Mangá² #116 – É o Começo

Sejam bem-vindos ao episódio 116 do Mangá², o podcast semanal de mangás que já está no terceiro começo.


Neste programa, Judeu Ateu e Estranho fazem um programa clássico do Mangá², de assuntos mais abrangentes e indiretos. E desta vez falamos sobre os começos dos mangás! O que fazer, o que não fazer, quais mais gostamos e tudo o que é convencional do podcast.

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Cronologia do episódio
(00:25) É o Começo
(44:00) Leitura de Emails
(59:55) Recomendação da Semana – Ma no Kakera

Download (CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE E ESCOLHA A OPÇÃO “SALVAR DESTINO COMO…” OU “SALVAR LINK COMO…”)

19 Respostas para “Mangá² #116 – É o Começo

  1. Slowpoke report: Eu assisti essa semana Begin Again, e o que isso tem a ver com o Mnagá²? Ele é o “novo” filme do John Carney, que dirigiu Once(que agora quero ver) e o filme é incrível, um filme que muito mais que um romance é sobre música também, é incrível, recomendo que vocês vejam e irei atrás de Once já.

    Full metal pra mim tem um começo muito bom. Ele em uma página já deixa você curioso, com a cena do Ed fudido sem perna, você já quer saber que merda aconteceu. Depois ele trabalha todo conceito de alquimia através do Padre e termina sem a conclusão do pedra filosofal, mas sim com o Ed mostrando o braço de mecânico e você quer mais da obra na hora.

    Bleach tem um primeiro capitulo ok, mas depois fica bleh, você vai empurrando que começa a ficar legalzinho com o Big Fisher até realmente ficar bom com o começo da Soul Society.

    Aliás, uma das obras do mangá enquadrado terei que fazer uma força, li uns 5 capítulos a algum tempo de Kokou no Hito, a arte é boa, mas pelo menos o começo não prende você com nada e o protagonista chega a ser chato, aquela coisa de subir a montanha sozinho pelo menos não me pegou, mas forcarei a história mais um pouco.

    Vocês já jogaram Red Dead Redemption? Green Blood visto de fora parece um mangá aleatório com o John Marston. Ele realmente vale a pena?

    • Begin Again é muito bom mesmo, é basicamente a versão “Hollywoodzada” de Once. Não é um demérito, mas se você pegar toda a estrutura e temática de um, dá pra encaixar no outro. O filme é muito gosto de se assistir, e tem uma pegada bem mais leve do que Once, acho que por isso mesmo que prefiro um pouco mais da melancolia do primeiro.

    • Acredito que um grande ponto positivo de Kokou no Hito, além da arte de encher os olhos, seja a forma como o protagonista é desenvolvido. O fato dele ser anti-social adiciona várias camadas extras na trajetória pelo mundo da escalada e traz mais complexidade à todas as suas relações, acho muito interessante acompanhar o progresso dele, vir a compreender suas razões e etc. Poucas vezes criei um laço tão forte com um personagem, Mori é na minha opinião inesquecível, tanto quando o manga em si. Vale um esforço a mais, o desenvolvimento de fato é lento, mas dar uma chance pra as coisas começarem a se desenrolar é essencial pra apreciar essa obra, apesar de que a final vai depender de gostos/preferências pessoais.

  2. Vamos ver.. começo ruim é Reborn, o humor não me pegou mas me forcei a ler pq na epoca tava rolando um amigo secreto num forum e os presentes eram fanfics/fanarts e a pessoa que peguei era fã de reborn e foram MALDITOS SETE VOLUMES até o negocio mudar de rumo, virar batle shonen e chegar o personagem favorito da pessoa que tirei, depois disso acho que sofri por um tempo de sindrome de estocolmo porque continue lendo…

    e apesar de tolerante eu normalmente uso o 1º capitulo, as vzs se for meio interessante continuo tentando por mais alguns, mas posso parar de ler por qlqr coisa, como estar cansada com a história ou irritada ou sei lá, começou a querer enfiar mil coisas e teorias da conspiração e etc e daí eu olhar e mé… basicamente eu paro quando acho que a coisa não merece os minutos que gasto com ela

  3. Para colaborar com as 365 obras do Estranho, recomendo Black Mirror, uma série britânica com duas temporadas e um especial de Natal que saiu mês passado. São 3 episódios por temporada com histórias independentes, tipo um Twilight Zone, que exploram aspectos sombrios da relação entre vida e tecnologia em um futuro próximo.

