Mangá² #04 – Votação na Shonen Jump

Sejam novamente bem vindos ao quarto episódio do Mangá²!

AVISO IMPORTANTE

Este recado foi dado também durante o podcast, mas gostaria de deixar claro que semana que vem não terá análise dos capítulos da Jump, ao invés iremos fazer uma análise completa do mangá The Music of Marie, portanto, se você ainda não leu, corra atrás pra estar por dentro da discussão da semana que vem.

No episódio dessa semana, descobrimos que Kishimoto escuta o Mangá² para escrever Naruto, nos decepcionamos com Kiss em Toriko e analisamos boas revelações em One Piece. Além disso, discutimos sobre a eficácia do sistema de votação da Jump. E como sempre, a recomendação da semana de uma obra que pode ser o seu “passo além”!

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Cronologia do episódio

(00:20) Discussão da Semana – A eficácia do sistema Jump

(18:00) Leitura de e-mails

(27:20) Naruto #596 – Um Jutsu
(35:00) One Piece #676 – A Arma de Destruição em Massa
(43:15) Toriko #198 – Mais de 100!!

(51:00) Recomendação

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22 Respostas para “Mangá² #04 – Votação na Shonen Jump

  1. Ainda não ouvi o podcast, mas já estou feliz pelo anúncio da review do The Music of Marie. Depois que ouvir esse podcast, comento por e-mail!

  2. A WSJ é gigante do jeito que é em parte pelos seus medalhões sim, sem dúvidas, mas se um medalhão sai, a WSJ continuaria vendendo tanto quanto ou mais que suas concorrentes, ainda que haja uma queda considerável (ou não). Ou seja, o sucesso da revista está nela mesma como um todo, pelo histórico, pela grife e pelos títulos de mangas atuais.
    One Piece e Naruto são apenas uma imensa bonificação pro sucesso da revista. Mantém ela a 120%, risos.

    • Obs: Estranho, seu lindo, você colocou a Ending 15 de OP no Manga². Parabéns pelo bom gosto.

      Judeu Ateu, acho que faz parte você afirmar sua sensação quanto ao capítulo… aí você diz: “senti vontade de pular as páginas e rasgar o capítulo”. Beleza!! mas você depois confere as páginas anyway.

  3. Sei que semana que vem vcs não iram comentar os capitulos,até por que não tem JUMP.Mais mesmo assim gostaria de deixar um comentário a respeito do capitulo da semana de Toriko(to viciado nesse mangá.,mais pouca gente conhece então fico forever alone discutindo comigo mesmo)

    Toriko 199

    Gostei do capitulo da semana,mais tambem me descepcionei com o inicio da batalha do Coco,Shimabukuro nós deve uma batalha decente e que faça jus a popularidade do Coco(nem gosto dele).
    Acho que fui só eu então que não se empolgou com a luta do Zebra,sei lá,se já não basta-se o fato de ele estar lutando contra uma tartaruga que cospe magma(de novo)achei bem sem graça e não vi nada demais em ele dizer “que vai socar a tartaruga”.E sinceramente não consigo imaginar o Zebra aprendendo o “respito a comida”,pra mim ele ta mais pro lado do “Ta pouco se fudendo”,até onde eu me lembre a fonte de energia e de onde o Zebra tira sua força é da propria Raiva como mostrado no Arco da Mellow Cola.

    Sim vcs falaram que as 4 bestas na verdade fazem parte de um corpo principal,e vcs até levantaram a ideia de que ambos os 4 reis devem derrotar esse corpo pra poder de uma vez acabar com os 4 membros.Mais uma parte importante que passou despercebida aos olhos de vcs foi à de que o “Corpo Principal da 4 bestas” está na verdade sendo CONTROLADO POR ALGUEM,e é exatamente ai que entra o X da questão,pois se essse corpo está sendo controlado resta saber quem é o controlador(será alguem da Bishokukai,Nitro…?) e como ele controla tal corpo,e é esse controlador que Ichiryuu diz que tem que ser derrotado e não exatamente o corpo principal.Sem falar que o corpo principal está dentro do Mundo Humano e como os 4 Reis estão ocupados com os 4 membros, o controlador do corpo pode muito bem invadir e tocar o terror no mundo Humano já que aparentemente não tem ninguem forte o suficiente para dete-lo.

