Mangá² #79 – Barreiras Culturais

Sejam bem vindo ao episódio que vale mais do que dinheiro do Mangá², o podcast semanal de mangás que nunca irá encostar dedos indicadores pra demonstrar timidez.


Neste programa do Mangá², o Judeu Ateu e o Estranho conversam sobre os mais variados problemas e curiosidades, que podem ocorrer ao ler uma obra de diferente cultura. Desde conhecimentos prévios e sotaques, até trejeitos, comédia e história cultural. Uma incrível jornada extremamente inconclusiva e curiosamente redonda.

E na recomendação semanal dessa semana de 7 dias, tivemos um mangá que é uma obra assustadora e engraçada ao mesmo tempo.

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Cronologia do episódio
(00:13) Discussão Semanal – Barreiras Culturais

(31:00) Leitura de Emails

(51:00) Recomendação da semana – Itou Junji no Neko Nikki: Yon & Mu

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29 Respostas para “Mangá² #79 – Barreiras Culturais

  1. Se não me engano o honorifico Tan tem o mesmo significado de Chan, só que é mais falado por bebês, crianças, como se fosse um baby talk.

    Sim, a mídia Coreana esta em alta, a própria tv coreia tem novelas legendadas em português. Apesar que a cultura coreana é mega influenciada pelos americanos.
    No próprio Japão a cultura coreana tem uma forte influência,principalmente na tv e na música, o que gera até preconceito, os japoneses mais velhos acham um absurdo isso. Tem gente que boicota esses canais com programação coreana e até mesmo atores que não aceitam trabalhos nessas emissoras, por elas difundirem a cultura de massa coreana sobre a japonesa.

    Parece que esses grupos são patrocinados por marcas Coreanas como LG e Samsung, por exemplo, que competem diretamente com a Sony e outras marcas japonesas. Lembrando que como o Japão já dominou a Coreia no passado, tudo isso ajuda a fermentar esse preconceito e rivalidade.

    O brasileiro lê sim, o metrô é a prova disso, o problema é o que ele lê, mas de toda forma é um começo. Mas ainda temos um índice baixo perto da Europa, mas realmente o mercado de livro no japão está em crise ou estava uns anos atrás.

    Já tinha lido Neko Nikki e digo mais, é melhor do que as obras de horror dele, muito bom mesmo.

    • Realmente, o honorífico tan tem uma conotação bem mais infantil.

      Mas pelo menos eu, nas poucas vezes que vi sendo usado, foi pelo otaku hard no sentido mais pejorativo possível. Ou seja, é a maneira a qual ele se refere ao seu afeto/obsessão, sempre uma menininha.

      Em vez de falar xxx-chan, eles falam xxx-tan, acho que pra deixar o mais doentio possível.

      Mesmo em mangas que aparecem crianças pequenas, eu nunca vi elas usarem o tan.

  2. Ótimo cast, foi um bom tema escolhido.
    Tambem penso que não podemos ignorar o fato de que um mangaká cria sua obra voltada geralmente para o público interno japonês e cabe a nós buscar informações sobre a cultura deles para entendermos, mesmo que superficialmente, o que eles tentaram passar.
    Um exemplo disso é que tenho a coleção de Vagabond publicado pela Conrad e em uma das edições, numa parte de entrevista com Takehiko Inoue, ele afirma que os brasileiros certamente não entenderiam certas “nuances” da lingua japonesa que só um japonês entenderia.
    Quanto ao honoríficos: -tono seria para tratamento com um senhor feudal (não usado atualmente) e -tan uma variação de -chan, usado quando quem fala quer se mostrar carinhoso ou infantil(também pouco usual).
    Li também a recomendação de vocês do manga Olimpos e gostei, apesar de achar tão “profundo” assim, é um bom manga e a discussão entre os dois personagens é bem interessante.

  3. Isso me lembra quando eu estava em Taiwan e fiz um sinal dobrando o dedo indicador pra pedir que alguém tira-se uma foto comigo (a ideia era imitar o click de uma câmera) ai depois descobri que isso significava “alguém morreu”. lol
    Um caso interessante de mangá que lida com isso de diferenças culturais que me vem a mente é Banana Fish.Tinha um japonês entre os personagens principais e tudo se passava nos EUA, a autora fazia umas piadas que talvez japoneses não entendessem, mas qualquer americano (ou ocidental) que já foi pro extremo oriente sacaria (como por exemplo, asiáticos parecerem muito mais novos do que são, comida japonesa (>TOFU<) ser fedida, japoneses serem MUITO ingênuos e por ai vai). Também teve uma página que virou piada com o tempo.

    Interessante que eu já vi gente reclamando da tradução americana desse mangá mesmo assim porque exageraram demais no linguajar dos guetos de Nova Iorque.

