Mangá² #59 – Slice of Life

Sejam novamente bem vindo ao episódio Teen Titans do Mangá², o slice-of-life-de-podcast-de-mangás-semanal-com-convidados.

Essa semana no Mangá², trouxemos o personagem recorrente, Rubio Paloosa (do Omnia Undique), para conversarmos sobre uma de suas especialidades: o Slice of life?

É um gênero? É uma característica? Por que aparece tanto nos mangás especificamente? São “histórias sobre nada”? Por onde devo começar? Por que tanta gente vê dificuldade em ler? Se algum dia você já se fez alguma dessas perguntas, sobre o slice of life, então escute este programa com atenção, pois a maioria delas está prestes a serem (parcialmente) respondidas, provavelmente.

E a recomendação da semana é um ótimo primeiro passo para quem quer conhecer mais do slice of life.

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Links Comentados

Slowpoke Report da Elisa Cool

Quadrinho nacional em HTML5

Cronologia do episódio

(00:20) Discussão Semanal – Slice of Life

(31:30) Leitura de Emails

(53:40) Recomendação da Semana – Aqua + Aria

Download (CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE E ESCOLHA A OPÇÃO “SALVAR DESTINO COMO…” OU “SALVAR LINK COMO…”)

30 Respostas para “Mangá² #59 – Slice of Life

  1. “Mulher desempregada rolando na cama” HAUAHAUAAHAUAHAU

    Mas uma coisa que eu discordo: em alguns momentos estão muito “purificando” o slice of life, mesmo porque a maioria dos mangás/animes são slife of life + outra coisa, tipo, não é slice of life puro, mas apenas em alguns momentos. Como por exemplo, slice of life + comédia, slice of life + romance.

    Sket Dance seria, talvez, uma comédia com slice of life (fala sério, eles passam metade da série tomando chá, comendo biscoitos e fazendo origami). Acrescentando o que vocês disseram sobre personagens planos ou esféricos, a maioria dos mangás slice os life tem personagens que não mudam muito (o arco dos personagens evoluindo são em sua maioria flashbacks, e são mó raros no anime).

    Com relação ao ao “slice of life/romance”, um anime que eu comecei a ver, que eu acredito que possa sim ser considerado slice of life, é Natsuyuki Rendezvous.

    Falando dos animes/mangás que eu conheço, um dos argumentos que vocês disseram “não acontece nada nesse anime lol” pode ser aplicado (e muito!) em Silver Spoon/Gin no Saji (tanto que, sendo um mangá contemplativo, os leitores andaram reclamando que o anime não está tãão bonito quanto o mangá…

    É isso aí. Curti o podcast 😉

  2. Bom depois desse debate cheguei a conclusão que nunca li um slice of life “puro”, geralmente os que leio são tendem muito a comédia. Alguns mangás históricos poderiam ser considerados Slice of life? Como Historie, por exemplo, que em alguns momentos é bem didático no dia a dia da Grécia antiga.

    Me veio um dilema aqui, uma autobiografia poderia ser considerado um Slice of life?
    Mas, no fim fiquei convencido em ler Yokohama.

    Juro que quando abri o link para o diário de Virginia, juro que li que era o diário da vagina e só fui ver meu equivoco quando ouvi o podcast.

  3. Como fã de Beck, acho que dá sim pra considerar ele como um Slice of Life + música. Gosto bastante de Slice, vi mais animes do que mangás desse genêro, mas os que li são melhores dos que eu vi, vide Aria e Beck, que estão no meu top 5.

      • Judeu, acabou de sair o primeiro capítulo de uma webtoon bem parecida, ao menos no conceito, com DICE, que se não me engano foi você que recomendou. O nome é The Gamer, só tem 1 capítulo até agora, mas é aquilo da vida ser um jogo. Como você recomendou DICE, pensei em te avisar. Já tem no batoto, btw.

  4. Um dos shounen com dois protagonistas é o prequel de GTO, Shonan Junai Gumi, com o Eikichi e o Ryuuji.

    Li The Chronicles of Clueless Age, despretensiosamente, aproveitando cada capítulo, e só após chegar ao último, que notei que todos se passavam no mesmo lugar e no mesmo tempo, mais uma obra que me fez gostar mais do Usumaru Furuya.

