Mangá² #89 – Comédia e Humor

Sejam bem-vindos ao episódio fibonacci do Mangá², o podcast semanal sobre mangás que nunca te faz rir.


Neste programa, Judeu Ateu e Estranho se unem para falar de forma pouco engraçada sobre aquilo que é (ou deveria ser engraçado): comédia e humor, tanto de forma geral quanto aplicado aos mangás (aquele formato que você já não acha mais graça).

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Cronologia do episódio
(00:22) Discussão Semanal – Comédia e Humor
(27:00) Leitura de Emails
(46:00) Recomendação do Ouvinte – Eu Mato Gigantes, por Zeh.

Download (CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE E ESCOLHA A OPÇÃO “SALVAR DESTINO COMO…” OU “SALVAR LINK COMO…”)

27 Respostas para “Mangá² #89 – Comédia e Humor

  1. Eu curto comédia, mas principalmente como sub-tema, ou tema parcial. Mangás que são voltados apenas para piadas não me fazem rir, mas isso vai no mesmo motivo pelo qual não consigo rir de besteirois americanos. Acho que quando a coisa é só comédia, ela perde um pouco a força.

    Como imbecil que sou, vou me entregar dizendo que acho engraçado o “Okama Way” apesar de eu achar várias piadas de traveco em OP “sem graça”. Entretanto, não julgo quem acha engraçado nesse caso, pois não é muito diferente do motivo pelo qual gosto do humor de One Piece. OP usa muito o sistema de piada por repetição, tanto que o Zoro se perder, só comecei a achar engraçado depois de muito tempo, e o mesmo vale para as “piadas de cada personagem” (incluindo as risadas estranhas).
    Tá, falei muito e não disse nada, o motivo que acho engraçado Okama Way é o motivo pelo qual outros acham ruim. É idiota e estúpido, existe uma linha pessoal pra cada pessoa (teoria minha) que separa a estupidez entre “Facepalm” e “Engraçado”, e ela é muito relativa. Se uma coisa é um pouco idiota, a pessoa pode achar engraçada, se a coisa ser apenas idiota ela torna-se “facepalm”, mas se o autor quebrar a barreira da idiotisse, ela volta a ser engraçada. Pra mim o Okama Way fica na primeira camada, acho apenas um pouco idiota logo acho engraçado, os travecos no geral eu acho idiotas, logo “facepalm”, agora o Franky se fundindo com o Usopp, Chopper, Zoro e Sanji para formar um robô gigante, pra mim extrapolou tanto o limite da idiotisse, que eu achei engraçado.

    Ainda assim, minhas piadas preferidas são as referenciais, ou as “sátiras”. Tanto que concordo que me divirto muito com o humor de Lúcifer e o Martelo e com o Luffy imitando a tripulação (que se eu fosse botar numa balança é MUITO mais engraçado que o Okama Way pra mim). Esse também é o motivo pelo qual eu rio demais em Needless, o humor é composto básicamente de referência e sátira com os os gêneros comuns aos Shonens.

    Tá, já me extendi demais.

    • Eu tenho um ponto de vista diferente em relação à piada do Okama Way.Não acho engraçadão,ou dou risada só por ter um traveco ali na história,mas gosto de como essa piada é tratada no mangá,é algo tratado com indiferença.Até pq,ser Okama no mundo de One Piece é uma das coisas menos bizarras q vc pode ser,levando em conta q tem um homem q é uma jaqueta e uma mulher q produz sabão da pele.
      E vejo q outros mangás do mesmo gênero tem um pouco de receio de fazer um personagem okama e elevar suas características ao extremo,até ficar bizarro.E One Piece dribla isso de forma tão bem,já q o protagonista e a maioria dos personagens q o seguem simplesmente não ligam para o quem é a pessoa,se ela é qualquer coisa bizarra ou até mesmo se já foi um antagonista,e faz disso dessa piada um recurso bom.
      Acredito q quando foi apresentado o primeiro okama na obra,o Bon Clay,foi só uma justificativa para ter alguém q lutasse quase no mesmo estilo do Sanji,para assim ter aquele combate entre os dois.Aparentemente a ideia original era um homem q dançasse balé,e por isso dele lutar com os pés,e se amarrando ao estereótipo do afeminado q pratica balé,o autor resolveu exagerar de vez e surgiu um okama para a história.
      Mais para frente essa coisa de okama deixa de ser uma piada e se torna algo importante para o arco em q a ideia é mais desenvolvida e não é usado mais como motivação de nenhum personagem “ser okama”,partindo para o lado mais da personalidade e relação entre os personagens mesmo.
      Depois as piadas relacionadas a okamas só voltam quando o Sanji vai para a ilha deles.Mas acredito q a piada na ilha não seja de todo mundo lá ser okama e tals,mas sim,ser justamente o cozinheiro mulherengo cair numa ilha daquelas.
      Então,a piada em q vcs se referem no podcast,pode ter sido somente para dar início a um conceito na história,e pode nem ser interpretada como piada.

