Re:En² #10 – Hunter X Hunter Vol 13-15

Sejam bem-vindos ao décimo episódio do Re:En², o podcast mensal de mangás que todos amam odiar.


Neste programa, Judeu Ateu, Estranho, Luki, Boxa e Izzo (Dentro da Chaminé continuam com o projeto mensal de analisar 4 volumes de um mangá, continuando com mais uma temporada, desta vez com o mangá Hunter X Hunter.

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20 Respostas para “Re:En² #10 – Hunter X Hunter Vol 13-15

  1. Eu gosto muito de HunterxHunter, mas meu Deus, Greed Island tinhas balão que literalmente passava só o olho porque pqp era texto demais.

    • Mas tipo, é obvio que o Togashi não fez aquele guia lá das cartas pra tu ler e decorar. É um mangá, tu pode voltar a página.

      • Acho ruim essa explicação porque:
        – Se for pensando em volumes encadernados, tá no final de um deles. Ou seja, você vai passar a maior parte do tempo daquele arco não lendo o volume com a lista;
        – Se for pensando em semanal, aí cagou-se tudo mesmo, ninguém guardaria isso

  2. Por mais que eu seja bem fanboy do mangá, eu acho que vou torcer o braço pro Judeu, mas relendo Greed Island, e chegou nessa parte das megas explicações de carta e regras, de o que aquele grupo acha e qual a conclusão disso, eu so queria pular o capitulo, tanto que eu fiz, introduções de arcos em hxh até nesse ponto não tinha sido problematico, mas o Togashi só foi avançando demais e não sabia a hora de voltar pro que importa, mas passando esse começo eu acho o arco bem bom, a partir do vol 16 começa as coisas boas de fato do arco.

    Achei que ia terminar o podcast querendo matar o Judeu, mas até que foi um hate bem justificado em certos pontos até, tirando o fato que vocês ficaram mais da metade do programa num ponto só, foi um podcast bom.

  3. Eu decorei o que fazia cada uma das malditas cartinhas e fiquei puto da vida ao perceber que perdi tempo com isso, já que não fez grande diferença pra historia, alem do fato de nunca mais ser relevante essas cartas pro resto do mangá.

    pra min o pior arco de hunterxhunter é esse, a impresao que tenho é que o togashi tava jogando um card game e ai deu vontade dele criar o dele, acho esse arco muito desconecto do resto do mangá, o vilão acho um bosta a bisque pra min só o fetiche da loli maior de idade, a unica coisa de interesante que eu achei em todo esse arco foi o subprot da aranha e do removedor de NEN de resto uma decepção.

    e no proximo finalmente começa quimera ants que eu sinceramente considero um arco de mangá bem superestimado e que durou bem mais do que devia

    • Não diria que é tão overrated assim, apenas peca em alguns pontos.

      Eu considero que as melhores partes do mangá inteiro estão no arco das Chimera ants. NO ENTANTO, acho York Shin o melhor arco, pois tem partes tão boas quanto e melhor pacing.

  4. Nessa eu fico do lado do Luki (alguém tem que, do jeito que andam os comentários). Eu li as quatro páginas completas, achei interessante saber a mecânica do jogo com mais detalhes, não decorei tudo porque pra que, né. Eu não acho que é tão difícil tratar elas como páginas extras no começo de um capítulo, e como páginas extras elas funcionam muito bem.

  5. Igor Mendonça, 21 anos, Capivari de Baixo – SC.

    Meu.Deus.Do.Céu. Que agonia deu ouvir o Luki repetindo que tinha gente que podia gostar daquelas páginas. Ele ficou muito na defensiva e perdeu muito repetindo só isso. Sendo que, poxa cara, isso não é argumento. Tem gente que pode gostar da Elza Ex Machina de Fairy Tail, tem gente que pode gostar dos galo Quincy de Bleach, tem gente que gosta de comer cocô…

    Ter gente que gosta de algo não faz daquilo bem feito. Nós, como seres humanos, atribuímos valor a absolutamente tudo. Mas o programa não era uma discussão sobre relativização, arte moderna ou sobre a sincronicidade do Jung. Era uma discussão sobre como esses volumes discutidos de HxH funcionavam como história e como mangá/quadrinhos.

    E é claro que um bom autor pode fazer a coisa mais improvável do mundo funcionar na sua obra, mas se o Togashi fez as 4 páginas de infodump funcionarem, diga o porquê, foque no efeito que tiveram na leitura, não diga que pode ter gente que gosta.

