Segunda Potência #08 – Graphic MSP


O que é?

Segunda Potência é um podcast spin-off, sem periodicidade fixa, da “franquia” ², feito pelo Judeu Ateu e o Estranho. Nele, são abordadas outras mídias que não os mangás. Filmes, séries, quadrinhos não japoneses e video games são abordados neste podcast.

E neste oitavo programa, falamos novamente sobre quadrinhos não japoneses, e, desta vez, sobre quadrinho nacional!

Neste programa…

… recebemos Izzo e Leonardo Souza para discutir sobre a iniciativa Graphic MSP, da Maurício de Souza Produções! Desde como conhecemos a Turma da Mônica, passando pela opinião geral sobre cada uma das histórias lançadas até o momento (logo logo o podcast fica datado mesmo), até nossa expectativa pro futuro. Isso tudo sem spoilers, então quem não leu nada pode ouvir tranquilamente.

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9 Respostas para “Segunda Potência #08 – Graphic MSP

  1. Antes de mais nada fui conferir o Do Contra, e…poxa esse traço novo fez bem a ele!

    quando o Judeu não gostou de Laços, só pensei q se não gostasse de Bidu, definitivamente jamais precisaria se preocupar com problemas cardiacos, pq não tem coração!

    bidu definitivamente é o meu favorito e eu gostei de Pavor Espaciar, não estou com ele no momento para rever sobre a questão de ritmo, mas pode ser apego, porque em casa é o favorito dos meus pais, mas ver o zé lelé junto ao chico nessa comédia,foi divertido, gostava de ficar olhando as referencias e em como o porco (para mim era a galinha) eram mais inteligentes que o Zé Lelé.

    Talvez Piteco Inga, foi o que demorou mais para que eu assimilasse, tbm pode ser por ter sido o ultimo da 1ª fase que li, ainda não pude ver Penadinho e definitivamente meu hype está no Louco.

    uma curiosidade que ouvi em algum podcast com o Sidney Gusman, foi que alguem reclamou que a revista do Chico, não valia a pena o preço porque quase não tinha fala, as pessoas não sabiam interpretar as imagens, segundo ele, então quando chegou a vez do projeto do Bidu, fez questão de lançar esse desafio de e não poderiam ter falas escritas para os animais. Acho que ficou aquele pensamento “qro ver o que vai falar desse aqui agora seu fdp”

  2. nunca fui um grande fã de turma da monica, cheguei a ler um pouco quando era bem pequeno mas nunca me apeguei

    sobre a turma da monica jovem (por que jovem se ele ficaram mais velhos?)quando saiu a edição especial de casamento eu comprei por que vai que no futuro posso vender por uma boa grana,e sinceramente decepcionante arte genérica,tipo daqueles livros aprenda a desenhar mangá e historinha boba pra caraio

    e por fim finalmente ao tão grorioso msp, eu não li todos ainda mas dos que li

    astronauta magnetar foi o que mais gostei me surprendeu tanto na arte quanto na narrativa

    turma da monica laços ,compartilho da mesma opinião que o judeu e pra min vejo essa historia apenas como fanservise pro fã ficar caçando as reverencias e se encher de nostalgia

    astronauta singularidade infelizmente esse não cumpriu nas expectativas creio que o maior erro do autor foi inserir esses dois novos personagens que não tem carisma ,principalmente a mulher a qual achei o “romance” dela com o astronauta bem desnecessário pra trama

    pra terminar acho interesante essa iniciativa pois ajuda a tirar os autores nacionais do anonimato ,mas o problema a meu ver é que da a impresão é que pra um autor de quadrinhos nacionais só consegue se dar bem se tiver o nome do mauricio de souza por traz, e isso é meio triste

  3. Slowpoke report: devido a alguns cast antigo de vcs e ao shonen quest, dei uma chance e estou curtindo muito Boku no hero academia e Hinamoru Zumou.

    Outro titulo que eu li, mas dessa vez não foi agradavel também da Shonen Jump: Ultra Satellite Battle, eu posso ate estar sendo hater porque esta no inicio e não estou dando chance.

