Mangá² #83 – Worldbuilding

Sejam bem vindo ao episódio 2º Bar Mitza do Mangá², o podcast que atrasou demais e agora perdeu a piada do 1º de Abril.


Neste programa, Judeu Ateu e Estranho, junto com o amigo da casa, Rubio Paloosa, realizam uma discussão interessante sobre a construção de mundos fictícios em obras.

Qualquer mundo dentro de uma obra, é um mundo fictício? Existem formas corretas de se construir um mundo? O que deve ser evitado? O worldbuilding em One Piece é fraco ou justificado? Um universo novo deve ser explicado no começo de uma obra? Tudo isso e muito mais num programa surpreendentemente cheio de recomendações!

E na recomendação da semana, que ficou por conta do Rubio, você poderá descobrir um mangá que é a garantia de ser a sua salvação e maldição ao mesmo tempo.

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Cronologia do episódio
(00:20) Discussão Semanal – Worldbuilding

(41:40) Leitura de Emails

(57:00) Recomendação da Semana – Gundam – The Origin

Download (CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE E ESCOLHA A OPÇÃO “SALVAR DESTINO COMO…” OU “SALVAR LINK COMO…”)

29 Respostas para “Mangá² #83 – Worldbuilding

  1. Em um trecho que citaram sobre organização do mundo em historia,me fez lembrar das revistas da Heavy metal onde tinha varias historias aleatórias onde os acontecimentos já era apresentado sem explicações algumas,mais todas são bem construídas fechadas é ótimas. abraços!

  2. No caso do oh meu deus, será que está assim no original? Ou é coisa de americano na tradução do mangá, já que o Oh Meu Deus é uma expressão ocidental de espanto.

    Um exemplo nos games em que o worldbuilding não estava bem preparado para o tamanho em que o mundo chegou foi o do Resident Evil onde o próprio autor, Shinji Mikami, acabou saindo pelo tamanho que tudo tomou. Aliás estava mudando tanto que eles fizeram um jogo novo, Devil May Cry, quando perceberam que eles fugiram de mais do escopo do mundo.

    Pô procurei vocês no podpesquisa e nem achei, respondi na época que o Jovem nerd anunciou. Se puder faço novamente.

    E vocês estão felizes com o lançamento de Hoshi no Samidare? Pô agora vocês conseguem ganhar o mangá vai, tem um programa especial com participação do garoto propaganda da JBC, dessa vez da certo.

  3. pra min aquela tipica pagina de apresenntação do mundo apesar de cliche é bem ultil pra preparar o leitor pra historia,não vejo como algo ruin

  4. AAAAA. É foda eu como geógrafo em formação ver o uso do nome dessa área do conhecimento da ciência.

    Construção de mundo é algo complicado. Não leio OP, mas sobre ilha, usando a lógica do mundo real: Existem barcos, certos? Existe madeira abundante e de boa qualidade para a construção de um barco? E o metal usado nas armas e canhões? É difícil conseguir minérios de ferro em uma ilha, como funciona o comércio entre as ilhas? Como todos tem conhecimento de como construir barcos? É algo complicado de se construir quando se deseja achar as falhas, toda a sociedade é formada de uma forma e mesmo assim, após o contato entre elas, mudanças podem ocorrer.

    Não acho que fazer a conversão de humanos e para outras criaturas é necessariamente uma construção de mundo, Maus tem uma construção de mundo? Ontem li Shoujo Nemu, que era personagens zooantropomorficos, mas seria BASICAMENTE A MESMA coisa se fosse com humanos, como o autor morreu antes de terminar o mangá, não será possível saber se existia algum sentido por isso ou não.

    Construção de mundo que eu gosto bastante, porém chega a ser maçante é Ghost in the Shell que explica cada detalhe de como funciona a mecânica das coisas na história. As vezes pode ser chato, e nem tenha muito sentido para a história, mas mostra o cuidado que o autor tem sobre sua obra.

    Sobre a recomendação da semana, e sobre Gundam em geral, eu nunca tive muito contato, lembro de ver o anime na CN e odiar, mas como andei me aventurando mais por mecha(Getter Robo, TTGL), quis dar uma chance para Gundam e decidi pegar o mangá de Gundam Wing, foi uma péssima experiência, pensem em 49 episódios colocados em 3 volumes de mangá. Rubio, queria te perguntar e saber se o mangá Kidou Senshi Crossbone Gundam é bom para um iniciante? Lembrando que não quero assistir animes de Gundam.