    Mesmo partindo do pressuposto de que as tais 4 páginas expandem o mundo e que isso seja um ponto positivo. Mesmo assim, o problema não é existirem páginas que expandam o mundo. O problema é como essas páginas são feitas e, mais uma vez, qual o efeito que têm na experiência de leitura. E aí entra a argumentação do Judeu, com a qual concordo: você parar uma história que está contando pra botar uma sequência de páginas de enciclopédia no meio acaba com a imersão. Na verdade, acaba duas vezes com a imersão. Na primeira vez, quando você tem que mudar o seu foco completamente da história para a leitura de descrições. E a segunda pra voltar, lembrar o que está acontecendo na história e continuar lendo. E tem mais, essas páginas anulam qualquer ritmo que o capítulo/volume tinha até ali. É só mal feito, com boa intenção ou não.

    E, cara, você pode falar mal de algo que você gosta. Não é o fim do mundo. Não precisava ter ficado pensando no que responder pro Judeu só pra defender o mangá. Cacete, Greed Island é o meu arco favorito de HxH. E por um motivo estritamente pessoal. Por um hobby que tenho de fazer alguns exercícios de imaginação de transformar histórias em jogos. E eu me diverti entendendo as mecânicas da ilha. Mas como história, é em parte mal escrita, quadrinizada e desenhada.

    P.S.: não sei se já enviei esse comentário, mas como deu um bug aqui da primeira vez, tô mandando de novo e agora editado.

    • Primeiro, eu concordo com você: minha argumentação foi bem ruim sim e eu percebi isso no podcast, eu realmente não deixei meu ponto bem claro – mas pelo que eu me lembro, eu repeti isso porque isso é, sim, parte do meu argumento.

      O “tem gente que gosta” nesse caso é diferente dos seus exemplos, porque a questão não é de um personagem ser bom ou ruim, é dessa informação existir ou não, e isso é tudo no que eu quero chegar. Eu não me incomodo com a sequencia de páginas porque eu simplesmente não me importei com ela, ela não afetou minha experiência de leitura – e eu não acho que deveria afetar a de mais ninguém. Essa quebra de ritmo… só não me soa tão importante.

      Assim sendo, o Togashi dar essa informação sempre foi algo que eu considerei positivo pro mangá, porque um dos grandes apelos de Hunter x Hunter pra mim é esse detalhamento de mecânicas, esse destrinchamento de como cada sistema daquele mundo funciona. E isso é uma coisa que prêmia um tipo de leitor interessado nisso, uma coisa que você meio que não tem em qualquer outro mangá. E são interessante como conteúdo, o Togashi de fato usa aquela informação, é divertido pensar um pouquinho a respeito, é divertido até pensar no esforço que ele teve. Então… é, tem gente que gosta.

      Agora, sério, eu não estou defendendo isso só pra reclamar do Judeu ou pra não falar mal do mangá que eu gosto (pergunta minha opinião sobre Punk Hazard em One Piece um dia desses))! Eu genuinamente acho elas positivas, e eu falei brincando que eu tava preparando o que falar desde o primeiro podcast, mas minha opinião nunca é baseada em contrariar ninguém. Não é minha culpa, ou talvez seja, que eu realmente adore Hunter x Hunter e eu goste até dos aspectos considerados questionáveis do mangá…

    • Eu acho que tem o seu valor mostrar as cartas mais importantes – e que serão efetivamente usadas – antes de começar o jogo, dessa forma não me sentiria traído por um deus ex machina aleatório.

      No entanto, parar a história e gastar 4 páginas pra explicar muitas cartas de uma só vez e que podem ou não ser usadas realmente não me parece uma boa ideia.

      Essas cartas deveriam ser apresentadas em páginas adicionais de fim de volume E também explicadas pontualmemte durante o jogo.

      Me pergunto se um ou dois capítulos de “fase tutorial” pra introduzir essa dinâmica não seria efetivo também.

  6. Discordo quanto a inutilidade dos termos de uso de nen. Uma frase como “concentre nen no olho depois use todo seu nen na mão”, pode ser reduzida pra “use Gyo e depois Ko” pro resto do mangá.

    Claro, também podiam não explicar nada e termos de presumir o que acontece, mas fundamentar o processo por trás dos poderes é todo um world building a mais que o autor se deu o trabalho de criar. São “jogadas” de um jogo com regras definidas e não consigo achar isso algo negativo per se.

    Ao meu ver, o problema foi no timing de introdução de todos esses elementos, falta de concisão nas explicações e nomes um pouco parecidos. Fora isso, bastava memorizar uma única vez e isso deixaria de ser uma frustração pro resto do mangá.

  7. Slowpoke Report: Avatar – A lenda de Aang

    Depois de tanto ouvir vocês citarem Korra, como exemplo de construção e desenvolvimento de personagens, resolvi assistir de vez a série que deu origem ao spin off. E, puta que pariu, que animação foda.

