Mangá² #29 – Mercado Brasileiro vs Mercado Mundial

Sejam novamente bem vindo ao episódio Saturno do Mangá², o melhor podcast de mangás do Brasil!

Agora mais enxuto, com a parte dos mangás semanais separados em outro podcast, começamos essa nova fase do Mangá² discutindo sobre as principais semelhanças e diferenças entre o mercado nacional de mangás e os outros mercados mundiais, como França e principalmente Estados Unidos.

Portanto, ouça a explicação do porque perdemos os anos 90, a nossa análise rasa sobre qualidade gráfica e sobre uma possível saturação do mercado.

E a recomendação da semana é nosso primeiro (?) webtoon, um quadrinho digital coreano.

Contato

O seu contato é muito importante pra nós! Queremos sua participação comentando os episódios, enviando sugestões de pauta, leitura, elogios e críticas, qualquer coisa!

O email para contato é: contato@aoquadra.do

E lembre-se de encaminhar seu arquivo .mp3 com uma gravação de sua própria Recomendação do Ouvinte, que será incluída nos episódios terminados em 0 ou 5!

Cronologia do episódio

(00:23) Discussão semanal – Mercado Brasileiro vs Mercado Mundial

(25:31) Leitura de Emails

(29:40) Recomendação da Semana – Annarasumanara

Download (CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE E ESCOLHA A OPÇÃO “SALVAR DESTINO COMO…” OU “SALVAR LINK COMO…”)

42 Respostas para “Mangá² #29 – Mercado Brasileiro vs Mercado Mundial

  1. Muito bom o cast como sempre e a minha sugestão pra nome do mangá² semanal é mangá² edição jump.

    • Além do que, na recomendação a gente (pelo menos tenta) recomendar com enfoque em porque a tal obra seria interessante para um avanço pessoal de maturação na mídia.

      Já tinha feito review de Crimsons, mas quando recomendei falei que é uma obra interessante para começar a entender e observar estruturações de enredo em mangás, além de ser uma webcomic.

      O mesmo pode ser dito para Emanon, Hotel, Solanin, Onani Master Kurosawa e mais uns outros.

  2. Só algumas ponderações:

    – Dragon Ball chegou a vender 100.000 no seu primeiro volume no Brasil.
    – Fullmetal Alchemist foi exibido na Rede TV em 2007.

  3. Em relação à saturação do mercado, não vejo como algo ruim como um todo. A ideia não é fazer o público consumir necessariamente tudo que sai. É um tiro no pé as editoras lançarem vários mangás não imaginando que irá existir uma concorrência entre seus próprios títulos, fragmentando o mercado. Obviamente eles devem trabalhar com isso em mente.

    Mesmo no Japão, como alguém poderia comprar tudo que sai? Tudo bem, no Japão é diferente, existe um público consumidor muito maior, portanto a fragmentação do mercado não deve ser tão impactante como aqui ou até mesmo nos Estados Unidos. Porém, creio que se as editoras brasileiras e americanas pensassem que só lançariam títulos que fossem consumidos pelo máximo de pessoas possíveis, eles lançariam um ou dois títulos no máximo simultaneamente, perdendo a oportunidade de fazer algum pouco dinheiro com um público menor que consumiria títulos menos famosos, mas mesmo assim, fazendo dinheiro.

    Ou seja, é saudável que se tenha tantos títulos e é saudável que as pessoas optem pelo que mais gostam. Apesar que em menor número de consumidores, com certeza tem gente que consome títulos menos conhecidos. Se a editora se programar pra isso, inclusive isso sendo levado em consideração em relação aos custos, principalmente de contrato dos mangás, tem como seguir tendo lançamentos diversos tranquilamente.

    Até pouco tempo atrás, eu também comprava quase tudo que saia, mas hoje em dia consumo bem menos mangás, porque consumo somente aquilo que me agrada de verdade. A maioria dos títulos que compro, não são exatamente os medalhões, portanto se hoje não lançassem títulos mais “alternativos”, talvez eu e boa parte de consumidores deixariam de comprar mangás.

  4. Ótimo episódio.

    Acho que esse assunto é mais interessante para os leitores de mangá. Saber a situação do mercado é importante para a manutenção do mesmo.

    O que mais me irrita é essa mania das editoras brasileiras esconderem os número de vendas e de tiragem. Isso atrapalha o processo, e num grau maior, me parece falta de inteligência. O número de vendas pode perfeitamente usado como recurso de marketing (em caso de vendas positiva, lógico).

