Mangá² #74 – Níveis de Poder

Sejam bem vindo ao episódio furacão do Mangá², o podcast semanal de mangás de nível SS-plus.


Neste programa, Judeu Ateu e Estranho se voltam para o clássico battle shonen e se focam nas discussões sobre níveis de poder.

Como os autores constroem os poderes de seu mundo? Como os classifica? Usar números é uma boa ideia? E os personagens over-powers, são um problema? Acompanhe-nos nesse papo despretensioso sobre este tema simples e recorrente!

E na recomendação da semana, um mangá com clima de slice of life sem ser slice of life. E sobre incesto.

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Cronologia do episódio
(00:30) Discussão Semanal – Níveis de Poder

(32:30) Leitura de Emails

(59:00) Recomendação do Ouvinte – Ran to Haiiro no Sekai

Download (CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE E ESCOLHA A OPÇÃO “SALVAR DESTINO COMO…” OU “SALVAR LINK COMO…”)

37 Respostas para “Mangá² #74 – Níveis de Poder

  1. Discordo sobre a maneira que desenvolvem o Superman. Para mim, ele é o mais forte e o mais poderoso, mas ainda sim é um homem. Ele nunca foi o Superman, ele sempre foi o Clark Kent, e nesse conflito dele, da busca da identidade(que o resto ignora, sempre sendo o Superman). Acho que isso fica bem claro quando se faz uma pergunta: Qual é sua identidade secreta, Clark Kent ou Superman? Um dos exemplos disso é o Reino do Amanhã, em que mesmo com todo aquele poder, o que o Clark decide fazer? Trabalhar numa fazenda, e os meta humanos não entendem isso. Outro fraco dele é que suas maiores fraquezas não são ele mesmo, e sim seus amigos, famílias e relacionamentos amorosos, pois esse é quase(exceto kryptonita) sua única fraqueza, por ele ser o Clark Kent que ele acaba sendo tão “fraco” perante isso. Sobre o Luthor, o conflito nunca foi sobre quem era o mais forte fisicamente, e sim o medo do Luthor como SER HUMANO num mundo de meta humanos, ele não aceita que eles podem ser subjugados por apenas um alien. Acho que o Luthor representa uma faceta da humanidade que sempre quer ser o melhor, e trabalha para isso, por tal motivo eu gosto tanto dele, vejo nele a persistência, mesmo que por motivos “errados”.

    Sobre o cast, nunca comentei, mas sou de Florianópolis – SC e tenho 19 anos de idade, estudante de Geografia. Agora tratando do assunto do cast, eu fico meio perdido nessa discussão, pois no meu caso, nunca li mangás de shounen de lutinha dos mais famosos, se existe um que eu leio que acho que foi uma falta grave não ter sido citado no cast é Dorohedoro, que até hoje não entendo como os poderes e magias podem ter seus níveis, ou a ausência disso, principalmente com aquele mago da torta, que com um poder de torta, conseguiu vencer o líder dos Olhos Cruzados. Acho que como estudei em colégio militar, não fica bem claro para mim, a inconsistência de Naruto, onde num rank militar, o protagonista está abaixo de outros, quando tem um poder maior, e quando(na época que assisti os episódios principais da série original) almeja o último nível que é o posto de Hokage.

    Um exemplo que eu gosto é de todo o Nasuverse(que já citei anteriormente) que engloba obras como Fate/stay night, Fate/Zero, Fate/Extra, Tsukihime, Kara no Koukai, etc. Em que principalmente Fate, as classes e os heróis tem características específicas que de acordo com a classe que foram invocados ou o próprio espírito heroico podem interferir com a maneira que o invocado age. Um exemplo é o Gilgamesh, que após ser invocado com a classe Archer, acaba tendo uma característica na classe que faz com que ele possa agir sem seu Master, abrindo muitas possibilidades e até tramando seus próprios objetivos. Abaixo, tem algumas imagens para ilustrar os status e habilidades:

    Exemplos de classes e heróis:



    Exemplos de habilidades:

    Mais detalhes nesse link aqui: http://typemoon.wikia.com/wiki/Parameters_and_Skills

    Esse exemplo, eu vejo como um bom exemplo de construção de mundo, em que parâmetros numéricos tem grande importância, e que os números não são verdades absolutas, em que as condições psicológicas de quem usa ou de quem é atingido podem influenciar no resultado final. Por isso mesmo citei aqui, principlamente pelo comentário do Estranho em Mago nível A, B, C …N.

