Mangá² #03 – Mangá é Arte?

Sejam novamente bem vindo ao terceiro episódio do Mangá²!

No episódio dessa semana, falamos sobre as lutas e a arte de Naruto, os níveis de poderes em Toriko e sobre a confusão que foi One Piece. Além disso, tentamos chegar a alguma conclusão sobre a grande questão “Afinal, mangá também é arte?“. E claro, uma recomendação da semana de uma obra tocante e já licenciada no Brasil!

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Cronologia do episódio

(00:20) Discussão da Semana – Mangá é arte?

(13:21)Leitura de e-mails

(22:57)Naruto #595 – Fissura
(27:15)Toriko #197 – 4 vs 4!!
(32:59)One Piece #675 – E é chamado “Shi-no-kuni”

(37:54) Recomendação

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14 Respostas para “Mangá² #03 – Mangá é Arte?

  1. por favor, coloquei os comentarios do capitulos depois (por ultimo), eu gosto de escutar a recomendação mas ter que pular a parte dos capitulos dentro do onibus é meio ruim

  2. Quando se fala de arte filme, vejo uma certa diferença, não pelo fato de julgar ele como arte e os outros não, mas sim no seu foco. O objetivo dele não é entreter, ele pode entreter claro, mas o seu objetivo é outro.
    Ótimo cast, gostando muito de ouvir essa bagaça semanalmente continuem com o bom trabalho.
    PS: Ganhou 100 internets pela musica no final.

  3. Bom, acho que vocês falaram o que tinha a ser dito quanto a mangá ser arte…. e como não leio nenhum os outros mangás, vamos lá ser o fanboy de sempre e tentar defender (um pouco, admito que não foi grande coisa) o capítulo de One Piece.

    Concordo que a narrativa foi confusa em vários pontos (especialmente na última cena), mas acho que teve coisas legais. O começo do capítulo, com a criança se rebelando, foi uma parte bem feita e foi coerente a forma que foi feita.

    A parte do Law também achei legal, apesar de se o Law ter feito isso sem nenhum outro plano, realmente ter sido um idiota. Mas acho que ainda vão ter mais coisas relacionadas a isso, logo prefiro esperar. E até lá, achei a revelação interessante.

    E outra coisa que vem me chamado a atenção nessa saga é que o Oda continua acrescentando mais e mais elementos, deixando essa saga uma bagunça mesmo, as vezes caindo pra um lado bom.

    E acho que bem ou mal, esses elementos apresentados estão interessantes… até mesmo esse do final do capítulo é algo que tem potencial, apesar de ter sido mal explorado. O Oda ainda não resolveu quase nada, então não tenho como julgar o que ele vai fazer com isso, mas prefiro acreditar que vai sair algo bom desse overload de coisas.

  4. Bom, vi os 3 podcast até agora. O formato ta bom, era algo que eu sempre quis: ver analises semanais dos mangás populares da semana. Se algum blog sobre animes quiser imitar e fazer o mesmo no formato de vlog daria certo eu acho.
    O tema da semana achei meio fraco em relação aos outro dois, mas conseguiu se tornar interessante ao longo do tempo.

    ——

    Arte usa o entretenimento como ferramenta pra sua própria arte, mas nem sempre a arte é divertida, e logo, a diversão por sí só não pode ter o status de arte (na minha opinião) já que ela é só um ferramenta da mesma. O entretenimento, pra mim (nunca estudei roteiro de forma técnica nem nada, é só minha teoria observando) é um conjunto de clichês básicos que dão certo quase sempre focando em um público alvo. Mas a arte, no sentido de status, não é só isso: ela tem que usar isso com um objetivo claro ao leitor além da própria diversão — pode ser até uma anti-mensagem: o autor queira fazer você se confundir com a mensagem do que tentar explica-la a você, mas a mensagem proposital tem que a ver, e se tiver escondida, vai depende do público alvo a tolerância desse ‘segredo” .

    Por isso que pra mim é perfeitamente possível você gostar de algo que você mesmo acha ruim, e não gostar de algo que você ver que algo bom. Assim como coisas muito boas podem ser um fracasso comercialmente por não identificar o público alvo, e coisas bem ruins fazerem sucesso por serem certeiras no público alvo e o mesmo ser bem tolerante com ele. Mas se ela não for mimada consegue admitir que gosta de algo podre.

    A sua avaliação por gosto é algo relativo (sofismo) e a sua reação se algo é bom ou não é subjetiva (perspectivismo).

    A diferença é bem pequena, mas é notável quando se ver criticas mais fundamentadas e achismo mimados.
    Diria que a discussão é sempre sobre premissas, e nunca sobre conclusão. É mais importante você conseguir entender a linha de raciocínio pra avaliar positivamente ou não, sendo que a conclusão é sempre relativa e não interessa a ninguém.
    ( apesar de isso parece um avaliação tão somente técnica, até as mais emocionais tem que ser assim: mostrar as premissas pela qual você você se emocionar, e não só as emoções.)