    Concordo também que o mercado brasileiro está sofrendo uma saturação e que em médio prazo, vai precisar se reinventar para manter as vendas.

    Finalmente, eu conheço o Estranho, mas nunca vi a cara do Judeu. Alguém tem link pra foto? rs

    Abraços.

  5. Queria que lançassem Gintama, mas sei que isso é tão impossível quanto lançarem Jojo(apesar de ter um público relativamente grande no Brasil, é de comédia, e mangás de comédia não atraem o público brasileiro)… Se bem que irão lançar Level E, onde o único marketing é o autor, que é o mesmo de Yu Yu(que o judeu odeia) e Hunter x Hunter.
    Mercado de mangás no Brasil esta numa crescente, são o tipo de quadrinho mais vendidos no brasil atualmente. Sem falar que Reborn(que eu odeio, mas é muito adorado no Brasil) e Toriko estão chegando. Relançamento de Yu Yu confirmado e a Abril se aventurando no mercado de mangás(com Gen, e recentemente confirmado o mangá de Kingdom Hearts).

    • Gintama e dificil pois tem muitas parodias sobre o japão e animes/mangas que aqui são desconhecidos. Mas não vejo porque Jojo não vir. O manga envelheceu bem em minha opnião, e com o sucesso do anime ele ate possui uma chance.

      • Acho que falei besteira a respeito do Jojo. Anime esta rolando e esta fazendo sucesso. O problema é que Jojo é infinito xD.
        Gintama chegou até ser publicado nos EUA, mas pararam(segundo informações não oficiais e talvez equivocadas de uma fonte que não me lembro) por causa de problemas com prostituição, sendo que é um shounen. Não vi muita relação, a não ser que os volumes pararam de ser publicados justamente no arco de Yoshiwara.

      • Isso deve ser um boato inventado pelos fãs pra arranjar um desculpa, pq a maioria das fontes indicam que foi cancelado por poucas vendas.

    • Tipo, manga infinito? Cara a gente tem One Piece, Naruto, Bleach, Berserk, Gantz, Bastard e varios outros mangas enormes sendo lançados por aqui.

      Sem contar que Jojo e lançado atravez de varias continuações, cada uma representando um arco, e não um manga sequencial de mais de 600 caps, como OP.

      Phantom Blood tem so 5 vols por exemplo, enquanto o mais longo, Steel Ball Run, tem 24 vols. Temos titulos muito mais longos aqui no Brasil.

      • Quando digo infinito, digo que devo ter pensado nisso quando escrevi, e não que é por causa disso. Quanto a comédia, comédia não faz sucesso. Ichigo e Otoshimono tem ecchi embutido, Beelzebub é recente e nem sei que retorno esta dando, Maid é shoujo, outra tentativa de atrair o publico feminino e Level E nem foi publicado, mas vai fazer sucesso por causa que do Togashi.

    • Tbm discordi disso de mangas de comedia não fazerem sucesso. Ichigo 100% e de comedia e ta ai. Tbm tem Sora no Otoshimono, Beelzebub, Level E, Kaichou wa Maid-sama!, etc.

      O negociio e apostar no tipo certo de comedia. Parodias e coisas de aparencia infantil não vende, por isso Dr. Slump e Gon não fizeram sucesso, acredito eu. E tbm tem q se considerar q na epoca o mercado consumidor era mais, como e q eu digo, “fechado para novas ideias”. Ele ainda estava se formando.

      • Ichigo e Otoshimono vieram pra cá mais por causa do echi do que pela comedia em si ,belzebu é um misto de luta e comedia ,mas vir um mangá de comedia pura pra cá é complicado temos que levar em conta que as piadas japonesas são diferentes das nossas
        ok nos conhecemos as piadas japonesas e sabemos como funciona e tal ,mas o objetivo das editoras tambem é conseguir atingir o leitor casual ,e um leitor casual não vai entender porra nehuma e não vai mais querer comprar o mangá
        jojo é só uma questão de tempo ate vir pra ca as editoras já estão com o oho aberto em cima de jojo devido ao sucesso de popularidade na internet desde a estreia do anime ,mas ainda é muito cedo pra eles arriscarem .provavelmente vao esperar fandom de jojo aumentar um pouco mais pra ter certeza que vai ter retorno o mangá
        e o fato de jojo ser dividivo em partes facilita o trabalho da editora ,em vez de eles terem de lançar todos os volumes um atraz do outro sem parar como one peac ,eles podem publicar só a primeira parte dai dao uma parada e depois de uns meses voltam a publicar a aprtir da segunda parte

      • Quando falei de parodias eu meio q tava incluindo piadas que so funcionam no japão tbm XD

        Ok, eles tem outros generos no manga a não ser comedia, mas e meio dificil vc encontrar um manga q e so sobre piadinhas hoje em dia, se for parar pra pensar.