    Dos titulos mais novos da Shonen Jump(leia-se de 2010 pra frente no minimo) tem algo que vcs desaconselham?

    • voc~e não esta sendo hater pois de fato o negocio é ruim ,tudo que tinha de bom no one shot foi tirado e substituido por coisas idiotas

  4. Judeu odiando a melhor história da MSP é bom que não peça pra parar o preconceito étnico depois, porque desse jeito fica difícil.

    Acredito que vocês esperaram demais do MSP 50, tava muito na cara que seria apenas uma homenagem com uma dose de masturbação. Não vi problema nenhum nisso e gostei muito de todos, simplesmente porque era essa mesmo a proposta. É tipo o “Mônica’s” que saiu há um tempo, um artbook da mônica por outros artistas sem nem enredo, é só arte juntada mesmo. Mas é ruim? Não. Porque é intenção é só isso mesmo e o público que compra quer é isso mesmo.

    Sobre a MSP, a Singularidade é de longe a mais decepcionante, embora o Pavor Espacial e Caminhos (depois falo dessa) eu também não tenha achado grandes coisas, Singularidade pelo menos havia uma expectativa justificada por trás, uma história boa publicada antes. Não tenho medo de dizer que ficou ruim mesmo, genérico, besta. Tem coisa nacional 10 vezes melhor. Uma pena. O próprio Magnetar sinceramente, não achei tão bom assim. É bom, bastante legal. Mas ele ainda me vem com umas soluções fáceis que pulam mais pro lado juvenil do que pra uma história realmente adulta, como eu posso dizer… seria como aqueles “shonens” que tentam ser “seinen” mas acabam ultrapassando a linha, só chegando perto dela? Tem uma roupagem adulta, mas acaba se desenrolando em clichês como “versão caveira de si mesmo” ou “mentor salvador que lhe guia o caminho no final”. Chegou perto de criar algo diferente, mas no final andou pra trás.

    Laços foi lindo, o único que comprei de toda a coleção, o resto sempre leio os exemplares abertos na livraria, mas esse eu tive que comprar depois. Prefiro não me comentar pelas críticas semitas pois o site é um ambiente de respeito.

    Caminhos também não entendi qual é a da adoração que teve, pois sinceramente bastante mais ou menos. O que era pra ser uma das coisas mais interessantes que é o fato de não terem falas foi super-utilizada demais. Coisas que poderiam ser mostradas de maneira mais sutil com a narrativa visual comum foram colocadas nos balões de maneira forçada, como se precisassem que tudo o que fosse possível colocar nos balões fosse colocado pra enfatizar essa escolha narrativa. Não me pareceu orgânico, soou muito artificial. Metade desses balões poderia ser cortada por sequências simples ou apenas expressões. O que poderia ser a maior força me pareceu a maior fraqueza. Fora que acho que essas artes de cachorro na chuva são muito “Ó por favor, olha que coisa triste, fique triste também por favor!”. Muito forçado pra mim, realmente esperava mais.

    Ingá eu vi os mesmos defeitos do Leonardo mas não me incomodou tanto também, ainda achei uma história bastante divertida. Ficou ali entre o meio-termo, nem muito bom, nem muito ruim. Tem deus ex machina demais para conseguir adorar, divertido demais pra conseguir odiar.

    Enfim, pena que esse Penadinho tem uma história tão simples, esperava algo com uma temática mais complexa, ligando a vida e a morte, e a tudo mais. Enfim, os outros eu tenho expectativa, mas muito medo de Turma da Mônica 2, pois o primeiro foi bom demais, e mesmo os Caffagi sendo ótimos autores, continuações não planejadas desde o início sempre tem o poder de estragar tudo (vide Singularidade).

  5. Escuto muito de vez em quando e comento menos ainda. Mas vamos lá, porque sempre penso sobre quem rola fazer as novas MSP.
    Basicamente porque acho os melhores quadrinistas brasileiros que fogem do formato de tiras (no caso que produzem coisas além delas pelo menos), então seriam os gêmeos Fabio Moon e Gabriel Bá (Daytripper, Dois Irmãos) citados pelo Estranho, o Raphael Salimena (Linha do Trem), o Ricardo Tokumoto (RYOTiras) já citado pelo Leonardo, André Diniz (Muzinga, Morro da Favela e outras mil obras), e o Marcelo Quintanilha (Almas Públicas, Tungstênio, Talco de Vidro). Este último talvez muito diferente mas acho que valeria a pena.

