Mangá² #77 – Batalhas

Sejam bem vindo ao episódio Se7en do Mangá², o podcast semanal de mangás que está nesta luta diária que é a vida.


Neste programa, Judeu Ateu e Estranho discutem um tema sugerido por email: Batalhas! Lutas! Porrada!

Mas na verdade, a conversa é sobre os aspectos técnicos das lutas e o que as tornam boas na visão de um leitor de mangás. Ela tem que ter importância para o enredo? Lutas podem ser só fanservice? Para quê servem transformações e torneios? Tudo isso e muito menos é discutido ao longo do podcast!

E na Recomendação do Ouvinte temos finalmente o segundo ganhador do Concurso Cultural², que terá o poder de escolher um mangá para “enquadrarmos” no futuro. E a recomendação é um shoujo fora do padrão, pra nos tirar da zona de conforto com algo interessante.

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Links Comentados
Post de Alefe Luis (Shaturanga) sobre Hoshi no Samidare

Feed

Cronologia do episódio
(00:13) Discussão Semanal – Batalhas

(28:50) Leitura de Emails

(46:00) Recomendação do Ouvinte – Olimpos, por Jéssica Yukinaime

Download (CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE E ESCOLHA A OPÇÃO “SALVAR DESTINO COMO…” OU “SALVAR LINK COMO…”)

21 Respostas para “Mangá² #77 – Batalhas

  1. Vocês acham que as resoluções dos Homunculus em Homunculus poderiam ser considerados como uma luta?

    Achei que esse programa um pouco mais focado em APENAS shounen de lutinha, as lutas não são apenas físicas, como no caso de Homunculus, em poucos momentos é usado a força física e mais a cabeça. Nunca entendi o motivo das lutas em shounen de lutinha, se você sabe que o protagonista terá o seu final feliz é quase garantido, então QUAL O MOTIVO DE LER UMA CACETADA DE VOLUMES? Seria o mangá considerado um gigantesco fan service?

    Acho que poderiam ter falado das batalhas em Dorohedoro, que são extremamente criativas e que nunca sei o que se esperar.

    Sobre a recomendação da semana, eu digo aqui: É CILADA! Fui ler esperando uma arte legal(e achei a arte legal), porém a história não foi legal, porém não deixarei apenas a crítica. Você quer ler algo com mitologia grega? Leia Wonder Woman do Brian Azzarello dos Novos 52, que lida com a relação homem x deuses e como os deuses são pau no cu. Já puxando mais para o lado do Humor, recomendo The Incredible Hercules 112-141, onde temos como protagonistas o Hércules da Marvel(beberrão, adora uma briga e é odiado por todos ao seu redor) e sétimo ser mais inteligentes da Terra. Nessa Run de Hércules, temos Ares perseguindo seu irmão após eles terem auxiliado o Hulk na World War Hulk, temos um esquadrão de Deuses(asiáticos, americanos, australianos, africanos) prontos para derrotar Pesadelo, uma viagem a ilha das amazonas onde o amor é algo perigoso, e até uma história onde o Hércules troca de lugar com o Thor e vão para o reino dos elfos negros onde um sem querer acaba iniciando uma invasão a Terra, e os dois por mais que se odeiam devem cooperar para impedir isso. Toda essa run de Hércules é EXTREMAMENTE DIVERTIDA, ver como o autor soube brincar com as características dos deuses e coloca-los dentro do universo Marvel com tamanha coesão é algo que adoro nessa run, vale MUITO a pena conferir.

    Slowpoke report: TERMINEI OYASUMI PUNPUN, em quanto tempo verei essa obra ser comentada num mangá enquadradro ou num cast semanal?

    • Rapaz, li um volume de Olimpos antes depois de lançar o podcast. E até aqui gostei. Só vou concordar com você se o segundo volume der uma queda brusca, vamos ver.

      Sobre Punpun, temos que ver isso aí, há muito pra ser dito sobre ela (e muita gente que vai querer falar junto conosco). Tenho que falar com o Judeu sobre isso ainda.

      • Se você gostou do primeiro volume deve ir gostar do segundo também, só talvez você possa notar que a arte ficou um pouco menos detalhada, até porque ela tinha menos tempo pra desenhar que nos primeiros capítulos. Tem um ponto inclusive, que eu achei bem interessante, do porque Apollo amar tanto a irmã, foi meio que uma resposta que eu não esperava. O que acontece é o final ser interessante também, mas meio esquisito. Dá a sensação que a autora havia planejado aquilo como final só porque desse jeito dava pra acabar a história quando ela não tivesse nada mais pra inventar. Esse mangá dá a sensação de ser um slice of life divino.