    Agora sobre a recomendação do Judeu, NÃO TEM NENHUMA INSINUAÇÃO QUE O IRMÃO QUER COMER A IRMÃZINHA! Ele apenas está protegendo ela, e demonstra isso em diversas situações, principalmente contra os homens, principalmente os mais velhos. Eu li os dois primeiros volumes, e só no segundo volume que se uma plot é algo começa, antes disso me pareceu que seria um slice of life, porém um ótimo slice of life com uma arte incrível. Diferente dos que o Judeu disse, eu adorei o início, e é uma dos meus favoritos desses últimos tempos, reitero a indicação, e já pretendia em gravar essa recomendação.

    Uma pergunta que me deparei procurando novos mangás, vocês recomendam MPD Psycho?

    • Outra coisa que esqueci do Superman, é de seu juramento de não matar ou praticar o mínimo possível, ele é um dos seres mais poderosos, porém se autolimita para não fazer isso(coisa que ele abandona em Injustice, após a morte da Lois pelo Coringa). Imaginem só, vocês terem todo um poder e não puderem utilizar, sempre terá a sensação de que não faz parte do grupo, como foi a juventude do Clark, algo mais isolado e intimista, lidando com seus poderes.

      Outra coisa que deve se ter cuidado é analisar o personagem pela sua continuidade principal(é difícil, eu sei), usar Entre a Foice e o Martelo para servir de análise do personagem é um grande erro, pois essa HQ, é do selo Elseworlds, que são versões alternativas dos heróis e não os heróis em si, já as Quatro Estações é um exemplo ótimo, pois lida com o início da carreira do Super. Quando não segue a linha principal, suas características principais, é onde fica o problema. Um exemplo disso é o filme mais recente do Superman, Man of Steel, onde ele mata o vilão, destrói a cidade e fica tudo bem depois(a escala de destruição desse filme foi a maior que já vi na vida, Transformers é pouco perto disso). O filme foi criticado por isso, não era o Superman ali, era outro personagem, mas não o Superman.

    • Sobre o Superman, realmente acho que existe esses aspectos que podem o tornar interessante. Mas eu tinha vários gibis antigos que herdei de um vizinho e em 90% das histórias, nenhuma abordava nenhum desses aspectos, era só um conflito convencional. Tinha até umas histórias antigas com o Galhofeiro! Fala sério, que perigo o Galhofeiro representa?!?!
      Do Luthor, eu nunca disse que é uma disputa física de fato, Mas nessas mesmas histórias antigas, ele sempre tentava uma forma de sobrepujar o Superman, seja física ou moralmente. Em ambos os casos, o Superman poderia muito bem saber o que está rolando e impedir antes de qualquer ação ocorrer. Essa foi a crítica.

      O Superman PODE ser um bom herói, assim como qualquer outro. Mas publicação constante durante os anos faz com que 90% das histórias de qualquer herói sejam genéricas, forçadas, e/ou sem graça. Qual é a proporção entre as histórias que de fato abordam um aspecto interessante do herói e todas as outras?

      • Sim, claramente um personagem com mais de 50 anos tem diversas histórias saturadas, principalmente nas mensais, é aí que as minisséries e encadernados fazem as melhores histórias que numa mensal não é possível.

        Obrigado pela resposta de MPD Psycho, baixei outro mangá do autor, mais curto e fechado, se gostar, irei ler o MPD.

    • Quanto a MPD Psycho, eu realmente nunca li. Já ouvi falarem bem, mas nunca de forma convincente o bastante pra eu me interessar e ir atrás.

  2. Olá undergrounders(?), meu nome é Igor Mendonça, tenho 17 anos (27 dias para 18) e sou vagabundo (a.k.a recém-formado, procurando estabilidade na vida e mudando de cidade). Sou um ouvinte relativamente novo do podcast, sendo que escuto-o desde o #52, então ainda não entrei em nenhum debate com vocês, mas nesse episódio eu me senti tentado a fazê-lo, então aqui vamos nós.