    E obviamente, é uma baita recomendação de trabalhos nacionais pra quem não conhece esses nomes

  6. Poutz, alguém doa um coração pro Judeu!
    Acho que “singelo” é a palavra que define Laços pra mim, seja no traço, no enredo ou nas cores da história. Ela me acertou em cheio, e mesmo com a nostalgia e a homenagem serem óbvias, soou muito natural com a condução da narrativa.

    Magnetar foi fantástico, eu achei a arte de cair o queixo e a quadrinização muito interessante. E podem falar que é piegas, mas o que mais curti foi explorar não apenas o seu laço com a garota, mas também com seu avô, bem bonito.

    Foram as únicas que li, e pela discussão de vocês, comprarei Caminhos e a do Penadinho pra ver qual é. E nossa, só no fim do programa que lembrei quem diabos era a Turma da Selva… mais surpreendente pra mim foi terem decidido fazer uma história deles.

  7. Eu tenho a mesma opinião a respeito de Turma da Mônica Jovem, eu esperava que a obra ficasse um pouco mais madura com o crescimento dos personagens, mas acabei percebendo que a história não cresceu junto com os personagens. Tanto é que as melhores histórias dessa série são quando se passam no cotidiano deles, sem arcos mirabolantes.

    Eu preciso dar uma olhada nesse Magnetar e no Bidu Caminhos, ouvi falar que esse Bidu tem uma das melhores retratações de chuva em quadrinhos. Embora tenha começado a acompanhar quadrinhos por meio de gibis da Disney, tenho alguns gibis da Mônica antigos dos anos 90, tenho até o primeiro gibi que o Do Contra aparece (ele é o meu personagem favorito do Maurício de Souza, acho ele da hora). Gostei também do Do Contra do TMJ mesmo com os problemas da obra e acho a Magali e a Marina do TMJ bem gostosinhas : ).

  8. Duas coisas q gostaria de acrescentar, uma irrelevante e outra talvez nem tanto. 1: Turma da Mônica Jovem é ruim (o começo é horrível, o Judeu falou q o gibi zoa os clichês dos mangás e ao mesmo tempo os usa, pra mim foi benevolência dele, quem escreveu aqueles primeiros volumes usou clichês por incompetência, falta de criatividade e por achar legal, é terrível, mas depois q a Petra Leão assumiu o roteiro melhorou muito), mas eu gosto, pq no meio desses volumes todos tem histórias e sacadas boas, oq estraga são as rédeas do Mauricio e o público q sem formou, q acho, são garotas de 14 anos pra baixo, ai marmanjos como nós na casa dos 20 e tantos anos tem q fazer muito esforço para ignorar várias coisas e gostar. Ainda sim, do volume q parei e não lembro qual, não aconselharia a leitura, só se for pra ficar em banheiro.

    2: Sobre o suposto bullying q a Mônica sofre, na edição 45 da Turma da Mônica Jovem o tema é tratado e nele eles explicam q a Mônica nunca sofreu bullying, q aquilo eram amigos se zoando e forma do Cebolinha chamar a atenção dela. Oq pra mim, faz muito sentido, pq quem sofre bullyng não é amigo do agressor, não é o líder da turma, como é o caso da Mônica. Nessa edição eles falam q “bullying de verdade” gera exclusão/isolamento de quem sofre, até das pessoas próximas por causa de depressão, baixa autoestima… Não sei se é tão simples assim, mas sempre quando penso em quem sofreu bullying, era por ai mesmo, um excluído, quase sem amigos, enquanto a Mônica é o centro, acho q nunca mostrou a Mônica chorando por causa dos xingamentos e se mostrasse, consigo imaginar perfeitamente o Cebolinha e o Cascão ficando com muito peso na consciência e passando o restante da história tentando se redimir.

    Desculpa o comentário longo e não tão relevante, mas a parte do bullying achei interessante citar.
    o/

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