      Bom,é isso,só apresentando meu ponto de vista em relação a este assunto,depois eu volto para falar das outras coisas discutidas no podcast. :v

      • Opa, na verdade eu não tenho um ponto de vista diferente de ti, eu concordo contigo. No meu ponto de vista os “Okamas” funcionam na história do Oda, e ele consegue surpreender com isso. O Bon Clay é um dos meus personagens favoritos do mangá, e ele ser um okama, é algo que não me importa, porque ele está bem inserido no universo maluco do Oda.
        Só pra comentar, o ponto do meu post era exclusivamente quanto à “piada” e a “graça dela”, pois exite uma piada Okama em One Piece, mas isso também tem outro contexto extra-piada que eu acho muito bem construído.

  2. essa semana resolvi ler solanin ,e sinceramente me foi uma grande decepção , antes que me perguntem tenho 21 e passei pelas mesmas experiencias dos personagens e consegui entender a mensagem que estava sendo passada, solanin não é ruim é bom. mas não é tudo isso que falam não é ótimo nem espetacular mas simplesmente bom , acho que fui com muito hype em cima da obra e isso prejudicou minha experiencia de leitura
    agora vou começar a ler punpun outro mangá hypado do inio asano ,vou ver se punpun é realmente tudo isso que falam,

    agora sobre o tema do podcast
    são poucos mangas e animes que eu realmente gosto da comedia ,nunca dei risada em one peac ,reborn,dr slamp
    mas gosto da comedia de classe do assasinato e one punch man ,tambem tem um anime de comedia nessa temporada que acredito que sou o unico que esta curtindo mangaka assistente uma comedia pastelão envolvendo echi ,a maioria dropou esse anime logo de inicio dizendo ser sem graça ,mas eu estou simplismente adorando

    no fim a verdade é que a comedia acaba sendo algo totalmente pessoal nem sempre o que é engraçado pra min vai ser engraçado para outros

    • Ceis é meio mongão, lê algo pra se enturmar e acha que o resultado vai ser qual? Deveria ter lido Solanin quando tivesse mesmo afim, é um mangá , sim, acima da média. Também acho que Solanin é só boa literatura, essa vibe de que se tem que ter vivido certas experiencias para melhor desfrute da história, é só coisa do Estranho sendo estranho. (Usei a palavra vibe, sou degradante…)

      • Rapaz, não é coisa minha só não. Já chegou alguns emails de gente que leu Solanin quando recomendamos quase 2 anos atrás e que foi reler recentemente, tendo se formado no ensino médio nesse tempo, e que a experiência foi diferente. Queira ou não, sua própria experiência de vida vai mudar a percepção da história (Mas não cai ser só isso também, claro).

      • eu fui ler pois estava realmente afim ,já que recentemente adquiri o mangá ,e de fato é bom como eu disse anteriormente ,mas não é o mangá definitivo da da vida como muitos falam

  3. Comédia é algo complicado, tem um programa de humor japonês chamado Gaki no Tsukai, onde tem diversas piadas com pessoas que eu não entendo, mas também tem a comédia física, as de situação, jogo de palavras, dá pra ver bem nesse vídeo de 24 minutos: https://www.youtube.com/watch?v=zR9I0E29RIo

    É possível rir de mangás, mas acho que só em caso de situações, como em Prison School, dorohedoro, e principalmente Sidonia no Kishi, eu me mijo de rir nesses três.