    Quando Judeu falou que Goodfellas era parecido com O Lobo de Wall Sreet, eu lembrei de Cassino, que praticamente é um “remake espiritual” de Goodfellas que o Scorsese fez cinco anos depois (tem cenas e personagens idênticos) e que, na minha opinião, consegue ser ainda melhor do que o “original”. Com certeza tem o melhor trabalho de worldbuilding em um filme dele.

  4. Quando você(ainda não decorei os nomes com as vozes) diz que o autor quer chocar o leitor no primeiro capitulo me vem 3 coisas

    A primeira de que o autor por ser um novato(como kishimoto e kubo que pra mim ainda são novatos) que estão tentando por fama em seus nomes e realmente tentam chocar e massaveificar ao maximo a historia.

    A segunda são os autores mais conhecidos(urasawa, takehiko, araki, miura) que não precisam usar esse recurso porque so o nome deles na capa ja garante varios yens, ao menos isso se aplica nos comics e acho que em mangás também.

    A terceira são os autores que realmente querem ser pretensiosos(GRANT MORRISOOOOOOOON) e que sempre vendem a ultima obra feita como a mais fodastica ja escrita.

  5. slow poke report
    dia 12 foi meu aniversario e resolvi me presentear com um tablete,e cara como eu pude viver ate agora sem isso é muito bom ler mangá no tablet,mas é claro que nada subititui o papel
    enfim li anarasumara e achei fantastico nunca vi nada parecido com aquilo ,voces tem outras webtoon pra me recomendar

    e acho meio engraçado o senhor judeu ateu pagando de entendedor de animes,teve muito anime bom esse ano e em todas as temporadas

    por fim sobre o tema do podcast meio que existe uma “regra” na arte sequencial que é mais o menos assim “as 5 primeiras paginas é onde voce deve mostrar a que veio e entao fisgar seu publico”
    já hopuve uma epoca que eu tinha uma filosofia de sempre terminar o que comecei ,mas fiquei velho e rabugento por isso criei umas regrinhas
    1-no caso de mangá sendo publicado do qual não conheço, leio o primeiro volume e se nao gostar não compro mais
    2-estreias da shonen jump geralmente acompanho ate ser cancelado
    2-estreias de qualquer outro mangá geralmente dou uns 5 capitulos a não ser que seja de algum autor que confio

  6. Slowpoke report: Hikaru no Go. (Na minha opinião) melhor shonen jump, Takeshi Obata, e, na categoria de esportes, só perde para Kokou no Hito. Com essas duas obras (mais Slam Dunk, Ping Pong, Hajime no Ippo), o gênero Esporte se torna um dos meus favoritos.

    Acho que concordo com o Judeu Ateu com sua analogia sobre o decorrer da obra. Acho que isso varia da curiosidade do leitor; Reborn, com um começo horrível, desenvolvimento ruim, foi impossível de parar. Me senti meio livre depois de terminar.

    Para o Estranho, na meta de consumir 365 obras, recomendo os livros de Haruki Murakami (principalmente Kafka à beira-mar e Caçando Carneiros), que tem bom desenvolvimento de personagem e é ficção non-sense.

    Quanto ao capítulo final de Naruto, achei horrível(e fui da geração SBT, que assistia religiosamente os episódios).
    No entanto, acho que a Luta no Vale do Fim foi realmente muito boa, muito bem quadrinizada, com algumas páginas marcantes e, meio que, um simbolismo. Gostaria MUITO que o Kishimoto tivesse terminado Naruto no capítulo 698 (talvez isso me fizesse esquecer de algumas coisas). Seria um final quase perfeito, na minha opinião.

    Recomendo um mangá enquadrado de Fullmetal Alchemist (com o Leo Kitsune e o Fábio Urso do VQ), Hikaru no Go, Kokou no Hito.