    Só achei estranho o Coco e Sani terem aprendido o “respeito a comida”….no arco em que o Toriko aprendeu isso, foi dito que eles do templo Shokurin eram os únicos que sabiam essa técnica.Mais deis-de que Shimabukuro de uma explicação plausivel( e ele vai dar)tudo bem.
    Sobre as “Celulas Gourmet”,uma das melhores coisas criadas pelo autor na minha opinião foram essas benditas celulas,é uma coisa tão simples e ao mesmo tempo logica pois a explicação biologica de como eles fazem para aumentar seu poder faz todo sentido dentro do universo onde “comer é o mais importante”.

    Vou tentar ler The Music of Marie se o tempo me pertimir,pra pode comentar aqui! Ótimo Podcast!!

  4. Uma coisa a comentar que Toriko me surpreende exatamente por tornar coisas simples tão fodas desde o primeiro capítulo. Todos os poderes secundários, se vocês perceberem, são frutos de algo que existe no mundo real, exagerado 100x. Tipo a Autofagia, que é um processo celular verdadeiro, mas não é tão gratificante ou simples como é no mangá. Ou então no arco de Ice Hell que o poder deles é TREMILIQUES. Mas são tremidas tão fodas que esquentam eles e deixam eles mais fortes. Porra, nunca ia imaginar que RESPEITO ia virar um poder! O Sonar do Zebra, que é impossivelmente responsivo! SHIMABUKURO SEU GÊNIO. Eu fico imaginando ele conversando com o editor dele…

    Editor: “Cara… respeito à comida?”
    Ele: “NÃO, NÃO, espera! Dá uma olhada nisso aqui que é massa!”
    Editor: “Tá bom… pra alguém que já transformou tremiliques em poder, eu acho que dá pra confiar.”

    E esse lance de Naruto que vocês comentaram acabou de dar um ar foda pra identidade do Tobi. Se for isso mesmo vou achar bem legal, se for bem desenvolvido (diferente da caca que foi o passado do Kabuto).

  5. Votação na WSJ é uma merda!
    WSJ é uma merda!

    Por usar um sistema de votação pra decidir o que é melhor, os editores e empresários da revista matam a criatividade. Pensem comigo, usando dois exemplos, One Piece e Naruto, são os mangás mais votados, os favoritos do público, logo os editores decidem que esses mangás são os melhores e esses devem ficar no topo da revista. Até aí todo mundo sabe. Mas por causa disso os outros autores são influenciados –senão pressionados– a fazer mangás que vendem e, pra fazer mangás que vendem, eles tem que copiar os que já venderam, então todo mangá teria que copiar Naruto, One Piece, Love Hina e o escambau. Então, pra poder vender tudo teria que seguir os padrões de venda e, se continuar assim, vai chegar uma hora que tudo vai estar igual a One Piece ou, como vocês disseram no podcast, igual a Crepúsculo. Veja os exemplos dos filmes, tudo está se repetindo. Filme de super-heróis é tudo igual; Jogos Vorazes é feito pro mesmo público de Crepúsculo; Percy Jackson e Scott Pilgrim também são filmes comerciais feitos pra um público específico. Ouvir a voz do público pra vender mata a criatividade, mas enquanto os editores quiserem continuar ganhando seu dinheirinho eles vão continuar manipulando as obras e os gostos do público sem que a gente (ou eles, eu sei bem o que eu quero) percebam.

    Mas eu quero mais é que se foda, tenho orgulho de ser fã de mangá e nunca ter lido um capítulo de One Piece até hoje por achar aquilo uma poluição visual completamente desagradável e desgostar dos personagens. E a cada shonen que a WSJ lança, mais eles estão querendo deixar tudo igual, pra vender e só. E a criatividade, cadê?

    WSJ é uma merda!
    Boicote a WSJ!