    Sobre os níveis de poder, em si, devo dizer que me sentia uma criança de 9 anos de idade fazendo desse assunto uma constante masturbação mental. Então agradeço-os por me fazer ver que não sou o único, rsrs. Sempre gostei desse tópico e sempre me incomodou muito as inconsistências que a maioria das obras têm nele. Em geral no quesito de sempre aparecer alguém muito mais poderoso, quando o autor acabou de definir, há uns capítulos atrás, que estávamos vendo o protagonista se tornar o mais fodão dos fodões. Em alguns mangás isso é tão inconsistente que afeta todo o plot e parece invalidar todos os arcos ou sagas anteriores. O maior exemplo que tenho é de Katekyo Hitman Reborn (eu li até o fim, me desculpem). Na obra em questão, o maior dos arcos aborda o confronto do protagonista (Tsuna) e seu grupo contra um personagem que acabou com toda a família Vongola, todas (ou quase) as outras famílias da máfia e com o mundo, em si. Como era de se esperar, Tsuna vence no fim do arco. Passa-se mais um arco, onde o personagem fica absurdamente mais poderoso e depois vem o arco final. Quer dizer, vem o arco final e a maior inconsistência junto dele. Nesse arco, Tsuna enfrenta o pai dele e perde. Mas não simplesmente perde, ele é massacrado. O problema aí é que o pai dele é O CHEFE DE SEGURANÇA DOS VONGOLA. Segundo o mangá, quando o inimigo de dois arcos atrás destruiu a família, o pai de Tsuna havia ido embora com a esposa para um lugar seguro. Agora… por quê esse desgraçado não tirou dois minutos da vida dele, deu uma surra no vilão e em todo o grupinho do mal e voltou pra casa? A resposta é: o autor é um idiota. Outro grande e famoso mal exemplo é em Fairy Tail, considerando que o Natsu tem o mesmo nível de poder que o Gray, mas de repente derrota inimigos que nem o mestre Makarov consegue tocar.

    No espectro oposto aos maus exemplos, temos obras que trabalham só em cima do assunto. Como o citado “Superman”, de quem eu sou um imenso fã, mas não pelas histórias ou pelo personagem e sim pelo conceito e como alguns autores trabalham com ele. Acredito que a melhor forma de encarar (ou mesmo de escrever) as HQs do Superman é pensando nas consequências da existência daquele ser, ou mesmo no conflito de ele ser tão absurdamente poderoso. Outros exemplos, além do já citado “Entre a Foice e o Martelo” (o qual devo admitir, nem gosto tanto, graças à necessidade gigantesca de colocar todo e qualquer elemento possível ou impossível do universo DC nele), têm muitas outras obras que abordam o conceito do filho de Krypton muito bem. As minhas preferidas são: “Lex Luthor: Homem de Aço”, onde o maior vilão do Super é o personagem principal e onde é abordada a visão desse personagem sobre aquele mundo e sobre a existência do Superman nele; e “Irredeemable”, que é uma comic que não tem o personagem do Superman, mas que trabalha o exato mesmo conceito. O personagem principal em questão é o Plutoniano e o plot todo é sobre ele enlouquecendo por toda a pressão que ele sofre (e que ele pode ouvir), todo o conflito de ele viver em um mundo de papelão e toda a questão de que, parafraseando a própria obra, não importa o quanto ou o quão duro ele tente, só basta um erro para torná-lo irredimível. Eu poderia falar muito mais sobre essas duas obras (muito mais mesmo), mas para não alongar ainda mais o meu comentário, vou deixar como recomendações.

    Outro ótimo exemplo é o também citado “Hunter x Hunter”. Desde antes do Estranhow comentar, eu já pensava em falar sobre ele. Isso porque o mangá do Togashi tem um modo completamente subjetivo de nível de poder. O “nen”, poder em questão, até pode ser medido em quantidade, mas nesse caso não faz tanta diferença Tanto que o personagem principal tem uma quantidade gigantesca de nen, mas é até frágil se colocado ao lado de outros mais experientes. E toda essa construção do poder de Hunter Hunter não só dá uma gama praticamente ilimitada de habilidades em potencial ao autor, como também, quando o mesmo autor decide pôr um personagem tão poderoso que é impossível de ser vencido, consegue passar ao leitor a sensação de medo e não aquela sensação de “prostituição do nível de poder”.

    Um último exemplo que trabalha muito bem em cima dos níveis de poder é “Shijou Saikyou no Deshi Kenichi”, ou simplesmente “Kenichi”. Apesar de ter muitos problemas, Kenichi tem uma qualidade que faz gostar muito da obra: as piadas. E o estilo de piada que eu, particularmente, acho mais legal no mangá é aquelas que tem a ver com os mestres. Porque esses caras são tão absurdos, mas tão absurdos, que as lutas chegam deles a ser uma galhofagem sem igual. Não só as lutas, mas os treinos com eles ou mesmo a presença deles vira piada em algumas páginas. O exemplo mais recente (até porque o mangá ainda está em publicação) é o capítulo em que mostra que os dois personagens mais fortes estão lutando há tantos dias, que uma das dificuldades da luta para eles, é a de arranjar comida enquanto trocam golpes.