  2. pra min uma luta ser considerada precisa de
    1-me entreter
    2-ser emocionante
    3-fazer sentido
    4-fazer difernça pro plot

    é logico que nem sempre ,a luta vai cumprir todos esses requisitos mas ainda sim pode ser uma boa luta,por exemplo em dragon ball tem um episodio em que o goku entra numa torre e tem que lutar com um ninja,essa luta não é emocionante ,não faz sentido e não faz diferença nenhuma pro plot ,mas entretem pois apesar de boba é uma luta estremamente divertida de se ver

    mas concerteza as lutas que mais me marcaram atre hoje são aquelas que cunpriram todos esses requisitos cito
    ichigo vs ulquiorra
    yusuke vs toguro
    naruto vs sasuke
    naruto vs pain
    ed contra pai dos humunculos

    essas são todas lutas na qual fizeram meu coração bater mais forte de tanta emoção

  3. Bom concordo com vocês na definição de luta. Porém acho que o autor pode conseguir mexer com o leitor com uma luta mesmo que essa não seja importante, usando do visual, compensando a falta de emoção com o enredo para dar emoção com o golpe ou com algum efeito de arte foda.

    Ou como o Dragon Ball fazia no começo, usar a comédia, na luta para dar enfase a lutas sem muita importância. Lembro da luta com o homem invisível que o goku ou o Kurililin fazem o mestre kame soltar sangue pelo nariz para achar e ganhar do adversário.
    A luta e o inimigo são de relevancia 0, mas a ideia deixou a luta mais do que valida.

    Algo legal é quando o autor inverte a noção do personagem ter que ganhar um poder novo, ou trainar, como foi o caso do Shikamaru com o Hiddan, ele tinha uma motivação, mas ele acabou vencendo com os seus podres habituais um personagem overpower,
    Já no caso do Kakuzu oo Naruto precisou de um novo golpe.

    Apesar das lutas não acontecerem na vida real, sempre achei q elas fosse uma analogia com os problemas da vida do leitor, de superação e bláblá.
    Mas confesso que quando fazia boxe, no migue no meio do treino tentava usar um ou outro golpe de Hajime no Ippo, que apesar de existirem tem aquela exagerada.

    SIM, o final de Dexter é uma merda, tiveram uma ideia boa, mas como ela foi executada foi horrível. Depois da 4º temporada Dexter só desceu ladeira, mas a 5 e 6 ainda foram ok.

    Huahsuahsuahs, foi mais falta de conhecimento do que pretensão, afinal não sei mais nada de música francesa e eu achei que tinha haver com o mangá.

    Olha em Hoshi no Samidare se a menina for a irmã da princesa e acho que Ashima Hisame, sim ela é muito chata. Mas vou dar outra chance pro mangá sim.

  4. mas …. e o manga2semanal? ‘-‘ pra ser sincero, é minha preferência no vosso programa :/ nao vai ter não?

    • Até tinhamos gravado semana passada, mas não saiu porque atrasou a edição. Mas de qualquer forma, ele seria o último do formato atual, que dava trabalho e nem dava um retorno tão legal.
      Estamos em processo de repensar como funcionará o podcast, que voltará com outro nome e outra abordagem.

      Mal aí!

  5. Legal pra caramba.

    Fiquei interessado no meio do podcast com a citação do Judeu a All Round Meguru e fui procurar o mangá. Descobri que era um que me recomendavam a um bom tempo por se tratar de MMA e eu ser entusiasta do tema. Maratonei ele desde que saiu o podcast e já cheguei no último cap em Pt e vou tentar chegar nos atuais em ing.

    Só queria falar sobre ele, que fiquei cochado com o enfoque técnico que tem na preparação e na luta, chega a ser demasiado em algumas partes e absurdamente didático – o que para um mangá de esportes é até estranho, tanto que pra mim os personagens parecem segundo plano, não estou nem aí se o meguru ou a Maki vão ser profissionais – o que importa pra mim é a progressão dos torneios – mesmo que eles se aposentem e apareçam novos personagens. Nada vai mudar. O ponto alto são as lutas, e o desenvolvimento delas e as explicações.

    Sobre Dragon Ball, queria apontar algo que discordo, e acho importante. Até meio que virou meio chacota de vocês… mas pra mim: O Power Up de Super Sayajin foi um dos melhores desenvolvimentos de personagens já feitos – não tem tanto a ver com fanservice – embora seja apenas um power up sem mudança na técnica como falaram. A construção (do primeiro super sayajin) foi enorme, e o impacto que isso teve no enredo nem se fala.

    Começou a ser construída bem no começo do arco – envolve o único medo do Freeza – e a razão dele ter dizimado o planeta dos sayajins décadas antes (e isso emenda com o primeiro arco de DBZ, por haver apenas 4 sayajins vivos por causa disso), e principalmente o drama do Vegeta. Que na lógica dele, seria o homem a ser destinado a se tornar o lendário Sayajin. Inclusive em um ponto do arco quando ele mesmo tem um power up, ele já acredita que se tornou o mesmo. Acontece um drama pessoal dele no arco seguinte do orgulho ferido por ser superado por alguém de uma classe “inferior”.

