Mangá² #190 – Inside Mari

Sejam bem-vindos ao episódio 190 do Mangá², o podcast semanal de mangás que já não sabe mais quem é.


Neste programa, Judeu Ateu, Estranho,Leonardo Souza,Boxa e Luki  fazem mais um mangá enquadrado, desta vez de mais um queridinho do Mangá², a desconstrução do gender bender: Inside Mari

Neste programa, damos nossa impressão sobre a obra, o que ela faz bem, no que ela falha, analisamos personagens, metáforas, simbolismos, e comentamos o porquê gostarmos tanto dela ! Tudo isso com spoilers!

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Sugestões de pauta, sugestões de leitura, dúvidas, elogios, críticas, Recomendação do Ouvinte em áudio, qualquer coisa! O email para contato é: contato@aoquadra.do

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Cronologia do episódio
(00:30) Inside Mari
(1:14:00) Leitura de Emails
(1:30:00) Recomendação da Semana – 1/11

Download (CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE E ESCOLHA A OPÇÃO “SALVAR DESTINO COMO…” OU “SALVAR LINK COMO…”)

15 Respostas para “Mangá² #190 – Inside Mari

  1. Em relação a obra em si, é provavelmente a minha favorita do Oshimi. Comecei a ler o mangá no ano passado ao pesquisar as obras do autor e me deparei com isso. Por muito tempo achei que fosse um gender bender mais real mas felizmente fui surpreendido pela quantidade de temas interessantes que ele abordou durante esse tempo.

    Por muito tempo achei que o Komori realmente havia trocado de corpo mas com alguns hints que o mangá dava, já havia percebido que nada havia acontecido. A cena da Mari observando o Komori como vocês falavam só elevou minha visão de que aquilo era algo relacionado a personalidade.

    Sobre os personagens, discordo um pouco de vocês sobre a Iori ser a menos interessante. No meu caso, a mais interessante é a Komari – bela utilização do nome btw – e em seguida a Iori, com o Komori real sendo o menos interessante por consequentemente ser o menos explorado e o que menos tem participação em relação ao plot e nos capítulos em si.

    E por último concordo que o mangá aborda temas como identidade, sexualidade e uma quebra de gender bender mas acrescentaria também transtorno de personalidade pelo motivo óbvio da “troca de corpos” no sentido psicológico e também um pouco de transexualidade não pela Mari mas pela personalidade Komori lidando com o corpo feminino.

    Enfim, excelente cast, talvez um dos meus favoritos.

  2. Gosto da recomendação, porém é um daqueles mangás que você não sabe se poderá ler até o final. A tradução já parou mais de uma vez e não dá para confiar que o grupo que traduz fará traduções regulares até o final. Se você gostar do que ler pode acabar sendo ruim por causa disso.

    • Ué, eu li todo o mangá logo antes de ouvir o poadcast (não o conhecia até então) e achei ele completo (em português).

      • Posso dizer com bastante confiança de que você não leu ele completo não, são nove volumes e até agora apenas 4 estão traduzidos.
        Se você leu em algum canto obscuro que traduziu tudo e que nem o Google sabe por favor compartilhe o link.

        • Cara, um dos maiores sites pra leitura online de mangás em português, o MangásPROJECT, tem a obra completa. E se você escrever “Inside Mari online” ou Boku wa Mari no Naka online, no Google, já acha facilmente sites como Union Mangás e Mangá Host para lê-lo.

          Você realmente procurou pela obra no Google?

          • Não, peraí, acho que interpretei errado seu comentário. Você estava se referindo à recomendação 1/11, certo? Se for, eu pesquisei e realmente não se encontra a obra completa em português. Pelo menos nos três maiores sites de leitura br, eu não achei nada além dos 10 capítulos disponíveis. A própria Kyoudai Scans parece ter parado com a tradução em 2015.

  3. Como sempre eu achei o final do mangá meio fraquinho, mas o podcast me ajudou a aceitar melhor esse final e a perceber que realmente eu é que tenho problema com finais simples. Quanto ao Komori, eu não diria que ele é uma pessoa ótima, mas discordo do Estranhow, Komari <<< Komori, o Komori é mais bidimensional, mas ao menos não é um stalker doente, é só imaturo mesmo. Tbm achei que o autor fez mtas trapaças pra tentar manter a ideia, mas td pelo plot, claro; tbm comecei a perceber o plot real na hora do desenho.

