Mangá² #86 – Pirataria

Sejam bem-vindos ao episódio pixar do Mangá², o podcast ilegal.


Neste programa, Judeu Ateu e Estranho conversam sobre o tema que permeia o mundo da arte moderna, a pirataria de obras artísticas! Seja filme, música ou, no nosso caso específico, mangás.

Nos acompanhe nesse papo que fala sobre leis, culpa, hipocrisia, mercado e limites éticos pessoais.

E na recomendação da semana temos um mangá clássico, bom, e que você só consegue ler pirateando!

Contato
Sugestões de pauta, sugestões de leitura, dúvidas, elogios, críticas, Recomendação do Ouvinte em áudio, qualquer coisa! O email para contato é: contato@aoquadra.do

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Feed

Cronologia do episódio
(00:25) Discussão Semanal – Pirataria

(39:40) Leitura de Emails

(61:00) Recomendação da Semana – Ashita no Joe

Download (CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE E ESCOLHA A OPÇÃO “SALVAR DESTINO COMO…” OU “SALVAR LINK COMO…”)

32 Respostas para “Mangá² #86 – Pirataria

  1. Eu não me acho hipócrita e nem culpado, leio por scan, leio por rip, e quando vem algo pra cá que não tem scan, acabo ganhando mais uma opção de título.

    E existe romances água com açúcar em formato de mangás, as merdas da HARLEQUIN, é bem no estilo dessas merdas.

    Slowpoke report: Li o primeiro volume de Oooku e tinha o que eu esperava: viadagem inerente de uma ideia de girico de colocar muitos homens num lugar só sem bocetinha. Foi uma leitura bem densa, muitos diálogos e explicações e eu adorei a Shogun, coisa mais fofa de todas, principalmente na cena em que o cara começa a chorar.

  2. Belo Layout e parabéns por unirem os blogs! Facilita pra gente.

    Parabéns pelo trabalho!

  3. Primeiramente, parabéns pelo novo layout, o blog está visualmente muito bonito!

    Quanto ao tópico principal do Cast:
    Tenho uma visão parecida, tudo depende de achar um equilíbrio. Acredito que é importante tomar decisões estando ciente das consequências.
    Ainda assim, não gosto de argumentos do tipo “Estou no Brasil e a obra é Japonesa, minha pirataria não afetará em nada”, isso eu considero um ponto de vista muito “descompromissado”, uma desculpa leva a outra, e daqui a pouco o cara tá pirateando uma possível obra nacional dando o argumento de “Leio obras estrangeiras de graça, por que eu pagaria por uma nacional?”.

    Outra coisa que acho importante ponderar, é saber o quanto aquela mídia lhe trás prazer. Digo assim, a pessoa adora mangás, se diverte muito com eles, será que aquilo não vale um pouco do dinheiro dela?

    Novamente, vai da balança de cada um, e como diria o velho deitado, generalizar é um erro em todos os casos.

    Quanto à leitura de e-mails:
    Eu concordo com o que uma das pessoas disse, no geral eu acho os personagens masculinos em shoujos “nada naturais”, não consigo ter empatia com eles porque eu nem consigo enxergar eles como homens, parecem apenas robôs. Ainda assim, foi depois de perceber essa falha dos shoujos, que eu comecei a perceber o quanto os shounens falham com as personagens femininas também.
    As vezes o personagem até faz sentido tematicamente, mas normalmente há falhas, pois esses personagens sofrem uma objetificação. (o problema é bem menor em joseis e seinens, obviamente)
    Não crucifico todo shoujo, me divirto com alguns inclusive. Last Game é um shoujo com muitos clichês do gênero, ainda assim vejo uma certa preocupação com os personagens, e eu gosto disso, não é uma super-obra, mas eu considero um ótimo shoujo for-starters. De shoujos fora-do-padrão tem Usotsuki Lily que eu pessoalmente me divirto MUITO. Usotsuki Lily é um shoujo de comédia onde a protagonista começa a namorar um cara, porém ele é um travesti. Já começa legal porque eles já estão namorando desde o capítulo 1, o foco fica realmente na comédia da situação inusitada da protagonista, a obra não possui nenhum “objetivo”, e isso faz com que a expectativa pelo capítulo seguinte é apenas de “o que será que ela vai inventar agora?” (e eu acho isso ótimo).