    Ou seja, a qualidade de uma arte e o status da mesma estar no ponto de vista que ela quer passar e no ponto de vista que você ver, e não se esses pontos de vistas são concordantes.
    Podem ser discordantes e ainda sim, se você for honesto e não-hipócrita, admitir que a obra é boa mas só não te encantou.
    Ou seja, cinéfilos falando mal de quadrinhos e vice-versa é só hipocrisia, já que se o mesmo olhasse as premissas iria ver muito cinema em um quadrinho.

    Mas claro, honestidade não é tudo, todo mundo erra e trocas as bolas também.

  5. Kishimoto constrói bem as lutas, mas não sabe desenhar o que ele propõe. E isso DESDE O COMEÇO do mangá. Ele simplesmente não sabe desenhar cenas de ação. Mas o que me incomoda é que ele abandonou TOTALMENTE o uso de retículas.

    Cap. 111: http://i28.mangareader.net/naruto/111/naruto-2268.jpg
    Cap. 593: http://i40.mangareader.net/naruto/593/naruto-3441663.jpg

    Ele tinha um traço bem mais interessante antes, agora a preguiça reina e ele sombreia tudo por rachuras. Isso me incomoda bastante porque deixa o desenho dele mais bagunçado.

    Em Toriko, os níveis de captura deixaram de ser relevantes por ter chegado à casa dos 100. Eu lembro até hoje que o Nível 1 era equivalente ao perigo de uma besta que só podia ser capturada por 20 homens equipados com escopetas dando tiros a queima-roupa e por isso que níveis 5 e 10 eram tão impactantes. E eu gostei do conceito por trás do medidor de Nível de Captura. Mas espero que ele não esqueça das caças de difícil preparo (que nem a Bubble Fruit por exemplo).

    Em One Piece, as informações na capa poupa tempo de capítulo caso os personagens de capa voltem pra história (por exemplo, a gente não teve que ser explicado o porquê do Buggy estar em Logue Town com o corpo recomposto, ou como o Hachi estava em Sabaody sendo que ele tinha sido preso com o Bando do Arlong). E sim, o capítulo foi terrível, mas eu tenho uma teoria otimista a respeito.

    • O Oda, desde o começo, usa um formato de narrativa onde ele primeiro apresenta “as peças do jogo” (descrevendo o contexto, apresentando personagens, colocando os protagonistas no meio do conflito) pra depois mostrar “como se desenrolou o jogo” (tudo acontece ao mesmo tempo no final da saga e o brainstorm está em conectar tudo que ele apresentou até então).

      Sobre meu argumento em relação a One Piece, só consigo imaginar que o Oda esteja adotando uma postura narrativa que ignora o formato semanal de publicação. Percebe-se que ele tá jogando várias informações e muitas com um certo potencial para ser usado mais adiante, mas ele não se preocupa mais em prender o leitor semanalmente (muito provavelmente devido a sua popularidade).

      Eu consigo imaginar algo acontecendo no final da saga onde a gente tenha que puxar informações exclusivas, por exemplo, do capítulo desta semana. Mas o valor líquido DESTE capítulo NESTA semana é baixo, porque ele, sozinho, não dá conta de nos apresentar uma história.

      Nessa saga, em especial, ele tá fazendo isso capítulo atrás de capítulo. Poucos capítulos dessa saga foram realmente bons, a maioria só conteve informação jogada cuja relavância só foi revelada capítulos depois (alguém mais lembrou dos capítulos das crianças gigantes?).

      Oda carece de fazer uma saga Baroque Works em questão de narrativa. Desde W7/Enies Lobby ele não executa seu método narrativo da mesma forma legal.

  6. Vou usar da minha arrogância (brincadeira) pra dizer que o capítulo de One Piece (e o arco) pode ser criticado por alguns motivos, menos os usados, lol. Obviamente, eu posso explicar.

    Anyway, fora isso o podcast foi ótimo. Os outros temas eu preferi responder da comunidade da TOC.

  7. Ja Falei isto por telefone com vc, parabens, voce realmente esta fazendo algo de util, e me orgulho disto,

    parabens, blog de assunto tão especifico como este, e vc chegar a 70 mil visitações, não é para qualquer um, aprendi a respeitar este seu mundo

    abs e parabens, agora só falta cumprir a segunda parte, confio em vc, vai que é sua, baka

  8. Olá!

    Parabéns pela contextualização da discussão sobre o que é arte, mas principalmente sobre o ponto de definir que arte não é obrigatoriedade de algo bom, assim como de que a definição do que é arte e do que é bom é transiente.

    Arte por arte em um exemplo ao quadrado,

    http://migre.me/duhjb

    http://migre.me/duhk3

    King Buddy Holly, ETERNAMENTE ITs ALIVE!

  9. Pingback: Mangá² #129 – Você, Mangás e a Vida | AoQuadrado²·

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