Mangá² #209 – “Crítica Social Foda”

Sejam bem-vindos ao episódio 209 do Mangá², o podcast semanal de mangás mais crítica social foda de todos.


Neste programa, Judeu Ateu, Estranho e Leonardo fazem mais um episódio clássico do mangá², desta vez comentando sobre o já datado meme “Crítica Social Foda”, e sobre o que sua criação e uso, podem dizer sobre a forma com que consumimos e analisamos arte.

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Cronologia do episódio
(00:20) “Crítica Social Foda”
(58:00) Leitura de Emails
(1:13:00) Recomendação da Semana – Tondemo Skill de Isekai Hourou Meshi

Download (CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE E ESCOLHA A OPÇÃO “SALVAR DESTINO COMO…” OU “SALVAR LINK COMO…”)

12 Respostas para “Mangá² #209 – “Crítica Social Foda”

  1. 15 minutos de podcast eu sinto que o Judeu Ateu se segurou pra não citar o Desenhista que pensa ironicamente umas 5 vezes hahaha

    • Pior que nem era, Desenhista Que Pensa é muito óbvio, tava pensando em uns nacionais que acho que são superestimados e não queria comentar porque seria polêmica demais.

    • Uma página de tiras que tem críticas sociais beeem descaradas e preguiçosas é aquele tal de quadrinhos ácidos. São simplesmente listas de comportamentos que o autor critica com um desenho bem do preguiçoso também. Além de que todas as tiras tem a mesma estrutura exigindo 0 criatividade do autor. Senti que no podcast galera podia tá falando nele também

  2. Acho que o lance que vocês queriam chegar é que a mensagem tem que ter alguma profundidade, não algo tão obvio que parece didático.

  3. Se dá pra usar o meme de forma “sensata”?
    Olha, acho que você pode usar o termo “CRÍTICA SOCIAL FODA” quando a crítica social for horrível. Como o caso da imagem de Pokemon na thumb, que não faz sentido algum de nenhuma perspectiva, principalmente por ter sido lançada tão cedo pra se saber de qualquer impacto substancial que o jogo teve na sociedade. Claro que é um exemplo extremo, mas acho que esse é um tema tão complicado que só usando exemplos extremos, mesmo…

    Digo, reagir a 13 Reasons Why com “PUTA CRÍTICA SOCIAL FODA” pra mim, faz sentido. E tenho confiança pra mostrar ponto a ponto como a série enaltece o suicídio, enquanto sua campanha de marketing condena o bullying -aqui seria a parte da “crítica social” em si- e tenta ajudar potenciais suicidas. Mas só jogar o meme ali não é o mesmo que engajar em um debate com pessoas que discordam de mim. Não está implícita toda a minha linha de raciocínio no meme. E eu achar que está é ser arrogante e imaturo. Até porque, em qualquer conversa/discussão/debate, independente do nível de conhecimento de qualquer uma das partes, agir com arrogância não adiciona nada a ninguém.

    Mas esse exemplo da série da Netflix acaba sendo diferente do exemplo da imagem de Pokemon porque, no caso da série, pelo menos há alguma coisa a ser falada. Então por mais que eu ache que tenho razão, por mais que eu consiga mostrar que tenho -se eu realmente tiver-, a razão não irá transparecer através do meme. Já no caso da imagem de Pokemon, não há nada pra falar sobre. É uma imagem vazia. Acho que isso também se aplica à imagem em destaque do post, com o Kira dizendo que o mundo está podre porque alguém jogou uma latinha no chão. Nesse caso, a crítica também é vazia.

    Se alguém quiser começar um debate a partir desses dois exemplos que caracterizei como vazios, as pessoas que teriam que adicionar valor à peça, com as suas próprias experiências e seus próprios raciocínios fechados. Mas o raciocínio não estaria originalmente na peça ironizada.

    Ou seja, ACHO -e vai ficar no acho, porque já tô atrasado pra psicóloga- que a conclusão é mais ou menos a seguinte: quando a “peça” faz uma crítica vazia, que não finge falar algo sobre a sociedade, mas não fala nada de fato, pode-se usar o meme sem culpa. E isso depende menos do quanto a crítica é lógica e mais do quanto ela diz ou quer dizer. Porque às vezes uma crítica pouco lógica pode querer dizer que negros devem ser exterminados da face da Terra. E nesse caso, sair por irônico não ajudaria em nada.