    • Crossbone não é muito bom para iniciantes não, ele é bem no meio da linha temporal do UC (universo principal de Gundam).
      Wing é um toto, todos sabem disso, melhor coisa para começar é o que foi recomendado, Origin alem de ser muito bom é a melhor porta possível para o universo.

  5. Vou tentar comentar os Worldbuildings comentados no programa (apenas os que conheço)

    Harry Potter – Por mais que eu goste do mundo criado (existem muitas coisas criativas), ele é completamente falho, nunca entendi porque nenhum bruxo usa uma metralhadora, é bem mais eficiente do que dizer “Avada Kedavra”, e dá também menos tempo para reagir.

    Naruto – Eu diria que o “mundo ninja” é bem criado, mas o resto do mundo é um lixo completo, tanto é, que quando apareceram samurais, eles pareceram completamente deslocados na história. O próprio torneio Chuunin mesmo é um exame para mostrar ao mundo quais são as vilas mais poderosas, e assim decidirem de quem contratarão os serviços e/ou mostrar quem tem maior poder de “ameaça’, por mais que a ideia seja legal, no momento que isso não acarreta em consequência nenhuma, torna-se apenas isso, uma informação, e informação não trabalhada não serve pra nada.

    Mangá da Centaura lá – Peguei pra ler um capítulo, não gostei, mas admito que o worldbuilding é bem inteligente.

    One Piece – Eu acho riquíssimo, o fato de que cada ilha (que é isolada) possui suas próprias culturas, vestimentas, tecnologias e afins é fantástica e representa que aquilo foi muito bem construída. E não acho que isso seja para “facilitar o roteiro”. Existem duas fontes de informação em massa no mundo, o jornal e o boca-a-boca, e o próprio jornal é manipulado pelo governo, e outras notícias nele contidas são informações de boca-a-boca, ou seja, a informação no mundo é uma porcaria. E o mais legal que é coerente, seguido aparecem piratas dizendo “Ouvi falar que o Luffy tem 5 metros de altura!”, isso eu acho muito legal, está completamente condizente com informações mal contadas. Acho errado perguntar se o mundo facilita o roteiro, acho mais legal perguntar se o roteiro condiz com o mundo, o resto, pra mim pelo menos, não importa.

    Shingeki no Kyojin – Eu iria gostar mais do mundo se não tivessem os humanos que podem transformar-se em titãs. Mas no conceito criado, ele é um mundo muito inteligente, até agora não percebi nenhuma falha estrutural. O autor se preocupa também com recursos de alimentos, ele já citou várias vezes os problemas que ocorrem quando humanos perdem espaço e precisam se juntar numa área menor.

    Okay, é isso!
    Ótimo podcast novamente!

  6. Escuto faz um tempinho. Gosto do caráter abrangente das discussões – até por não acompanhar mangás hoje com o mesmo afinco. Dando uma ideia eu acompanhava Éden nos anos 90 (sei nem se conhecem).

    Eu gosto muito do Yoshihiro Togashi. Yu Yu Hakusho, Hunter X Hunter. Eu acho que ele constrói bem os ambientes e não segue o modelinho chato dos poderes infinitos – coisa que quebra muito a credibilidade do ambiente. O Yusuke só tinha um poder na maior parte do mangá/anime, quase até o final.

    Um que eu gosto absurdamente é Homunculus. Talvez meu mangá favorito. A maneira como as manifestações são construídas nas pessoas e os rumos da trama. Outro: Monster.

    Considero o mundo de Harry Potter instigante caindo no mesmo de um Game of Thrones. Principalmente a história de fundo de GoT é bem fraca mesmo.

  7. Eu acho q construir um mundo como o nosso mais fácil. Como vcs mesmo disseram eu não preciso descrever muito sobre esse mundo, nem explicar, uma vez que é o mundo em que vivemos e já temos uma noção de como as coisas funcionam, ou não hauhauah.

    É meio complicado tb criar um mundo sem referencias do nosso mundo, eu diria quase impossível. Até para poder explicar para o leitor ele vai ter q usar um referencial que provavelmente vai ser do nosso mundo, pq se ele usar algo da imaginação dele ai é que nego não vai entender nada.

    Porra quem não gosta de Harry Potter?! (não consigo diferenciar suas vozes ainda) Mano vou ignorar essa parte hahahahah Na verdade talvez eu seja suspeita para falar uma vez que gosto de HP, mas o legal da história tb está nessas coisas que são um pouco “forçadas” como escrever com pena e não com caneta. Imagina os bruxos comprando varinha pelo tablet, cara o beco diagonal é muito foda para vc trocar ele por um tablet com internet. Mas blz respeito q vcs não aprovem esse realidade.