  4. Aaaaah recomendaram Saiunkoku Monogatari!! Eu AMO Saiunkoku! era a minha segunda opção de recomendação mas escolhi indicar Ooku hahaha
    Nunca li o mangá inteiro mas o anime é tão bonito! A história é legal, os personagens são legais, a trilha sonora é linda….
    Obrigada pra amigz que fez a recomendação!!! 😀 (muito bom gosto!)

  5. Li os volumes 2 e 3 de Ooku, recomendo mais ainda, e minha alma sofre por não ter mais scans depois do volume 4.

  6. parabens pelo casamento, digo união dos blogs

    sobre o tema creio que o problema não sejam os scans em si mas sim o espirito de porco da pessoa ,sempre vai ter um babaca pra dizer “pra que comprar se tem de graça na internet” conheço muitos que tem essa mentalidade
    eu tenho a politica de que se tem o mangá no brasil eu compro ,se não tiver dai recorro a internet o scan devia ser um ultimo recurso para o fã de mangá ,mas infelizmente virou essa palhaçada que é hoje

    ashita no joe ja foi publicado no brasil pela conrrad

      • eu tambem nunca vi ,mas rola essa historia que a conrade chegou a publicar o primeiro volume ,mas assim como voce eu tambem nunca vi

  7. Vou falar pela terceira vez, Estranho, não tem que registrar nada. Quando uma obra é publicada, ela recebe automaticamente proteção de direito autoral. Há órgãos de registro, mas só pra você ter uma prova a mais da autoria. Mas tem umas coisas que eu te falei antes que se pá tão erradas, tenho que estudar mais a questão.

    E é bom não confundir algo ilegal com um crime. Pelo que sei, receber material pirata no Brasil não é crime (essa parte varia de país pra país), mas copiar e distribuir é crime. Mesma coisa pra dorgas, pode consumir, que não dá nada (a não ser que você seja preto né rsrsrs).

  8. Ost para esse podcast:

    Francamente não tenho muita culpa de ler qualquer coisa na internet. Eu compro a mídia física quando posso. Já importei um mangá justamente por não ter scan ou coisa parecida na internet mas foi só porque já conhecia a autora então sabia que era uma compra segura. A pirataria dessas obras na internet acaba servindo mais como divulgação que como algo prejudicial, até por isso mangás mais desconhecidos publicados por aqui acabam vendendo pouco.

  9. Gostaria de recomendar a vocês o mangá do railgun (To Aru Kagaku no Choudenjibou), ele é mt bom e eu sinto que ele não merece o reconhecimento que é merecido, a quem assistiu o anime saiba que o mangá é toda a parte boa das duas temporadas, sem fillers. Enfim recomendo muito o mangá.

  10. Que droga, queria ter feito um comentário sobre o tema passado, mas acabei deixando passar de novo… enfim. Sobre esse negocio de pirataria, também só posso falar pelo que sei dos meus amigos, porque eu nunca consumi ou fiz nada de errado, e nunca voltarei a fazer.

    Esse é um assunto bem complexo e complicado mesmo, mas parece que vocês conseguiram levantar quase todos os pontos possíveis, nem tem muito o que acrescentar. Mais, tenho pra mim que todo pirata, na verdade é um consumidor em potencial. E prefiro pensar que as empresas é que não estão sabendo trabalhar com seu próprio produto direito.

    Hum… vou ver se consigo explicar meu caso, aliais, de um amigo meu. Eu gosto de mangá, estou sempre comprando vários títulos e inclusive já cheguei a importar alguns, porem hoje em dia só compro aquilo que quero colecionar. Não tem como comprar tudo que você quer ler. Então a gente acaba entrando na questão de “ver” o que está sendo publicado por aqui.

    Nem vou entrar no mérito do mangá que ainda não chegou no Brasil e que talvez nunca chegue. A questão é que tem muita coisa que você pode até gostar de ler, mas não tem a coragem ou o recurso para comprar. Sei lá, acho que seria algo parecido com comprar a Shonen Jump apenas para ler semanalmente algum mangá que você coleciona, e acabar vendo algum outro que não vai chegar a pegar o volume fechado.

