Mangá² #20 – Traço de Antes vs Traço de Agora

Sejam novamente bem vindos ao vigééésimo episódio do Mangá², seu podcast semanal sobre mangás!

Neste semana fizemos trouxemos à mesa mais um combate que não necessariamente é um combate, colocando frente à frente o traço de antigamente versus o traço atual dos mangás.

Nos comentários semanais, mais ou menos entendemos o que o Oda queria em One Piece, mais uma vez não entendemos nada em Naruto e entendemos absolutamente tudo em Bleach… o que foi o maior problema.

E na recomendação semanal da semana de 7 dias, tivemos a primeira Recomendação do Ouvinte com a participação do Maurício Xavier, falando sobre um mangá sci-fi que preza pelo realismo.

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Links Comentados

Mangá Gegege no Kitarou

Mangá² #05 – Mangás Infinitos e The Music of Marie

Cround Founding de Tools Challange

All Fiction – Análise de Planetes COM SPOILERS

Cronologia do episódio

(00:00:21) Discussão da Semana: Traço de Antes vs Traço de Agora

(00:23:17) Leitura de Emails

(00:40:15) One Piece #689 – A Ilha que Não Parece Existir
(00:45:45) Naruto #610 – Juubi
(00:51:25) Bleach #517 – stairway to heaven

(01:00:45) Recomendação da Semana, por Maurício Xavier – Planetes

Download (CLIQUE COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE E ESCOLHA A OPÇÃO “SALVAR DESTINO COMO…” OU “SALVAR LINK COMO…”)

38 Respostas para “Mangá² #20 – Traço de Antes vs Traço de Agora

  1. ate q fim heim ja ia começa a cobra hehehehehe e vcs falando bem de bleach agora vo ouvi vcs dps post sobre o epi… humate eu keria agradece ae o otimo trabalho de vcs principalmente pelas recomedaçoes caramba so coisa boa li ate agora graça a vcs vlw mesmo continuem assim com o otimo trabalho judeu e estranho

  2. Ficaram conversando,conversando,ai eles ficaram conversando…ai conversaram mais um pouco…hahahahaha,nós entendemos Judeu.

    Acho que no caso da velhoka(Unohana) a questão nem foi de ela ser ou não incapaz de curar os feridos,mais sim o fato de que o cara que a chamou de “incapaz” foi o mestre dela,em outras palavras aquele cara do Topete foi quem a ensinou as tecnicas de cura.Pra mim isso soou mais como um sermão do que como uma construção de que a personagem é incapaz.E depois o cara de topete ainda diz que o “dever “dela agora não era de curar.Pelo que eu entendi a Unohana vai ser a nova Comandante das 13 divisões.

    Se a mão dele era uma Quincy,como que ela morreu pra quele Bostinha?

    Grand Fisher não era um Hollow comum,tanto que ele já havia matado diversos shinigamis
    Nem todos os Quincys são fortes e esse pode ser um dos pontos que justifiquam a morte dela pra esse hollow,apesar de que esse motivo é fraco demais.

    Porque Yamamoto não foi curado pela Inoue?

    Antes de Juha mata-lo ele fala sobre sobre isso.Não foi que a Inoue não quis curar mais sim que Yamamoto por orgulho de não querer depender da ajuda de humanos,não aceitou.E depois não havia como eles trazerem Inoue do Hueco Mundo pra curar as pessoas que estavam morrendo na SS,primeiro que eles nem ao menos sabiam que ela estava lá e segundo que ela ficou presa e foi nocauteado pelo Kirge,que foi o Quincy encarregado de derrota-los lá em Hueco Mundo.

    Naruto

    Olha esse eu tambem li umas 10 vezes e mesmo assim ainda estou confuso sobre diversas cenas desse capitulo.Kishimoto ta mandando muito mal na arte,agora vc nãa da pra diferenciar o que é ceu,ou pedras.Até os quadros de luta estão zuados.Ta parecendo One Piece só que sem os infinitos balões poluindo as paginas.