    Só acho q todo e qualquer pessoa que vá contar um história, seja qual for o ambiente, está te contando uma mentira. A história, o mundo desse história, os personagens e etc são boas ou não se o cara é bom em mentir e se vc está propenso a acreditar naquilo. E isso é quase pessoal pq eu gosto do mundo de HP, e acho ele ótimo, mas tem gente que não.
    Te contaram uma mentira, vc não quis acreditar eu quis.

    Meninos muito bom o trabalho de vcs, continuem por favor! Boa sorte.

    • Eu não gosto de harry potter também, desde pequeno nunca dei uma foda.

      Eu acho que um mundo real é mais limitador do que mais fácil para se fazer uma história. Dificilmente funcionaria um shounen de lutinha com poderzinho ali, do que um mundo novo criado, onde isso é possível através de espíritos, magia, ninjas, piratas, etc.

      Sobre esse negócio da mentira eu não entendi muito bem o que quis dizer com mentira, praticamente toda obra de ficção é uma mentira, pois elas não conseguem retratar o mundo real ou qualquer outro mundo de maneira perfeita, com explicações, fatores e consequências que constroem a história de um mundo como o nosso. No entanto, alguns conseguem fazer melhor que os outros, cabe o autor conseguir explicar isso. Em Fate/Zero, existe dois magos, um usa tecnologia para o seu auxílio na luta contra os outros magos, como armas de fogo, webcam, internet, explosivos e o outro é mais arcaico, com seus instrumentos mágicos de mensagem, familiars, etc. Onde o conflito de ambos é visto e abordado pelos autores.

      • Concordo, se vc for olhar por estilo com certeza um mundo fictício é um mundo onde o shonen vai se sair melhor. Yu Yu hakusho para chegar num nível mais foda teve que ir para outro mundo.

        Sobre a parada da mentira, eu penso dessa forma: Toda história, seja lá qual for no mundo real ou fictício, é uma mentira. O autor tá te contanto algo q é fruto da imaginação/pesquisa dele, e eu defino como uma mentira, uma história de mentira. Ninjas existiram, o naruto não existe, ele é uma mentira que diverte as pessoas ou não hauhauahau. Partindo do principio que é uma história de mentira, o autor vai tentar me convencer que aquela história é boa e que eu devo continuar lendo/vendo. Se o autor for bom “em contar mentiras” eu vou aceitar aquilo de boa. Senão eu vou começar a questionar e eu posso me desinteressar e parar de seguir a história. Do outro lado da moeda tem tb o meu gosto. Tipo se eu não gostar de ninjas provavelmente eu não vou engolir naruto, ou se eu não gostar de como o autor está desenvolvendo a história tb vou abandonar essa “história de mentira”. Foi isso o que eu quis dizer com eu quero acreditar naquela mentira. Eu concordo, quase tudo é guiado pelo autor, mas tb tem o outro lado, o cara q gosta Fate/Zero pq satisfaz o gosto dele por tecnologia em um ambiente fictício e outra pessoa que gostaria de ver um ambiente sem tecnologia como HP e isso satisfaz. (Não acho q deveria retirar a tecnologia de Fate/Zero ao contrário, gosto dessa realidade, do mesmo jeito q não gostaria de ver um tablet com a Hermione).

        Eu tinha 4 anos quando vi sailor moon e cavaleiros do zodíaco a primeira vez, cara eu amei, o ambiente dos dois amines me convenceu. Hoje em dia eu fui tentar ver sailor moon e eu quase me matei, pq é muito ruim, ficou ruim para mim, não me convence mais (e eu tinha um amor platônico por esse anime, assisti em loop até os 7 anos). Já com os cavaleiros a coisa é diferente, eu vejo até hoje, mesmo vendo o monte de furos e tals q a serie tem, não deixa de me convencer.
        Bom no fim o que eu quis dizer é que tem o trabalho dos autores que podem ser fora de serio ou porco, mas tem tb o outro lado que é o público que tem gostos e vontades próprias. Então o que é foda para mim não é para vc. É um conjunto não é só o autor, por mais que ele seja o mais responsável dessa coisa toda.