    Sobre a recomendação da semana, eu gosto bastante de i kill giants, é uma ótima hq curta e tal, também gosto de uma música baseada na hq.

    http://adamwarrock.bandcamp.com/track/i-kill-giants

  4. ¹ Considerando a clássica trinca, diferentemente de Naruto e Bleach, que após certo ponto tornaram-se mais sisudos e dramáticos — prejudicando posteriores tentativas de alívio cômico (convenhamos, caretas e piadas à esta altura do campeonato despertarão apenas a nossa frustração) –, One Piece jamais abandonou o bom humor, a despretensão, nunca “traindo” o leitor manchando o comportamento dos personagens (setecentos capítulos depois e, mesmo com o mundo desabando, Luffy ainda para tudo pra se deliciar com uma quentinha). Certamente está longe do tipo de coisa que nos fará gargalhar até a bexiga pedir arrego, mas conta muito para o equilíbrio da história.

    ² Concordo que muitos gags, principalmente aqueles que se apoiam no humor textual, não têm tanta qualidade visual (nem precisam). No entanto — apesar do comentário no podcast não ter sido mal-intencionado –, discordo quanto ao exemplo citado: Dr. Slump
    (quiçá o maior botão de “foda-se” da história da Jump e tido por muitos como “the last non-manufactured hit” (ui)), já que seu viés caricatural — atípico, se comparado ao padrão dos desenhos da época –, é o grande atrativo, indispensável para o funcionamento das situações — além, é claro, de ser responsável por grandes momentos do Toriyama como ilustrador (expressividade pura: http://imgur.com/20kvapr) e fundamental para moldar a estética ímpar de Dragon Ball e permitir a abrangência do seu legado. Assim, da mesma forma que DB soube aderir à pancadaria sem precisar ser gore e “anatômico” como um Hokuto no Ken, a turma da Vila Pinguim conseguiu tratar dos instintos mais primitivos (cagar, trepar, morgar) sem precisar pôr um freio à espontaneidade ou parecer repulsivo; graças ao talento do autor com linhas, formas e tons. Ou seja, o estilo pode não agradar a todos (acreditem, as aventuras de Arale & cia não são uma ode à coprofilia, LOL), mas traço ruim e mal feito sem dúvida não é ;).

    Bye-cha! o/

    • Por isso que fui cheio de tatos falar de Dr. Slump: porque sei que tem muita gente que gosta e, principalmente, que provavelmente é bom mesmo. Mas é que era um exemplo de fácil identificação pra exemplificar a piada de cocô. Na verdade eu tava pensando em usar Midori no Makibao mas achei que ninguém ia reconhecer (nem eu li, na real, só conheço de imagens), então fui pro lado mais óbvio.
      E sem dúvida que não é traço ruim nem mal feito. Inclusive isso é até algo bastante desprezado pela galera afora, mas o Toriyama é um quadrinista incrível. Recentemente teve um post no Kotaku e um num Livejournal que vi falando sobre algumas escolhas estilísticas dele e como eram a melhor possível pra situação analisada. Vou ver se acho os links depois.

  5. E-e-eu rio sozinha… e muito… acho que tenho probleminhas…
    Minhas maiores experiências com humor japonais é com Yotsubato, Azumanga Daioh, nonsense, ATÉ FUCKING LUCKY STAR, e mangás que não são de comédia em si. Curto uma coisa pastelona, rio pra caralho e às vezes acordo no meio da noite rindo de alguma merda que li durante o dia.
    Entendo o humor como algo extremamente pessoal, e vários tipos me interessam. Sou fácil pra rir, inclusive eu realmente compraria o livro de bom-dias do judeu só pra ficar rindo feito uma maluca sozinha. O que mais me intriga no humor é como rimos de piadas que nos fazem rever momentos de nossas vidas, quando existe essa identificação com o receptor. Ao mesmo tempo que me intriga os momentos de total ausência de significação ou semelhança com o cotidiano, o nonsense. No fim, qualquer coisa inesperada, ou até mesmo repetida incansavelmente pode gerar um riso. Ou não.
    Citando Monty Python, eu realmente consigo ver graça naquilo, apesar de não soltar uma gargalhada.
    E o legal é que esse podcast saiu na semana em que eu decidi criar uma página para postar minhas tirinhas de humor suspeito.
    Quem quiser conferir, tá aqui o link -> https://www.facebook.com/TirinhasPaVePaCume