  7. um mangá que me fez ler apenas de olhar a primeira página foi o Okite Nemuru, começa com a cabeça de uma cara se transformando numa girafa, vc ja pensa ” mas que poha é essa eu preciso saber o que está acontecendo.”

  8. O único mangá que me lembro que teve um começo muito bom pra depois quebrar todas as expectativas que eu criei logo no segundo capitulo foi Owari no Seraph. Mas sei lá, talvez seja eu que esteja esperando algo que não devia.

    Hero Academia já é hit, além de ir bem nas pesquisa os dois volumes que saíram venderam muito bem. Se for cancelado vai ser só depois de uma queda brusca.
    Ah, de animes: assistam Shirobako. É bom. Eu detesto fazer comparações, mas é tipo um Bakuman versão animes, só que bem feito e sem o machismo irritante.

      • Assisti apenas o primeiro episódio de Shirobako. Não gostei muito; não gosto da estética muito bonitinha e sem sal. A primeira cena, o ‘pega’, me pareceu algo muito forçado para um anime que quer ser realista. Puxa, é uma prova que eu estou velho que me incomoda pessoas que dirigem de forma não responsável. Também me pareceu sem drama e eu não consigo lembrar o que aconteceu no episódio.

        Darei uma outra chance ao anime algum dia desses, talvez! Não dá para julgar um anime em um episódio apenas.E seria muito bem vindo um Bakuman sem os machismos.

        No mais, conheci o podcast agora, ouvi dois episódios (não este), e achei muito divertido! Parabéns, caras. E já que o povo aqui costuma recomendar coisas, eu recomendo Time Of Eve; é um anime (filme) que responde à pergunta: “o que um anime slice-of-life poderia acrescentar a uma ficção científica a la Isaac Asimov?”. É ótimo! E me lembra o Tezuka, em que mesmo nos momentos mais sérios há chance para uma leve piada. Adoro essas coisas.

        • Aquele cena do carro foi mais uma “paródia” a Intial D. Shirobako é uma série com certos dramas e tal, mas é bem humorada num geral. Eu não diria que “quer ser realista” nesse sentido, mas a parte da produção de animes com certeza é bem pautada na realidade. Agora, quanto ao visual… sei lá, eu considero bem feito. A animação não é rica em cortes fluídos mas é bem sólida, fora que o design dos personagens é bem bonito. Nada a reclamar nesse ponto não…

          • Interessante saber que o início tinha algum propósito. Fazer uma referência a um anime ali provavelmente é para falar algo sobre os personagens – que eles são fãs de animes, situar o mundo mental dos personagens, algo do gênero.

            Pois é, sobre o visual, o problema para mim é o que você disse: ele é bem bonito. Sou mais fã de mangás, e um dos motivos para eu gostar mais de ler mangás é que eles são mais feios, mais sujos, mais bagunçados. Em animes atuais, eu gosto muito do character design dos personagens do Masaaki Yuasa, por exemplo.

            Shirobako parece meio ‘moe’ para mim, sei lá. Sou do tipo que prefere a estética de animes antigos, que para mim podem ser bonitinhos e fofinhos à vontade – sei lá, Dirty Pair, ou Gunbuster… Maison Ikkoku para algo fofo.

            Ai ai! Eu não consigo explicar meu gosto! Se eu assistir mais animes, provavelmente é melhor abrir mais a cabeça. Obrigado pela resposta!

  9. Eu não consigo pensar em nenhum começo espetacular olhando minha lista, eu acabo não considerando muito o primeiro ja que eu leio mangas por volume. Dei uma lida nos primeiros cap dos meus mangas favoritos e nenhum deles se destaca, ex:baby steps,gto.
    Agora um cara que eu tenho problemas com começo é o FUJISAKI Ryu, nenhum dos mangas dele consegui me empolgar nos primeiros cap, das obras dele eu so consegui terminar shiki(anime) nem o Sakuratetsu Taiwahen que é dois volumes eu terminei.
    Eu maratonei uns 4 volumes Kokou no Hito tempos atrás mas nunca terminei de ler, vou voltar a ler. Também li uns cap de Hikaru no Go e nunca voltei, não gostei das partidas de go e isso não é culpa do esporte em chihayafuru onde o esporte é bem mais estranhos, as partidas me fazem saltar da cadeira e sinceramente eu não consegui gostar de nenhum personagem. Isso pq eu sou um grande fã de mangas de esporte.