      • nem é cara ,atualmente tem dois mangás de comedia puro sendo publicados psi e edson
        esses dois são comedia pura sem mistura de generos ,e é praticamente impossivel aproveitar a leitura desses mangás devido a maioria das piadas serem propias do japoneses ,dai toda hora o tradutor tem que colocar uma nota da pagina esplicando cada piada do capitulo

  6. Eu comprei uma Edição de Colecionador Americana do BLEACH (Uma BOX com Mangas do volume 1 ao 21) por uma loja Virtual Brasileira (Submarino , nem queria fazer propaganda :~~) , paguei 95 reais , segundo a loja estava por menos da metade do Preço. Bom é o seguinte, eu pensei que por ser uma edição de Colecionador , e por ser estrangeiro, ja que todo mundo fala que os mangas estrangeiros são tem qualidade melhores. Mas na verdade a qualidade dos mangas estão exatamente iguais as brasileira (to falando da qualidade das capas e das folhas, to comparando com o Mangá Bleach lançado pela panini) Os mangas são mais grossos sim, mas eles são menores, quase do tamanho daquela edição do Soul Eater, dai eu parei pra pensar , Bom ja era de se esperar que não fosse de qualidade SUprema, ja que veio 21 volumes por apenas 95 reais, 21 volumes na edição brasileira sairia por uns 200 reais também, agora sobre o que vocês falaram Sobre as edições de colocionadores carissimas, talvez a que eu comprei seja falsa ou seila , uma Edição pra colecionador pobre uahuahauhauhauahauhauhauahuahauhuhauah

    Ótimo podcast, ja ansioso para o próximo!

  7. vc diz que le meachi no balheiro… confessa que vc ja aprofeita pra limpar a bunda tb com ele ^^ achou uma utilidade pra aquela merda kkkk, piadas a parte…

    não concordo com vc dizer que o leitor do brasil não colecionador, quero dizer se for somente pra ler 1 manga A INTERNET TA AE DE GRAÇA.

    quem compra manga coleciona, ninguecomprar pra ler… te garanto que ums 80% ja leram online, pois sai ANOS + RAPIDO do que ler o manga na banca.

    • Bom, só posso responder por mim mesmo, mas eu não compro mangá pra colecionar, eu compro só pra ler. Como tudo o que eu compro em termos de literatura eu faço o máximo para que eles durem o máximo possível (assim mais pessoas podem lê-los). Por isso, eu não saio comprando mangá antes de fazer uma análise bem calculada sobre o que vale à pena comprar. O fato de eu não conhecer muitas pessoas que tenham mangás que possam me emprestar, certamente me pressiona um pouco a adquirir as obras. De qualquer forma, mesmo comprando apenas pra ler, eu compraria a edição impressa de um mangá no Brasil mesmo se eu já tivesse lido pela internet. Um exemplo: The Music of Marie. Embora eu não queira colecionar, (re)ler a obra impressa me daria a real experiência de ter lido um mangá (principalmente um ótimo mangá como esse). Um outro mangá, que eu resolvi não ler online e esperar ser lançado no Brasil, foi Solanin, e não me arrependo.

      • também compro mangás pra colecionar , raramente pego eles para ler, até por que tenho um certo trauma de abrir o mangá e descolar uma folha sei la (ja aconteceu comigo ) quando eu pego um mangá meu pra ler , abro ele bem poquinho mal da pra ler, leio mais manga no PC do que os meus .

  8. Olá, pessoal. Obrigado por lerem o comentário, e sim, eu entendi que pra vocês existem dois tipos de clássicos, mas não concordo que somente ser atemporal/universal torne algo um clássico, já que pode existir uma história (mangá, filme, que seja) genérico, medíocre e completamente esquecível e mesmo assim ser algo atemporal e universal.

