Oyasumi Punpun Vol #10

Bom, a verdade é que gosto TANTO e aprecio TANTO essa obra, que simplesmente me sinto pressionado e incapaz demais pra escrever uma review completa sobre ele. Por isso vou aproveitar esse raro lançamento de volume para, se não analisar, pelo menos contar minha expriência e visão de leitura dessas páginas específicas.

Então, se quiser saber mais sobre Oyasumi Punpun ou caso simplesmente não conheça nada sobre, leia a Review do Nintakun no Mangás Cult, ou escute o podcast do blog sobre Inio Asano, porque a partir de agora, termos SPOILERS VIOLENTOS!

Bom, recapitulando… após falhar em todos os aspectos que Punpun consegue enxergar em sua vida, o pássaro se vê na mesma situação cotidiana-podre em que estava há 2 anos atrás. Cansado desse contexto depressivo, o personagem resolve então comprimir a sua promessa auto-imposta de cometer suicídio caso as coisas continuassem dessa forma… obviamente, falha até nisso.

Falhando até mesmo em tirar a própria vida, Punpun conclui (ao meu ver) que só deixando de ser ele mesmo, para poder ser feliz. O personagem principal toma o caminho dos fracos e comete um suicídio mental, ato que é mercado simbolicamente pelo “That night, Onodera Punpun died”, ou seja, o pássaro-metáfora abdicou de seu conhecimento de vida, de seus pesares, de seus pensamento e de seu niilismo para poder virar um personagem raso, sem pensamentos e sem problemas, pra poder virar o seu vizinho pegador Takahashi.

A esquisita cena de sexo narrada(que fizeram alguns se questionarem sobre a possibilidade de Punpun ser gay), pode ser interpretada como o processo de metamorfose de Punpun no Takahashi, somente isso.

Neste novo corpo (literal e figuradamente falando), Punpun consegue ser muito mais ~extrovertido~ e comunicativo, conversando (mesmo que por dentro o seu verdadeiro “eu” esteja gritando nos quadros pretos do Asano) com uma menina que logo se encanto por seu novo jeito fútil.

Mas neste momento, em que Punpun está conseguindo se enganar com suas próprias mentiras, acontece aquela improbabilidade irônica inserida perfeitamente pelo malévolo Inio Asano. Pensar que Punpun, tendo procurado todo dia por 2 anos pela Aiko, mas só ter conseguido achá-la acidentalmente quando já tinha desistido… é macabro de tão genial.

Mas enfim, aqui está “ele”, Punpun-Takahashi, finalmente em frente ao seu maior desejo, seu tesouro, a solução para todos os seus pesares e problemas… ou pelo menos era disso que ele tentava se convencer todo dia. Ao se deparar com sua “amiga” de infância, Punpun deseja ao máximo gritar o nome dela e finalmente se livrar dessa bigorna de pesares que carrega há anos. Mas NÃO! Ele não é mais Punpun Onodera, ele é Punpun-Takahashi e irá seguir este papel como um verdadeiro ator, afinal de contas, se nem isso der certo, NADA dará.

No entanto, mesmo não sendo mais o Onodera, Punpun ainda espera as devidas respostas (qualquer resposta) da Aiko…. da Aiko, não desse parasita vestido de gente que ele encontrou, não desta garotinha, modelo, perfeita e feliz. Neste momento, Punpun e o leitor concluem algo que temiam desde que viram essa linda garota no trem, não existe uma Aiko para o Onodera. A única que sobrou da mulher de 5 anos que Punpun conheceu, é essa garotinha de 20, essa Aiko… essa Aiko para o Takahashi.

A Aiko para o Takahashi, é perfeita para a nova persona do nosso pássaro e por mais que o Punpun (e o leitor) esteja morrendo por dentro, a conversa e a ~paquera~ rolam perfeitamente. As palavras vazias que saem de sua inexistente boca vão sem dificuldade alguma, nunca antes vimos os quadros pretos tão preenchidos. Mas por mais que a boca não seja do Punpun, os ouvidos ainda lhe pertencem e quanto mais ele escuta essa sua conversa fútil com essa garota fútil, que um dia foi sua única esperança, mais ele fica com raiva da Aiko e confuso com o que ele é, confuso com sua própria encenação…

E é então que entra o genial simbolismo de Oyasumi Punpun. O pássaro consegue muito bem emular o corpo e as ações de Takahashi, mas por mais que tente, nunca consegue copiar a sua cabeça e pensamentos, por isso que fisicamente seu corpo ficou igual ao Takahashi, mas sua cabeça ainda é do Onodera, por isso que as palavras que profere são as do Takahashi, mas as que gritam as verdades em sua cabeça são as do Punpun verdadeiro. Mas tudo isso se complicou muito mais com a entrada da Aiko na história, agora nem mais o próprio pássaro sabe quem ele é. Cabeça de Onodera e corpo de Takahashi, Punpun percebe que isso está errado e que está se transformando neste monstro hibrido que não é nem nem outro:

O próprio Punpun se questiona se sua cabeça “foi sempre assim” (é engraçado que ele fala isso com objetivos literais e figurados, nós entendemos a fala das duas maneiras também, mas de uma forma completamente distinta). Não tentei me aprofundar no que a volta de Deus significa, talvez o símbolo máximo da futilidade do Takahashi, algo que Punpun já tinha largado faz tempo.