  10. Um ótimo começo é o de Shin Angyo Onshi. O primeiro capítulo é meio que um prólogo com um plot twist que te dá vontade de continuar a ler.
    O grande problema é que esse manhwa é um seinen que tem um final que parece que virou battle shounen, pelo menos na minha memória.

  11. Acho que quando o início do mangá é muito bom isso ajuda a gente comprar a ideia do mangá e mesmo com algumas derrapadas que o mangá dá a gente releva. Exemplo disso é o Koe no Katachi que teve um dos melhores começos que vi em mangás e mesmo com uma ressalva ou outra que encontrava no meio eu relevava (com exceção do final). Agora um começo de anime/mangá que realmente me pegou de jeito foi Shigatsu wa Kimi no Uso. Os primeiros dois episódios do anime já me fizeram gostar da obra em especial a primeira performance de violino da protagonista e mesmo com a narrativa se arrastando um pouco em alguns episódios eu relevo. Tem gente que critica esse anime por causa da falta de foco na musica e a forma de tocar da protagonista mas isso é bullshit, essa obra e realmente boa e recomendo para todos mesmo tendo uma ambientação colegial que não é o estilo preferido de algumas pessoas.

    Esse anime SHIROBAKO é muito bom pois ele é um slice-of-life sobre produção de animes bem realista em sua temática, porém o início dele não é lá essas coisas e tem alguns clichês nos primeiros episódios, mas se você comprar a ideia você irá gostar pois ele melhora bastante com o tempo e tira o temor de ser uma obra com garotinhas moe brincando de fazer anime. Nos episódios os personagens matam um leão por dia para fazer o anime, aprendi muito sobre produção de animes com essa obra. Outra qualidade também é a grande gama de personagens aonde cada um tem uma função definida na staff da produção e o anime avisa os cargos deles com frequência para não ficar confuso. E o mais importante são as temáticas trabalhadas no anime: as brincadeiras de trabalho, a frustração de uma animadora 3D que trabalha em uma empresa que só faz rodas em CG em não poder ir além com suas habilidades, o conflito entre os animadores tradicionais e os de CG, as decisões que alguns personagens tem que tomar em relação a mudanças de emprego para estúdios maiores e até de sua vocação passando para um ramo completamente diferente (exemplo: alguém mudar de chefe de animação a pâtisserie). Esses são os fatores que me fazem gostar desse anime.

    Outro começo que eu gosto também é do mangá de Ahiru no Sora, o começo é bem legal e descontraído, o protagonista já mostra para que veio desde o início.

    • Eu não assisti Kimi no Uso, mas li o mangá, que também tem um início que me pegou de jeito. Logo de cara ele estabelece os dois pontos que levarão anime; a superação do trauma do protagonista com a música e romance leve, duas coisas que me atraem.

      Uma dessas duas expectativas é ‘traída’: o romance deixa de ser leve um tempo depois, mas a transição é bem feita. Sou uma das pessoas que não gosta da temática colegial como você falou, e mesmo assim me amarrei. O final do mangá é próximo mês! Não sei quando o anime acaba. Se acabar mais cedo que os scans são lançados, acho que assistirei…

      Mas talvez o que mais te pegue no mangá de cara é que ele é bem desenhado – o mangá é detalhado, os personagens são muito expressivos, a leitura flui bem de quadro a quadro…

      Um excelente início é o do mangá de Evangelion. Em poucas páginas temos ação e adrenalina, mas também o protagonista e seus problemas – como ele é alienado do mundo. Sou da geração que começou a ler mangá com Dragon Ball, e Evangelion foi o primeiro mangá que me fez parar e pensar como estes quadrinhos japoneses podem ser mais que aventura. Hoje em dia não gosto muito mais, mas ainda tenho nostalgia, e que começo!

      Dragon Ball, aliás, tem outro excelente começo. Mas é melhor parar aqui porque já está muito longo, hehe…

      Parabéns pelo podcast! Ele tem me divertido enquanto cozinho. 🙂

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