    Só citando mais um ótimo exemplo, mas sem comentar porque já estou com preguiça e meu comentário já está gigante, vale lembrar de “One Punch-Man”, o mangá onde o herói vence todas as lutas em um soco.

    Por fim, é bom comentar que alguns outros mangás, em alguns momentos, simplesmente abandonam o nível de poder em razão da comédia. Mas ninguém vai questionar o porquê da Nami conseguir deixar o Luffy de cara inchada, não é mesmo? É piada, não é para levar a sério.

    • Só dando um update sobre o meu próprio comentário: terminei de ler Irredeemable agora mesmo e eu não poderia estar mais certo sobre ser uma subversão do conceito do Superman e sobre ser uma história dele, mesmo sem ele. E é incrível como que no passo em que o enredo segue, mais claro fica que a história tem consciência de estar abordando esse tema e que em certo ponto dá uma das definições mais incríveis sobre o herói. Altamente recomendado. Irredeemable. Se quiserem ler oficialmente, tá lançando no Brasil como “Imperdoável”. Tem seus defeitos, é claro, mas os pontos positivos são muito mais gritantes.

  3. Nossa, nem falaram de One Punch-man, Saitama é o personagem mais over-power da atualidade.

  4. Discordo sobre a maneira que desenvolvem o Superman. Para mim, ele é o mais forte e o mais poderoso, mas ainda sim é um homem. Ele nunca foi o Superman, ele sempre foi o Clark Kent, e nesse conflito dele, da busca da identidade(que o resto ignora, sempre sendo o Superman). Acho que isso fica bem claro quando se faz uma pergunta: Qual é sua identidade secreta, Clark Kent ou Superman? Um dos exemplos disso é o Reino do Amanhã, em que mesmo com todo aquele poder, o que o Clark decide fazer? Trabalhar numa fazenda, e os meta humanos não entendem isso. Outro fraco dele é que suas maiores fraquezas não são ele mesmo, e sim seus amigos, famílias e relacionamentos amorosos, pois esse é quase(exceto kryptonita) sua única fraqueza, por ele ser o Clark Kent que ele acaba sendo tão “fraco” perante isso. Sobre o Luthor, o conflito nunca foi sobre quem era o mais forte fisicamente, e sim o medo do Luthor como SER HUMANO num mundo de meta humanos, ele não aceita que eles podem ser subjugados por apenas um alien. Acho que o Luthor representa uma faceta da humanidade que sempre quer ser o melhor, e trabalha para isso, por tal motivo eu gosto tanto dele, vejo nele a persistência, mesmo que por motivos “errados”.

    Outra coisa que esqueci do Superman, é de seu juramento de não matar ou praticar o mínimo possível, ele é um dos seres mais poderosos, porém se autolimita para não fazer isso(coisa que ele abandona em Injustice, após a morte da Lois pelo Coringa). Imaginem só, vocês terem todo um poder e não puderem utilizar, sempre terá a sensação de que não faz parte do grupo, como foi a juventude do Clark, algo mais isolado e intimista, lidando com seus poderes.

    Outra coisa que deve se ter cuidado é analisar o personagem pela sua continuidade principal(é difícil, eu sei), usar Entre a Foice e o Martelo para servir de análise do personagem é um grande erro, pois essa HQ, é do selo Elseworlds, que são versões alternativas dos heróis e não os heróis em si, já as Quatro Estações é um exemplo ótimo, pois lida com o início da carreira do Super. Quando não segue a linha principal, suas características principais, é onde fica o problema. Um exemplo disso é o filme mais recente do Superman, Man of Steel, onde ele mata o vilão, destrói a cidade e fica tudo bem depois(a escala de destruição desse filme foi a maior que já vi na vida, Transformers é pouco perto disso). O filme foi criticado por isso, não era o Superman ali, era outro personagem, mas não o Superman.