    Sobre o comentário sobre os críticos analisarem qualidade e não gosto… bom, somos seres subjetivos e ninguém escapa de transparecer sua subjetividade. Na Comunicação Social/Jornalismo a gente estuda que a própria escolha de palavras que se utiliza num texto supostamente imparcial já demonstra um posicionamento por parte do jornalista. Analisar mangás ou filmes, seja de forma amadora ou profissional, não é diferente, e hoje em dia dentro da crítica não existe mais essa ilusão de imparcialidade, o que acontece é que pra justificar as conclusões o crítico (ou resenhista, que seja) deve embasar suas opiniões com argumentos, e abrir pontos de vistas — que podem até o momento estar ocultos pra um leitor ou espectador desatento.

    Desculpem pelo comentário gigantesco e por ainda estar falando do assunto do podcast retrasado.

    Sobre a discussão desse podcast, nunca entendi porque números não são divulgados no Brasil. Nem de comics, nem de quadrinhos nacionais, nem de mangás. O mais próximo que se tem disso são editores da Panini respondendo via comentário no hotsite “Wizmania” se título tal vendeu bem ou não (e ainda é meio raro eles soltarem esse tipo de dados). Acho que o mercado aqui não cresce também porque a maioria das editoras assumem posturas amadoras — dou como exemplo o Marcelo DelGreco, que era da JBC e agora tá na Nova Sampa e que divulgava novos lançamentos via easter eggs nas fotos do Facebook. Isso lá é método oficial de divulgação?

    Acho que o que devia acontecer é o que a Panini faz com os quadrinhos das editoras americanas: lançar em livrarias materiais de nicho e com acabamento de luxo e com preço maior, porque o público é diferente; e nas bancas manter um material de qualidade menor e a preço baixo.

    Sobre o material usado na gringa ser melhor do que o usado aqui, sem dúvidas, é, mas acho que há maneiras de reduzir custos, como — cito novamente — a Panini faz com encadernados de super-heróis: ela imprime na Indonésia a custo baixíssimo com material de alta qualidade (capa dura, papel couché, muitas páginas extras) e vende aqui a preço de banana, 18 reais, 20 reais… quase nada mais caro que um mangá “edição especial” desses, mas infinitamente superior fisicamente.

  9. Fullmetal eu tbm assisti na tv aberta no Canal 21, onde tbm passou Hunter x Hunter e Viewtfull Joe. Se lembro bem o anime veio antes do manga.

    Vc recomendou no meu blog o webtoon antes de falar no podcast XD me sinto ate um pouco importante =P

    Acho que o que falta no mercado brasileiro e a concorrencia. Vou explicar melhor. O mercado de mangas no Brasil ate a pouco tempo atraz era dominado por 3 grandes editoras, o que ainda não mudou muito, mas já e possivel ver o surgimento de novos concorrentes, talvez para assumir lugar da Conrad, ou talvez porque outras editoras estão começando a notar que esse e um mercado favoravel ao lucro.

    Quanto mais editoras entrarem no mercado, mesmo que não tendo como foco os mangas (como foi o caso da L&PM), mais diversificação de titulos vamos ter. Com um crescimento na concorrencia o mais obvio a se fazer e tentar buscar novos publicos, pois se ouver 30 titulos shounen de ação, por exemplo, apenas os mais famosos vão sobreviver já que o publico alvo não possui dinheiro para comprar todas as obras.

    Nisso o mercado e forçado a investir nas edições mais caras, as chamadas “edições de luxo”, para trazer obras mais adultas e/ou de nichos especificos, pois ai sim o publico alvo possui renda para adquirir os titulos.

    Acredito q obras como Speed Racer e Solanin vieram para o brasil pois as editoras já estão pensando nisso. Então e apenas uma questão de tempo ate que o mercado evolua para algo maior, similar ao mercado de livros, por exemplo.

    Quanto tempo vai demorar para isto ocorrer? Ai ja e algo imprevisivel. Podemos tanto ter um grande boom de editoras de mangas, como tbm pode ocorrer a regreção com a saida dessas novas editoras.

    Infelismente no fim so podemos torçer para que o titulo que tanto adoramos seja conciderado viavel e um dia venha para o Brasil.