    Querias saber se algum de vocês chegou a ler Pure Trance da Junko Mizuno e o qual sua opinião dele. E se se encaixaria mais em um drama ou slice of life. E quem é o protagonista? As enfermeiras ou o próprio hospital/cidade.

  5. Volto a dizer: o anime do Aria é muito melhor do que o mangá!!!!

    depois não digam que eu não avisei!!!

  6. Outro pequeno slowpoke report: Acabei de ler o primeiro volume de Jabberwocky, e fiquei impressionado. Primeiro gostaria de falar que a arte lembra muito Sin City do Miller, e pelo menos os rumos que o primeiro volume levou, lembrou muito Hellboy, não só pela arte as vezes meio reta, sem curvas, mas com toda a história de Sociedades secretas e histórias ocultas.

    Estou hypado para o próximo volume e com raiva de que não traduziram os 4 volumes restantes.

  7. Não tenho muita coisa a acrescentar, acredito não ter lido mangás do gênero (vejo Inio Asano como drama, crescimento e etc), mas coloquei Aria e Yokohama na minha wishlist.

    Mas tenho uma recomendação, é um quadrinho americano chamado Ghost World (que tem uma boa adaptação em filme com a Johansson e Thora Birch), que é muito Slice of Life. Basicamente é o dia-a-dia de duas garotas recém formadas, que ficam perambulando pela cidade fazendo comentários cínicos de todo mundo. Só o último capítulo é que faz um desenvolvimento maior nos personagens, mas todo o resto eu classificaria apenas como o dia a dia delas.

    Foi lançado pela editora Gal, e o preço é bem acessível.
    http://www.galeditora.com.br/Livros/Mundo-Fantasma/Descricao.html

  8. Desculpe o delay, mas agora pude responder:
    Depois de muito consumir mídias em geral e aqui falo que sou um filhote da ficção cientifica, pude perceber que este negócio de classificar em gêneros, para os dias de hoje, é bem limitado. Hoje em dia acredito no termo elementos, elementos de drama, terror, ação, slice of life, dentre outros.

    Sendo assim, por motivo meramente classicatório se considera o elemento mais intenso, mais facilmente notável. Pego como exemplo o filme Alien, de Ridley Scott, ele é dito como Scifi/terror, pois estas são as características mais visíveis, mas tem ação, o segundo filme, Aliens, de James Cameron, é dito Scifi/Ação, mas tem elementos de terror.

    Enfim, discussão bacana, pois penso que qualquer obra, até um battle shonen, pode ter elementos de Slice of Life, e vice versa – por exemplo, um manga de um rapaz que viaja o mundo de dojo em dojo e enquanto faz este tour, curte as cidades donde vai lutar contra o chefe do dojo, ora, eu classifico este meu exemplo em qual das duas obras.

    Sempre vi Planetes como hard scifi ele me lembra muito a scifi feita por pessoas como Arthur C. Clarke, que não deixam ter elementos slices of life – li Canções da Terra distante onde não ocorre nada, mas é lindo.

    O problema do, não acontece nada, é que, depois de adulto e também como uma pessoa que valora mais a forma do que o conteúdo, eu não me importo da necessidade de elementos de catarse ou antagonistas – por antagonistas enteda-se desafios, que pode ser tanto o imperador do mal, passar no vestibular, ir na esquina comprar pão, etc – contudo considero meio chato, quando o ‘não acontece nada’, não acontece nada mesmo aí se torna um pouco chato, em Aqua conhecemos cada vez mais a garota e o mundo de Aqua, nalguns slices of life rola discussões filosóficas, emocionais, etc.

    Opa, o Judeu falou: “ela beijando a outra robô”? Vou dar uma segunda chance a Yokohama. Soma-se ser scifi.

    O Rubio falou de chegar em casa, depois de um serviço cansativo ver um slice, me fez lembrar de algo similar, eu fiz algo similar e me senti muito bem com o anime Patlabor, que é um anime mechas, scifi, police procedual, com elementos de slice of life ou sitcom, e pasmen, é um dos animes mais subestimados pelos fãs de animes de mechas, isto é paradoxal, pois ele é um dos que tem uma visão bem realista de mechas numa sociedade humana, mas raramente aparece numa ‘lista top 10 animes of mechas’, talvez porque há resistência aos elementos slices of lifes,

    E aqui deixo recomendado: assistam Patlabor, homeopaticamente (e veja os filmes também, que tem uma pegada um pouco diferente).