    Sobre o cast, nunca comentei, mas sou de Florianópolis – SC e tenho 19 anos de idade, estudante de Geografia. Agora tratando do assunto do cast, eu fico meio perdido nessa discussão, pois no meu caso, nunca li mangás de shounen de lutinha dos mais famosos, se existe um que eu leio que acho que foi uma falta grave não ter sido citado no cast é Dorohedoro, que até hoje não entendo como os poderes e magias podem ter seus níveis, ou a ausência disso, principalmente com aquele mago da torta, que com um poder de torta, conseguiu vencer o líder dos Olhos Cruzados. Acho que como estudei em colégio militar, não fica bem claro para mim, a inconsistência de Naruto, onde num rank militar, o protagonista está abaixo de outros, quando tem um poder maior, e quando(na época que assisti os episódios principais da série original) almeja o último nível que é o posto de Hokage.

    Um exemplo que eu gosto é de todo o Nasuverse(que já citei anteriormente) que engloba obras como Fate/stay night, Fate/Zero, Fate/Extra, Tsukihime, Kara no Koukai, etc. Em que principalmente Fate, as classes e os heróis tem características específicas que de acordo com a classe que foram invocados ou o próprio espírito heroico podem interferir com a maneira que o invocado age. Um exemplo é o Gilgamesh, que após ser invocado com a classe Archer, acaba tendo uma característica na classe que faz com que ele possa agir sem seu Master, abrindo muitas possibilidades e até tramando seus próprios objetivos. Abaixo, tem algumas imagens para ilustrar os status e habilidades:

    Exemplos de classes e heróis:



    Exemplos de habilidades:

    Mais detalhes nesse link aqui: http://typemoon.wikia.com/wiki/Parameters_and_Skills

    Esse exemplo, eu vejo como um bom exemplo de construção de mundo, em que parâmetros numéricos tem grande importância, e que os números não são verdades absolutas, em que as condições psicológicas de quem usa ou de quem é atingido podem influenciar no resultado final. Por isso mesmo citei aqui, principlamente pelo comentário do Estranho em Mago nível A, B, C …N.

    Agora sobre a recomendação do Judeu, NÃO TEM NENHUMA INSINUAÇÃO QUE O IRMÃO QUER COMER A IRMÃZINHA! Ele apenas está protegendo ela, e demonstra isso em diversas situações, principalmente contra os homens, principalmente os mais velhos. Eu li os dois primeiros volumes, e só no segundo volume que se uma plot é algo começa, antes disso me pareceu que seria um slice of life, porém um ótimo slice of life com uma arte incrível. Diferente dos que o Judeu disse, eu adorei o início, e é uma dos meus favoritos desses últimos tempos, reitero a indicação, e já pretendia em gravar essa recomendação.

    Uma pergunta que me deparei procurando novos mangás, vocês recomendam MPD Psycho?

    • Eu iria além da sua interpretação do Super e diria que todos esses tópicos que você citou são mais possibilidades de se trabalhar o conceito do personagem. Assim como os tópicos que eu citei no meu comentário e até o que é trabalhado em “Entre a Foice e o Martelo”. E isso, esse conceito (que muito tem a ver com o fato de ele ser tão grandiosamente poderoso), é o que faz do homem de aço o fruto de histórias tão interessantes. Ele é um personagem experimental que perdura por mais de 50 anos.

  5. passando so pra deixar um desejo de bom natal para voces! fico no aguardo para a surpresa da próxima semana !

  6. primeiro de tudo feliz natal
    agora só pra irritar o judeu vou falar de hunterxhunter ,bom em hunter nunca ouve um rank de poder tipo esse personagem é rank D e afins,e isso funciona bem pra historia sempre quando aparece um personagem novo na historia fica aqule ar de misterio

    sobre toriko eu caguei pro rank no momento que apareceu o mamute

    eu acredito que em certaz obras um rank é necessario mas não o numerico ,em um rank que vai de D a S mesmo que dois personagens sejam nivel S mão significa que os dois tenham exatamente a mesma força mas simplesmente estão no mesmo grupo ,já o numero esse fode tudo nunca vi um mangá onde um rank numerico deu certo

  7. Não sei se interpretei mal, mas vocês disseram que em Kuroko no Basket, o conceito de ”zone” existe de verdade? Explique isso por favor.

  8. Bem que falaram que eu sofreria lendo Nabari no Ou, agora eu entendo porque.
    Eu gosto bastante desse lance de nível de força e regras, até por isso gostei bastante de HunterXHunter. É que nem pokemon: não cansa porque é a formula perfeita (isso se o autor respeitar as regras do próprio mundo.