    Acho que o sacrificio da cauda foi mais ou menos semelhante ao que aconteceu quando o Sasuke enfrentou o Killer Bee.Onde Killer Bee,pra poder escapar do Amaterasu concentra seu chakra e do do Hachibi todo em um tentaculo.Só sei que a tatica deles é de tentar cegar o Juubi.Bem pelo menos foi isso que eu entendi.

    • “E depois o cara de topete ainda diz que o “dever “dela agora não era de curar.”

      Só depois confere qual tradução você leu. Se foi do MangaPanda (ou algum brasileiro baseado nele), saiba que eles fizeram um tradução bem duvidosa. Na do MangaStream, que é bem mais confiável, ele só falou “Deixa isso pros profissionais”, não disse nada sobre “agora não é hora de curar”.

      Eu li as duas versões, por isso percebi isso. Tradução é uma merda mesmo.

      • Ih pior que é mesmo fui dar uma conferida e percebi que as traduções variaram tanto do Inglês para o inglês,quanto do Português para o próprio português.Realmente na MangaStream tava diferente de quando eu li no Mangareader.

        Fui conferir pela project e vi que a tradução ta igualzinha a do Mangareader,só que na tradução da M4all ta escrito exatamente o que vc disse:”Deixe o trabalhos para os profissionais”.

        Affs,essas traduções.se Bleach já é incoerente sem elas,imagina com elas?
        Tradução é uma merda mesmo².

  3. Obviamente eu discordo de vocês. O traço bonitinho A.K.A moe, não é só algo de publico, os artistas lá realmente gostam de desenhar assim, isso já foi visto em entrevistas. Pode sair um pouco do tema, mas tem essa aqui como exemplo http://kotaku.com/5952339/the-artist-behind-final-fantasy-just-wants-to-draw-cute-girls um dos caras mais famosos e com traço diferente, apenas quer desenhar garotinhas.
    É como falam: Os roteiristas e diretores (no caso de anime) não gostam de moe, os desenhistas, adoram.

    • É, mas EU ACHO (sei lá, é o que mais complementa a minha visão do japão) que no caso você está invertendo caso/consequência.

      Não tem mais moe porque eles gostam de desenhar garotinhas, mas sim eles gostam de desenhar garotinhas porque tem mais moe. E não estou nem julgando o valor do moe, só acredito que ele é resultado de todos esses fenômenos socias de lá e que a existência deles em massa é que causou esse tipo de atitude por parte dos artistas.

      ” ‘Something with cute girls,’ Amano said” Talvez porque ele é exposto a esse tipo de material em tamanha quantidade, afinal de contas, é o que vende.

      • Hum, consigo ver o seu ponto. Mas por exemplo no caso do Amano, ele não é alguém que se preocupa com dinheiro. Faz Final Fantasy desde sempre e tem sua novel que é extremamente popular, porem os dois são coisas “sérias”. Acho que querer desenhar moe é o mesmo motivo por querer ver moe, é calmo, de boa, bonito. É como eu digo, moe é o filho do Iyashilkei.

        • Eu acredito sinceramente que ele desenha porque ele gosta, mas só não acredito que deixam ele desenhar porque ele gosta de desenhar.

          Apesar do fato dele fazer porque gosta exercer um papel importante, há sentido no que você diz também. Principalmente nesse negócio de “histórias calmas”, acho que isso sim é mais um fator social do que econômico (apesar de também ser) lá no Japão.

  4. Não sou tão fã de Bleach, mas não é justo vocês reclamarem do porquê de não terem chamado a Orihime para curar geral, já que o Kubo deixou bem claro que o Yamamoto se recusou a involver humanos nos problemas da Soul Society, desde o extermínio dos quincy. Tanto que tudo o que o Ichigo fez desde o começo do mangá foi contra a vontade do Yamamoto.

    Tirando isso, ótimo podcast como sempre!