    Já que vocês citaram também a influencia americana no Tezuka, eu to lendo Kaze no Ki no Uta (eu só não recomendo aqui porque é yaoi, por o mangá é bem escrito sim :P) e é interessante notar a influência europeia nos shoujos clássicos e consequentemente na demografia como um todo. Muitos desses mangás se passavam na Europa (exemplo bem claro disso: Rosa de Versalhes) e tiveram muita influência da pintura romantista (e outros estilos) esteticamente. Lógico que também tinha as influências das obras sci-fi tipo Toward the Terra (que é shounen), mas acho que esse gênero era moda na época em qualquer mídia :v.

  4. Sobre essa coisa do sotaque, a personagem Vampira no original é uma redneck com sotaque carregadíssimo. Porém na tradução em diversas mídias, nunca foi abordado. E nos mangás, já vi tentar reproduzir isso, acho que foi num dos mangás de Evangelion, em que o Toji Suzuhara na tradução em inglês para o sotaque do sul dos estados unidos. Os eventos culturais são uma barreira que pode ser ultrapassado.

    Sobre o Usumaru Furuya, ele pode ler também Palepoli, é bem alternativo também.

    É um assunto complicado, pois a permanência ou ausência de honoríficos, explicações de nomes e tal vai depender da audiência que vai receber e de quem está fazendo a tradução. Uma pessoa que lê scans na internet, se presume que ela tem certo interesse e vai atrás, já uma pessoa que compra numa banca apenas por comprar, pode ser mais ignorante sobre toda essa cultura japonesa de quem fez e para quem fez, que nesse caso é o público japonês.

    Já que o cast vai ser sobre Abara do Tsutomu Nihei, serei eu o único que está ansiosíssimo para o anime de Sidonia no Kishi?

    Slowpoke report: Comprei os 4 volumes de Red Garden(espero que seja MUITO BOM, pois gastei 50 reais nisso e não costumo comprar mangás), cheguei nos atuais de Ran to Haiiro no Sekai que está muito legal, e também terminei o terceiro volume de Ajin, que julgo ser uma das melhores coisas desses últimos anos, está matador!

    • Nem, aqui também, sobre Sidonia no Kishi eu digo. Mas tenho lá minhas duvidas, aquele estúdio não me inspira muita confiança, esperar pra ver mesmo.

      • Mesmo estúdio que fez Tron: Uprising, vai ser 3D, porém eu não me importo, acho que ficará até melhor.

  5. Acho que o humor japonês é estranho, tem vezes que eu não entendo as piadas por serem algo cultural, mas em momentos de situações, eu consigo entender.

    Gaki no Tsukai é bem isso mesmo, vejam esse fragmento do programa:
    [video src="http://teamgaki.com/downloads/videos/part%205%20subbed.mp4" /]

  6. alcancei os capitulos atuais de word triger ,a historia tomou um rumo bem inesperado e estou lendo pycho(mangá do mesmo autor de hoshi no samidare)
    essa semana vou ver se alcanço os capitulos atuais de nisekoy ,haykiu
    já que ta na moda recomendar historias do superman ,eu recomendo superman vs a elite

    agora sobre o tema do podcast
    mangás são feitos por japoneses e para japonês ,nenhum mangaka para pra pensar se os leitores estrangeiros vão entender a sua historia ,pra min a maior barreira que um mangá pode ter pra estrageiros são as questoes historicas ,como ´por exemplo mangás que falam de oda nobunaga ,mas é como o estranho falou se agente fosse fazer uma hq sobre dom pedro não ia ter necessidade de ficar explicando quem foi dom pedro
    sobre a questão do sotaque ai não tem jeito mesmo por exemplo em silver spon varios personagens tem sotaques diferentes devido ao fato de todos os estudantes terem vindo de fazendas do interior do japão ,mas não tem como adaptar isso entao o tradutor simplesmente deixa todos os personagens com um linguagem igual

  7. Humor é uma coisa que não muda apenas de país para país. Muda de classe para classe, de geração para geração. Por exemplo, tem gente que assiste Zorra Total!

    Poderiam me informar as músicas usadas nessa edição? Grato

  8. Nossa! Quer dizer que eu finalmente acertei uma analogia!? É isso ai, não desiste não Judeu que um dia você consegue também!

    Esse é mais um tema interessante. Pra mim não existe barreira cultural que não possa ser superada, mas quanto maior ela for mais difícil de ir além, e menos pessoas vão tentar ir.

    Os honoríficos de tratamento são um bom exemplo disso. Eu mesmo quando comecei a ler manga e me deparava com -san, -chan, -kun simplesmente ignorava. Ignorava mesmo, fingia que não via, e depois de um tempo era praticamente como se nem estivem mais lá. Não dava a minima, não sabia e nem queria saber.