        Desculpa a resposta-testamento kkkkk

  8. Okay… falou de Harry Potter vou ter que comentar aqui (e provavelmete vai ser chato e longo)

    – tecnologias não funcionam direito por causa da magica, que causa uma estática, armas não sei porque, mas pelo que entendi eram coisas com eletricidade que davam problemas, por isso sem tablets, até porque usando o livro 2 como base (tem o aniversário de 500 anos da morte de um fantasma e aparece a data de morte dele, marcando a historia em 199, temos que o livro 7 se passa mais ou menos em 1997/98..so lembro de pcs de mesa nessa epoca

    – nunca entendi porque raios não usar uma caneta bic. FATO

    – os bruxos aparentemente em algum momento conviveram com os não bruxos, mas foram se separando e escondendo a magia, especialmente no período da inquisição, pq os trouxas não conseguiam entender/lidar com a existencia de magia e tals

    – ACREDITO que não criem uma gigantesca comunidade fechada, pq ia ser que nem as vilas ocultas em Naruto, no fator comunidade fechada, uma cidade(que até hoje nunca entendi pq oculta se todo mundo sabe onde fica).. e em vez de um micro vilarejo, uma cidade gigante escondida é mais dificil de manter pessoas de encontrar ou desconfiar porque ninguem entra ali.. por isso as casas e lugares misturados no mundo real e semi-escondidos. Hogwarts é visivel a não-bruxos, que veem um castelo em ruinas e tem outros feitiços repelentes, como o estádio que quando alguem chegava perto lembrava de ter esquecido algo importante e ia embora e… sempre que tem qualquer acidente existe um esquadrão do ministério responsável por apagar memorias e encobrir incidentes (obliviadores)

    – partindo de informação do pottermore, mas que já desconfiava, bruxos assimilam a tecnologia que acham util e depois não voltam a atualizar porque funciona bem com magia (radios antigos, expresso hogwarts). Ou seja, ninguém nunca parou pra pensar em como uma caneta é mais pratica que pena e tinteiro e tentou trocar… bem, é dito que bruxos não entendem muito de lógica de qualquer maneira…
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    Normalmente aceito com facilidade a criação de mundos, mas toriko deu uma brecha estranha muitos capitulos atrás, que meio que me pareceu que o nosso mundo virou o mundo de toriko. E naruto foi essa das vilas ocultas, porque raios ocultas? seria um termo pra definir que é uma vila ninja importante? porq é meio estranho ser dita culta se pessoas entram em contato, soliciam serviços e vão até ali pra pedir escolta (pq o velho da ponte foi até a vila pedir escolta? o caminho de ir até lá não foi perigoso? se o cara queria matar o velho, porque não no caminho antes de ter ninjas pra proteger ele?)

    desculpa por esse comentário longo e, eu respondi a podpesquisa faz tempo, e eu ACHO que marquei o manga2, mas agora não me recordo….

  9. -Ah….consegui esquecer um ponto sobre os livros, a questão de termos um reader, é porque nos facilita carregar varios livros para lermos quando e onde quisermos,contudo existe o raio do feitiços de expansão e etc, onde vc carrega O MUNDO dentro do bolso (vide a bolsa da hermione no livro 7, que tem pilhas de livros, trocas de roupas e o que mais for…)

  10. Descobri o site de vcs recentemente e já ouvi uns 3 podcasts, gostei dos que ouvi.
    Esse em particular pois envolveu bastante obras,e o tema é algo intrínseco a praticamente qualquer titulo que for feito. Só esperava que vcs discutissem um pouco mais o assunto, sei lá, achei meio superficial e meio rápido (pelo que percebi, tds os podcasts de vcs são rápidos, pouco mais de uma hora).
    Pelo que vcs comentaram de Abara, creio que darei uma olhada (Assim como Gundam The Origin), tanto nela quanto nas outras obras do autor q aparentemente fazem parte do mesmo universo, pelo que deu pra entender.

    Recentemente ouvi o podcast sobre o preço dos mangás aqui no Brasil, e uma questão que, desculpe a ignorância, mas não consegui entender é: pq as chances de JoJo virem pro Brasil são tão pequenas (quase q inexistentes)?

    Fora isso, trabalho de vcs está muito bom, bem legal, estão de parabéns.

    • Não se acanhe quanto a críticas. Pode sempre dizer o que você acha que devíamos falar mais ou menos. Por exemplo, neste tema, o que você sentiu falta especificamente?

      Quanto a JoJo… como comentamos no podcast, a curva de vendas de um mangá é sempre pra baixo, o volume 5 venderá menos que o volume 4, que venderá menos que o 3 e assim por diante. Como lançar um mangá de nicho, com arte antiga, que tem mais de 100 volumes e esperar que ele se sustente? No volume 20 provavelmente já ia dar prejuízo pra editora.

