quadrinho ao Quadrado #4 – Bulldogma

Sejam bem-vindos ao episódio #4 do Quadrinho ao Quadrado, o seu podcast mensal sobre quadrinhos nacionais.


Neste programa, Judeu Ateu Estranho fazem o quarto episódio de seu podcast novo, o Quadrinho ao Quadrado, um programa cujo objetivo é analisar quadrinhos nacionais. Desta vez, uma análise de opiniões opostas, metalinguagem e experimentação, no (quase) unanimemente aclamado pela crítica, Bulldogma, do Wagner Willian.

Mês que vem: Angola Janga – Uma História De Palmares, de Marcelo D’salete

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5 comentários

  1. Bem, eu tive uma sensação estranha com Bulldogma. Realmente não posso dizer que seja um quadrinho ruim, em verdade várias coisas nele são até excelentes. A originalidade geral, as diversas cenas que vão se compondo (como a do cachorro morto) são muito boas. Mas eu não gostei. Parece que seria um quadrinho melhor se eu desse uma leitura com maior atenção. Mas eu não creio que mereça esta atenção. Há um fator também estranho que é: para quem e por que existe este quadrinho? Tipo, se me perguntassem se eu recomendaria este quadrinho, eu falaria que é uma experiencia valida lê-lo. Mas se perguntassem quem deveria ler este quadrinho, não consigo pensar em ninguém que fosse curti-lo.

  2. Esse quadrinho deixou mesmo todo mundo meio confuso, fico feliz de não estar sozinho nessa. Não tem coisa pior do que terminar uma obra e não gostar ou não entende-la bem, enquanto você só encontra pessoas dando notas máximas pra ela.

    Minha opinião é uma mescla de tudo que foi dito no programa e do comentário do Rui. Muitas referências e citações que fazem o quadrinho parecer prepotente. Um enredo desconexo, com uma arte as vezes difícil de compreender o que está acontecendo, e no fim da leitura, não sabia o que extrair da obra como mensagem. Mas, apesar de tudo, com diversas páginas lindas e inventivas que dão vontade de revisitar diversas vezes (particularmente, amo a que vem o aroma do café pela casa).

    Enquanto eu lia, foquei bastante no Lino… imaginei que tudo seria do ponto de vista dele, ou que, como dito por um dos dois, que ele seria um alienígena. Mas daí ele morre repentinamente, fiquei bem triste com o fato mas, novamente, parece que não teve muita consequência disso para a história e a protagonista. No fim, acabou sendo uma leitura com um misto de sensações, que penderam mais pro lado negativo da balança.

    Angola Janga está bem caro pra uma história que não estou muito entusiasmado pra ler… acho que vou ouvir o próximo programa sem ter lido a HQ.

    Abraços!
    PS: Podia até rolar um programa no formato clássico sobre esse fenômeno de todo mundo dar notas máximas, ninguém discutir bem o porque, e quando ocorre a discussão, todo mundo acha mediano. Não acho que seja uma questão de Hype, imagino que tenha algo a mais nisso mas não sei dizer bem o que rs.

  3. Não li, mas ouvindo vocês falando parece muito mais um filme do Godard e não do Tarantino (pelo amor de deus). Essa coisa como se cada cena ser uma unidade fílmica (ou quadrinística) especial e não ter cenas de apoio que servem apenas para dar uma noção de continuidade, à fim de romper a separação das unidades e deixar a coisa mais aglutinada. Pensar as cenas muito menos como A+B+C e mais como A, B, C. Cada cena é um momento especial, é algo a ser pensado e prestado atenção, pensar menos na totalidade da equação e mais nas unidades separadamente.
    Seria interessante vocês pegarem um filme do Godard para assistir, acho que Pierrot le Fou em especial vocês perceberiam mais isso.

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