    Então, por experiencia própria, não acho que a presença dos honoríficos por si só seja uma barreira. O leitor casual, provavelmente como eu naquela época, não se importa pois não é uma coisa que chega a atrapalhar a leitura. Diferente do sotaque, ou pelo menos da tentativa de adaptar ele, quase sempre falha.

    Dependendo do publico alvo e da forma como são usados, não tem a menor necessidade de preservar os honoríficos, caso de Inazuna Eleven. Por outro lado, diferente dos animes onde você pode ouvir o que estão falando, a retirada deles no manga para um leitor médio não acrescenta em nada. Eles são como as onomatopeias, um detalhe sutil mas que faz parte da historia. Muito embora a maioria das pessoas não consiga ler as onomatopeias, eu consigo e posso dizer que elas como o uso dos honoríficos ajudam na imersão do manga. Faz diferença sim conseguir entende-las.

    Como eu posso explicar, pode parecer preciosismo, e com certeza é uma barreira cultural. Mas passar por uma cena sem olhar e sem entender as onomatopeias (que muitas vezes não representa um som) é uma grande perda na experiencia de leitura. E pra quem tem certo entendimento da cultura, pra quem já ultrapassou certas barreiras, cortar os honoríficos é como amputar uma parte do manga.

    Pode parecer exagero, e talvez seja mesmo. No entanto a pior parte é quando você está no meio, quando entende relativamente bem da cultura e da linguá, mas ainda não o suficiente pra ler o original… ah, isso são apenas lamentos da minha parte…

    Voltando, pra quem não entende praticamente nada da cultura japonesa, os honoríficos não fazem muita ou nenhuma diferença, mas pra quem entende pode acabar representando alguma coisa, por isso sempre defendi a presença deles. Exatamente ao contrario da localização do sotaque.

    Certa vez eu tive a oportunidade de conversar com uma tradutora, e ela estava me explicando os problemas que teve pra traduzir as nuances de um poema escrito por um nordestino semi-analfabeto pro francês, e parece que o negocio foi tenso! Acho que o mais complicado em traduzir um sotaque, é que não da pra traduzi-lo com sotaque, seria apenas substituir um pelo outro, e me parece que essa é a grande falha nas adaptações dos mangas.

    Quanto a cultura propriamente dita, no começo você nem percebe muita coisa, só depois de um tempo que vai se dando conta que tem algo a mais, e conforme vai desenvolvendo vontade em se aprofundar, as barreiras vão sendo superadas. Para o leitor casual não interessa saber os detalhes da historia, dos costumes e da sociedade japonesa, é o tipo de coisa que só quem gosta vai atras.

    O humor também, é só mais uma barreira, com o tempo e um pouco de esforço da pra conseguir assimilar. Especialmente porque exitem muitas comedias diferentes, mesmo o gag manga, hoje em dia eu consigo rir de coisas que talvez não veria graça antes.

    Acho que eu acabei fugindo um pouco do assunto, e olha que ainda tinha mais coisa pra falar, mas como meu comentário está começando a ficar grande de novo, vou parar por aqui.

  9. Se o pessoal acha difícil se adaptar aos honoríficos japoneses é porque o pessoal ainda não se deparou com honoríficos coreanos (noona, sunbae, hoobae). Eu sempre notei principalmente em mangás de esporte aquela forte hierarquia como senpai, kouhai, o capitão ser quase um técnico do time, etc. Em relação aos romances, vi dois textos ótimos sobre romances japoneses (um do All Fiction e outro do Panino), aqui está o link:

    View story at Medium.com

    http://allfiction01.wordpress.com/2012/12/23/historias-de-amor-entre-garotos-e-garotas/

    Em termos de sotaque japonês, o artigo da Wikipédia em inglês tem uma base boa para esse assunto: http://en.wikipedia.org/wiki/Japanese_dialects
    Acho que se tivesse uma obra brasileira que seria meio complicado de traduzir para outras línguas seria o livro Grande Sertão: Veredas, que tem uma linguagem típica do norte de Minas (O começo do livro começa com a palavra “Nonada”).

    Em termos de comédia japonesa, atualmente estou assistindo Space Dandy e Tonari no Seki-kun. Os dois animes são de comédia e são muito bons e bem criativos, especialmente o segundo que cada episódio tem apenas oito minutos. A comédia de Space Dandy lembra bem a comédia do Dragon Ball clássico.

    Terminando o assunto, esse podcast seria ainda melhor se tivesse algum membro de scanlator como convidado, pois são estes que mais lidam com os desafios de barreiras culturais na tradução de mangás.

  10. Olá!

    Minha maior barreira é sem dúvida com as comédias, inclusive desisti de vários mangás/animes por não conseguir acompanhar e assim perder o teor da obra. Uma outra barreira que dificulta em muito é a barreira temporal e é algo que eu sempre me proponho a tentar romper (por exemplo comparando o clássico TwinPeaks e a releitura TheKilling). TwinPeaks se desenvolve de maneira muito lenta, algo que seria impossível para um thriller construído atualmente, mas que apesar disso foi praticamente o iniciador desse gênero.

