Mangá² #193 – Amizade

Sejam bem-vindos ao episódio 193 do Mangá², o podcast semanal de mangás que é o seu melhor amigo.


Neste programa, Judeu Ateu, Estranho e Luki fazem mais um episódio clássico do mangá², desta vez comentando sobre amizade nos mangás. Por que é uma temática tão recorrente? O que é preciso pra fazer uma amizade parecer real? Por que Haikyuu faz mais isso tão bem e muito mais neste episódio.

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Cronologia do episódio
(00:20) Amizade
(35:00) Leitura de Emails
(46:00) Recomendação da Semana – Kaguya-sama

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9 Respostas para “Mangá² #193 – Amizade

  1. É meio triste ler esses mangás com essas amizades duradouras, com pessoas que te seguiriam ate o inferno,e depois ver como a realidade é uma merda.

    Toda essa conversa me lembrou de um episodio de arnold onde o protagonistas salva a vida de um garoto, e esse garoto decide que a partir de então eles seriam melhores amigos, mas os dois não tinham nada em comum e no fim do episodio cada um segue seu rumo na vida.

    Um bom exemplo de poder da amizade é em winks(o desenho das fadinhas) onde as personagens são ensinadas uma nova magia chamada convergência, que consiste em fundir a magia de duas ou mais pessoas pra criar uma nova, mas o problema é que pra funcionar as pessoas tem que estar em perfeita sintonia, e mesmo elas sendo super amigas não conseguem , pois precisam conhecer melhor uma a outra.

  2. É bem estranho que as amizades virtuais ainda sejam tão pouco tratadas nas ficções em geral. Diferente do amor, que tem grandes representantes em várias obras, acho que só conheço o filme “Denise esta chamando” que trata disto de uma forma decente.

  3. Acho que ainda mais forte do que uma demonstração de ~amizade verdadeira~ é ver os melhores amigos brigando sério. Quando feito direito, é certeza de se tornar uma das melhores cenas do mangá. Como vocês citaram, a de One Piece é ótima, uma das melhores lutas do mangá. Agora de cabeça lembro também disso em Clannad After Story e Haikyuu (se me permitem a blasfêmia, achei a discussão do Hinata com o Kageyama muito melhor no anime).
    Curiosamente, Fairy Tail fez isso num dos últimos capítulos com o Natsu e Gray, e o motivo da luta foi tão zoado quanto poderia ser XD

  4. Esse lance de como tratar amizade por meio de mostrar convívio me lembrou uma visual novel que eu li tempos atrás chamada Koshotengai no Hashihime. Desconsiderando o fato de que é BL e o negócio passa de amizade mais adiante, as primeiras horas do jogo tem um exemplo interessante de como mostrar amizade e inimizade sem descarar tanto.
    O protagonista basicamente faz parte de um grupinho de amigos de infância de um vilarejo que foram pra capital para tentar entrar na faculdade, sendo que ele é o único que não passou. Como ele não estuda, fica escrevendo manuscritos pra um livro, e mostra pra esses dois amigos. Um deles ama tudo que ele escreve, além de costuma sair com pra caminhar, conversar, ver filmes, e etc. O outro além de mandar críticas ácidas pras histórias dele, chega à destruir o papel que elas foram escritas, mas não deixa de encontrar ele quase todos os dias num café por pura vontade própria. Nem que seja só pra soltar provocações. Mesmo que sejam interações opostas, você percebe que em ambos os casos, os dois rapazes são amigos do protagonista e que de jeitos diferentes, se importam com ele.
    Conforme a história avança e o protagonista vai descobrindo coisas que mesmo depois de tantos anos de convivência ele não sabia, uma hora vem o balde de água fria em que os três se encontram e ele percebe que os dois se odeiam. Não num nível superficial de não se dar bem, simplesmente cresceram e perceberam que consideram o jeito um do outro de pensar e agir como errado. Pro protagonista foi quase um choque porque na cabeça dele, os três ainda eram um grupo, mas para o leitor, não chega a surpreender tanto. Justamente porque quando um fala do outro é pra comentar que não se falam à mais de um mês, isso mesmo estudando na mesma faculdade. E quando é mostrada finalmente alguma interação entre os dois antes de um festival de ofensas e até agressão física, é os dois sutilmente se evitando, justamente pra não arrumar briga na frente do protagonista que ele sabe que é amigo dos dois.
    Foi um drama bem fácil de se identificar, por que ficar nessa “linha de fogo” entre duas pessoas e perceber que nunca vai consiguir fazer as pazes entre as duas é realmente horrível

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