Segunda Potência #07 – Vale a Pena Ler Comics?


O que é?

Segunda Potência é um podcast spin-off, sem periodicidade fixa, da “franquia” ², feito pelo Judeu Ateu e o Estranho. Nele, são abordadas outras mídias que não os mangás. Filmes, séries, quadrinhos não japoneses e video games são abordados neste podcast. E neste sétimo programa, falamos pela primeira vez de quadrinhos não japoneses, mais especificamente de comics de super-heróis.

Neste programa…

… recebemos Diogo Prado (Anikenkai) e Fábio Sakuda (XIL) para discutir se vale a pena hoje em dia ler histórias de super-heróis Marvel/DC. Falamos de como diferencia o formato de publicação americano pro japonês (que estamos mais acostumados), quais as principais barreiras que um novo leitor pode encontrar nessa mídia e quais sugestões damos para quem quiser se aventurar nesse mundo mas não sabe como.

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11 Respostas para “Segunda Potência #07 – Vale a Pena Ler Comics?

  1. que bacana esse tema ,infelizmente vou poder ouvir só amanha ,depois que eu ouvir o cast dou uma boa comentada aqui

  2. ouvi hoje na academia ,e agora vamos aos comentarios

    primeiro uma curiosidade pessoal ,meu nome era pra ser peter por causa que meu pai era fã do homen aranha mas minha mãe não deixou

    eu comecei a ler quadrinhos pelos mangás ,mas sempre tive curiosidade adrentar esse universo de super herois,mas tipo sempre tinha aquela barreira “por onde eu começo” ,um dia estava afim de ler homen aranha ,dai perguntei pra um cara mais entendido nesse mundo dos comics, “por onde começar” e lá veio. Cara primeiro você le isso depois aquilo ,e depois não sei o que da decada de 80 depois vai ler um especial de não sei o que ,depois esse encadernado e assim vai então deixei quieto

    só fui adrentar esse mundo das hqs americanas com whatchman já que se tratava dew uma historia fechada de apenas 12 capitulos,e simplesmente amei

    hoje em dia o que faço é ler historias fechadas ,mas nunca tive coragem de acompanhar uma publicação

    • Cara eu acompanho desde criança e… não vale a pena acompanhar personagem/equipe. O melhor é você buscar pelos escritores/desenhistas que sofre menos, ou como eles disseram pegar personagens muito secundarios ou novos que sempre possuem uma liberdade maior e menos pressão.

      Acompanhar batman, superman, homem-aranha é o que mais faz leitores de hqs abandonarem o “eixo do mal”.

      Como diz um amigo meu, tem é que montar sua propria cronologia adicionando cavaleiro das trevas e ignorando o batman apanhando de trombadinhas brasileiros

  3. Um exemplo é a atual thora e thor maneta, a revista é muito boa e bem feita em todos os sentidos, mas assim que o run do escritor acabar ele tera que fazer o thor voltar a ser o thor que todos sabem, essa é o resumo do porque houve tantas bostas com o homem-aranha ja que os editores sempre querem deixar o peter parker um adolescente solteiro fudido na vida.

    No mais deixo aqui a pagina da unica mensal que nunca decepciona https://fbcdn-photos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xap1/v/t1.0-0/10404294_808622075851850_6256069504575417225_n.jpg?efg=eyJpIjoidCJ9&oh=bbfaf2e736bfcc9992cc1e961310e82d&oe=55B49641&__gda__=1438093981_714b5a30ce360275c7219b314e2d5c77

  4. Começar hqs é bem mais simples, pois antes de ler o Batman a criança já sabe o básico do seu universo, seja por brinquedo, game, filme ou desenho.
    Eu concordo com algumas coisas, mas eu não vejo tanta diferença entre começar a ler mangás hoje e comics. O que você vai começar a ler da Shonen Jump que realmente vale a pena? Praticamente nenhum, mas você precisa começar para poder com o tempo achar o que vale a pena na mídia.
    Mas, o principal fator que vale a pena para um leitor que só lê mangá, que está mergulhado apenas na cultura ou mesmo na idealização asiática, é que os comics contam a história e a cultura do ocidente de uma maneira muito boa. Você tem as próprias histórias que citam bem período histórico, como a Morte do Robin (1º guerra do Irã/Iraque), A foice e o martelo (História Soviética), 11 de Setembro (Sobre o próprio), X-men e sua alto referência aos diversos pogroms e compôs de extermínio da Alemanha e Rússia, o Lanterna Verde árabe, a própria miss Marvel muçulmana que o Judeu citou. Além disso, tem uma caralhada de hq que aborda o comportamento da nossa sociedade, a maioria já grandes clássicos da área.
    O mangá aborda os acontecimentos históricos geralmente de um passado mais longínquo e o comportamento social é retratado de uma forma muito diferente e obviamente focado no estilo de vida japonês.
    Não que uma pessoa que só leia mangá e veja anima não possa buscar essa bagagem por meio de outras mídias, mas as hq se tornam um caminho de entrada muito mais fácil.
    Além dos clássicos que dão um grande suporte para você já entender bem o universo de tal herói, você tem alguns reboots até que recentes tanto na Dc quanto na Marvel que dão uma resumida nas histórias passadas de forma bem sutil.
    De certa forma, o comics está tentando fugir disso tudo trazendo heróis de novas etnias, por exemplo, com o homem aranha latino. Você traz uma nova “classe” americana para o universo, que vai pegar esse novo herói do começo, sem tanto problemas de referência com o passado e quando esse leitor se sentir confortável ele pode migrar para outras histórias da editora, e mesmo que ele tenha que buscar mil coisas do passado ele não vai ver isso como algo negativo, pois ele foi condicionado a isso com o herói que ele começou a acompanhar.
    Sobre a liberdade criativa em nenhuma editora você terá essa liberdade até você se provar, acho que em qualquer empresa é assim. Quando o artista cria algo bom e rentável com o que a editora determina vai ganhando poder de barganha até fazer a editora depender dele e dar a liberdade pra ele criar algo mais autoral independente de cronologia.

