Mangá² #215 – Consertando Boruto

Sejam bem-vindos ao episódio 215 do Mangá², o podcast semanal de mangás que não consegue nem arrumar a si mesmo.


Neste programa, Judeu Ateu, Estranho, Leonardo Souza novamente se fingem de especialistas em roteiro e tentam consertar os problemas de Boruto. Mais ou menos na verdade, é complexo, ninguém leu Boruto nesse podcast basicamente, mas vamos consertar mesmo assim.

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Cronologia do episódio
(00:00:22) Consertando Boruto
(01:29:20) Leitura de Emails
(01:42:00) Recomendação da Semana: Talco de Vidro

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19 Respostas para “Mangá² #215 – Consertando Boruto

  1. Putz, Talco de Vidro é a melhor HQ que li esse ano até o momento, excelente recomendação. Tem um estudo de personagem incrível, comentário social interessante (as hipocrisias da protagonista é a melhor parte) e uma quadrinização no mínimo peculiar (pelo lado bom).

    Nunca li Tungstênio e nem Hinário Nacional… vocês leram? Se sim, recomendam?

    • Li ambos. Tungstênio é BEM BOM, gosto quase tanto quanto Talco de Vidro. Hinário Nacional são mais histórias curtas, então não me pegou do mesmo jeito, acho mais passável.

  2. Igor Mendonça, 21 anos, de Capivari de Baixo, SC

    Welp, primeiramente, sobre o podcast, admito que de início fiquei um pouco receoso com a definição do conflito pessoal de vocês, mas o vilão que vocês escolheram e o embate ideológico que ele trás serviu completamente como um enabler, pra mim. No final, curti bastante a premissa de vocês pra história :v

    Tho, ainda estou no meio do podcast (na verdade tive um problema em ouvir no feed, não sei se foi só pra mim, mas o podcast começava de novo ali pelos 50 minutos. Aqui no site tá normal, tho), vim mais comentar por causa de um segundo ponto que ficou se repetindo na minha cabeça enquanto vocês falavam dos possíveis problemas de se continuar Naruto: o anime de Boruto leva quase tudo isso em consideração.

    Por exemplo, na questão de uma possível decadência dos ninjas no pós-guerra:

    Não existe mais uma academia shinobi 100% voltada a formar ninjas. Agora existem escolas e a própria academia, aquela que vemos em Naruto, virou uma escola, só que com matérias especiais de ninjutsu e taijutsu.

    Tem até dois personagens com conflitos em relação a isso. Um que tava sendo forçado pelo pai a fazer aulas de ninjutsu, por uma questão de tradição familiar. E outro que admira muito o Naruto por ele ser “o maior ninja de todos os tempos” e que não se interessa pelas aulas comuns.

    Também teve um mini conflito no último episódio que vi, o 24, onde os 5 kages mostram pressa em lidar com possíveis grandes ameaças porque preveem uma nova geração ninja muito mais fraca, já que agora eles vivem em um mundo de paz.

    E falando sobre paz, isso entra até nesse problema da militarização infantil. Porque até então, isso também é levado em conta.

    O primeiro vilão não é um vilão para ser morto. E no segundo vilão, o Naruto é quem batalha. E grande parte da preocupação dele é a de não matar, justamente porque estava lutando contra um exército de crianças.

    A preocupação do Naruto com manter a paz para a nova geração também serve como agravante para o conflito dele ser um pai ausente. Ele agora vê a vila toda como a sua família e tem a missão de manter tudo em ordem e lidar com as consequências da guerra.

    Consequências essas que, sim, existem. O primeiro vilão é uma consequência da reforma da vila no pós-guerra.

    Inclusive eu falei e falei sobre o Naruto, nesse comentário, mas na realidade o anime também consegue balancear bem aquilo que vocês tinham falado sobre não trazer tanto do antecessor, mas ainda ser uma sequência.

    Toda a introdução da série, por exemplo, é focada em estabelecer aquela história como a jornada do Boruto. Tanto é que o Boruto chega a quebrar a cabeça na pedra do Naruto, no primeiro episódio.

    A construção do personagem também é boa. Apesar de ele ser mesmo bem goofy, ele é muito menos explosivo, imaturo e carente de atenção do que o Naruto era. Também é mais competente como ninja, e até inteligente. Nem um sonho ele tem, só é uma criança brincando o tempo inteiro, igual outras crianças. Seu conflito, até agora, se resume mesmo à falta que sente do pai.