    • Discordo um pouco de você. Acho que o problema não são exatamente os editores (poxa, é o trabalho deles, quanto mais dinheiro der melhor), mas sim o grande público que procura somente mais do mesmo. Os editores vão atrás do que agradar a maior quantidade de leitores, então são os próprios leitores que tem que abrir a cabeça para algo diferente, assim os editores precisarão ir atrás de algo diferente (e bom). Enquanto mangás como One Piece e Naruto (como você disse) continuarem agradando a massa, é normal que a Jump continue apostando nisso.

      Não entendo muito bem disso tudo, mas é mais ou menos essa a ideia que eu tenho.

      • Tá bom, primeiramente eu não estou colocando a culpa da repetitividade e falta de criatividade dos mangás, principalmente shounens, nos editores, mas os editores é quem escolhem que mangá vai ser lançado na revista e qual vai ser prolongado e qual vai ser cancelado.
        A culpa da falta de criatividade é o anseio por ter outro One Piece, outro Naruto outro Dragon Ball, em vez de criar algo novo, e esse anseio é tanto dos editores quanto dos leitores. Então, quem sabe se os leitores fossem incentivados a lerem coisas diferente, haveria menos repetição, menos Naruto.

        Mas agora temos o problema: quem é que incentiva os leitores a lerem coisas novas? Algumas pessoas como as pessoas que colocam, ditam, ordenam o que eles tem que ler, ou seja os editores. E como os editores escolhem o que vai sair na revista? Estudando qual pode vender mais. Pois, como você disse é o trabalho deles ganharem dinheiro.

        E quando eu falei ali pra boicotarmos a WSJ eu não estava brincando, seria legal ter uma revolução, na internet que fosse, para que menos do mais-do-mesmo seja exposto e incentivado e levado ao público que procura mangás. Cada um de nós que gostamos de mangás criativos e artísticos podemos fazer nossa parte pra popularizar mais esse gênero. Se bem que, se ele fosse popularizado, deixaria de ser o nosso amado underground, mas pelo menos não podemos deixar isso morrer.

        Aliás, Naruto no Mangás Underground? Não esperava isso de você, Judeu.

      • Primeiro, eu acho que não são os editores que ditam o que os leitores tem que ler. Como disseram no próprio cast, existem várias outras revistas com conteúdo diferente do que vemos na Jump. Revistas com públicos alvos diferentes, e logo com obras diferentes.

        E como eu disse, não entendo completamente o sistema deles, mas imagino que se uma obra “diferente” fosse publicada na Jump, seria um tiro no pé, as chances de não ser recebidas são altas (claro, existem exceções, como Death Note, por exemplo). Exatamente porque não é o que os leitores procuram. Então porque um editor arriscaria em algo do tipo, se não é o que o público da revista quer ler?

        E esse negócio de boicotar WSJ soa muito Bakuman cara, hahaha. Pra mim, não é totalmente possível, e nem necessário na verdade. Na minha opnião, por mais que eu não seja fã de ecchi, por exemplo, é preciso ter obras do gênero no “mercado”, digamos assim. Se só existisse o que chamamos de “Underground”, sentiríamos falta de algo diferente disto, sabe? Eu, com meus 12 anos de idade, não seria tão fã de mangás se não fosse Naruto, Dragon Ball, essas coisas. Hoje em dia, posso não admirar tanto, mas se não fosse por essas obras eu não estaria comentando por aqui :D!

        Acho que quanto mais obras, de todos os gênero possíveis existirem, melhor. Você vai atrás do que quer ler, como disse ali encima, existem revistas para todos os gostos. Não precisamos ficar “presos” só na Jump, querendo mudar ela, sendo que já existem revistas bem diferentes.

        recebida.

  6. Sobre a arte de Naruto, talvez esteja pior, eu não vou afirmar, mas é provável. Porém, acredito que o motivo não seja a falta de retícula, afinal, One Piece tem uma bela arte e usa pouca retícula, basicamente da mesma maneira que Naruto está usando agora. Pelo menos ao meu ver. Posso estar falando bobagem, pois não entendo tanto de arte, mas é o que percebi.