    Vocês falaram que muda apenas o visual. Mas também (no arco do Freeza), mudou a personalidade do Goku, se tornando alguém frio, cruel e arrogante com o power up(ao ficar derrotando Freeza aos poucos). E foi um ótimo momento de catarse – (com a morte definitiva do Kuririn, que até o momento sem o Deus Ex Machina que viria depois, era impossível de ser revivido mais de uma vez) – então teoricamente foi uma construção muito importante, e mudou todo o universo da história. Um simples power up. Por isso que ele é tão marcante pra tanta gente – e talvez seja o símbolo máximo de um power up numa história. Quando alguém lembra de um salto de poder… acho que a primeira coisa que todo mundo lembra é o Super Sayajin. E analisando de maneira lógica, tem razões para ser tão marcante.

    Pena que o Toryama depois caga regra sobre isso. Nos arcos seguintes vira putaria… todo mundo se torna SS sem catarse e se torna algo “superestimado”. Acabam com a ideia de que só poderia haver “um lendário”. E por fim ainda inventam níveis que vão além daquilo que “deveria ser”, o lendário homem mais forte do universo.

    • Realmente, nesse ponto do arco você vê quer o Goku, enquanto Super Sayajin, não está “se divertindo” na luta, como é de seu costume. Apesar da série não dar tanta importância, foi o melhor amigo da infância de Goku quem morreu e a mudança na transformação dele reflete um ótimo trabalho de desenvolvimento de personagem.

      Só é uma pena que isso seja só ali. Nos arcos seguintes o Goku ainda é o mesmo e nunca mais teve um momento tão intenso em se tratando de personagens. Sem nem mencionar quantos Super Sayajins nascem como se o momento em que Goku estava quando se transformou não fosse o motivo da transformação, mudando todo o conceito do “Super Sayajin” que vimos à principio.

  6. Obrigado pelo poder dado à mim. Usarei para promover o caos e discórdia como sempre.
    Agora, sobre o tema, um mangá que me agrada nas lutas é HxH, por usarem mais estratégia.
    Acho que gosto de brigas quando os personagens não tem poderes também, isso torna as coisas mais imprevisíveis. Vai ver por isso gosto de mangás com gangues e coisas do tipo.

  7. Quando vocês citaram a ideia de treinar para evoluir a técnica ao invés de criar uma nova, eu logo lembrei de Hajime no Ippo (não que eu ache que algum de vocês vai ler)…
    O Ippo(protagonista) ao encontrar um oponente que tinha habilidades perfeitas contra seu mais poderoso golpe, o Dempsey roll, ao invés de tentar criar outro “poder” para vencer a luta, ele evoluiu o já existente para a falha que o seu inimigo iria aproveitar sumir…

    Até… @_ayronn

  8. so passando aqui pra falar que li koe no katachi, muito bom ! queria que tivesse mais capitulos para ler :/ venho aqui implorar para que o manga2semanal troque toriko por koe no katachi (Será possivel? xD)

  9. Saudações.

    Meu nome é André Roberto, moro em São Paulo, tenho 17 anos e queria atualizar algumas leituras minhas dessa semana, eu li VITAMIN, THE MUSIC OF MARIE, FULLMETAL ALCHEMIST, BRADHELEY NO BASHA, BLADE OF THE IMMORTAL (que li todo em inglês), HIROSHIMA A CIDADE DA CALMARIA e por último KYOU NO ASUKA SHOW (que mais parece uma crítica muito zoeira do gênero ecchi, abusando dos fanservices que acredito que os senhores já tenham falado a respeito) todos muito bons (sendo a maioria término de leituras atrasadas).

    E to lendo ONE PUNCH MAN, ANSATSU KUSHIOTSUJI (AssClass), JABBERWOCKY, ZETMAN, POKEMON ADVENTURES, PUPA, DRIFTERS, BLAME!, AIJIN, 666 SATAN, BERSERK, PLANETES, VAGABOND e SAINT SEIYA EPISÓDIO G. A lista pode parecer grande, mas eu costumo ler 4 ou 5 capítulos de obras diferentes toda vez que tenho tempo e assim vou indo.
    Já a respeito do Podcast eu queria saber se vocês poderiam dizer o nome de alguma obra da qual tenha batalhas que apesar de existirem poderia ter existido um enredo coeso e interessante, ou até mesmo o contrário um mangá que falte combates para aumentar a qualidade da obra.

    Muito obrigado pela resposta e que continuem com mais Podcast’s.

    Valeu!

  10. Não é relacionado ao podcast, mas tem planos para um manga² de Oyasumi Punpun com a finalização da tradução? E Judeu Ateu, se não parou, estou no aguardo dos seus MMV’s, são muito bons.

  11. Realmente, as lutas de Bleach, as vezes são tão desnecessárias envolvendo personagens não tão importantes, que da até uma dor no coração… u.u
    Acho q a minha principal crítica a “batalhas” é o fato de que, dependendo do mangá claro, ninguém morre, e se morre, é quase sempre o inimigo, o personagem principal n fica muito machucado tb, e se fica, se recupera muito rapidamente… enfim…
    Esse é um dos motivos que me fez ler cada vez menos Shounens…

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