  5. Sei que não tem nada haver com o assunto do podcast, mas vcs poderiam postar a checklist do podcast?

  6. no fim falaram de bleach mesmo ..
    sobre o assunto do podcast ,eu acredito que o traço é algo que esta em constante evolução .o traço de hoje é diferente do traço de 30 anos atras da mesma forma que o traço de hoje não sera igual ao de 30 anos no futuro

    • LoL, nem consigo imaginar como será o traço dos mangakás daqui 30 anos.
      Mesmo os mangás antigos sendo menos detalhados e mais rústicos eles conseguiam se expressar muito bem com o que era disponibilizados na época.

  7. Tema interessante o dessa semana, aprendi bastante, e percebi que tenho que ler mais mangás antigos (principalmente Go Nagai).

    Falando um pouquinho de BLEACH, eu e uns colegas temos a teoria do caos de que tudo ou boa parte da trama foi manipulado pelo Urahara, Ichigo e Aizen são dois experimentos dele, e ele é quem quer aprontar pra cima do Rei das Almas (e que vai acabar explicando um monte de coisa pra gente).

    Já que o poadcast sobre The Music of Marie ainda está rendendo, eu gostaria de expor a minha visão. Vocês no poadcast #05 falaram sobre o autor demonstrar de certa forma uma visão ateísta com a obra, a Natália no email falou sobre uma visão catolicista, e o Estranho posteriormente apontou uma visão espiritualista. Eu creio que de certa forma, ele na verdade está querendo destacar uma espécie de dependência do ser humano da religião. Não sei se é exatamente uma critica à religião ou aos fiéis ou nada disso. O mundo com Marie (ou seja, o mundo com Deus) seria em tese o mundo perfeito, já que Deus funcionaria como um mediador entre a paz e as nossas vontades/necessidades/instintos humanos. É como se ele tentasse dizer que nós humanos nunca conseguiríamos paz sozinhos sem existir um controlador de nós mesmos. É só pensar nas palavras da oração da Ave Maria “e não deixeis cair em tentação”. Ao se olhar pra nossa sociedade, “a sociedade do progresso”, com inúmeras semelhanças àquela mostrada ao Kai quando ele não girou a chave, ainda sim existem pessoas que pregam a paz e o entendimento por causa da religião (e talvez pela promessa da recompensa pós-vida, acho que pessoas funcionam tão bem desse jeito quanto um cachorro recompensado por biscoito, mas isso é outra história). Mas imaginem o quão pior seria se amanhã fosse provado que Deus não existe. Seria um caos pior do que o mostrado na sociedade avançada no mangá. Sem a figura de Deus pra impor limites no comportamento das pessoas que se dizem religiosas (creio que boa parte da população mundial), iria se perder quase que completamente a ética, a moral e até mesmo o pudor.

    Só uma última recomendação (primeira vez que produzo um texto tão longo depois de séculos, perdoem quaisquer erros gramaticais ou incoerência), ao invés de a Recomendação da Semana feita pelos ouvintes do Mangá² ser feita somente à cada 5 programas, vocês poderiam fazer um revezamento do tipo: Um poadcast o Estranho recomenda, no outro o Judeu, no outro uma recomendação de um ouvinte, e assim volta o ciclo.

    Desculpem o texto longo, agradeço à atenção desde já, obrigado pelo trabalho duro!

    • Não sei se eu diria “depender” e “controlar” pq parece pejorativo nesse contexto. Mas minha opinião é parecida a sua. Pode-se interpretar que quando Maria deixa de tocar música é quando a palavra de Deus deixa de chegar aos corações das pessoas e ai começa todas aquelas brigas.

      O mundo que o autor pintou é bem diferente das utopias mecanizadas que se ve tanto nos cliches de críticas à religião. Acho que, no podcast, o Judeu Ateu chamou de totalitarismo. O que com certeza não dá pra aplicar no manga. Pq não apenas existe uma plena liberdade sexual, mas tbm religiosa. Cada nação tem sua própria bíblia e sua própria versão dos fatos, com costumes e dogmas diversos. Nesse mundo perfeito, os sacerdotes estão a inteira disposição de toda a população e estão longe de serem chefes de qualquer coisa. E o fruto daquela árvore que leva as pessoas à orgias tbm abre um prescendente de que até maconha seja permitido. E nesse.