    Um worldbuilding impecável, que apresenta os elementos das culturas presentes na obra, desde a forma em que as pessoas se vestem aos preconceitos que cada uma nutre para com os civis de outras nações.

    Uma transição de tempo orgânica, que desenvolve os personagens de uma forma muito realista, não optando por aprofundá-los num único arco, ou num único aspecto de sua personalidade. Além disso, a passagem do tempo, como é construída, retrata com maestria as consequências diretas e indiretas dos principais eventos da obra. Em Avatar, o tempo passa no mundo inteiro, e não apenas para os protagonistas.

    Muitos bons personagens, cada um com seu próprio caminho. Evoluem e regridem, como pessoas reais. Aprendem e ensinam, como pessoas reais. Se encontram e se separam, como pessoas reais. Seria muito improvável alguém assistir Aang e não perceber o esmero dos autores em criar personagens identificáveis, profundos e complexos. Como resultado, você acaba gostando deles pelos mais variados motivos.

    Mas o melhor de tudo é a construção do enredo e, si, que usa do foreshadowing para provar como tudo mostrado em cada episódio tem alguma importância para a obra como um todo. Nunca imaginei que Reencontros de personagens, por exemplo, poderiam ser tão bem explorados numa história como foram nesses 61 episódios.

    Terminei a série aplaudindo a qualidade da obra, e ansioso para saber como é a sua continuação.

    • Realmente ela é incrível em tudo isso mesmo. Os únicos pontos em que considero que peca é em algumas conveniências/ deus ex machinas e algumas exposições não muito sutis.

  8. Acho extremamente positiva a existência das páginas, pois elas fornecem muito material para teoria pra quem acompanhava o mangá na época de lançamento. Muito da dinâmica podia ser prevista e teorias serem feitas com as cartas todas sendo apresentadas. Fora o worldbuilding que isso da pro manga, que aprofunda muito o jogo.
    Pra mim, a maior diversão do arco foi ver a dinâmica com as cartas que faria interações que só poderiam existir ali. Os monopólios de poderes, as interações e negociações entre grupos, tudo isso foi fantástico pra mim e eu espero que vocês pelo menos reconheçam o payoff de tudo isso no fim do arco.
    Achei a argumentação do judeu fraca, ele parece que foi com muita predisposição a odio e ficou meio cego pra algumas coisas. A argumentação do Luki depois de ficar nervoso também não foi boa, mas acontece. Ainda concordo com ele. Tiveram muitas ocasiões em que o estranho e o judeu receberam respostas concretas das reclamações que fizeram mas responderam com “mas não é bom” ou “não me convence” ou “mas não gostei não”, sendo que a reclamação deles inicialmente colocava como coisas objetivamente ruins.

    TLDR: #TeamLuki #JudeuVoceNaoPrecisaOdiar #TogashiDidNothingWrongInGreedIsland

    • Do ponto de vista narrativo, eu tenho que concordar com o Judeu, é meio maçante várias páginas apresentado cartas do jogo. Mas tenho certeza que li na época lol.

      Ao meu ver, elas serem adicionadas como um extra dos capítulos (tal qual a apresentação das aranhas) e apresentar aos poucos as que seriam usadas (que é o que o Togashi fez mais pra frente) seria a melhor opção.

  9. Sugestão : Façam um consertando do BLACK CLOVER. Daria sim pra conserta-lo. Primeiro retiraria o protagonista “Asta” e em vez disto, faria a história de um mago que nasceu em meio a pobreza extrema, mais com talento e tenta subir na vida mesmo vivendo num mundo aristocrático ao extremo, onde seu talento nada vale. Seu “sangue azul” nobre/real vale. Seria interessante ele no momento que roubam o grimorio dele, ao invés de resolver isto da forma mais clichê que foi a usada, ele poderia ter usado persuasão e blefe pra conseguir o grimorio de volta. E quando foi aceito nos cavaleiros mágicos, enfrentar perrengues porque os nobres nao aceitam um camponês, chegando a ponto de um nobre se sentindo insultado contratar assassinos de aluguel para mata-loa, ele sabe quem mandou mata-lo, mas pouco pode fazer dado a influência e poder do nobre… Pode até acontecer uma “revolução francesa” neste reino mágico lá pro final da história. Iria ser uma história bem mais interessante que o guri retardado generi-kun com o rival retardado generico em busca de ser hoka… ops rei mago.

  10. O rant do Judeu descreve perfeitamente meus sentimentos em relação ao arco atual…. e parando pra pensar, acho que Greed Island é fichinha perto das muralhas de texto no arco de preparação para o Continente Negro.

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