      • Esperava que vcs discutissem mais da construção em si(como criar lugares, seus habitantes, etc), pelo que entendi, vcs pegaram alguns aspectos do mundo e o discutiram, não achei ruim, longe disso, tb gostei muito(as questões apresentadas como: semelhanças entre o nosso mundo e os fictícios, coisa logicas[por exemplo o de HP e as canetas] foram muito bem discutidas. Só um ponto que, nessas argumentações, procurem sair um pouco mais das séries citadas, creio que vcs citaram de mais naruto e One Piece, quando poderiam pegar outras obras tb, para fazer um comparativo ainda maior, mais abrangente), mas esperava um pouco mais.

        Vlw pela explicação de JoJo, de fato, analisando assim faz sentido, não tinha parado pra ver isso… infelizmente pq olhando essa logica, fica obvio praticamente nunca verei Hajime no Ippo por aqui T.T

  11. Olá!

    Tanto os lados de encontrar defeitos quanto o de defender esses falhas é algo fantásticos em wordbuilding. Um exemplo – apesar de não gostar do universo da Rowling, é possível explicar o motivo pelo qual os bruxos não aderiram a tecnologias modernas e com exemplos que existem no mundo real e em outras obras ficcionais; me refiro a exemplos de culturas como os Amish que simplesmente são avessos a tecnologia moderna. Partindo do presuposto que a sociedade bruxa se porte da mesma maneira não seria estranho de imaginar que, mesmo após anos na sociedade regular, uma criança assumiria os movos costumes com o passar dos anos e depois os aplicaria nas futuras gerações como o correto. Outro exemplo, desta vez ficcional é o filme TheVillage do Shyamalan, onde uma comunidade do fim do século XIX é criada em pleno século XXI. Por isso, procurando tanto se encontram pontos de ruptura quanto pontos de alicerce.

    Como sou fão de fantasia minhas obras favoritas de criação de mundo são as geradas no universo Tolkien e no universo Martin; no mangá o universo de Dorohedoro e quanto a manhwa o de Dangu são muito bem construídos.

    parabéns ao pod (merce uma parte 2)!

    Abraços do KING!

  12. Guys, sério, vocês precisam colocar uma lista de músicas utilizadas como backtrack e intros. Essa do começo explodiu minha cabeça daftpunkiana.

  13. Em Harry Potter, tem como enfeitiçar a pena para que ela trabalhe sem o uso das mãos e esse feitiço pode ter surgido antes da invenção da bic, mas acho que a preferência pela pena tenha sido mais uma questão de style do que qualquer coisa (mas oh lá, tem explicação). Basicamente todas as outras questões levantadas no podcast sobre o universo podem ser respondidas com “funciona com magia” ou com a boa vontade do público infanto-juvenil.

  14. Putz, eu ia citar Centaur Worries e BLAME! nos comentários, mas já foram citados no cast. Então, para esse tema, irei mencionar Aqua/Aria que tem uma construção de mundo sensacional, Iria citar Island também, mas como é um one-shot que retrata apenas uma ilha, não vou indicar. Outra obra que tem uma construção de mundo boa é Hunter x Hunter (vejam o anime, a animação da Madhouse está ótima), especialmente no arco das Formigas Quimera, a construção do mundo no mangá é feita de uma forma que critica a sociedade, é muito rar um shounen fazer isso tão bem como Hunter x Hunter. E para terminar, coloco GUNNM, a forma que é dividida a cidade flutuante e o lixão da superficie merece destaque, embora não goste tanto da personagem principal. Os universos do Neil Gaiman também são uma construção de mundo interessante.

  15. só pra deixar depois pontos depois que saiu o outro podcast (achei melhor por aqui pra não desviar o assunto de lá) e não quero me extender muito em harry potter again (juro que eu tento, mas eu falo demais sempre)

    – armas = senhor das trevas prega a supremacia dos bruxos puro-sangue. tanta hipocrisia quanto hittler defender a “raça ariana” com a aparencia dele. O lado bom não “pode” matar, né?

    – considero a localização do beco certa por justamente ficar no centro de comercio, mais facil para pessoas vindas de familia não bruxa “localizar” e pelo que lembro (me nego a ir reler) as pessoas normais não notam a presença do buteco de quinta que é o caldeirão furado, deve ter algum feitiço repelente a pessoas que não possuem magia

    juro não voltar pra falar mais nada aqui XD

  16. Pingback: Mangá² #116 – É o Começo | AoQuadrado²·

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