Podemos pensar também na cabeça com vários olhos, sendo metáfora para uma forma que o Punpun verdadeiro, cansado do Takahashi, encontrou para liberar seus verdadeiros pensamentos todos reprimidos. De qualquer jeito, as conversas fúteis continuam se encaminhando e a raiva e projeção em cima da Aiko feliz só crescem. Até que uma possível relação entre esses dois corpos se acende e Punpun Takahashi resolve fazer o que faz com todas as garotas que conhece, não importando quem sejam: fodê-las.

Só que o interessante é que quando a ação começa a se encaminhar, a nova forma híbrida de Punpun que toma conta, vendo no sexo uma forma de estregar a vida dessa garota que injustamente está vivendo feliz. Só que por mais que queira fazer isso, Punpun ainda tem uma forte mistura de carácter com fraqueza emocional que impede ele de realmente estuprar a Aiko. A menina chora, lágrimas que são interpretadas pelo pássaro como de decepção, vai embora e deixa o personagem principal derrotado sozinho.

Deste vez o Punpun verdadeiro está lá sentado no chão, não há mais necessidade de Takahashi, monstro de olhos, triângulo ou qualquer outra coisa, TUDO falhou, até o que não poderia falhar, falhou e novamente Punpun está muito cansado de tudo isso.

PORRA, ESSA PARTE FOI TÃO FODA QUE EU LITERALMENTE DERRAMEI LÁGRIMAS AQUI. CARALHO, COMO ESSE FDP DESSE INIO ASANO SABE MEXER COM A GENTE. É incrível como conseguimos sentir a tristeza e os pesares no olhar dessa pássaro totalmente inexpressivo… isso meus amigos, é arte.

Ainda debilitado, Punpun é atingido por uma série de porradas pelo recem -descoberto ex-marido da Sachi. Suas respostas às agressões não foram  exatamente intimidadoras, mas foram no mínimo interessantes, nos fizeram lembrar de que Punpun não é um idiota, ele conhece a si mesmo melhor do que ninguém, ele sabe de seus erros e até o que deveria fazer para concertá-los, só simplesmente não consegue, pois ele está preso nesse ciclo vicioso de… de… sei lá, de auto-depreciação, baixa-estima e depressão. Ou talvez isso seria simplificar demais a situação vivida por ele, enfim, é complicado.

De qualquer jeito, logo depois vem a trágica notícia de que a sua ex-alguma-coisa está gravida. Não dele obviamente, mas do Saotome. Deprimida e com seus próprios problema, Sachi pede ajuda ao Punpun, essa pessoa com a qual possui uma relação esquisita que nem ao menos consegue descrever. O pássaro desolado e incapaz de dizer “não” à qualquer coisa, só consegue concordar pra seu pedido de socorro.

Bom, passado a tempestade vem a calmaria. Voltando a ser o Punpun original, recobrando a consciência de seu “eu”, o nosso pássaro favorito volta a pensar. Pensa então sobre a frase que seu tio lhe disse uma vez: “You reap what you sow”. Yuichi sempre foi o maior Mestre na “jornada do herói” da vida do Punpun e suas frases sempre foram as que o mais marcaram (acho né, sei lá). Isso combinado com a completa desistência de viver e a completa decepção e porrada na cara que foi ver a Aiko feliz, fizeram com que pela primeira vez no volume, ele tomasse verdadeiras decisões de vida.

Primeiro decide tirar a carta de motorista e ir para alguma cidade bem distante, ato que Punpun sabe (inconscientemente ou não) de que não passa de um suicido disfarçado. Depois decide falar com a Aiko, não com o objetivo de encontrar respostas, mas simplesmente porque é isso que ele deve fazer, esse é o correto, principalmente depois do que ele chegou a fazer com ela, ele deve pedir desculpas, em respeito aos ensinamentos de seu tio: você colhe o que você planta.

Não consigo tecer um julgamento direto sobre a escolha de Punpun fugir para uma cidade distante É covardia? É coragem? É o correto? No final das contas, Oyasumi Punpun é uma completa obra de projeção, cada um vai escolher e ter uma análise sobre as ações do Punpun e porque ele as toma.

Pela primeira vez no volume faz o que é correto, ou pelo menos o que ele acha que é correto. O pássaro desabafa para a Aiko sobre o seu verdadeiro “eu” e agradece à menina por, de certa forma, ter mostrado pra ele o quão patética era a sua situação, pois se ela era tão infeliz quanto ele, mas se saiu bem na vida, não há mais desculpas para as suas derrotas. Punpun (ao meu ver) reconheceu neste momento, um crescimento pessoal por meio da dor e raiva que a Aiko trouxe, ele nunca foi tão infeliz, mas também nunca foi tão ciente de sua situação… mas as coisas não poderiam ser tão simples assim também né?

