Mangá² #95 – Mangagrafia: Usamaru Furuya

Sejam bem-vindos ao episódio _ do Mangá², o podcast semanal que quebrou a inércia das mangagrafias.


Neste programa, Judeu Ateu e Estranho recebem a visita do Boxa para reviverem um tema de podcast que a muito estava parado: o Mangagrafia! Nesses programas, conversamos e opinamos sobre todas as obras de um determinado autor, bem como seu estilo, evolução, temática, e tudo mais que for relevante! Vocês podem conferir os outros programas do tema clicando aqui.

Desta vez, o autor escolhido é Usamaru Furuya, que fez obras como The Music of Marie, Palepoli, Genkaku Picasso e muitas outras que falaremos ao longo deste podcast.

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Cronologia do episódio
(00:00:27) Mangagrafia: Usamaru Furuya
(01:25:45) Leitura de Emails
(01:43:00) Recomendação da Semana – Adolf

Download (CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE E ESCOLHA A OPÇÃO “SALVAR DESTINO COMO…” OU “SALVAR LINK COMO…”)

26 Respostas para “Mangá² #95 – Mangagrafia: Usamaru Furuya

  1. Dele eu li esses:
    Bokura no Hikari Club
    Genkaku Picasso
    Jisatsu Circle
    Kanojo o Mamoru 51 no Houhou
    Litchi Hikari Club
    Marie no Kanaderu Ongaku
    Ningen Shikkaku
    Palepoli
    Plastic Girl
    Shounenshoujo Ryouryuuki

    Desses, o que eu achei melhor foi Music of Marie, e meu favorito é Genkaku Picasso, mas logo atrás vem No Longer Human. Os que eu MENOS gostei, foram Bokura no Hikari Club e Litchi Hikari Club, se litchi já era estranho, bokura foi totalmente dispensável, até me arrependo de ter lido. De qualquer forma, irei ler o short cuts e o hapiness.

    Ah, eu tenho scans de No Longer Human, se alguém se interessar, posso fazer upload.

  2. Essa aí não esperava, o mangagrafia já estava parado há tempos. Que bom que continuaram.
    Sei que é chato falar e que é difícil dos horários baterem, mas espero que por meio da série os antigos participantes apareçam aos poucos.
    Vou escutar agora!

    Abraço!

  3. Começando com o Slowpoke Report: Li All rounder meguru e achei legal, o mangá é bem direito e até onde estou (cap.43) está ok. Mas ele tem ajudado na minha teoria que mangakás de obras de luta tem um dificuldade gigante em desenhar mulheres.

    Como já tinha dito anteriormente nesse ultimo ano me apaixonei pela NBA e agora resolvi ler Slam Dunk, estou no cap 50 e estou gostando bastante. ele é engraçado e constrói bem os personagens e suas relações sem deixar a obra chata. E ele faz muitas referencias obviamente a NBA o que ta deixando tudo bem legal.

    A JBC me convenceu a comprar Hoshi no samidare, por ser um coleção e curta e resolvi dar uma nova chance para obra. Relendo o 1º volume gostei, mas o 2º volume foi meio bléh, mesmo com a morte de um dos personagens não me cativou. Mas vou dar um chance e continuar a coleção pelo menos até o volume 4 para ver se melhora.

    Nunca li nada do Furuya, apenas vi o filme do Clube do Suicídio, o argumento é bem legal, mas o filme não desenrola bem e acaba sendo bem mediano.

    • Bem, como esse teoricamente é o único manga de luta do Hiroki, sendo que antes ele fazia quase sempre Drama/Yakuza/Sci-fi, nao sei bem se ele seria um autor que se encaixa nessa categoria, mas entendo o que quer dizer em relação as mulheres.

  4. Bom, gostei muito do podcast, só acho que faltou aquela listinha marota no post com todas as obras do autor. Do Furuya só li A música que Maria Faz e confesso que gostei muito da obra. Vou dar uma conferida nos outros títulos citados, isso quando estiver em casa sozinho porque do trabalho não seria recomendado.

    Aliás, uma coisa essa revista Manga Erotics F, só sai coisa com apelo sexual infantil. É uma revista para pedófilos e simpatizantes? Falo isso porque fiquei meio chocado ao ler A girl by the sea, do Asano, da mesma revista, e que tem umas cenas bem fortes ( a da ducha, p. ex).

