Segunda Potência #02 – Gone Home e “O que é um game?”


O que é?
Segunda Potência é um podcast spin-off, sem periodicidade fixa, da “franquia” ², feito pelo Judeu Ateu e o Estranho. Nele, serão abordadas outras mídias que não os mangás. Filmes, séries, quadrinhos não japoneses e video games poderão ser abordados no futuro neste podcast.

Neste programa…
… entramos mais uma vez no intrigante mundo dos video-games, dessa vez com uma análise profunda e minuciosa do clássico-cult moderno, amado e odiado por inumeras pessoas, Gone Home.

No entanto, antes do review do jogo, ainda fizemos uma discussão que envolve o game: afinal de contas, o que é um game? Qual a essência dos games? E qual a necessidade de realizar tais perguntas? Um debate interessante, sem spoiler nenhum, que possibilita a participação mesmo daqueles que não jogararm Gone Home!

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11 Respostas para “Segunda Potência #02 – Gone Home e “O que é um game?”

  1. Já vi algumas análises desse jogo e achei bem interessante, vou tentar jogar (isso mostra o quão bem feito são os Indies em relação aos games AAA, principalmente os de console). Poderia rolar uma “segunda potência” de Bioshock Infinite, acho o jogo sensacional (mesmo não sendo hipster hahahah).

  2. A primeira coisa que achei buscando o jogo, foi justamente a cruz que vocês falaram.
    Pelo que entendi é meio que um amnesia (game), mas na visão de uma garota sozinha.

    Migrei para live americana e consegui comprar o Braid, pelo menos esse eu jogo.

    Bom podia ter a leitura de email/comentários do último Segunda Potência. Apesar de não ser um jogo indie, mas poucos sites ou nenhum abordou em português tudo que está por trás de Bioshock. Toda a filosofia baseado nos filósofos, livros e conceitos da realidade, acho que daria uma boa discussão aqui no programa. Se o jogo defende ou critica.

    Dos indies não tão indies assim recomendo o Brothers: a Tale of Two Sons ta de “graça” na PSN.

    Acho que um tema legal e fácil também é analisar álbuns de algumas bandas, pois assim fica até fácil pro ouvinte conhecer e interagir também.

  3. Recomendo para vocês a leitura de Johan Huizinga, especialmente seu livro “Homo Ludens”. Fala um pouco sobre a atividade lúdica e gregária do jogo* – muito além do simples jogo imediato e um pouco do próprio espaço dialético típico dos jogos virtuais.

    Eu não entrei na atmosfera do Go Home não, apesar de conhecer jogos semelhantes. De qualquer forma é muito bem feita sua quebra de perspectiva: não sei se mais jogos assim funcionariam (não ter o “monstro”), mas ele funciona.

    Recomendações de cast: Journey, Shadow of the Colossus…

  4. Excelente cast, Gone Home sem duvida foi um dos melhores jogos de 2013 e os criadores dele eram ex-funcionários da falecida Irrational, a empresa que criou Bioshock.

    Ps1. Um Jabá/Recomendação é do podcast de Gone Home do Jogabilidade, onde eles entrevistam um dos criadores do jogo.
    http://jogabilida.de/2013/09/dash-40/

    Ps2. Dica de tema em relação à games são Journey e Dark Souls.

  5. Olá!

    Gone Home não me conquistou – muito extremo com relação ao esperado em um game, principalmente em relação a “ausência de derrota”.

    Mas faço coro em relação a um futuro segunda potência com Journey! E existe algum plano para um segunda potência de seriados no futuro?

    Abraços do KING!

  6. Tenho um problema com esse tipo de jogo, mas ouvindo vocês falarem me deu vontade de jogá-lo, acho que pego ele na próxima promoção da steam.
    Para explicar um pouco do meu preconceito, joguei To the Moon e teria preferido ler aquela historia ou ter visto um filme e não “jogar” uma história. Jorney joguei pouco, mas tenho quase a mesma opinião.
    No meio do cast vocês falaram que a historia de Assassin’s Creed poderia muito bem ter sido colocada em um livro (e como vocês falaram foi exatamente o que aconteceu), mas será que a experiência de você “ser” o assassino e ver sua historia desse modo (sendo o assassino) não torna o jogo uma experiência diferente (e quem sabe melhor) do que se ele fosse apenas um livro?
    Não sei se entendi direito o que vocês queriam dizer com o comentário, mas está ai a minha duvida. E como recomendação deixa Catherine.

  7. Estava com um pouco de preconceito de ouvir o segundo episódio do Segunda Potência mais me surpreendi,o conteúdo está realmente bom,parabéns aos envolvidos.

    Sobre o cast não tenho muito a dizer sobre o conteúdo do game pois não o joguei,mais a parte sobre o que é um jogo estava bem interessante.

    Estranho você comenta sobre alguns livros teóricos sobre quadrinhos,poderia deixar os nomes deles aqui para que eu possa correr atrás deles e comprá-los?

    E mais uma coisa qual é a música que toca no início M² 83:Worldbuilding?

    Você poderia me recomendar algumas bandas de 8-bit,vejo que sempre tem músicas desse tipo tocando no fundo do cast,então acho que você saiba por onde eu devo começar.

  8. Spoilers nesse comentário pra quem não jogou!!

    Acabei de escutar aq, e até agora foi o podcast q mais gostei q vcs fizeram!! Tava me achando mó burro por ter jogado achando que era de terror, mas ouvir vcs narrarem a mesma experiência foi MUITO ENGRAÇADO, as partes de tensão, medo, susto, quando a gente começa a sacar o jogo e a gente vê o sótão com luz vermelha!!! Sai andando de perto, e quando achei q tinha q ir lá, fui num cagaço até o final do corredor, depois acostuma de novo e agora tem passagens secretas, como tava jogando como se eu realmente fosse a personagem, entrava no quartos e ao sair apagava as luzes e fechava a porta, quando vi q as passagens davam em outros cômodos passei a deixar tudo aberto e as luzes acessas, que medo q senti quando entrei e tava tudo escuro!! Escutar o podcast me fez gostar muito mais do jogo, tava achando q tinha jogado do modo errado, mas agora vi que tive a experiência correta!!!

    Valeu!
    o/

  9. Slowpoke report para o segunda potência:
    Hahaha vocês são muito medrosos! Não que o jogo não seja competente em criar uma atmosfera que absorve o jogador (o que ele é), mas com uma meia hora já dá pra relaxar um pouco mais com o ele.

    Realmente achei o jogo uma experiência narrativa bem interessante…. e muita gente que critica esquece das Visual Novels, e “Point and Clicks” que trazem texto e mais texto e pouca jogabilidade.

    Mas acho que é um gênero que ainda tem muito a evoluir, seja nos elementos de exploração, nas ações do personagem, ou no próprio enredo. Por um lado é legal que a história da família seja melhor conhecida só por quem explora mais a fundo, mas também acho que seria melhor deixar essas subtramas um pouco mais evidentes para facilitar a imersão do jogador mais casual. Sobre a trama principal… é difícil gostar muito, primeiro porque há uma pequena decepção de depois de tanto suspense, termos um final relativamente simples. Outro ponto é que há tantas histórias que sobre a homossexualidade tão mais intensas (apesar de só ter filmes como exemplo agora), que no fim a trama do jogo soa meio… tola.

    Mas foi um ótimo programa e uma grande recomendação =)

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