      Existe sim uma pequena mensagem ateista, que deve ser a opinião do autor. Mas é tão pequena e o fim do manga deixa tanta liberdade que acho que nem vale a pena cogitar. Em outros mangas, esse ataque é bem mais real, como em berserk que o deus lá é mais um demonio ou outros mangas em que os personagens são orgulhosos em se declararem ateus e falam que vão enfrentar qualquer coisa. Até One Piece tem disso com Enel e Zoro. Pra falar a verdade, só lembro de 3 mangas em que existe uma força absoluta e ela é bondosa: Fullmetal Alchemist, Magi e Shaman King.

      • Acho que você só se enganou num entendimento do argumento do Judeu. O que ele chamou de “totalitarismo” não foi a religião, foi o Deus em si! A religião é super aberta e solícita, porém não se pode dizer o mesmo do Deus (Marie) daquele mundo. Ele sim é totalitário e controlador, como o próprio Padre Gule diz (e que tanto abala sua fé).

        E sobre “cogitar a visão ateísta”, acho muito mais válida discutir esse tema neste tipo de mangá do que em One Piece, citando um exemplo que você usou.
        Em One Piece não há discussão ideológica, há apenas uma citação ao ateísmo de um personagem, e um outro que usa o título de deus. Só. Até aí, não foram poucos os personagens que já usaram esse título em diversos mangás. No caso específico de One Piece, o clima do mangá é tão “areligioso” que nesse caso sim nem vale a pena cogitar a visão ateísta do autor.

        E não considero a existência de uma ideologia ateísta (se tiver) na obra algo necessariamente na forma de ataque ou crítica. É apenas a exposição de uma forma de pensar, tão válida quando uma exposição de um deus benevolente ou de um deus neutro (que acho ser mais o caso de Shaman King), e que não necessariamente é uma crítica aos outros pensamentos.

    • “Sem a figura de Deus pra impor limites no comportamento das pessoas que se dizem religiosas (creio que boa parte da população mundial), iria se perder quase que completamente a ética, a moral e até mesmo o pudor.”

      Isso é até algo curioso. Muitos religiosos se prendem a religião justamente por acharem que o ser humano seria um animal sem a ideia de punição divina. Obviamente é uma ideia tola, mas concordo com você que as pessoas provavelmente iriam se perder totalmente se fosse comprovada a inexistência de Deus.

      O que é até curioso: se em Pirit, Deus limita fisicamente o mundo, aqui na nossa Terra, o pensamento é “limitado” por um “Deus ideológico”, principalmente o deus do cristianismo. Existindo ou não, apenas o temor ou a crença na existência de um Deus já faz as pessoas se refrearem de certos pensamentos ou atitudes (ou pelo menos dizerem que se refream, né).
      Particularmente não tenho problemas com religiões que pregam o bem de qualquer forma. Só me incomoda essa “limitação moral” que nossa Marie impõe na mente dos que creem nela.

      Sobre a recomendação do ouvinte ser a cada 3 semanas. Olha, acho uma boa ideia de verdade, e até poderia rolar, mas pra isso a gente teria que ter certeza que teríamos muitos áudios enviados, o que não está acontecendo. Mandaram na primeira semana que anunciamos e só. Se as recomendações começarem a vir com uma frequencia melhor, talvez a gente faça isso sim.

    • Interessante essa visão de que o Furuya faz uma crítica à eterna imperfeição do homem, a única forma de alcançarmos um estado de harmonia seria com a ajuda de algo não-humano. Tinha até pensado nisso, mas não tinha conseguido verbalizar dessa forma, parabéns.