  10. 29 represento o cobre e ocobre é um elemento químico de símbolo Cu (do latim cuprum)

    então esse foi o mangá ao quadrado do CU

    muito interesante essa discução ,nem sabia que a fraça tinha um mercado tão grande de mangás ,o editor da jbc chegou a falar um pouco do asunto em videos do site da editora ,ele disse que é compricado trazer certos mangás pra cá ,que não depende esclusivamente do mangá ser bom , por exemplo ele cita slam dunk um magá de qualidade exelente que é relativamente conhecido ,mas publicar slam dunk pode ser uma aposta arriscada ,já que o publico brasileiro em geral não tem muito interesse em mangás de esporte ,e o nome do autor não sendo tao forte por aqui , se publicado pode ser um tiro no pé ,ou talves possa ser um hit
    ai fica a duvida
    ele tambem cita jojo ,um ano atras jojo era um mangá cult que só os fãs de otakus mais digamos “hardcore” conheciam ,entao entao as chances de vir pra cá eram nulas ,mas agora devido ao anime jojo se popularizou bastante pela internet ,,o que deu uma pequena luz de esperança ao menos pra fazer as editoras abrirem o olho ,e se no futuro jojo tiver um publico maior ,que de pra garantir que se for publicado vai realmente vender
    qualidade ,no caso da jbc o editor responsavel disse o seguinte ,durante varios anos eles mantiveram o preço dos mangás nas faixas do 10,00 e pra isso mantinhao uma qualidade mediana nos mangás mais chegou num ponto que a reclamação dos leitores foi tanta ,que eles tiveram que mudar de estrategia e começaram a fazer coisas de qulidade ,por exemplo papel melhor ,tratamento na capa paginas coloridas ,mas dai a conseguencia foi o aumnto os preços alguns mangá tao chegando na casa dos 14 reais ,e agora os leitres reclaman que não tem mais dinheiro pra comprar todos os mangás que querem
    o propio judeu chegou a citar nesse cast ,que se pudesse levava tudo que tinha na banca ,eu sou um que compartilha disso tambem ,semana passada fui numa banca com 100 reais no bolso ,gastei tudo em mangá e não consegui levar tudo que queria

    o que quero dizer que a qualidade dos mangás depnde tambem da renda do povo de modo geral ,entao nao da prta simplesmente pegar um mangá fazer uma uper versão de luxo com todas as paginas coloridas a mão a preço de vinte reais ,

    mas acredito que conforme a condição financeira do pais melhore isso mude

  11. Acabei de terminar a recomendação da semana e puta que pariu, recomendo mais ainda, nunca tinha ouvido falar desse manwha.

    10/10.

  12. fullmetal alchist o primeiro anime passou na tv aberta na rede tv junto com hunter x hunter
    o segundo anime tambem passou no brasil mas apenas em canal pago

  13. 29 representa o cobre e ocobre é um elemento químico de símbolo Cu (do latim cuprum)

    então esse foi o mangá ao quadrado do CU

  14. achei mto interessante o podcast e realmente fico feliz em saber q o mercado brasileiro está aumentando, pois antigamente o brasil nao apostava em series como apostam hoje, e achei interessante o assunto sobre importar por uma qualidade um pouco melhor ou comprar no brasil em uma qualidade mais baixa, mas com um preço de acordo com a qualidade. Sinceramente nao compro mangás importados pois nao leio em ingles (ainda), mas compro no brasil e me sinto satisfeito com a qualidade aki, nao é uma coisa de achar perfeita, mas é uma qualidade boa para um leitor casual. O problema é a variedade de titulos pois nem sempre acho titulos q quero, mas creio q isso esteja mudando, pois as editoras realmente parecem estar trabalhando para trazer titulos melhores pra ca, tomara q isso aconteça.
    Agradeço pelo podcast, pois agora tive uma melhor visão dos mercados internacionais e ate mais!

  15. Anime de Full Metal passou na rede tv sim e foi junto com Super Campeões(Captain Tsubasa),mas foi o primeiro anime, aquele que não foi até o fim do manga,só não sei o ano. Se não me engano HxH veio depois.

  16. Sobre o que vocês sobre acertar em títulos trazidos para cá isso é um fato bem relevante,pois o mangá de YU-Gi-Oh! veio pra cá e não fez sucesso,e recentemente a Panini lançou o mangá de Elfen Lied que teve um anime em 2004 e nunca foi exibido no Brasil,e o volumes se encontram esgotados hoje em dia;o mesmo acontece com o “desconhecido” Blood Lad,que chegou e seus primeiros volumes se esgotaram sem ele ser “famosinho” na internet e sem ter um anime,esses são exemplos de chutes dão certo e outros falham como o medalhão Yu-Gi-Oh!.