    • (É a mesma Jessi de antes)
      Eu já li alguns mangás dessa revista (que faleceu um tempo atrás). Digamos ela é só muito liberal nesses assuntos além de permitir mangás com conteúdo bem pesado.
      O mangá que eu indiquei é dessa revista, não tem pedofilia mas tem umas cenas chocantes, além de ter públicado outro mangá da autora que não é yaoi mas é bem forte. Fora Aoi Hana por exemplo, que mesmo sendo leve (eu acho) é yuri, e por aí vai.

    • Pior que eu até comecei a fazer a listinha, mas vi que os nossos papos ficavam indo e voltando tanto que desisti. (e assim talvez até seja melhor, força a ouvir tudo e tal)

      E a Manga Erotics F é a revista com erotics menos erotics possível, é tudo maluco. O F deve ser de Freak.

  5. Litchi☆Hikari Club tem até fanart aparecendo por ai vez ou outra então deve ter ficado popular mesmo. Não gostei muito na época que li, mas foi interessante, acho que talvez se eu lesse hoje teria uma opinião diferente;
    Um dia leio o resto das obras;

  6. podcast inesperado ,enfim nunca li nada do furuya mas e3sse podcast despertou meu interesse
    sobre a conrad ate hoje é um misterio a forma que ela escolhia os mangás a serem publicados, já que veio coisa que é tão alternativa ate mesmo pros dias atuais em que mangá é algo bem mais difundido na cultura brasileira
    tenho minha teoria que simplesmente ligavam pra um japa e perguntavam que mangá rele estava lendo dai publicavam

  7. Slowpoke ou pouco Report! (não faço idéia do como se digita isso e estou com preguiça de procurar no google) ultimamente eu tenho lido: Ultimamente tenho lido: Beck de Harold Sakuishi, Umibe No Onnanoko de Inio Asano, e terminei Planetes de Makoto Yukimura. Gostaria de criticar o hipe que o Estranho fez em Solanin, não foi o que esperava,e aposto que eu ia gostar bastante se ele não fosse tão hipado. Muito obrigado Estranho,por ter estragado mais uma pobre e inocente leitura alheia. Vlw Flw.

  8. Olá, Slowpoke Report:

    Yunagi no Machi, Sakura no Kuni(Hiroshima, cidade da calmaria)-gostei, achei diferente do que eu pensaria de um mangá de Hiroshima. Só me confundi quando mudou a personagem, mas depois fez sentido.

    Gon-Muito divertido, engraçado e a arte é belíssima. Realmente ótima recomendação

    Hotel-Finalmente achei algo que gostei do Boichi. Obrigado pela recomendação. Só achei a última história um pouco mais capenga(a não ser que ela tenha um mega-simbolismo que eu não peguei) mas no geral muito bom.

    Omoide Emanon-Sem palavras

  9. Gostei da participação do Estranho no Shonen Quest,espero que vc apareça por lá mais mais vezes. Gostaria de fazer algumas perguntas ao Judeu Ateu…Posso?(ai vai mesmo assim) 1 Oq vc acha da guerra entre Israel e palestina? 2 vc que faz as traduções do Dorohedoro pela fuji scan? 3 Pq vc gosta tanto de Dorohedoro? sério! explica please. Muito obrigado por me apresentar mais um grande mangáka que eu nunca ouvi falar, vcs são demais,abração!

    • Sobre a palestina, não tenho saco de comentar extensivamente sobre o assunto aqui, se quiser a gente bate um papo no twitter, mas basicamente acho que Israel exagerou, mas infelizmente é assim que a guerra é confrontada lá mesmo, não é a primeira vez que isso acontece, nem vai ser a última.

      Já traduzi para o Fuji-scans, infelizmente parei com Dorohedoro por questões de tempo, me desculpe por isso.

      Gosto de Dorohedoro porque acho um mangá bem estéticamente diferente, bem trabalhado e realmente ousado. TEm uma boa mistura entre, aventura, drama e uma comédia inteligente e pontual. Quase todos os personagens são carismáticos, realmente únicos e interessantes. O constante suspense e os inesperados twists da história, me deixam tenso e curioso pra saber o que vai acontecer a cada página.

  10. Entre as obras citadas li apenas três: Genkaku Picasso
    Music of Marie e Palepoli. E a minha favorita é Genkaku Picasso.
    Particularmente, me interessei bastante pelas outras obras do autor, em específico, a favorita do Judeu, Plastic Girl. Com certeza vou atrás.
    Essa característica empírica do Furuya é sensacional. Mesmo na jump square (?), como todas as limitações de público, ele conseguiu trazer um puta valor autoral pra uma de suas obras.

