Mangá² #199 – Família

Sejam bem-vindos ao episódio 199 do Mangá², o podcast semanal de mangás que é não é uma família.


Neste programa, Judeu Ateu, Estranho e Leonardo fazem mais um episódio clássico do mangá², desta vez comentando sobre família nos mangás. Pais ausentes, mães de segundo plano, irmãos e irmãs artificiais e muitos outro tropes são comentado e analisados no episódio.

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Cronologia do episódio
(00:20) Família
(36:00) Leitura de Emails
(55:00) Recomendação da Semana – O Marido do meu Irmão

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9 Respostas para “Mangá² #199 – Família

  1. Muitas histórias tentam passar a impressão de coming of age, e de passagem de geração, talvez por isso os pais são ausentes para os personagens evoluirem de uma forma mais “VIOLÊNTA” sem uma figura patêrna tendo que resolver seus problemas sozinhos, dando a ideia de que você resolve seus conflitos sozinho sem ser mimado passando de novo a mensagem de superação, vitória e todos essas coisas que conhecemos.

  2. Curti o programa, fiquei feliz de mencionarem a família do Punpun, Mori e Kurosawa, só queria ter ouvido a parte de Annarasumanara.
    Um manga que é bem família mesmo é Arigatou de Naoki Yamamoto, senão falha a memoria (li já faz um bom tempo) ele é uma desconstrução da forma que retratam famílias em mangás até que exagerado e com uma boa quantidade de ecchi não-erótico.

    Sugestões de nome(desculpas desde já):
    -Avaliando² ou Analisando² (o “²” aqui seria porque é uma releitura, segunda vez lida…)
    -Segundamente (segunda leitura, tals…)
    -Era ruim mesmo?

    Alias, qual era o filme que o judeu disse?

  3. O mangá que vocês recomendaram é de um autor de bara, por isso o traço é assim lol
    Não é mangá de esporte, mas Yuri on Ice mostrava parentes da maior parte dos atletas, nem que de relance. Um dos personagens até usa o sentimento que ele sentia pelo avô pra uma coreografia.
    Em Mob Psycho 100 e One Punch Man eu também gosto de como o ONE trata o relacionamento entre os irmãos espers (Mob&Ritsu e Fubuki&Tatsumaki). Makai Oosan eu não li mas também é sobre uma família, então acho que ele deve gostar do assunto.
    Ia até comentar sobre Goodnight Wolrd, que deve ser o shounen mais focado nesse lance de família que eu já li, mas ele acabou sendo um mangá ruim, então foda-se, não merece meus elogios.
    E por falar em mangá ruim, Kamisana no Iutoori ni realmente conseguiu: é o pior mangá que eu já li.
    Eu até me impressionei quando a única coisa que eu achava bom o autor caga no ultimo capítulo. É inacreditável.
    Primeira nota 1 que eu dou, e espero não fazer isso de novo tão cedo.

  4. Acredito que a família no mangá caso fosse mais presente iria retirar o protagonismo dos personagens uma vez que houvesse uma briga na escola chamem os pais, no lugar de um mangá de luta onde se procura ficar mais forte para manter seu clube, chame mamãe, além de viver só para aprender o valor de ter alguém do seu lado, abrace seu pai, a família no geral da o suporte e auxilia nas lutas da vida, acredito que aumentar a participação da família nos enredos iria retirar o foco e o protagonismo dos personagens, podendo atrapalhar o crescimento deles, acho que a família para ser mias realista e importante na obra, o enredo e a narrativa teriam que ser muito bem elaborados para evitar a resolução dos problemas por meio dos adultos, desta forma acredito que a família seria um elemento que daria mais complexidade a obra porem um risco que poucos querem arriscar.

    Em relação a forma que o pai e a mãe aparecem vejo como parte da cultura mesmo, o pai que por ter mais experiência e estar sempre trabalhando não seria tão presente na rotina dos filhos, e teria experiencia de vida e ferramentas para resolver muitos problemas que adolescentes possuem e a mãe num modelo de dona de casa, preparando refeições e participando da rotina e dos estudos dos filhos, vejo a apresentação dos pais muito ligado ao modelo de família japonesa, um pai que vive trabalhando com mães submissas que vivem para a família.

    Em relação a família participar dos grandes momentos esportivos dos filhos, participei 2 vezes da final do intercolegial de basquete pela minha cidade e conquistei 2 pratas( sim, eu perdi na final), e nunca nem meu pai e minha mãe foram as partidas pois estavam trabalhando. tenho colegas que foram ao nacional e ao sul americano de Kung fu e eles foram com as equipes, devido principalmente a família não ter tempo e dinheiro para acompanhar os filhos, mundo do esporte tem muito disso.

  5. No meu caso a minha família é uma bela de uma merda, mas sobre a questão de como a família é retratada nos mangás, a explicação mais obvia é que daria muito trabalho pro autor desenvolver cada membro da família.

    Um caso que me irrita profundamente a ausência dos familiares é schol days onde um moleque de 15 anos engravida uma menina e nem sinal da família dele ou da menina.

  6. Olá, Estranho e Judeu, não tem nada a ver com o podcast sobre a família, mas eu fui lá conferir o mangá² semanal e vi que nenhum deles estão disponíveis pra baixar ou ouvir… Bom, era só isso mesmo

  7. Acho que um bom exemplo de mangá que consegue fazer uma boa interação com a família do protagonista é Baby Steps, aonde os pais do Maruo têm uma grande importância na carreira dele e estão presentes na sua trajetória.

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