Segunda Potência #18 – Ex Machina


O que é?

Segunda Potência é um podcast spin-off, sem periodicidade fixa, da “franquia” ², feito pelo Judeu Ateu e o Estranho. Nele, são abordadas outras mídias que não os mangás. Filmes, séries, quadrinhos não japoneses e video games poderão ser abordados no futuro neste podcast.

Neste programa…

… neste episódio Judeu Ateu e Estranho, comentam, argumentam e brigam sobre o new-sci-fi : Ex Machina.

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9 Respostas para “Segunda Potência #18 – Ex Machina

  1. O Leonardo teve conclusões voltadas para as convicções, enquanto Judeu e Estranho focaram mais na desconstrução, algo que o filme estimula ao meu ver.

    Pude observar essa discussão e tirar uma conclusão bastante peculiar. Onde talvez esteja um ponto central bastante interessante.

    O principal objetivo de um projeto de inteligência artificial avançado é emular o ser humano, apenas o fato dessa tentativa ser possível, indica que nossa percepção é limitada o bastante para existir a possibilidade de nos confundir, nos fazendo questionar nossas próprias convicções. Também é claro pra mim que nós temos um tipo de programação específico.

    A consciência é algo bastante volátil ao meu ver, somos conscientes de pouquíssimas coisas, atingimos apenas um dado nível de contato com nosso universo. Toda a construção de livre-arbítrio, consciência, emoções, todos os aspectos que nos tornam seres humanos foram construídos com o tempo, passando pelas gerações da nossa espécie. Como citei antes, acredito que nossa percepção é limitada pelo tempo da nossa espécie, só sabemos o que somos através da história, pois nascemos sem saber exatamente nada! É assustador, pois um ser artificial armazena informação facilmente, tornando a “reprodução de conhecimento” totalmente simples, comparada a como nós seres humanos somos.

    A principal diferença entre um ser artificial, além das especificações técnicas, é a história, passando pelo convívio em sociedade, e contato com semelhantes durante milhões(lhares?) de anos. Essas são as características que tornaram o ser humano com tamanha complexidade, comparado com um ser qualquer que esteja a tão pouco tempo na terra, a diferença é absurda ao meu ver.

    Não existe consciência plena para tudo e todos, pois a nossa consciência é escrita em nossa programação, e a consciência de outros seres também palpam apenas o limite da percepção, da história e da evolução de determinada espécie.

    Não sei se concordo totalmente com a ideia que um robô pode ter consciência como a de um humano, pois precisaria de muito tempo para as mesmas peculiaridades serem absorvidas com êxito, além de não ser possível concluir o que é consciência e o que é programação, pois nós mesmo somos cheios de diferenças, que o acaso mostra que nunca seria possível tanger uma linha entre humano consciente e robô simulando com 100% de certeza. Talvez um robô mais emotivo apresente mais características “humanas” que um ser humano de verdade, mas menos emotivo. Tendo apenas a carcaça diferente poderia ser tratado até como um caso de preconceito, tratar um robô como diferente(RISOS).

    Conclusões:

    Ser humanos são feitos em cima de uma “programação” específica.

    Um robô só pode ter consciência de robô, nunca será exatamente a de um ser humano.

    A consciência de um robô com certeza pode ser elevada a um patamar muito maior do que a nossa, dito que eles podem ter uma percepção física e de raciocínio muito mais avançada.(necessário muito tempo, ou não?:O)

    Ter sentimentos não é necessariamente bom para os seres humanos.

    Um robô não precisa ter sentimento e tantas semelhanças com um ser humano para ter conclusões próprias.

    Um ser com mais consciência que nós, não deve ser capaz de nos fazer entender além do que podemos.

    Um inteligência artificial precisa de convívio com o meio para evoluir, entender o mudo em volta, saber que é um robô já é um passo na frente do ser humano, que não sabe direito de onde veio, pra onde vai, um robô já sabe que foi criado por um ser humano, só isso já é bastante “consciente”, sem necessidade de saber sobre história dos robôs e afins.(ou talvez no futuro com uma sociedade de robôs, tenham livros contando sobre o “windows 95 e a era que “achavam que nós não tínhamos consciência)

    Enquanto estamos classificando um robô com nossa “consciência” não somos capazes de ter uma conclusão a cerca da questão “tem consciência ou não?”, pois a consciência aqui está ditada pela nossas complexidades, e um robô tem as suas próprias.

    Aguardando a parte 2 gravada do bar.

  2. Eu nem sabia da existência desse filme, fui ver só pra ouvir o podcast, eu não sabia do que se tratava não li nenhuma sinopse, e foi uma experiencia.

    Mas fiquei decepcionado com o final, pois no meio do filme saquei como ia terminar, e foi exatamente como havia previsto.

  3. Vi o filme devido ao podcast, primeiro o filme depois fui ouvir vocês, quando começou os teste de Turing com a Ava eu comecei a me questionar o ambiente controlado no qual Caleb estava, Isolado, com Nathan, Kyoko e Ava, um teste de Turing tenta em ultima analise verificar se há ou não consciência em robôs, porém um dos tópicos do método é se um robô consegue enganar um ser humano se passando por um homem/mulher, desta forma acreditei que todos os que estavam com Caleb eram maquinas inclusive o Nathan , desta forma o teste em ultima analise não seria se Ava passar ou não no teste, seria se Nathan conseguiria passar no teste, desta forma fiquei esperando este plot onde o verdadeiro Nathan apareceria depois de uma semana para mostrar ao Caleb que este fora enganado.
    Acredito que o visual da Ava ter suas partes mecânicas muito a mostra porém as mãos e a face tão humanos me levou a pensar por que não tudo humano? Apesar de Kyoko ter aparecido e logo na entrada da para perceber que ele não era humana, porém de tão excêntrico comecei a pensar que Nathan era o verdadeiro teste de Turing.

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