  6. “aqui no ocidente a gente tem essa cultura do sexo muito mais LIBERAL, diferente deles que tem criação budista e tudo mais…” lol
    Nossa, esse podcast foi absurdo. Conheço varias pessoas que “não gostam de humor americano” de jeito nenhum, outros que não gostam de humor inglês, mas esse papo de la bla bla cultural , “eles ainda estão chegando no nosso nível”, como vocês falam isso?
    Na boa, esse foi o pior de vocês até agora. O pior é vocês falarem como se tivessem falando por todo mundo, ou pelo “ocidente”. Essa é a opinião de vocês, muita gente acha vários mangás e animes engraçados. Que eu acho engraçado alguns: GTO, Tonari no seki-kun, Gundam Sousei, azumanga daioh, etc.
    EU acho engraçado, você não tem que achar, muito menos se achar maduro por ter um senso de humor diferente ou nenhum senso de humor.

    • “eles ainda estão chegando no nosso nível”?
      Eu não lembro de ninguém ter falado essas palavras, e tenho certeza que se foram faladas exatamente desse jeito, está faltando algum contexto aí, porque não lembro de nenhum momento em que nossa intenção ser essa.

      “O pior é vocês falarem como se tivessem falando por todo mundo, ou pelo “ocidente”. Essa é a opinião de vocês, muita gente acha vários mangás e animes engraçados. ”
      E a gente também, ué!

      “EU acho engraçado, você não tem que achar, muito menos se achar maduro por ter um senso de humor diferente ou nenhum senso de humor.”
      Tem certeza que ouviu o podcast inteiro? Ouviu prestando atenção de verdade? Porque não tá parecendo. Não falamos por todo mundo, falamos de forma generalizada e com aspas o tempo todo; não falamos que ninguém acha vários mangás e animes engraçados, nós mesmos citamos casos que achamos engraçados; não relacionamos maturida a tipo de humor, no máximo dissemos que sua maturidade influencia seu tipo de humor.

      Você tá muito alterado, vai tomar um suco, cara, dar uma relaxada.

      • Eu ouvi e prestei atenção. E por mais que lendo meu post realmente parece que eu estou alterado, eu não estou.
        “Eu não lembro de ninguém ter falado essas palavras” – e não falaram mesmo, isso foi o que eu entendi de sua teoria de “onde é que vem esse humor escatológico dos caras (japoneses)” minuto 17:00. “O humor deles para nós é infantil” minuto 18:27.

        Como eu disse eu não estou tão revoltado como possa parecer pelo que eu escrevi, mas esse assunto de humor realmente me incomoda essa postura. Gosto do humor de diversos lugares e tipos e sempre quando eu falo de algum especifico sempre tem alguém para:
        1) dizer que o humor do povo x é superior objetivamente
        2) julgar o humor do povo x por uma obra que viu e não gostou
        3) se achar superior por não achar nada engraçado em nada ou por achar que tem um senso de humor “refinado”

        Eu acabei identificando isso, eu posso estar errado mas é fato que a discussão foi fraca no podcast, o que na minha opinião o deixou ruim.
        O que eu quero dizer é: humor é questão de gosto, é melhor dizer um simples “não gosto” do que teorizar sobre uma sociedade baseada em mangá.

    • Ah, e sobre a parte do sexo liberal e da criação budista. Nem eu sei como budismo foi parar ali no meio da frase do Judeu, lol, mas da forma mais geral e vaga possível, o sexo é tratado com muito menos tabu aqui no ocidente (geral e vago) do que no oriente (geral e vago também, mas você sabe do que estávamos falando, né).

  7. Eu acho horrível piadas de trocadilho, mas gosto de várias piadas de One Piece , mas não do okama way.
    Agora falando sobre as recomendações: Acho extremamente difícil recomendar algo para vocês e principalmente para o seu publico, porque eles aparentam ser elitizados e uso tenho como base a recomendação do Leonardo Kitsune o Red Garden que achei uma obra muito interessante, mas parece que não agradou quase ninguém que escuta o podcast, porém como estão precisando e gosto do projeto irei pensar em algo.
    Decidi escrever porque talvez mais pessoas pensem assim.