    Recomendo:

    Patlabor, citado acima

    Ghost in the Shell, manga, que é bem scifi

    Ghost in the Shell, filme, obra-prima com fortes questionamentos filosóficos, existenciais e, pasmen, biológicos, e aqui falo de filosofia de verdade

    Ghost in the Shell – Stand Alone Complex 1st Gig (ainda não vi o 2nd), com certas ressalvas, que é hard scifi, o problema de SAC é que ele é bem denso, tem uma pegada de seriado policial muito forte, tem um jeito de anime episódico, que só no final vemos que todos os capítulos estão interligados, enfim é um anime muito puxado para quem não tem vivencia em em ficção científica pesada.

    Dúvidas:

    Aquele filme da Julia Robets; ‘Comer, Dormir e Rezar’; é um Slice of Life?

    Seria os seriados americanos Sitcons, Slice of Lifes?

    Por fim, gostaria de iniciar um novo gênero o gênero, Slave of Life.

    Ok, piada tosca.

    Inté mais.

  9. Vlw Rubio (que provavelmente nem vai ler isso lol) meu convenceu a ler Aqua, Aria e Yokohama. Acho que a pior coisa q num slice of life, pelomenos para mim, e alguem me convencer de ler. Dizer que e so relaxante ou divertido…cara, não tem como me convencer a ler algo assim, e acho que isso deve ocorrer com muita gente. Sempre q pergunto sobre um slice o povo parece q joga uma frase pronta que não diz porra nenhuma do q eu quero saber.

    Eu adoro ver historias que tem mundos se construindo ou sendo explicados por exemplo, mas não importa q tenha isso, so recebo como resposta um “é legal” no maximo.

      • Ao clicar em DOWNLOAD vai para uma página “404 Not Found”. Quando tento salvar como também não vem nada. Chrome e Safari, não rola. O problema dá só neste episódio, testei outros e baixam normal. 😦

        Talvez tenha aberto aí por já estar no cache. Ou só dá esse problema mesmo pra mim.

        • Limpei o cache do meu computador e funcionou. Testei em outras máquinas aqui do trabalho e também funcionou. Vai ver era um problema temporário que ficou no seu cache, não sei.

      • Nhé, não vem mesmo. Paciência. Bom, de qualquer forma valeu. E parabéns pelo podcast, sou tanto ouvinte novo do podcast e estou usando para pegar indicações de mangás.

        Sou novo nesse mundo dos quadrinhos japoneses, sempre tive um certo preconceito, mas isso mudou depois de visitar o Japão recentemente. Foi uma boa surpresa saber que não se trata apenas de meninos com orelhas e rabo de felino e lutas que se estendem por 30 capítulos.

        E Bakuman ajudou a desfazer os preconceitos. Sei das críticas, mas para quem não sabe nada sobre esse assunto é uma ótima introdução ao mundo dos mangás.

        Obrigado aí pela tentativa, depois eu tento baixar de novo.

      • Realmente. Confirmo que o link está quebrado dando o famosos erro “404 Not Found”. Já tentei de todas as formas para baixar usando todos os navegadores possíveis (Firefox, Chrome e Opera), já tentei limpar o cache e o histórico, já tentei baixar no Mangá2 e nada. Será que vocês poderiam por gentileza reupar o link por favor? Desde já agradeço.

      • Cara, muito obrigado pelo reup.! Por mim já pode remover o link de download. Falo isso pois eu não sei se o caro Alexandre vai querer tentar baixar de novo. De qualquer forma agradeço mesmo pelo reup. São poucos que se dão o trabalho de fazer isso por uma minoria.

  10. Tá dando erro.

    Quando eu coloco pra baixar aparece uma mensagem assim “erro no servidor”

    • Acredito ser algum problema temporário do wordpress. Pra mim abriu normalmente.
      Tenta limpar o cache e baixar de novo. Se não der, tente de outro navegador (às vezes dá problema).

      • Vlw Estranho. Eu tava tentando baixar pelo Chrome e não tava dando de jeito nenhum, agora eu baixei pelo Firefox e funcionou.

  11. Pingback: 1Volume: Dorohedoro #01 | AoQuadrado²·

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