    E sinceramente, não sinto a menor culpa e nem tenho nenhum pudor em ler um Naruto da vida por “meios alternativos”, por exemplo. O tipo de obra que eu não compraria, e se não pudesse ler nem emprestado, simplesmente deixaria de lado. Compro aquilo que mais gosto e que meu poder aquisitivo me permite, simplesmente.

    Hum… parece que estou dando voltas. Onde quero chegar é que, a pessoa pode até não comprar certo mangá, mas isso não significa que ela não compraria. Será que o meu amigo que não paga dez dilmas na nossa versão oficial de Naruto, pagaria esse valor pra ler esse manga e alguns outros em um serviço similar ao do Crunchyroll? Eu pagaria.

    Isso não vale apenas para os quadrinhos, é o mesmo pra todas as mídias. Me parece que as empresas é que ainda não conseguiram se adaptar as novas tecnologias, então a pirataria é muito mais uma resposta a esse atraso do que uma desonestidade inata. É claro, sempre vai ter quem quer ser esperto, mas… questões, muitas questões!

    O fato é que, se você gosta de mangá, de um jeito ou de outro você vai acabar se tornando um pirata. Isso pelo menos aqui no Brasil. Espero que não demore muito pro dia em que isso não seja mais um fato, porque dai seria melhor pra todo mundo, pros consumidores e pros artistas também. Sonhar é muito bom, é de graça e a gente nem precisa roubar de ninguém.

    Ah, mas eu realmente acredito que devagarzinho as coisas estão melhorando.

  11. Deixaram as vaidades de lado e resolveram unificar o blog? Brincadeiras à parte, ficou muito bom. Pelo menos assim eu não preciso mais comentar em dois blogs ao mesmo tempo. Mas tratando sobre o assunto principal do podcast, deixarei as minhas opiniões abaixo:

    Na era da internet, onde você é possível encontrar uma c*ralhada de arquivos compartilhados, é óbvio que, pela pressuposição, não teríamos a mínima condição de evitar a tal “pirataria” que a maioria tanto demoniza, principalmente se formos tratar das próprias indústrias que fomentam essa ideia criando um lobby forte, evitando que novos conteúdos sejam publicados. As indústrias em geral, principalmente a fonográfica, ainda não sabem lidar com a internet, não sabem inovar, criar meios que possam impedir que os seus queridos lucros escorram pelos antros da pirataria, o que ocasiona deles usarem meios e artifícios dos tempos da Idade da Pedra para combater essa tal “praga”. Então por que ir contra a maré? Não é um processo natural? A internet é uma aberração que precisa ser controlada pelas elites? Pois é, SOPAs e PIPAs da vida mandam abraços. Fico me perguntando onde ficava a ética de quem apoiava essas ideias, no dinheiro talvez? Enfim…

    Não vou negar que entre ter o produto original é muito melhor que um pirata. Mas perceba, a indústria não pensa dessa forma, digo, se fosse depender exclusivamente dela, não teríamos a possibilidade de encontrar filmes, músicas, seriados, animes, mangás e tantos outros tipos de conteúdos onde só seria possível com o advento da inclusão da internet. A própria cultura oriental, aquele filme japonês da década de 50 que você queria tanto assistir só seria possível adquirir através de uma importação; pagando taxas, impostos, etc, aumentanto exorbitantemente o valor final do produto. Ou no pior caso, você nem teria condições de adquirir, pois a sua aquisição só seria possível lá na sua terra de origem, ficando no final a ver navios.

    Na questão da Conrad, acredito que faltou basicamente conhecimento. Infelizmente a Conrad pensou muito além do que deveria ter pensado. Ela de fato foi pioneira em trazer mangás específicos para um nicho de público; mangás de terror, ero-guro, seinen, etc. Mas faltou público, ou melhor dizendo, faltou amadurecimento por parte do público brasileiro. Hoje com o advento da internet e da pirataria, muitas pessoas agora estão se informando sobre determinados conteúdos, o que talvez possibilite numa futura publicação de obras que a infeliz editora Conrad abandonou. Se uma obra como Sanctuary fosse re-anunciado hoje no Brasil, qual seria a reação do público? Teria sido a mesma na época da Conrad? Percebem a jogada? Acredito que as editoras atuais estão mais confiantes em trazer obras específicas. Talvez o insucesso da editora Conrad tenha sido um mal necessário para que fosse aberto novos horizontes aqui no Brasil. Monster por exemplo, hoje tenho certeza que nas mãos da Panini está vendendo bem, mas e na época da Conrad quando eles cancelaram? Ó dúvida cruel.