      Acho que só não concordo (e agora isso não tem nada a ver com o mangá) ao que tange a sociedade entrando em colapso caso fosse comprovada a inexistência de um deus.
      Claro que teríamos graves problemas, principalmente se a tal descoberta fosse tão brusca e repentina, isso afetaria principalmente os que carregam a religião com fervor. Mas acredito que religião, hoje em dia, não serve mais como meio de controle social, temos vários países com maioria não-religiosa e que funcionam normalmente, o próprio Japão é um dos países com uma das maiores populações atéias do mundo.

      A moral e ética hoje em dia vem muito mais de uma questão econômica/social do que qualquer coisa, religião acabou virando uma espécie de “crico dos pecados”, um lugar onde as pessoas possam descarregar as coisas que elas acham que fizeram de errado.

      Além do que ninguém vira ateu do dia pra noite, o processo da “comprovação da inexistência de Deus”, como um processo lento e gradual não teria nenhuma consequência catastrófica.

      Mas isso é só a opinião de um cara com “Ateu” no nome.

      • Acho que acabei generalizando demais quando englobei toda a sociedade num possível colapso. Deve ser mais válido falar de sociedades, no plural. Saindo do lado mais pessoal, para um lado mais político, eu fico tentando imaginar os possíveis desdobramentos se a comprovação da inexistência de Deus acontecesse, por exemplo, nas ditaduras religiosas, como é o caso do Irã e do Paquistão, e nos territórios onde estão os extremistas islâmicos do Oriente Médio, sem falar no Estado do Vaticano. (E posso estar falando bobagem, mas será que o partido republicano dos Estados Unidos, que se não me engano, tem uma forte influência do Protestantismo, não teria suas posturas e posicionamentos de certa forma modificados?)

        • Hummm… interessante, não parei pra pensar o que aconteceria nesse lado do mundo… acho que não mudaria muita coias pra falar a verdade. Conflito em Israel por exemplo, ainda não seria completamente resolvido, há uma carga política muito mais do que uma carga religiosa envolvida alí, mas um acordo certamente estaria mais próximo devido à eliminação dos extremistas, nos dois lados.

          Os países mais ao leste do Oriente Média ficariam na mesma merda que estão, ditadura lá é ditadura de classes sociais, não vejo nada sendo resolvido ainda.

          O partido conservador dos EUA certamente estaria fadado à ruina, mas imagino um cenário no mínimo irônico, em que ele seria “trocado” por um novo partido comunista/socialista, corrente de pensamento que vai voltar ganhar força deviso às suas raízes de crítica à religião.

          Fico pensando aqui, acho que os conflitos religiosos seriam substitudos por um aumento de conflitos raciais e um crescimento no racismo em geral. As pessoas não simplesmente pensar “Ah, então nós somos todos iguais no final das contas”, elas vão pro “Tá, então no que mais nós somos diferentes mesmo?”.

          LOL, fiquei viajando aqui.

          • Não li todos os comentários por inteiro, mas ainda falando sobre Music of Marie, depois que eu mandei o email fiquei analisando sobre o intuito do Furuya com o simbolismo da obra.

            Acho que ele quis deixar tudo o mais abrangente possível, cada pessoa que ler vai entender de uma forma diferente. O intuito era “discutir” o papel da religião na vida das pessoas, o quanto isso nos afeta ou não. Será que acreditar em Deus tira a liberdade das pessoas? Será que ter uma religião é necessário? Deus existe? Foi criado por nós? Acho que foi isso que o Furuya quis passar, acho que ele não quis responder nenhuma dessas perguntas ou deixar claro sua própria opinião.

            Eu me lembro do podcast sobre Death Note que vocês disseram algo como “tudo que é psedo em Death Note é psedo…” e eu fico imaginando o quanto é simbólico em The Music of Marie e o quanto é psedo…

            Se Deus comprovadamente não existisse, acho que por um lado muitas pessoas não iriam acreditar, achariam que é conspiração do governo, sei lá… mas durante séculos a religião foi usada como forma de poder e de controle da população. Hoje em dia isso ainda existe, mas em muitos lugares como aqui no Brasil, tudo mundo tem muito mais liberdade para fazer suas próprias escolhas e ter suas próprias crenças.