    • Quanto a recomendação, pode ficar tranquilo, se você achar bom e tiver justificativa plausível, vamos colocar, nem que seja pela experiência. O que acabamos só relutando mais em usar é recomendação de mangá muito longo, porque como recomendamos toda semana, não dá tempo da galera ler tudo. Fora isso, pode mandar bala!

  8. To baixando ainda, mas queria deixar um aviso: a “thumbnail” que aparece na entrada do site está errada (está com o numero 88).
    sim, provavelmente este meu comentário foi idiota, mas, não sei se alguém viu isso.

  9. Olá.
    Nunca GARGALHEI lendo um mangá. No máximo ja dei uma risada de duração mediana lol tipo uns 5 “ha”.
    Não sei se ja aconteceu com alguém, mas comigo acontece direto e é um pouco constrangedor. Eu leio muito, mangás, livros e revistas, e frequentemente, encontro uma passagem engraçada, em alguns casos eu externalizo oq achei engraçado, ou seja, dou uma risada. Mas a reação das pessoas a isso é muito estranha, parece q vc é louco só pq vc ta rindo do livro ou do mangá. N sei pq isso acontece, é como se só se pudesse rir de algo que outra pessoa te dissesse, sei lá… enfim…

  10. Aew Senhores! Estou sumido mesmo :x……minha vida anda corrida e/ou eu fico com preguiça de comentar kkk. Especialmente essa semana, eu estava bem para baixo com alguns problemas, mas ver que vocês colocaram minha recomendação me deixou bem melhor! Muito obrigado, fizeram minha semana mais feliz auhahuahuah….

    Realmente, eu não falei a sinopse da HQ no áudio o_O…..vou resumir então o que eu lembro kkk…

    Conta a história de Bárbara, uma menina meio avoada e fã de RPGs de mesa que acredita em criaturas mágicas e que ela é uma matadora de Gigantes. Bárbara está passando por duros problemas na vida, tanto em casa quanto na escola e cada vez mais se afunda no mundo fantástico dela, esse o qual nunca fica evidente se é ou não real. Cada dia que passa ela se prepara mais e mais para o dia em que terá que salvar o mundo do ataque dos gigantes, enquanto cada vez mais as pessoas a volta dela ficam mais preocupados com a menina.

    Pode parecer bobo, mas é uma história bem bonita que desperta um lado criança em quem lê.

    É isso amigos, muito obrigado por tudo! Posso não comentar mais muito, mas ouço vocês toda (ou quase toda) semana! Rumo ao programa 100!

    Abraço

  11. Agora sim eu deixarei um comentário de verdade….
    até hoje eu nunca li um mangá que me fizesse dar uma gargalhada “Cazalberto”, sempre era uma rizadinha de leve com 3 a 4 “ha”.
    O que me fez rir mais que eu me lembre é o dito cujo Dr. Slump, mas eu tinha 5 a 6 anos,alem de não lembrar quase nada dele (meio que tenho que ver se ele passa na regra dos 15 anos, mesmo eu tendo 14).
    se alguém tiver uma recomendação de um mangá engraçado “de verdade”, ficarei agradecido!

  12. Ah, queria aproveitar, eu comprei agora o vol.1 de Lúcifer e o Martelo, e lí a palavra do autor escrita especialmente para os brasileiros, e achei bem a ver com o assunto desse tópico:

    “Esse é um mangá originalmente voltado para o leitor japonês.
    Por isso, talvez tenham pessoas que vejam estranheza ao verem o modo de pensar, as falas, as atitudes dos personagens, bem como os hábitos e aspectos culturais nipônicos. Imagino também que a veia cômica dos brasileiros seja diferente da dos japoneses.
    Por isso, ficarei feliz se saborearem a história aproveitando a trama como um todo, superando esses pequenos detalhes culturais.”

    Um ponto de vista muito consciente! (esse autor é foda!)

  13. Pingback: Mangá² #123 – 4 Koma | AoQuadrado²·

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