    Vocês tocaram na questão de achar errado a não aquisição de um mangá lançado aqui no Brasil, em detrimento de quem possui a mídia pirata, devo salientar algumas ideias pois acho pertinente isso. Primeiro: O produto que você irá pagar precisa ter um feedback antes. Você não compra um produto julgando apenas pela capa. E é aí que entra a questão da pirataria como um fator preponderante na aquisição de um produto oficial. Você testa o produto antes de comprar, nada de incentivar a visão consumista que as indústrias tanto querem. Se a qualidade está comprovada, pronto, aquisição bem sucedida. O problema é quando você compra um produto sabendo que não irá usar nem metade daquilo. CDs de música que o digam. Quantos CDs vocês possuem onde nem 20% das faixas valem um mínimo de esforço para escutar?
    Segundo: Queria muito ter a coleção completa do Lobo Solitário publicado pela Panini aqui no Brasil. Mas fiquei sabendo que para ter a coleção completa, precisaria abrir mão de mais ou menos R$ 900,00 segundo o MercadoLivre. Tenho esse poder aquisitivo? Não, mesmo trabalhando não tenho essa mínima possibilidade de aquisição. Então devo me lamuriar e ficar ao pranto porque minha ética também me impede de ler através de uma versão pirata? Acredito que faltou um pouco de juízo na hora de comentar sobre esse fator, certo? Pois nem todo mundo é rico para adquirir uma coleção completa. É é aí que entra novamente a internet como um fator primordial. Sempre ele….

    Sobre o meu peso na consciência, estou tranquilo. Sei que o que pago ou deixo de pagar para consumir a versão pirata não influencia tanto assim no mercado. Hoje em dia, existe muita oferta de conteúdo para pouco tempo disponível para nós, meros mortais, consumirmos. Então só o fato de poder dar atenção a um produto de alguém, já é um ganho para quem detêm os direitos, pois é uma forma de divulgação. A ideia da imoralidade com relação aos produtos piratas é uma ideia criada pelas corporações, desde Thomas Edison, com a intenção de criar esse sentimento de culpa dentro de nós mesmos. Sabe aquela máxima da religião? Sentimento de culpa? Catarse? Pois bem, isso implica com relação a pirataria também. Não é nenhuma novidade, pois dentro do social coletivo em que vivemos, isso foi praticamente difundido ao ponto de ser uma verdade absoluta. E por ser uma verdade absoluta, pelo menos nas cabeças impensantes, digo a massa popular por assim dizer, ela se torna um ideal inconcebível. Se a maioria segue, então o lucro é certeiro. Até hoje não conheço nenhuma empresa que tenha falido por causa da pirataria, mas conheço empresas que já faliram por causa de inovações (Steam, Kickstarter, etc), dumping, ou as próprias crises econômicas. Aliás, se vocês não sabem, a indústria de games que é uma das áreas mais pirateadas no mercado, é consequentemente a que mais lucra, superando inclusive os lucros das indústrias automobilísticas. Cadê o prejuízo da pirataria nisso tudo? Gabe Newell deve estar rindo à toa nesse momento. Afinal, vocês sentem pena das empresas ou do seu próprio bolso? Conhecimento, cultura, criatividade ou ideias pertencem à humanidade ou às empresas? Já ouviram falar de Open Source? Pois bem, reflitam.

    E finalizo deixando claro que a pirataria por si só, é impossível de ser combatida. E é isso o que as pessoas precisam colocar na cabeça. Evitar o compartilhamento é algo utópico, uma visão idealista, maniqueísta e sonhadora; bem ao estilo Dom Quixote. Sendo mais sincero, se quiserem acabar com os meios de compartilhamento, então que acabem com a internet de vez e aceitem a tal censura. O que precisa ser feito é as indústrias saberem se adaptar aos meios atuais – processo natural -, aceitar a internet como ela é e não como deveria ser na visão delas. Senão SOPAs e PIPAs da vida mandarão abraços novamente, vocês não querem certo?