  8. Quem diria, vocês comentando sobre Bleach. Só pra esclarecer, eu escuto o podcast já há algumas semanas, mas como dos mangás que vocês normalmente comentam eu acompanho apenas Naruto, quase nunca tenho algo relevante para comentar.
    Dessa vez não é diferente, rs, só queria fazer a vez do “advogado do diabo 2.0” e dizer que o Yamamoto não teve o braço curado pela Orihime porque ele se negou, com a justificativa de ter seu orgulho como shinigami e blábláblá. Não que seja O motivo para você ficar sem um braço, mas é melhor do que nada.
    Sobre Naruto, olha, faz tempo que desisto de entender os rabiscos do Kishimoto nas cenas de ação.

  9. Irônico mesmo é a fruta artificial ser chamada “Smile” sendo produzida a partir do “SAD”.

  10. Bleach:
    Os fatos de Bleach estão acontecendo em uma velocidade tão rapida que eles mesmo se atropela, mas oque de certeza vai acontecer que vai estraga e dechar o ichigo meio shinigami quincy e holloy, e como se fosse pegar todos os “tipos,raças” colocase um pouco de leite pra ajuda a decer e batese no liquidificador, e dai sai essa cagada, tão querendo fazer ele uma junção de tudo por que nao tem nda melhor mesmo, e um otimo manga. A unica coisa que me prende e saber se a evolução da bankai(sera?) vai diminuir ainda mais a espada dele, daqui a pouco ele ta usando uma faca de cozinha….

    Naruto: Para min o final tem que ser uma luta entre os dois, mas como na jump tdo tem que ser rosas a amizade prevalecera. Ja da pra ver o final o Susano’o do sasuke monta na kyuubi e os dois de mãos dadas sai matando o bijuu(nome muito sem gosto por sinal). Se ouver uma luta entre os dois e um morrer isso sim sera um final digno de oscar, massssss até parece, nen tdo e flores, a amizade vai prevalecer sasuke casa com naruto e eles adotam um filho pronto, tipico final…

    One Piece: Normal…nda que me surprienda

    Assunto da semana:”Traço de Antes vs Traço de Agora” e fato, todo hoje e mais detalhado ponto.(menos hunter hunter)

  11. Assunto muito bem escolhido, macacada. Eh uma faca de dois a mudança de traço por um lado pode te fazer agradecer aos pelo visual ficar menos nocivo aos olhos e por outro pode acabar se transformando numa experiencia brega e mal sucedida…