    KING!

  11. Boa tarde.

    Eu não tinha certeza se o e-mail que eu tenho do Judeu Ateu e do Estranhow ainda estavam em uso, então resolvi me comunicar com vocês aqui pelos comentários.

    Vim aqui com o principal objetivo de pedir desculpas. No ano passado ouve diversos insultos e desavenças de membros do EMD para com vocês, e isso estava incomodando a diversos membros do grupo a bastante tempo. Acredito que houverão discussões interessantes, como o início do debate sobre arte, mas teve membros do grupo que partirão para uma ignorância infantil e desnecessária. Eu e o Lucas realmente nos arrependemos das ofensas desnecessárias, principalmente pelo fato do Judeu Ateu ter sido o primeiro blog da internet a dar apoio ao meu trabalho. Não posso falar pelo Trilles, mas posso dizer que ele não faz mais parte do EMD.

    Após repensarmos nossa forma de análise nós percebemos que estávamos desvalorizando a experiência individual de leitura, algo que já modificamos nas últimas reviews. Estávamos tão focados com pontos técnicos que deixamos um pouco de lado a experiência pessoal que um leitor pode ter com uma obra,

    Essas desculpas são 100% sinceras e realmente espero que ou tenha novamente a oportunidade de conversar com o Judeu Ateu como eu fazia antigamente, e eu adoraria poder conhecer melhor o Estranhow. Sei que essas desculpas foram tardias, só espero que não tenham sido tarde demais.

    • PS: Em breve faremos um podcast de pedido de desculpas, não só a vocês mas para também com outras pessoas.

    • Olá!

      Acompanhei algumas postagens do EMD há alguns meses e em um dos posts resolvi comentar (para ser mais exato era uma crítica/review de Dorohedoro).

      Admito que desde o começo fui direto em meus comentários, e mesmo severo em diversas colocações (o que foi respondido de maneira igual pelo Trilles). Nesse ponto não vi problema algum, afinal em pontuei minhas críticas com fatos que eu considerei relevante, ao passo, que o moderador o fez da mesma forma (apesar de se basear em uma linha muito mais pessoal que propriamente factível, o que não é nenhum demérito).

      Porém o que mais me incomodou foi uma massiva censura que recebi, com diversas colocações minhas sendo deletadas. Isso é um fato que vejo como imperdoável em um blog que se propõe a realizar críticas do trabalho de outras pessoas. Afinal o objetivo não é discutir e talhar não apenas uma opinião, mas diversos de pontos de vistas com suas qualidades e deméritos?

      Espero que o rumo do EMD se modifique e assim diversos leitores, assim como eu, possam retornar ao blog e sugerir, criticar e opinar tendo essas contribuições relevadas e sem que sofram censura.

      KING!

    • Fica tranquilo cara, de fato houveram discordâncias entre os grupos, eu pessoalmente até cheguei a ficar um pouco irritado, mas acredito que nunca foi algo que incomodou grandiosamente nenhum dos grupos. Na maior parte era a gente aqui e vocês ai, com umas indiretas que rendiam até piada, nada grande demais.

      Fico muito honrado pelas desculpas, já tinha visto um esforço por sua parte de tentar pacificar os dois lados, obrigado por isso e tudo na paz, pode ficar tranquilo.

  12. bom dia meus nakamas da aventura por entre o mundo dos mangas!

    passando muito rápido aqui, apenas para dizer que eu terminei punpun. Quero deixar aqui o meu pedido de manga enquadrado sobre punpun (que possivelmente não acontecerá) pois creio que eu nao captei nem 70% do que o autor queria me passar.
    Mesmo depois de ler aku no hana, onani master kurosawa e nozoki ana, que são mangas onde só acontece merda, punpun conseguiu me abater. Porra, merdas tão possíveis de acontecer ainda mais na cultura japonesa… Desde a parte da mãe dela (digamos assim para o caso de alguém não querer tomar spoil) eu sempre lia todo cagado esperando que a qualquer momento tudo “terminasse” (if you know what i mean).

    remontando um pouco ao podcast sobre subplot, pra que porra serviu o pegaso? sei que serviu pra algo, mas não consegui entender.

    Uma duvida, o que aconteceu com o shimizu afinal?

    • esqueci de falar que corri pra ler orange. muito legal de se ler, e bem feito ! e caralho, puta coragem teve esse suwa do tempo presente hein? não tem muitos caras capazes de atos altruístas assim..

  13. Quanto a comédia eu normalmente prefiro quando ela é um elemento a mais na história, e não o principal. Um exêmplo é no Koe no Katachi dessa semana, eu ri muito com o “Esse pão também é um ótimo pão!”.

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