    Enfim, deixarei aqui um arsenal de conhecimentos para vocês, bons estudos:
    http://papodehomem.com.br/copia-de-arquivos-na-internet-um-raciocinio-em-7-pontos-curtos/
    http://jovemnerd.com.br/jovem-nerd-news/games/chefao-da-valve-fala-que-pirataria-e-culpa-do-servico-nao-do-preco/
    http://resistir.info/varios/assange_livro_port.pdf

    • Cara, concordo em parte contigo, e o problema está justamente no movimento “tudo aberto”.

      A ideia de “eu estar pirateando ajuda a divulgação”, por mais correto que seja, tornaria-se um problema se todo mundo pensasse assim, pois nesse caso, todo mundo piratearia e ninguém compraria.

      Obvio que nesse caso para os projetos tornarem-se viáveis, teria de haver adaptação (como foi citado), um método que poderia dar certo, é viver de propaganda (forma similar ao que a TV aberta faz hoje).

      Ainda assim, acho errado criticar uma empresa por querer lucrar, pois quanto maior o lucro, maior o poder de investimento desta, o que pode ser de benefício para todo mundo no final das contas.

      ————–

      Isso quer dizer que eu ache a pirataria algo errado? Nem tanto, pois concordo sim que ajuda a divulgar, duvido que Game of Thrones ou Shingeki no Kyojin tivessem esse gigantesco “boom” se não fosse pelas piratarias, inclusive, é irônico que GoT ficou popular por causa da pirataria e a HBO hoje está removendo todos os vídeos piratas da internet.

      Eu acho errado os dois extremos, tanto o “Morte aos piratas” quanto o “Vamos piratear descompromissadamente”.

      Ainda assim, pra mim a forma ideal do sistema de quadrinhos é como o Trevisan e o Lobo estão administrando Ledd, está lá na internet pra todo mundo ler e eles pedem “se tu gostou, tem os volumes físicos, ajude a manter a obra viva.”, um método onde nem existe a necessidade de citar a palavra “pirataria”.

  12. Olá!

    Parabéns pelo domínio e layout, são geniais!

    Quando ao cast uma opinião do motivo pelo qual não consideramos um crime a violação autoral diferentemente de outras violações; imagino que a raiz de tudo está na própria percepção das fronteiras do que é propriedade cultural, difusas e não reconhecidas, em oposição a ideia de propriedade privada, a qual é bem delimitada. E com isso é possível ir além, da importância que a sociedade dá as duas propriedades, provavelmente considerando a propriedade de fundo cultural ou intelectual pequena.

    E com cada vez menos tempo não consigo adicionar sequer uma oneshot a minha lista, mas quem sabe não abro uma exceção ao Ashita no Joe (no mínimo o primeiro capítulo).

    Abraços do KING e continuem!

  13. mano eu vo ser sincero eu quase n compro manga pois a facilidade da internet e foda por exemplo to com 3 vol de kimi ni todoki e ta em sei la 13 vol aki no br mais e dificil entra nos scans e n ler e coisa de fa msm mais ss eu tento n ler e uma coisa muito complicada mais eu penso q a melhor coisa pras editoras fazer e usa A POHA DA INTERNT COMO LABORATORIOS PRA MANGAS SABE FAZER DIVUGALÇAO E TAL E LANÇAS MANGAS MAIS DESCONHECIDOS ONLINE E SE DE CERTO PARTE PRA COISA FISICA enfim eu n sei muito sobre isso mais e so uma opniao minha a ss e os mangas semanais vai ter mais n e to com saudades de vcs falando “bem” de naruto.

  14. por que esse cast ainda não ta no iTunes?
    é mais fácil baixar por lá.
    coloca ele lá pra mim poder ouvir.