  17. Opa, ótimo tema, quero escrever sobre algo nessa linha pro blog, mas estou procrastinando, huashas. Vamos escrever uma bíblia agora…
    Time de venda e anime na TV sempre foi complicado, o Marcelo Del Greco deu uma entrevista, não lembro onde, mas tem um post do Gyaboo sobre ela até, onde ele fala sobre como é isso no país, como Yu-gi-oh vendeu bem, mas não tudo que poderia, por ter saído depois do hype, que segundo ele foi só quando o Japão aceitou negociar a obra.

    Nos anos 80 só vinha além dos heróis, só alguns franceses pela Abril mesmo.
    Na época Animax/SBT/Internet ajudou Naruto a fazer um sucesso considerável, vendendo camisa, lancheira,blusa, bandana e tudo mais, foi o mais fraco comparado aos demais.

    Sobre a venda de comics/mangá da Panini, o editor das revistas Batman, Alexandre Callari comentou em alguns videocast do site dele Pipoca e Nanquim, que hoje nenhum herói vende mais que os principais mangás, mesmo com os novos 52 e reimpresso das edições nº1, por exemplo, hoje a tiragem do Batman está por volta de 50 a 80mil, algumas edições com mais tiragens que outras.
    O líder ainda é a Turma da Mônica com uma tiragem de mais de 400 ou 500 mil exemplares
    Fonte: http://www.universohq.com/quadrinhos/2008/n08122008_07.cfm
    http://www.anmtv.xpg.com.br/turma-da-monica-jovem-edicao-deve-superar-meio-milhao-de-copias/

    Os quadrinhos estão em alta nas livrarias, anda saindo muito titulo, muitas editoras entraram no mercado de comics, isso hoje em 2013, chegamos em uma mercado de HQ que pega dos leitores de banca aos de luxo, com vários lançamentos alternativos e de qualidade, um mercado que começo com a Ebal nos anos 50, levou muito tempo para isso.
    Nos EUA mangá vende e cresce, mas as HQs tão meio mal das pernas, os novos 52, grande marco editorial do momento chegou a 200 mil exemplares, estamos falando de DC comics, é muito pouco perto do que foi no passado. Teve até o rolo que eles fizeram uma campanha anti-mangá e pró HQs nacionais.

    http://www.revistafantastica.com.br/em-foco/o-classico-manga-x-comics-so-que-mais-polemico/

    Concordo com o ponto do Judeu, coleciono, cuido dos manga com esmero, mas realmente sou leitor, tem muito mangás que por não ter mais tanto tempo de ler todos os mangas da moda, e que não são prioridades, eu acabo lendo via banca, é até gostoso, exemplo de Bakuman, Another e Soul Eater.
    Acho que os mangás de luxo são questões de tempo, quem compra mangá ainda não tem poder aquisitivo suficiente para apostar em artigos de luxo, kazebans e tals. Daqui uns 15 anos com certeza a coisa estará mudando. E o primeiro Kazenban será de Cavaleiros, pra editora fazer caixa.
    Hoje temos mangás mais caros e melhores trabalhados que antes, e isso tende a crescer. E quanto melhor a parte gráfica, mais caro. No Brasil a impressão é mais cara que necessária, trabalhei na Editora Moderna, hoje na Escala, todas voltada a livro didático, e por ter tempo são impressos na China e vem de navio o custo é MUITO mais barato, a diagramação é feita na Índia, aqui só fica mesmo as revistas de novela e as de história, filosofia e afins, em uma gráfica própria ainda, pois mandar coisas pra gráficas nacionais sai muito caro.
    Achei um trabalha que fala sobre os tramites da venda do mangá, por quem passa e com quem, parece que explica bem o passo a passo pra licenciar um mangá nos EUA.

    http://www.jetro.org/trends/market_info_manga.pdf

    Aqui no Brasil o que me preocupa um pouco é a eterna dependência de Scan, as editoras não pensam ou planejam se desvencilhar dessa muleta que é o que faz sucesso no scan.
    E eu que nunca verei Hajime no Ippo nas bancas brazucas =/

    Essa sua idéia Estranhow a JBC, usou pro Combo Ranger. Na América Chile e México são fortíssimos iguais ou mais que o Brasil.
    Realmente com o Judeu vem a imagem do VQ, mas do Estranhow vem o avatar dele aqui no blog. Um dica pra quem buscar é mais fácil achar a foto do procurado pelo Formspring.

  18. Vocês poderiam começar a falar de Ansatsu Kyoushitsu. Eu estou gostando bastante, só que ele é muito diferente dos Shounen Mainstream como Naruto e One Piece, mas mesmo assim ele sempre fica bem colocado nas ToCs. Expliquem isso.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s