    Uma coisa que me surgiu a dúvida é com relação ao encontro da Mari com a Yori no passado, fiquei na dúvida se naquela situação era a Mari de verdade ou ela simulando alguém e aí fiquei imaginando se isso já ocorreu outras vezes antes do Komari (com outras pessoas que ela stalkeou) e ele não citou pois isso não era relevante pro enredo atual. Por fim, acho que entendi oq o judeu quis dizer quanto a ela ter escolhido JUSTAMENTE um homem pra simular e concordo que essa distinção fica nebulosa numa sociedade onde ser o Komori (ou outro homem) significa liberdade+rejeição social e ser a Mari (ou outra mulher) significa prisão+benefícios sociais.

  4. 65:22 “O mangá é sobre isso né, pessoas querendo entrar na Mari”
    Com certeza, os colegas dela, depois a Iori, depois o Komori, todo mundo quer :V

    Inside Mari é um puta título bom. Falo isso também na questão de “título”, já que é um nome que chama bastante atenção (principalmente daquela galera que curte um ecchi, e fica decepcionado, mas continua lendo mesmo assim) e passa claramente a “sinopse” da obra, mas que depois do plot twist, tem um outro significado muito mais forte.

    Eu gosto desse estilo de final pra esse tipo de história, em que não acontece praticamente nada e a história simplesmente acaba. Aku no Hana teve isso também. Eu imagino se Happiness também não vai ter um fim parecido. O Oshimi parece gostar disso.
    Aliás, Happiness tá pra ser o melhor mangá dele, na minha opinião.

    No site onde eu leio, vi várias pessoas perguntando se a Iori existia mesmo ou era só parte da imaginação da Mari. Eu tentei reler uns capítulos pra ver se de fato isso se confirma (porque seria algo tipo aquele mangá lá, sabe, AQUELE), mas achei nada a ver. Devem só ter ficado confusas com as últimas páginas do último capítulo.

  5. Acabei de escutar esse episódio e devo dizer que concordo com boa parte das impressões expressas pelos participantes, Inside Mari foi um mangá que você tem quer as entrelinhas para ter um entendimento melhor da estória.
    Respondendo a solicitação de mangás onde há uma relação poligâmica, me lembro de dois que tratam do assunto:
    Honeymoon Salad de Ninomiya Hikaru, concluída com 05 volumes, não sei se possui tradução em português.
    Hare-Kon de Non, em andamento com 09 volumes publicados, também não sei se possui tradução em português.

    • Pois é, eu iria falar Honeymoon Salad também, mas é que tipo, isso é bem spoiler do final, então achei complicado recomendar a obra por isso, mas como você já falou. Reitero a recomendação.

  6. Oi eu sei que isso é fora da discussão, mas alguém sabe qual é a musica que toca no começo e no final, ela é muito boa por favor quem souber me fale

  7. Só agora ouvi o podcast! E que surpresa tive quando ouvi vocês comentando o meu email! (Onde recomendei Outcast.) Porque eu me lembro de ter cancelado o envio dele aos quarenta e cinco do segundo tempo, devido ao fato de que o escrevi apressadamente. hehehe
    Chamei a obra de desconstrução porque, além de ser uma puta homenagem a coisas de exorcismo, também passou a brincar bastante com os clichês do gênero. O capítulo dezessete é um ótimo exemplo disso. (Olha o spooooiler.) Nele, há uma cena em que um padre realiza um exorcismo lendo uma lista telefônica, para provar que não é o que é dito em um clamor que machuca um demônio, mas sim a forma como o clamor é feito. O link abaixo explica o porquê disso melhor do que eu. (Já passoooou.)

    Sobre o Estranho ter começado a ler TWD, mesmo que seja tarde, digo que a HQ começa a ficar boa mesmo a partir do arco do presídio, que começou no volume três. Ironicamente, na série de TV, até agora essa foi a parte que mais se distanciou do que aconteceu nas páginas (e isso foi beeem decepcionante).
    Enfim, a respeito de Inside Mari, que comecei a ler por causa do último Fala Otaku (em que o Grave recomendou o mangá), confesso que a ansiedade me deixou ler apenas dois volumes. O que acontece é que, conforme fui lendo, fui ficando com mais e mais vontade de ouvir o mangá enquadrado sobre o tema. E foi o que eu fiz. Fui fraco, eu sei. De qualquer forma, embora eu não tenha lido o mangá todo ainda, já o considero pakas! Depois de ler tudo, talvez eu comente algo sobre, mas por ora é só isso mesmo.

    #EuEntrariaNaMari

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