  15. Conheci (comecei a comprar de verdade) mangás em 2005 com a republicação de One Piece pela Conrad. Em 2007 tive meu primeiro pc com internet e conheci o mundo das scans. Mas msm assim, sempre continuei a comprar mangás, por isso não sinto tanta culpa, ainda mais pelo fato q a maioria das obras que leio não se encontram em publicação aqui no Brasil.
    As únicas 2 q leio q são lançadas aqui são Bleach e Vagabond. E tenho bons motivos, acho, para não as comprar. Bleach eu comprei até o volume 49 (fim da saga arrancar) e depois disso…. eu já lia online, e putz, repetição demais, ainda leio pq ainda curto um pouco a estória, mas não vou gastar meu dinheiro com isso mais, até já vendi minha coleção. Vagabond… conheci esse ano, estou adorando, fiquei animadaraço quando a Nova Sampa anunciou o relançamento da edição definitiva, ai, eu fui na banca e vi… começa pelo preço, 40 reais…. segundo a qualidade da edição… absolutamente nada de mais, apenas duas edições em uma, sem uma unica pagina colorida e com o mesmo papel de outros mangás encontrados no mercado nacional… e só isso por R$40,00? Ai entramos em outro ponto citado no podcast.
    Discordo plenamente de vcs quanto a tangibilidade do preço do mangá e do fato que só estamos comprando a experiencia. Primeiro que é só darmos uma olhadas em sites japoneses e americanos pra ver a média de preço deles, isso já estabelece uma base. Quanto a experiencia, cara, não, vc tb ta comprando o papel, vc vai guardar aquilo, vai ser uma recordação, é um produto cara, e vc não vai pagar um preço absurdo em algo de qualidade questionável, ruim (fator principal para que eu não esteja comprando Vagabond).
    Acho q no quesito mangás, é essa a minha questão.

    Só fiquei uma unica vez realmente com medo, numa época ae, em q o antigo mega foi fechado e grande site de scan inglês fechou, nesse momento eu fiquei meio pé atrás, hj…kkkkkkkk’

    Acho que a questão da violação dos direitos autorais vem desde a nossa infância, vemos filmes na escola, tiramos copas de livros. Ações que teoricamente são crimes, mas q nunca (que eu saiba) acarretaram em punições, logo, creio que se cria no subconsciente q isso “não seja crime”, msm sabendo que é.

  16. Sobre pirataria: eu nunca me senti culpado por ler scan’s na internet, afinal tudo que lia não era de fácil acesso, mas hoje quase não leio nada em scan’s porque o matéria que sai no Brasil já ocupa quase todo o tempo que dedico para esse tipo de leitura.
    Sobre a leitura de e-mail: Realmente não conheço quase nada de shoujos mas já vi alguns muito bons como o já citado Saiunkoku Monogatari que recomendo.E falando em recomendações sobre “comics” alguém já recomendou “O Que Aconteceu ao Homem Mais Rápido do Mundo?” para vocês? é a minha “comics” favorita recomendo e muito, há e ela saiu no Brasil. (Mal postar no podcast errado mas não sei se vocês leem os comentários atrasados)

  17. Aeee junção dos blogs, qual dos blogs ficou Uke e Seme?
    Ficou muito bom a caricatura de vocês, mas uma dúvida, vocês realmente jogam Ping-Pong?

    Bom acabei escutando o podcast vindo pra o trabalho, então se eu sair muito do escopo do que foi falado relevem.

    Concordo com boa parte do que foi falado. Sem dúvida no ocidente os scans são formadores de público e nesses mais de 10 anos de editoras nacionais lançando mangás, elas ainda não conseguirem largar essa muleta. Acho que para ela ajuda mais que atrapalha.

    Afinal elas nunca tentaram ir contra esses agregadores no Brasil e a Panini é uma MEGA multinacional, que ganha uma grana pesada com mangás e hq em diversos centros com boa vendagem e potencial de crescimento como México, Itália, França, Alemanha, Espanha e cia.
    A Panini tem os direitos de distribuição da Marvel em toda Europa e um acordo que ela é prioridade para lançar Marvel em qualquer lugar.

    Então uma gigante dessa não agir diretamente contra scans, com certeza ele ajuda a editora.

    A Shueisha especula a tempos expandir seu serviço para América Latina e caso isso ocorra, caso eles lancem um serviço online, apostaria em um sucesso da empresa.

    Pois apesar de usarmos os meios piratas, as pessoas gostam de estar “legalizadas” fazer parte de um grupo, o mesmo do Japão, ler da fonte original, daria facilmente para se vender um “se sentir mais japonês” nos termos do mangá. E usa conteúdo extra, faz o mangáka escravo gravar um vídeo de 1 minuto falando algo do país, os otaku pira.
    Sabe tipo chamada de canal gringo de tv acabo que os atores da série tentam mandar mensagens em espanhol ou português?

    As próprias empresas estão acomodadas com essa situação.