    ENFIM TÔ REALMENTE COM PRESSA DSCLP NEM CHEGUEI A OUVIR INTEIRO 100% MAS EU VOLTO QLQR COISA

  4. Sobre defender o nazismo, eu já vi pessoas defendendo isto. Alguns dizem que as atrocidades não aconteceram e citam autores revisionistas e alguns alegam que os aliados cometeram mais crimes de guerra que o eixo. Eu não acredito nisto, só estou dizendo que tem gente que acredita e o porque

  5. Sendo bem sincero, INFELIZMENTE já fui simpatizante(embora nunca preguei abertamente). Não sou mais. Aconteceu o seguinte. Tive uma professora que vivia pintando a “elite branca” como responsável por tudo de ruim no mundo por 3 longos anos. Ela era muito chata. Peguei raiva do movimento negro por causa disto e quase não entrei na faculdade por cotas. Na faculdade, fiz amizade com um veterano e ai ele começou a falar certas coisas como “as regiões que mais receberam alemães na America latina, independente de ser no Brasil, Argentina ou Uruguay, foram as que mais se desenvolveram”, ele começou a mostrar “estudos” de raça e QI. Ai passei a ser “racialista”, dai pra ler a literatura revisionista foi um passo. Depois de ler muitos livros racialistas como “Where Black Rules White” (livro que conta o que aconteceu com o Haiti de forma bem tendenciosa, alegando que o país passou de mais prospero a mais miserável das Américas por causa dos afrodescendentes) e os livros revisionistas da Ursula Haverbeck. Me tornei um legítimo stormfag. Não ficava fazendo apologia pública, mas achava que o mundo não teria solução;

    Só fui cair na real depois de um bom tempo, quando coloquei um debate no youtube de fundo enquanto jogava. Vi que os artigos que eu lia eram bem tendenciosos, ignoravam variáveis ambientais e culturais, vi que o Nizkor já refutou quase todos os argumentos revisionistas e só então deixei de ser um storfag babaca.

  6. Até hoje, não sei ao certo até que ponto uma obra com uma ‘boa’ crítica social consegue impactar as pessoas, mesmo que estas compreendam a crítica.
    Às vezes, vejo que muitos estão procurando uma história com uma crítica para que possam dizer “Nossa, como essa obra é incrível;Como sou incrível por conhecê-la e tê-la compreendido; etc”. É como se tivéssemos pessoas que compreendem o conteúdo, mas que são incapazes de senti-lo. Devido à isso, uma obra que faz algum tipo de crítica social perde um pouco do seu valor (para mim) quando é apresentada por alguém que se mostra indiferente à ‘coisa’ criticada na referida obra.
    Mas talvez o que tenha dito também seja esnobismo de minha parte.

    De qualquer forma, excelente podcast, meninos. Estou maratonando os já gravados, e listando vários mangás para comprar. Depois do que disseram nesse cast sobre Helter Skelter, estou ainda mais interessado em comprá-lo.
    ——————————————————————————————

    PS1: Já comprei a coleção de Hoshi no Samidare devido à recomendação que vcs fizeram sobre o mangá, e não poderia estar mais satisfeito quanto à qualidade, tanto da obra, quanto do material. Obrigado Aoquadrado, obrigado JBC!

    PS2: Também já tenho o mangá do Vitamin, que recomendaram num passado muito obscuro. Emprestei tanto esse mangá que ele já deve estar bem acabadinho. Atualmente, está com uma garota que disse que não consegue terminar a história devido à algumas cenas pesadas. Também é interessante notar que essa não foi a primeira garota que me disse isso.

    PS3: Desconcertem outro mangá bom, como foi com o Fullmetal. Vcs têm um grande talento para estragarem obras boas hahahaha

    PS4 é caro demais pra mim comprar.

  7. Eu acho que quando a critica social faz sentido na história, independente do teor acho válido, como em Solanin, tbm discordo da mensagem, mas a ação de refleti-la na realidade é uma ação provocada pelo leitor e não algo forçado pela obra (o que acho bem deselegante), porque a mensagem de Solanin é fruto de sua história, do pensamento dos personagens e suas vivencias, como fim em si mesmo.

  8. O próprio manga² é uma crítica social foda.
    Em todos os programas, existem judeu ateu e estranho, e seguindo as suas vontades, é chamado um participante extra, ressaltando o egocenteismo contamporâneo e a falta de empatia atual com a participação do próximo

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