Mangá² #214 – The Music of Marie

Sejam bem-vindos ao episódio 214 do Mangá², o podcast semanal de mangás não-consciente.


Neste programa, Judeu Ateu, Estranho, Luki e Leonardo Souza fazem mais um mangá enquadrado, comentando pela segunda vez, um grande clássico do Mangá²: The Music of Marie

Neste programa, damos nossa impressão sobre a obra, o que ela faz bem, no que ela falha, analisamos personagens, metáforas, simbolismos, e comentamos o porquê gostarmos tanto dela ! Tudo isso com spoilers!

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Sugestões de pauta, sugestões de leitura, dúvidas, elogios, críticas, Recomendação do Ouvinte em áudio, qualquer coisa! O email para contato é: contato@aoquadra.do

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Cronologia do episódio
(00:20) The Music of Marie
(1:25:00) Leitura de Emails
(1:38:00) Recomendação da Semana – That Summer

Download (CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE E ESCOLHA A OPÇÃO “SALVAR DESTINO COMO…” OU “SALVAR LINK COMO…”)

9 Respostas para “Mangá² #214 – The Music of Marie

  1. The Music of Marie é um mangá excelente pra indicar a qualquer um que desacredite no potencial dos mangás, mas é uma péssima história pra quem quer construir um grande universo, porque te induz a pensar que “Não tem como ser melhor que isso”.
    Depois de ler esse manga, eu parei, mergulhei no limbo, e quando voltei, decidi que ia fazer poesia… Espero que o Furuya nunca tente fazer isso.

    PS: Assisti a primeira temporada de Haikyuu e achei sensacional. O melhor anime que vi esse ano. Quando terminar as outras temporadas, vou pegar o mangá com toda certeza. Paralelamente a isso, um amigo meu tem adorado o Kodomo no Jikan, recomendado pelo Rubio no cast “Lolicon”; e o Spirit Circle, que venho elogiando desde que li.

    PS²: Não consegui gostar de Dorohedoro até agora (Vol 6). Tudo parece tão confuso que eu não sei quanto devo levar a sério. Os melhores momentos acabavam sendo os capítulos extras, que tinham nos finais algumas “coisas que aprendemos nesse volume”, e me ajudavam a entender um pouquinho dessa bagunça. Talvez continue a ler, já que onde eu baixei os volumes tava dizendo que o Judeu foi o responsável pela revisão do mangá. Mas talvez não haja o que fazer, afinal como é dito no próprio final, ISSO É DOROHEDORO.

    • Comecei a ler Dr Stone e já to sentindo a mesma coisa que senti quando estava lendo The Music of Marie… “Já usaram a minha ideia. E agora?”
      Mas, de alguma forma, esse mangá está sendo bem divertido e interessante, com suas explicações científicas e suas pidadocas. A única coisa que até agora não gostei (cap 8) foi o “romancezinho shounen jump”do Taiju e a menina lá.

  2. Eu ouvi o podcast! Pelo menos a parte da leitura do meu e-mail. Que bom que o estranho deu uma pensada na retrospectiva. Se sair do papel ia ser bem bacana. Ainda mais esse ano que tivemos Neverland e Dr. Stone saindo (se bem que vocês já devem ter falado deles no podcast de “serializações do século e eu não ouvi.

    Quanto à blogosfera, eu também como havia mencionado estou tentando entrar nesse mundo, escrever reviews e tudo o mais (tá linkado aqui no perfil o blog). Vamos ver se sai algo de interessante aqui. Voltei a acompanhar alguns blogs interessantes também, dos quais destaco o anime21 que é um esforço conjunto de várias pessoas pra fazer reviews de todos os animes da temporada, e o Dissidência Pop. Ainda bem que o mangá² é imortal!

    Sobre Medaka, se prova mais uma vez um mangá divisor de público completo, daqueles bem ame ou odeie. Pelo menos o Estranho tentou.

    Já que já havia lido The Music of Marie, esse podcast vai me servir como um portal pro futuro, vou poder comentar os podcasts daqui pra frente até não ouvir os outros. Obrigado!

  3. The Best Slowpoke Report: Solanin

    O mangá que mais valeu a pena ter comprado. Uma história que me fez pegar ainda amor pela música, apesar de não ser um músico. A forma que o mangá aborda a temática de sonhos e liberdade faz com que eu veja muito de quem eu era ontem, sou hoje, e, possivelmente, serei amanhã. De alguma forma, é a obra mais tocante que eu já vi na minha vida.
    Meiko e Taneda são muito identificáveis. Seus amigos também são muito ‘reais’, o que só torna a obra ainda mais próxima com a realidade que, querendo ou não, chegará para todos algum dia. Mesmo que não seja a intenção do autor, Solanin consegue ser uma história muito inspiradora no que se refere a ir atrás de seus objetivos, lidar com os fracassos, e, sobretudo, aproveitar os bons momentos da melhor forma que lhe for possível.
    Devo dizer que ler as cenas da banda tocando ao som de Solanin foi uma experiência sensacional. Não tem como você terminar de ler esse mangá e não repensar sobre a sua própria vida, mesmo que já tenha feito isso milhares de vezes. É outra história que dá pra recomendar para qualquer um.

    Com toda certeza, Solanin merece um segundo Enquadrado. E, com toda certeza, vocês deveriam receber o patrocínio de alguma editora.

  4. The Music of Marie, mesmo depois de 4 anos de tê-lo descoberto, mesmo depois de tantas outras obras consumidas, continua sendo uma das melhores histórias que tive o prazer de ler. Pra mim, o melhor mangá curto (considero os de 1 à 3 vol) que existe.

    Achei a discussão do cast bastante proveitosa e bem completa. Só nessa releitura que fui perceber como o sistema avaliativo do progresso e destruição humana é um tanto injusto. Existir algo que lhe força a escolher o destino do mundo, com uma bagagem de conhecimentos tão absurda lhe sendo jogada de repente, pode e vai afetar injustamente no critério avaliativo de qualquer ser humano que for o escolhido. Até porque, algum critério os “de cima” usam pra escolher aquele que girará a chave, podendo pender para uma pessoa que se encaixa melhor para o choque passado, a fim de garantir o status quo intocado.

    Me pergunto se desde o princípio Marie já existia ou foi “criada” em determinada época, para que a humanidade não avance tecnologicamente, como possivelmente fizera alguma vez antes, já que a consciência de Kai despenca até chegar numa civilização que deus afundou outrora. Estaria ele vendo não apenas o que pode acontecer com a humanidade, mas sim o que já se sucedeu antes?

    Seria interessante ter um outro viés, de alguém que conhece os pontos positivos e negativos de uma sociedade avançada, experienciando a vida de um mundo retrogrado, com os pecados selados pela música de Marie, como vocês chegaram a pontuar.

    A quantidade de coisas que essa obra nos faz ponderar é com certeza o que a torna tão interessante.

    • Sobre esse parágrafo: “Me pergunto se desde o princípio Marie já existia ou foi “criada” em determinada época, para que a humanidade não avance tecnologicamente, como possivelmente fizera alguma vez antes, já que a consciência de Kai despenca até chegar numa civilização que deus afundou outrora. Estaria ele vendo não apenas o que pode acontecer com a humanidade, mas sim o que já se sucedeu antes?”, ignorem.

      Esqueci-me sobre os artefatos tecnológicos que eram mantidos guardados por não funcionarem. Isso já responde minha dúvida.

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