  5. Excelente programa. Sobre a parte dos leitores gostarem do retorno de um elemento antigo da história que estão lendo, acho que é um exagero daquele conceito de tratar o roteiro como a vida. Na vida, as coisas não somem simplesmente, e nas histórias os leitores querem o mesmo tipo de sentimento, a nostalgia e a imersão na narrativa. Em histórias mais curtas isso é mais eficiente, já que todos podem sentir tal imersão, enquanto nessas grandes histórias apenas os iniciados são recompensados. Deixa de ser um uso bom da imersão e passa a ser basicamente um mimo para os fãs.

    Já ouvi que estamos na geração da nostalgia, outros dizem que nossa geração é muito mimada, e embora ache tais afirmações um pouco pejorativas, principalmente pelas bocas que as pronunciam, sinto que as empresas de entretenimento se importam muito em bajular seu público com o mesmo de sempre, mas por necessidade. Existem algumas iniciativas esporádicas de outros tipos de história, mas o que o público realmente quer são os medalhões. Na realidade, parece não haver quem acusar aí, pois é natural que o público se identifique com os personagens que já conhecem. O máximo que poderiam fazer é aceitar mudanças com mais facilidade, para que os artistas possam testar e criar mais.

  6. É realmente estranho como alguns acontecimentos da minha vida estão se relacionando com os programas do blog. Há 2 semanas comecei a cursar a oficina de quadrinhos de minha universidade, várias pessoas lá parecem que lêem mangá, mas o professor é leitor praticamente de quadrinhos ocidentais, e utiliza frequentemente páginas de Comics como exemplo, mesmo o conteúdo sendo algo aplicável a qualquer estilo de arte sequencial. Por causa dos exemplos e de uma vontade já de muito tempo comecei a querer incluir mais comics na minha lista de leituras. Há uma semana passei a ler várias reportagens em um blog que acompanha muitas comics e pelas notícias de filmes, peguei umas informações no ar e fui levado a outras postagens sobre e então e voilá, um programa sobre isso.

    No meu caso possuo bem pouco conhecimento sobre o assunto, já li algumas Comics fechadas exatamente por saber que seria impossível seguir a cronologia (não sou guerreiro como o Judeu), li duas sagas de Thor, uma do Demolidor, Piada Mortal (que acho que por expectativas erradas acabou me saindo um tiro pela culatra porque acabei me decepcionando, mas cada vez vejo que foi culpa minha), algumas com vários capítulos de outras histórias(que não faço idéia da relação entre elas) mas nunca passei muito disso. Queria ler bastante a comentada Guerra Civil mas quando decidi pegá-lo o exemplar que tinha na livraria que frequento simplesmente sumiu e acabei perdendo a oportunidade de ler em físico. Tem outras HQs da DC que estou interessado, mas como conheço muito menos dela que da Marvel, acabo pensando se não fico só iniciando com as séries e filmes por enquanto.

    Pode ser que tenha sido porque todos foram Marvetes nesse programa, mas se não estou errado (corrijam-me se estiver) a Marvel não faz Reboot, isso é prática da DC. Serve para atrair esses novos públicos que acabaram perdendo boa parte da possibilidade de interagir com as novidades do meio e compreender essa absurda interconexão entre as séries já que as vendas do mercado de comics estava decaindo.

    Enfim, quem sabe um dia, vai

  7. Ótimo programa! A melhor parte é ver leitores de HQ admitindo que histórias de heróis são uma zona mesmo e que tem que garimpar para achar coisa boa no mainstream. Não me sinto mais culpado por sempre ficar com um pé atrás ao querer ler algo relacionado.

    Eu tinha muito preconceito com quadrinhos de super-heróis, por muito tempo eu achava que as histórias seriam tolas e rasas (salve a garota indefesa e viva a América!). Pois bem, minha primeira experiência com a Marvel foi a HQ “Homem-Aranha:A última caçada de Kraven”, e juro que foi um dos melhores quadrinhos que já li, e sendo um contra exemplo pro que o Judeu pensa dos personagens mainstream.

    A partir daí comecei a ir atrás de outras histórias lançadas pela Salvat. Li “Dr. Estranho: O Juramento”, que é outra HQ que gostei demais, li Guerra Civil (que não gostei, desculpa mundo) e “X-Men: Saga da Fênix negra”. Esta última exemplifica bem o que foi discutido: a história começa com o “bonde andando” e termina de maneira aberta, mas ainda assim o arco da personagem em questão é muito bem escrito, fora o fato de que muitas decisões de roteiro foram corajosas para a época. Enfim, curti bastante também.

    Na espera de uma “trilogia” de segunda potência de comics haha

  8. Off topic: Estou trabalhando aqui na editora com um novo projeto pra educação infantil, estamos criando uma nova turma pro material didático. Foi procurar pra levar pro pessoal como uma das referências um mangá que lembrava que vc tinham indicado de uma criança descobrindo o mundo. Pois bem, comecei minha procura nas recomendações e achei Yotsuba, mas junto com ele, abri outros que estava na dúvida, entre eles o Hentai que o Judeu indicou, sem querer obviamente. Foram 5 segundos de pânico, torcendo pra ninguém ter visto, detalhe meu pc fica virado para o corredor e estou a um mês no emprego.

    Isso que da procurar referências do manga² ahsuhaushaushasas.=D

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