  9. Pelo que eu vi aqui, Nabari no Ou não é yaoi/shonen-ai, não. Nesse aspecto, ele se parece com Black Butler/Kuroshitsuji: Personagens bishonen e umas insinuadas aqui e ali, mas nunca atravessa a linha. As obras são até da mesma revista. Eu costumo me incomodar com shonens que tem muitos homens bonitos fazendo poses, sei lá. Mas continuo lendo Black Butler….

  10. O Gugol deu aquela sugestão porque ele é fudanshi!
    Até porque que eu lembre o único beijo que tem no anime e mango é esse aqui…

    E btw o relacionamento entre os dois protagonistas não chega a ser assim, é mais uma ajuda no crescimento de cada [?]

  11. Interessante a conversa sobre nível de poder mas tem algo que gostaria de colocar na/pra mesa.

    É claro que assim como a galera eu gosto de boas lutas, mas me questiono se às vezes a preocupação em excesso com o poder do personagem não pode vir a estragar a obra e, principalmente, o desenvolvimento dos personagens.

    Veja bem, ultimamente tenho visto que a galerinha tem curtido mais personagens fodas (no nível de poder) do que personagens foda (no nível de desenvolvimento ou densidade), algo que fica muito envidenciado nas batalhas de cross-overs.
    Temo que com o tempo os autores buscando vender parem de trabalha os personagens para meramente mostrarem lutas com poderes descomunais. Vide X-men, temos algum personagem com poder que não seja ofensivo? Quando temos um personagem defensivo/suporte/inútil a rapaziada torce o nariz, independente do qual rico ele possa vir a ser
    A Batgirl ficou sendo uma persoanagem bem mais interessante quando era cadeirante, fizeram-na voltar a andar e lutar.
    E que falar de Dragon ball. Na fase, quanl função teve pra Yamcha, Tenshihan, Chaos e resto. De nada serviram. nada de desenvolvimento, Nada de nada. Kuririn ainda servia de alívio comico, mas ele sempre fora isto. Piccolo, outrora grande vilão, rebaixado a mero coadjuvante.

    O novo filme do Superman é sintoma disto, onde o escalar de poder é mais importante que o desenvolvimento do personagem.

    Enfim. “Viva” a geração dos Shonens Marombas.

    • Isso é mais que óbvio, qualquer pessoa que achar o contrário não conhece os personagens ou quer viver na Nostalgia.

  12. O overpower na própria DC foi o Apocalipse, que foi criado pra trazer perigo e matar o herói. Foi literalmente manda ai outro e.t ainda mais forte e fodão que esse que já caiu aqui.

    Nos cavaleiros tbm cago tudo, pq eles falavam tanto dos cavaleiros de ouro e vários acabaram virando saco de pancadas.

    O homem aranha é um dos poucos em que o herói é mais fraco que boa parte dos vilões.

  13. Naruto, com a chegada da Guerra Shinobi, recebeu muito criticismo, porque de repente o autor começou a extrapolar o nível de poder dos personagens de forma que tirava a graça das batalhas. Não precisava mais você se esforçar e tals, bastava ser agraciado pela caneta do Kishimoto.

    Esse arco da guerra como um todo parece ter sido feito para trollar os fãs!

  14. Pingback: Mangá² #135 – Not Even My Final Form | AoQuadrado²·

  15. Olá rapaziada,blz?Conheci o cast de vcs procurando Fairy Tail (..hmm..na verdade era mangás ecchis no Youtuner,mas… kkkkk) e estou ouvindo todos,pelo menos tentando mas não estou indo em sequência certa.Gostaria de perguntar se vocês tem algum com indicações de mangás para ler,talvez tenham mas não tive tempo ainda de procurar..me desculpem.
    Gosto de mangás da linha de Berserk..com muito sangue,putaria,luta,terror…desse jeito ai..kkk
    Ouvi vocês comentando de battle seinens neh?Mas ainda não achei o episódio..será que poderiam me dizer qual é?
    Muito obrigado pela atenção..continuem com o ótimo trabalho.
    Vlw caras.

    • Olá, seja bem vindo!
      “Battle seinens” eu não lembro de ter citado, depois re-ouço o podcast para lembrar do que estava falando.
      Quanto a recomendações de leitura, fazemos uma em todo final de podcast, após a leitura de emails. Temos uma página listando todas essas recomendações, aqui: https://aoquadra.do/recomendacoes/

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