    A aparição do Naruto no primeiro arco é muito bem dosada. Ele aparece muito pouco, mas sempre quando o vemos, o vemos do ponto de vista das crianças, que o admiram como líder e como figura de autoridade. E o próprio sabe brincar com essa visão de forma brilhante (sim, acho que brilhante descreve bem) em uma cena específica: vemos o Naruto sozinho com o seu sogro, em um quarto fechado. Até ali o tínhamos visto só como essa pessoa com imponência, cheia de responsabilidades e até desgastada de tanto trabalho. E nesse momento mais pessoal do personagem, onde parece que ele vai se soltar um pouco mais e ser o personagem que conhecemos, quando o sogro pede pra ele relaxar mais, e ele só respira fundo, mas continua sendo -e tendo o porte do- o adulto com responsabilidades que se tornou. Pra quem acompanhou 70 volumes de Naruto, essa é uma cena com bastante força e que tem uma condução MUITO sutil.

    No segundo arco a participação dele é bem maior, mas é justificada. Eu teria que ver os próximos arcos pra ver se isso vai ficar constante, mas espero que não. Gostei muito de como trataram o personagem como essa figura mais distante no arco 1.

    Ah! E a Sarada tem um foco bastante grande, até.

    Mas que fique de disclaimmer que não quero dizer que ele faz isso bem o tempo todo. Acho que tem um saldo positivo, sim, como continuação de Naruto e como história, mas no fim das contas fica mais oscilando entre o medíocre e o bom. Ainda assim, como continuação, me parece uma obra bem consciente. E o nível de produção é muito maior do que eu poderia esperar, sendo sincero. Claro, sendo semanal a qualidade é bem oscilante (até dentro de um mesmo episódio), mas tem sempre ótimos momentos.

    Cena do meio de um episódio, inclusive: https://www.sakugabooru.com/post/show/38502

  3. Ouvindo a leitura de e-mails de boa quando:

    “Primeira pessoa que responde por e-mail que leu Mousou Telephaty”

    Esqueceram de mim que falei logo depois da recomendação, mas tudo bem :’)

    “Esse é o primeiro e-mail que alguém manda dizendo que leu Kanata no Astra”

    Poxa, até tu Estranhow? Sério? :’)

    “Kuro acho que esse também foi a primeira vez…”

    AH VÁ ATÉ…

    “Não, não. Kuro tenho certeza que já falaram antes.”

    Pelo menos um xD

    Talco de Vidro já li e é ótimo. Tudo do Marcelo Quintanilha é acima da média na verdade; Um dos melhores quadrinistas nacionais.

    Gostei muito de como vocês abordaram Boruto. No final concordo mais com o Estranho sobre o rumo do final, achei que Leonardo e Judeu quiseram desconstruir demais no final pra shonen jump haha

    Parabéns pelo ótimo trabalho e até mais.

  4. Mylife Report: O dia em que tentei me tornar o Gugu Sagan

    Meses atrás, havia dito que apresentaria uma oficina sobre mangás e animes na minha cidade. E fiz isso hoje.

    O plano era falar sobre a história dos mangás, citar as revistas semanais, as demografias, mas, principalmente, mostrar que tanto o mangá como o anime são duas mídias diferentes, capazes de contar todo e qualquer tipo de história a partir de suas particularidades.

    Para fazer isso, tentei levar de tudo que é material que tinha: slides, mangás (desde os mainstreans aos recomendados por vcs), dvds de animes, revistas sobre cultura japonesa pop, light novels e até um banner de um projeto de pesquisa que fiz ano passado (sobre One Piece). Resultado? Boa pergunta.

    Como apresentei duas vezes, tive duas experiencias diferentes. Na primeira apresentação, tive todo tipo de imprevisto, desde luz atrapalhando na exibição do anime (FMAB), caixa de som não funcionando, pessoas tendo dificuldade em ler o mangá que levei pra ser lido (Hotel Since 2079), e, é claro, o nervosismo de estar vendendo um peixe que muitas vezes é recusado por quem não conhece as duas mídias. Apesar de tudo, o público foi participando aos poucos, e consegui fazer uma boa apresentação. Talvez não boa para mim, mas muitos deles gostaram.