  12. Bem vamos lá, sobre os traços acho antigamente nos anos 80 você vê clara influência do cinema americana, do Stallone e do Schwarzenegger, vale lembrar que durantes anos 80 e o final dos 70 os dois eram os principais atores do cinema e disputavam a cada filme para ver quem ganhava mais, os dois já falaram que nos anos 80 se evitavam e disputam tudo.
    Não sei com os filmes de ação em geral, mas Rambo, por exemplo, faz um sucesso gigantesco no Japão, Rocky também, Stallone já ganhou prêmios japoneses de cinema,.
    Assim você vê muito no traço dos anos 80 alem do físico gigantesco aquele cabelo meio mulletts da moda também na época, provavelmente os jovens da época queriam ver herois shonens como os heróis do cinema. Se você notar esse traço começou a perder força junto com esses filmes que começaram a ser considerados “ruim” no fim dos anos 80 e começo dos anos 90.
    Já sobre o traço atual concordo com a linha de pensamento do estranhow.
    Sobre BLEACH o mangá favorito do Judeu, hauhauhs como já comentaram realmente o Yamamoto não queria envolver a Inoue e nem o Ichigo desde o começo.
    Mas sabe acho que Bleach apesar do momento mimimi dos capítulos atuais, de se repetir, de cliffhangers simples, furos de roteiro e tudo mais ele consegue ser um shounen dinâmico, gostoso de ler, com poderes legais, um vilão marcante (Aizen), um plot que se mantém plausível (afinal essa coisa de perder e recuperar poder é clichê já no gênero), coisa que muito shounen não consegue fazer.
    Sabe faço um paralelo com CDZ, que tem um plot com mais buracos que as estradas brasileiras e é mais repetitivo que novela, tem lógica zero, mas consegue ser divertido e gostoso de ler.
    Mas tem um enredo com coisas absurdas, personagens ditos como fortes que morrem sem fazer nada, um protagonista levado ao extremo pra vencer, mas nem por isso cavaleiros deixa de ser uma boa obra de entretenimento.
    Acho que o problema é que as pessoas levam Bleach muito a sério, até tenho minhas dúvidas se o Kubo leva Bleach a sério.
    Sobre o podcast passado e Hungry Joker realmente acho estranho todo esse alvoroço por um mangá que mal chegou no 3º capitulo, e se mostra tão normal, será que não é pra caham views pra scalator não?
    Afinal se as pessoas tem essa necessidade pra ver o sucesso desde o começo temos ai o Assassination classroom que tem se mostrando um mangá bom e vive bem no ranking, não precisa de todo esse bafafá por Hungry Joker agora.

  13. (Não li os outros comentários ainda, talvez eu seja repetitiva)

    Tem dois livros muito bom sobre a variação do traço do mangá através dos anos (e o contexto sociológico do porquê isso aconteceu). Um deles é o Mangá: como o Japão reinventou os quadrinhos, do Paul Gravett, e o outro é Mangá: o poder dos quadrinhos japoneses, da Sonia Bibe Luyten, se vocês curtem um pouco de teoria são livros sensacionais (e não são chatos de ler). No meu trabalho de conclusão de curso eu falo sobre isso também, na análise sobre Gen pés descalços. Desculpem o jabá hehehe

    http://pt.scribd.com/doc/38823088/Critica-Social-nas-Historias-em-Quadrinhos-Ana-Moura

  14. Adoro a trilha sonora do cast ‘-‘
    Qual e o nome da primeira musica ?
    mandarei email no cast 21 ‘-‘

  15. Pior que hajime no ippo ta no capitulo 999, que foi muito bom por sinal.

    Muito bom o tema escolhido, acho que foi o meu preferidos até agora, continuem com o ótimo trabalho !

  16. Mas que má vontade do caralho pra falar de Bleach , é impressionante a birra que tem desse mangá , vocês esperam que tudo seja explicado em um capitulo só !?
    Como assim a falsa cidade de Karakura foi uma merda , achei que tinham dito que gostavam de Bleach por causa dos “poderes daoras “, e isso e batalhas boas , na minha opinião são o que não faltam nesse arco .
    E que porra foi aquela da Inoue ser enviada pra lá pra curar todo mundo !? Argumentos completamente ridiculos desde que o kubo explicou o porque de tudo nessa situação , aliás realmente gostaria de uma lista dessas tantas brechas que falaram , aposto que não conseguriam citar duas …. não até citariam , mas provavelmente elas já teriam explicações . O esquadrão zero , que pelo menos os interessados em bleach esperavam a tanto tempo finalmente aparecerão , mal foram introduzidos , e já os deram como derrotados e fracos . No final das contas o que menos fizeram foi avaliar o capítulo 517 propriamente dito , e sim arrumar desculpas pra falar mal de bleach

    O problema que o mangá vem sofrendo não é de qualidade , e sim de preconceito e desprezo de certas pessoas

    Esse arco final na minha opinião está sensacional , simplesmente por ter grande progressão de história na maioria dos capítulos , e isto é um fato , se discordam basta reler e ver que eu tenho razão , se for pra fazer uma review tão sem vontade e incoerente , é bem melhor nem fazerem

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