Mangá² #125 – Mangagrafia: Takehiko Inoue

Sejam bem-vindos ao episódio 125 do Mangá², o podcast semanal de pessoas cansadas.


Neste programa, Judeu Ateu, Estranho e Boxa retornam para mais um Mangagrafia! Nos programas dessa categoria, conversamos e opinamos sobre todas as obras de um determinado autor, bem como seu estilo, evolução, temática, e tudo mais que for relevante! Vocês podem conferir os outros programas do tema clicando aqui.

Desta vez, o autor escolhido é o semi-deus dos quadrinhos japoneses, Takehiko Inoue, autor de pelo menos três mangás já considerados obras-primas! Nos acompanhe enquanto falamos de suas obras excelentes (e das não-excelentes também). Ah, e sem nenhum spoiler, pode ouvir tranquilo caso não tenha lido nada do autor!

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Sugestões de pauta, sugestões de leitura, dúvidas, elogios, críticas, Recomendação do Ouvinte em áudio, qualquer coisa! O email para contato é: contato@aoquadra.do

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Mangá² #108 – Slam Dunk – A Partida Final

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Cronologia do episódio
(00:00:17) Mangagrafia: Takehiko Inoue
(01:00:30) Leitura de Emails
(01:17:30) Recomendação da Semana – The Ancient Magus Bride

Download (CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE E ESCOLHA A OPÇÃO “SALVAR DESTINO COMO…” OU “SALVAR LINK COMO…”)

10 Respostas para “Mangá² #125 – Mangagrafia: Takehiko Inoue

  1. Só complementando quando vocês questionaram sobre o sucesso de Slam Dunk, além e toda qualidade da obra que vocês falaram, eu acho que o que deu um grande boom na obra mundialmente foi o “time” que a publicação teve com o a maior fase da NBA.
    A obra foi publicada de 1990 até 1996, em 6 anos de publicação tivemos em 5 anos Jordan como MVP e campeão da NBA, dando um show nas quadras e junto com toda uma geração que fez a NBA se internacionalizar mais que nunca. A liga foi expandida para Vancouver Toronto no Canadá, além de ter criado times na Flórida e em Charlotte. Tanto que nessa época a NBA passava na BAND e tinha álbum de figurinhas no brasil. Uma liga que nos anos 70 era vista como lugar de atletas drogados, se revitalizou internamente nos anos 80 com a disputa Magic Johnson x Larry Bird, nos anos 90 teve o boom da internacionalização e a figura do Jordan que atraiu o mundo e atualmente a liga vem se consolidando e tentando ganhar mais força nos mercados emergentes.
    Então acho que a obra acabou dando sorte de além de ser muito boa ter saído em um momento que o basquete estava muito em alta.
    O próprio Inoue usou muitas cenas da vida real de referências para as cenas do mangás, além de cada personagem e escola ser referência a um time e jogador da vida real, tudo isso para quem acompanhava na época deve ter sido um plus a mais bem legal também.
    Comparação das cenas reais com as inspiradas no mangá: http://www.fumettiweb.it/files/2009/08/03.jpg

    E deixou uma recomendação de game pro Judeu, pois acho que tem mais a cara dele, mas o Estranhow pode curtir também. O game Life is Strange, que apesar da limitação gráfica, tem uma narrativa e trilha sonora fantástica. O pessoal até brinca que o game é uma aula de como ser hipster. Mas é muito bom, vale a pena conferir.

  2. slow poke report li devilman e com certeza é um dos melhores mangás que já li,sem exagero ,não tenham preconceito pelo fato da obra ser da decada de 70 ,pois devilman é atemporal a historia funciona perfeitamente pros dias de hoje

    sobre o cast ,foi muito bom tirando o fato do judeu ter dado uma de pseudo intelectual de bosta

    infelizmente ainda não li nenhuma obra do inoue fora o one shot piercing apesar que vagabond,real e slam dunk estão não minha lista de leitura a muitos anos mas sempre acabo adiando por algum motivo

  3. 14 Anos,
    Ponta Grossa – Paraná

    Slowpoke Report: Adolf, Tetsu no Tenritsu, (dois mangás ótimos de um Tezuka mais adulto. Apreciei muito as representações metafóricas de ações, como representar um dos Adolfs como uma cobra negra e sombria “naquela cena”) Assassination Classroom (no volume 3 da Panini. Referências legais, algumas piadas engraçadas, mas não muita coisa)

    Sobre o programa: Agora posso ter certeza que sou pretensioso, porque o que Takehiko Inoue disse sobre deixar os personagens conduzirem a história, sem planejamento, foi o que eu quis expressar no e-mail que enviei aos senhores no podcast Roteiro – Planejamento, talvez “excessivamente poético” demais.

  4. Ouvi há pouco este podcast. Muito bom!

    Para tentar agregar algo, o livro Musashi do Eiji Yoshikawa não é considerado parte do cânone da literatura japonesa. É um livro de literatura popular, na falta de um termo melhor.

  5. Musashi é um romance folhetinesco japonês. Foi originalmente publicado em jornal, portanto ele tem, em sua estrutura, o espírito de uma novela – como os mangás. Como cada capítulo precisava ter uma isca para manter a curiosidade acesa e vender o jornal do dia seguinte, é uma obra bem adequada para a conversão do livro para o mangá. Yoshikawa está para o Japão como o Dumas está para a França, ele é respeitado como contador de histórias, mas não é colocado no mesmo panteão de Proust ou Balzac.

    O áudio instigou minha vontade de ler Real, vou ouvir os demais mangagrafias.

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