Mangá² #96 – Copernicus no Kokyuu

Sejam bem-vindos ao episódio novela do Mangá², o seu podcast semanal de mangás que cumpre suas promessas.


Neste programa, Judeu Ateu e Estranho recebem a Gabriela Negro para iniciarem a prometida maratona de Mangás Enquadrados! Para começar, pagamos a promessa e falamos sobre um mangá escolhido pela Jéssica Yukinaime, vencedora de um concurso cultural passado, e falamos sobre o yaoi (?) Copernicus no Kokyuu! Lembrando sempre que o quadro Mangá Enquadrado analisa uma obra COM SPOILERS, então no momento em que falarmos para você que não leu a obra parar de ouvir o podcast, pare de ouvir o podcast.

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Sugestões de pauta, sugestões de leitura, dúvidas, elogios, críticas, Recomendação do Ouvinte em áudio, qualquer coisa! O email para contato é: contato@aoquadra.do

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Cronologia do episódio
(00:00:27) Copernicus no Kokyuu
(01:25:45) Leitura de Emails
(01:43:00) Recomendação da Semana – Antique Bakery

Download (CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE E ESCOLHA A OPÇÃO “SALVAR DESTINO COMO…” OU “SALVAR LINK COMO…”)

21 Respostas para “Mangá² #96 – Copernicus no Kokyuu

  1. Se sabe quando o negocio é bom, quando não leu o mangá, não pretende lê-lo, mas não só escutou-o até o fim como também enquanto escutava sentia vontade de ler o que sabe que sinceramente não vai.

      • Nem eu, na verdade… não, zoera! Gostei do podcast msm não tendo interesse pelo mangá escolhido, nem conhecia. E tbem fiquei com uma certa vontade de lê-lo enquanto escutava. Não vou ler já, para não atropelar outras coisas, só. Resumindo, acho do caralho me fazerem ter interesse por algo q não estava afim. Às vezes vou atrás de algo q me interessa, e conseguem tirar o meu tesão.
        Um abraço pra você tbem! 🙂

  2. slow poke repor(sei la como se escreve isso)cheguei nos capitulos atuais de toriko ate que esta legalzinho,estou quase terminando de ler punpun ate o momento esta muito foda apesar de eu ainda não entender qual o lance do pegaso e comecei a ler dorohedoro de tanto que o judeu falava e achei muito foda

    sobre o cast não encontrei o mangá em portugues ,então tudo que fiz foi dar uma foleada pra observar a arte ,que por sinal é um negocio bem alternativo ,pelo que voces falaram no cast deu pra entender bem a historia apesar de não ter lido

    sobre o cast de madoka enntão o anime já é complexo demais dai vem o terceiro filme pra twerminar de explodir a sua cabeça ,melhor deixalo de lado mesmo ,tem tanta coisa naquele filme que daria um manga enquadrado só dele

    sobre a recomendação de primeiros capitulos ,na proxima vez voces podiam pegar só mangás que voces nunca leram

  3. Assim que vocês lançaram o podcast fiz uma maratona de Copernicus e li tudo de uma vez. A obra é bem mediana, com um enrendo quase consistente e uma arte que compensa as vezes que os diálogos estão enfadonhos. Enfim, é um dramalhão que mostra apodridão das pessoas (e como: incesto, prostituição, exploração, incesto de novo, banalização das relações), com um final que conseguem subverter o mostrado na obra até então. Concordo com vocês o quão babaca foi ter transformado o mestre do circo no “herói”; achei uma redenção meio forçada.
    Comentário meio off-topic: as pessoas tem alguma tara com baba escorrendo dos lugares? Porque é um padrão que se repete aqui e em algumas outras obras… haha

  4. slowpoke report:
    Terminei Kokou no Hito. Muito bom mesmo. Eu só achei que o final deveria ser com a [SPOILER], mas tá valendo

    To quase terminando Hikaru no Go, mas estou gostando muito do mangá

    • Dei uma cesurada aí, desculpa, tava gratuito demais, mas discordo, achei o final bem adequado.