    Maratonei todos os “autores” que comentaram nas mangagafrias anteriores, espero que continuem com a série com gaps um pouco menores. (E chamem o Zé!)

    Btw, my body is ready for punpun’s cast!

  11. Parabéns pelo cast! Muito legal mesmo, irei ler Jisatsu Circle e Music of Marie.
    Ah, certa vez o Judeu falou sobre gravar enquanto lê algum capítulo, isso já existe, ta aqui o link!

    E nao, a voz do Estranhow não é parecida com a do Rafinha Bastos kkkk.
    Obrigado!

  12. Um Slowpoke Report e uma infelicidade:
    Cat Diary,Donten Prism Solar Car,Stardust Memories,Music of Marie,Hotel,Omoide Emanon,Blame,Abara,Kokou no Hito e Umibe No Onnanoko.

    A infelicidade foi tentar ler o mangá de Madoka, como eu não assisto anime com facilidade resolvi pegar e ler,eu estava com pé atrás porque não havia gostado da arte do mangá,no segundo capitulo eu parei.

  13. Queria fazer meu Slowpoke Report que eu li Adolf antes da recomendação, mas hoje eu finalmente li Hiroshima na Cidade da Calmaria,

  14. Esse Mangá² foi o mais longo que teve, eu gosto as obras desse autor principalmente o The Music of Marie, que já fiz review (http://wp.me/p34Uy2-bv), fiquei interessado em mais mangás do autor como esse Genkaku Picasso, Plastic Girl e no de comédia, vou atrás e o que achar bom eu vou fazer review.

  15. AH! Music of Marie. Que história fantástica! Li por recomendação de vocês e chapei o coco. Fazia um bom tempo que uma história tão bela não caia na minha mão. Obrigado.

  16. Estou muito atrasado, e de qualquer forma não tenho como reconfirmar as informações porque minha referência eram os mangás que eu tinha do autor que hoje não tenho mais pois foram queimados na fogueira santa pelo próprio Jesus.

    O Furuya conheceu o Suehiro Maruo no início da carreira, melhor, antes dela. Quando ele era recém formado ele não tinha rumo, foi se deixando levar pelos amigos e conhecidos e experimentando, inclusive com teatro e assim ele se meteu no meio do grupo do Suehiro. Se não me engano foi ele quem sugeriu ao Furuya desenhar, era uma forma de ele expressar sua arte.
    Litchi☆Hikari Club parece que era uma história que aqueles malucos escreveram e transformaram em peça. O Furuya apenas pegou aquela peça e transformou de volta em história em formato mangá. Foi meio que uma homenagem, acho.

    Picasso foi feito a convite do editor da revista. Ele queria que o Furuya publicasse algo lá e convencer ele a fazer o que tivesse vontade.

    No Longer Human é baseado em um dos livros mais clássicos do Japão e bastante famoso, é o equivalente a Crime e Castigo de lá.
    A explicação de vocês não ficou muito claro, no mangá o Furuya finge que é uma “história real” contada em um blog que um leitor recomenda para ele. Ele está no estúdio dele e resolve ficar até mais tarde para ler o blog e o que vemos é o que está narrado ali. Ao final o Furuya fica curioso com o destino da pessoa daquela história porque o blog não conta (bom dizer que o texto do blog é apenas a biografia que o próprio sujeito escreveu para contar em livro e um amigo colocou na internet depois do sumiço dele), o que foi um forma de o Furuya mudar o final da história original, que ele não gostava e achava muito pessimista. Ele dá outro final onde ele mesmo vai em alguns locais da história que ele identifica para perguntar se alguém sabe o paradeiro do sujeito.
    O mangá não foi publicado espelhado pela Vertical, foi o próprio Furuya quem redesenhou tudo por decisão pessoal dele.

    Eu pessoalmente prefiro as séries mais mainstream dele. Ele pode até poder fazer algo mais artístico e complexo, mas para quê? para ficar confinado ao underground para sempre como um Suehiro Maruo? Essa é uma boa saída para uma suposta crise de qualidade nos mangás, para quem diz que não trazem nada de novo, são superficiais, manjados, etc. Peguem esses caras do Underground e coloquem eles para fazer algo comercial. Eles não conseguem se livrar de toda a bagagem artística e crítica deles, daí que sai um Picasso, algo bobinho mais anos luz dos shounens comuns.

    Falando em autor mainstream, comentem algo sobre o Daisuke Igarashi.

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