    Na segunda apresentação, o público era mais novo. Era bom sentir a empolgação das crianças olhando para os mangás e os animes totalmente imersas naquilo. Conseguindo resolver todos os problemas que tive antes, consegui fazer uma apresentação ainda melhor. Obviamente, tive imprevistos, como ter que me virar quando um menino de uns 11 anos me perguntou sobre hentai (após ter visto algumas cenas do Vitamin). Não sei se consegui interessar tanto os mais novos, já que falei sobre história e os tipos de mangás, o que não atrai a maioria das crianças.

    No final, não sei o que concluir dessa apresentação. Talvez eu não tenha contribuído para que a galera começasse a se interessar pela arte como algo além do simples entretenimento. Ou talvez tenha. Não dá pra saber ao certo. São eles que decidem se entrarão ou não nesse mundo de perdição.

    PS: Citei vocês para, pelo menos, uma pessoa. Se ele vier aqui, foi por minha causa, e vou querer ter o direito de reclamar um Pocket do Fim de Fairy Tail. Essa coisa ainda tá me engasgando e eu preciso (e quero) me livrar desse peso!!!

    (Ps2: Venho tendo dificuldade em fazer comentários no site. Eu posto o comentário, mas ele não é enviado.)

  5. O melhor começo de Boruto seria a revelação de que o Naruto não venceu a guerra, mas também caiu no genjutsu da Kaguya. Boruto é apenas uma ilusão

  6. Do meu ponto de vista esse vilão final poderia ser um amigo do Boruto, entra na metade da história pra frente, ele pode ser o Samurai e ele vai no final e toma o poder do chefe dele, e vira o “vilão final.”

    Tanto o Boruto quanto o rapaz (nome pra ele pode ser Hagaīru, uma mistura de Aço e Roubar) na minha cabeça ele não é mal, ele só tem uma ideia muito diferente e bem distorcida do Boruto quanto ao chakra, ele veria como um problema que só gera tristeza e não veria as coisas boas que o Chakra traz e por isso ele quer tira-lo de todos, tirar da Himawari e do Naruto não foi por maldade ou por querer, mas ele usa isso e mostra ao Boruto o mundo que ele quer, e até mesmo fala pro Boruto seguir caminho que “Ambos” criariam um mundo melhor e tals, pra mim isso sim seria um arco final de ideologias opostas boas, e vc já estaria investido nessa luta, pois da metade pra frente da história vc acompanhou o desenvolvimento desse “Vilão” e sabe a opinião dele, e o arco final inteiro não vai ser com explicação, vai ser a ação! Tudo da metade pra frente de Boruto seria basicamente a preparação pro conflito final! Olha ai!? O que Naruto fez, só que já melhor desenvolvido sem ter que separar os personagens, e com expectativas de já ter um final bom, porque não tem como ter um final ruim (um dos dois morrendo) quando ambos os personagens já foram construídos e não desejam a morte um do outro, só que um entenda o outro.

  7. Passando pra dizer que li Ran pela recomendacao do judeu e gostei bastante, tanto que ate fiz um amigo ler.

    No mais achei que voces deixaram com muita cara de “seinen”, especialmente o leonardo que tinha umas ideias bastante megalomaniacas pro manga.

  8. Concordo plenamente, não era necessário continuar Naruto, mas se fossem continuar, pelo menos que fosse bom, mas parece que não conseguem acertar em nada.
    O programa ficou muito bom, menos o final, pois vcs queria mesmo era estragar o mangá, para não haver mais continuações, e acho que não podem mais continuar com esse final kkkkk
    Enfim, já tem algum tempo, e esse é o meu primeiro comentário, meu programa favorito é o de Slam Dunk, e queria saber se vocês estão acompanhando o mangá de Dragon Ball Super, já nesse clima de continuações desnecessárias

  9. Penso que o maior problema do manga, e a rivalidade entre Naruto e Sasuke, que disputam para saber quem e pai mais ausente na vida dos filhos.

  10. Falta de pauta é foda.

    Achei uma merda a ideia do boruto mecânico, mas acho que não tem o que fazer mesmo já que boruto se trata de uma continuação desnecessária.

    Li gunnm e music of mari e achei os dois medianos.

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