      Não sei se leu a entrevista do autor no último volume, mas lá ele explica que no livro na qual a obra é baseada, o final é aquele que que você desejou e explica o porque de ter mudado, é bem interessante, dê uma conferida se tiver a oportunidade depois.

      • é mais pelo fato que eu li os capítulos finais na vibe que esse final ia acontecer, o que me decepcionou um pouco(eu gosto muito quando isso acontece, por algum motivo). Mas não que o final tenha sido ruim

  5. Achei escroto que a redenção dos personagens no final do mangá estava geralmente relacionada à uma concepção moralista e ultrapassada de felicidade. Ficou até parecendo que a homossexualidade dos personagens fazia parte de seus desvios morais, já que até o degenerado líder do circo se tornou o Robin Williams em Gênio Indomável depois que começou a se relacionar com uma mulher, a mesma que, não por um acaso, terminou ficando com o Ninho de Pássaro depois que este deixou os problemas causados pela culpa de ter matado o irmão para trás.

    • Não tinha pensado por esse viés, realmente a todos ali foi mostrado uma redenção que só foi possível através de um relacionamento homem-mulher. O que é muito maluco se parar pra pensar qual o nicho que a história pretendia atender… mas realmente dá uma cara um pouco diferente quanto ao final.

      • Nem tão maluco assim, se você for pesquisar vai encontrar que “era só uma fase” e “they are only gay for each other” são clichês do gênero. Tem a ver com o fato de que as leitoras precisam ter a esperança de que vão encontrar um cara sensível, andrógeno e ligeiramente homossexual que irá se interessar por elas, mais ou menos como funciona com lesbian chic para os homens.

  6. Me esqueci completamente, mas me lembrei. Poderia rolar mangagrafia do Obata(daria pra discutir bastane coisa) e não exatamente mangagrafia(já que não dá pra fazer uma descente com esse cara, mas gostaria que fizessem um podcast conversando sobre as melhores/mais importantes obras de Osamu Tezuka

  7. Será que vcs poderiam fazer uma mangrafia sobre o Go Nagai ou Masakazu Katsura? Seria bem interessante, pois esses autores são relativamente bem conhecidos e cada um deles teve sua devida importancia no mundo dos mangás.

  8. Vou sentir falta de vocês desviando totalmente do tema na hora de escolher o nome do programa.
    Esse mangá tinha alguns problemas mas eu achei que seria interessante de discutir além de ser a primeira obra relevante da Nakamura Asumiko e tem umas cenas isoladas que me marcaram bastante. Seria legal ler Utsubora por exemplo para ver a evolução da autora, mas como não tem scans, só edição física da Vertical eu não vou recomendar.

  9. Essa classificação do Japão por demografia eu desconsidero, um mangá feito para meninos, meninas,adultos ou meninas que querem ver meninos se pegando e vice-versa não funcionam na prática, que nem pokemon,destinado para crianças, mas atinge todos os públicos, o eu mesmo, um homem de 26 anos com maior cara de bandido, mas gosto de alguns yaois, feitos pela Asumiko Nakamura e Suginko Nakamura. O que é interessante é aquela velha classificação literária que funciona sempre: ficção,aventura,romance,drama psicológico,suspense,terror e por aí vai, tendo enfoque mais temática da trama, não em um público no visa atingir que muitas vezes sai desse parâmetro.

    Sobre Asumiko, achei seus traços e histórias bas tante expressivos. Os que li, foi aquele lado bom da vida como Dokyusei e Sora to Hara, que sai do feiticismo de papo dominador e dominado,o que há é um relacionamento entre dois caras, um descobrindo a sexualidadde em Doukyusei, e o outro com um homem mais velho lidando com o problema de se apaixonar por alguém novo e está ciente da encrenca que isso pode gerar. Não há uma dita moralização na obra dele, há pessoas que às vezes dão certo na vida outras vezes não e que seu aspecto emocional é refletido nos seus rabiscos. A angustia em ser um transgênero na década de 50 com a vida tacando o que há de pior desde o berçário, como J no Subete. A sensação que fica que a felicidade são pequenas pausas em uma estrada melancólica no qual deve aproveitar bem esses pequenos momentos com o ser amado.

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