    Como colecionador, pirataria a parte, me deixa um pouco preocupado tanto titulo bom (ou interessante) na banca ao mesmo tempo, será que um deles não pode floppar pela atual situação do mercado e não por não ter potencial de vendas?

    E outro erro de mercado, que o Brasil comete e muitos países também é o de juntar os 3 mercados, o Cassius direto fala isso nas suas palestras. Conseguir emplacar o mangá+animê+game com um bom time de mercado. Muito pela própria burocracia e egoismo das empresas.

    Da tão certo que o mercado francês ta prometendo usar essa tática para dominar parte do mercado nacional.
    http://jogos.uol.com.br/ultimas-noticias/2014/05/14/franceses-apostam-em-animes-e-mangas-para-ganhar-mercado-de-games-no-brasil.htm

    Bom, isso é tudo que lembro!

    Ashita no Joe é muito bom, quando tentei ler abandonei pois tinha pouco scan mesmo, com certeza vou voltar a obra.

    • “Como colecionador, pirataria a parte, me deixa um pouco preocupado tanto titulo bom (ou interessante) na banca ao mesmo tempo, será que um deles não pode floppar pela atual situação do mercado e não por não ter potencial de vendas?”

      Senti isso com Kekkaishi quando li o boato que ele corria risco de cancelamento. E minha carteira sente que algum outro vai bombar toda vez que anunciam algo novo.

  18. Olá equipe aoquadrado. desculpe meus delays de comentário – diga-se faculdade mais problemas de internet, o que tem me feito escutar os programas com um atraso de 2-3 semanas.
    Mas, continuo a escutar. Só que desanimo de comentar pois estou tão atrasado que não vale a pena. Mas desta vez tem algo que eu pediria muito que vocês comentassem, pois é de interesse.

    Vocês comentaram sobre o manga de boxa Ashita no Joe, pois bem, existe outro boxeador dos gibis – só que americano – que deve ser descoberto. Joe Palooka.
    Para conhcecê-lo melhor recomendo este site, além da wikipedia:
    http://artenobrearte.com.br/quadrinhos-joe-palooka/

    E pasmen, as histórias dele cairam em domínio público, que pode ser encontradas no ComicBookPlus (é só fazer o cadastro e ser feliz, e quando puder, ajudar com donativos).
    http://comicbookplus.com/?cid=1390
    http://comicbookplus.com/?cid=1946
    http://comicbookplus.com/?cid=2455
    http://comicbookplus.com/?dlid=26467

    Por fim, adorei o novo site, bem melhor.

    • Rato, meu querido rato, rsrsrsrs, desculpa te decepcionar, mas Ham Fisher morreu em 1955, então só entra em domínio público no Brasil em 2027.

        • Interessante.
          Mas de alguma forma Joe Palooka acabou, pelo menos nos EUA entrando em Dominio Publico, parece até que – assim como Dynamite Press comprou o direito de uso do The Shadow, Lone Ranger e outros personagem de Public Domain, parece que um diretor do UFC comprou os de Joe Palooka e fez um revival dele como lutador de UFC, mas assim como o The Shadow, Tarzan e afins, as histórias clássicas continuam a valer como dominio público – considerando que o Comic Book Plus é bem enjoado com isto, havendo até obras que eu achava no Digital Comic Museum e ele por precaução não postam lá, como Sensational Comics 1.

          Dúvida: os 70 anos, contam da morte do autor, ou do lançamento da obra?
          Por exemplo, se obra é lançada em 1940, mas o autor morre morre 1950, como fica?

          • Cara, eu nem tento entender lei de direito autoral americana, só sei que tem umas bizarrices. Se não me engano, a proteção básica lá é de 50 anos, mas dá pra estender até 95.

            No Brasil, são contados 70 anos a partir do ano seguinte à morte do autor. A data da criação não importa… na maior parte dos casos. Filmes e fotografias são exceção à regra, por algum motivo – nesses casos, contam-se 70 do lançamento da obra.

            Isso gera um conflito interessante, porque um filme pode virar domínio público antes da sua trilha sonora. O entendimento que mais vi por aí é que a trilha sonora NO FILME é domínio público, mas fora dele não. Mas talvez seja o tipo de coisa que acaba só se resolvendo em tribunal…

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