  7. E eu também faço a minha parte. Sim, quem está revoltado com a WSJ sou eu, o Lucas da Fuji kkk
    Mas o que o Submarino falou é verdade, se não fosse coisas como Naruto, Dragon Ball e até mesmo os ecchis mais retardados os mangás não se popularizariam entre os mais jovens. Eu que fui diferente e o primeiro mangá que peguei pra ler foi Fullmetal Alchemist.

    O que eu não gosto é a idolatração por obras, até o One Piece que pra mim nem é tudo isso, por pessoas que já são grandinhas e já deviam saber que o que eles estão lendo é algo voltado mais ao comercial do que ao artístico. Se você não entende isso, quando você tiver um amigo de 20 anos que acha Highschool of the Dead o máximo e não sabe o que é Akira (Akira!!), você vai entender, vai botar as mãos no rosto e soltar um “puta que pariu” bem alto.

    Tem muita coisa boa por aí, e essas coisas boas não precisam ser idolatradas, só apreciadas. Alguém sai por aí fazendo cosplay de 20th Century Boys? Na verdade, alguém deve fazer isso hahah, e seria um cosplay legal, mas 20CB é um tipo de mangá que conseguiu seu lugar no mundo por agradar de um jeito diferente que os mainstream o fazem, mesmo 20CB sendo pop entre os cults.

    Gostei de ter vindo aqui e soltado esse grito de revolta e desgosto que eu tenho contra a idolatração que o shounen recebe (veja bem, agora eu já não estou mais contra o shounen comercial e entendo sua posição no mundo dos mangás, que é popularizar entre os que não conhecem e divertir os íntimos dos quadrinhos) e ter aprendido um pouquinho mais sobre como eles funcionam. E como é digno dos sábios mudar de opinião (modeeesto), que se venda a WSJ como sempre, mas que também aja espaço para o que pode ser diferente e inédito aos nossos olhos.

    Fui!

    • … desgraçado, eu nem desconfiei que fosse tu, Lucas, hahah. Eu tava falando até agora como se eu não te conhecesse.

      E bom, o primeiro mangá que eu li de verdade foi Bremen, mas eu conheci o “anime” e o “mangá”, digamos assim, através de Dragon Ball e Naruto. Pelo pouco que sabia deles fui procurar mais para ler e achei Bremen.

      E eu meio que concordo com esse último comentário seu, essa “idolatração” por certas obras é exagerada sim, e outras que de certa forma “merecem” mais, acabam não tendo o mesmo reconhecimento.

      De qualquer jeito, valeu pela discussão ai, haha!

  8. Sdds Mx0 e Double Arts (o mangaká de Double Arts tem umas centenas de coisas alto nível, principalmente one-shots, e a que faz sucesso é justamente a mais fraquinha, Nisekoi). Em termos de vendas, o sistema funciona muito bem (ainda mais que a Jump têm o MOTHERFUCKING ONE PIECE, comprado por uns 6% da população japonesa todo mês e que deve durar mais 10 anos no mínimo), mas em incentivo à qualidade, é triste.

    E me colocaram numa ratoeira agora. O jeito vai ser ler The Music of Marie.

  9. Já foi falado que o Barba Negra consegue ter duas akuma no mi porque ele tem uma constituição corporal anormal. Provavelmente tem algo a ver com ele ser um “D.”

  10. Olá!

    Infelizmente, ou felizmente, o mercado é definido não por qualidade mas por geração de recursos.
    Os editores dificilmente conseguem focar apenas na qualidade, porque por melhor que uma história se apresente ela deve ter um público mínimo que além de quitar os gastos da obra, gere lucros que possam ser reinvestidos em outros projetos. O sucesso mainstream de diversos mangás possivelmente proporciona o surgimento e manutenção de diversas obras.

    Deixo mais congratuações ao Estranho e ao Judeu pela boa discussão.

    King Buddy Holly, ETERNAMENTE ITs ALIVE!

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