A Aiko para o Takahashi se revela na verdade como a Aiko para o Onodera o tempo todo… ela estava mentindo… assim como o Punpun…. Neste momento, meu cérebro veio parar no meu cu. Puta que pariu, eu não esperava por isso. Punpun (e o leitor) já tinha ultrapassado essa pedra chamada Aiko na sua vida, mas aqui ela está de novo, olhando por baixo pra ele. Punpun (E O LEITOR) fica nesse estado letárgico, sentindo um sentimento indescritível, uma mistura de felicidade, excitação, raiva, surpresa e tristeza. Não foi da melhor forma possível, mas ele já tinha resolvido esse problema chamado Aiko, porque essa maldição teve que voltar com tudo em cima dele?

Punpun está confuso e calado diante de tanto informação que está recebendo de uma vez só, mas, como próprio mangá diz, o feitiço da Aiko é forte e logo todos os seus sentimentos se transformam numa paixão-dependente. A menina não mudou nada e assim como há 10 anos atrás, ela possui todas os problemas e soluções para o Punpun.

O interessante dessa vez, é que, diferentemente de 8 volumes atrás, agora vemos a visão da Aiko sobre a situação. Vemos ela como um Punpun 2, niilista, incapaz de amar a própria mãe, vivendo um dia após o outro… Se no há 10 anos atrás ela era uma entidade, agora ela é uma pessoa, alguém com quem o Punpun pode lamber feridas. Feridas que, agora sim, os dois possuem de monte.

Poxa, isso é tão característico do Asano! Qualquer outro autor daria o maior destaque possível para uma referência dessas, mas aqui não, a genialidade do autor está nos detalhes.

Agora que conhecemos Punpun e também conhecemos a Aiko, os dois finalmente podem se tornar um, em todos os sentidos da expressão. A existência de cada um deles completa a outra, o mero conhecimento de que os dois não mudaram nada desde que conheceram lhes dá força para enfrentar as suas adversidades. Aiko ganha força para encarar a sua mãe e Punpun ganha força para encarar a Sachi e finalmente responder “não”.

Os dois, nessa inconsciente batalha conjunta contra tudo e todos, mal conseguem deixar de se ver. Agora que já estão crescidos, o apoio mental de suas infâncias não é mais o bastante para curar as suas feridas, muito mais profundas agora. É necessário também de um apoio carnal. E assim… os dois se fodem (em todos os sentidos da expressão).

Punpun continua com o seu plano de mudar, a diferença é que a mudança não significa mais necessariamente um isolamento suicida, desta vez ele está com a Aiko, indo para um futuro incerto, só segurando a sua mão, torcendo para que consigo fazer as coisas certo pelo menos uma vez, mas querendo ou não, com um pingo de esperança e temor em seu coração.

Desta vez ele está retomando a sua vida desde o primeiro erro que cometeu, só que nada é tão simples assim e corrigindo erros, é que surgem outros:

Novamente Punpun machucou alguém amado em sua vida. Foi essa a decisão mais correta? A resposta é a mesma de “10 anos atrás”: não sabemos. Só sabemos que mais uma vez uma pessoa amada por Punpun sofreu por conta dele e isso nunca dá certo, se bem que… nada nunca dá certo para Punpun.

Talvez simplesmente não exista uma resposta correta, mas talvez um caminho correto (?) De qualquer forma, o que dará de tudo isso, como vimos nesse volume,  será impossível prever. E somente o próprio Asano irá poder nos responder… no próximo volume, até lá.

8 Respostas para “Oyasumi Punpun Vol #10

  1. Nossa, post excelente, Judeu! Adorei ficar vendo as páginas enquanto você comentava.

    Eu só tinha algumas ideias diferentes pro Punpun negro-quatro-olhos (Que eram meio absurdas, pra falar a verdade). Por exemplo, a ideia pro Punpun negro foi ele estar escondendo esse seu lado escuro, com problemas e tudo o mais em uma “casca” de Takahashi. Mas achei essa ideia meio forçada, avaliando agora.

    E é legal mencionar que aquela última página causou um impacto muito grande em mim. Aquele “There’s no turning back now” me deixou com um aperto no peito… Que aquela seria a ultima chance do Punpun de acertar tudo, ele tomou suas decisões, machucou alguém de novo, mas agora ele pode tentar de novo. E não voltar atrás.

    Nossa, Punpun me deixou pensando nesse volume o dia inteiro, caralho, foi incrível

  2. Essa “repetição” de eventos pode acabar levando a algo muito interessante, visto que pode voltar a acontecer, o Punpun está destinado a fazer as escolhas erradas.

    Vejo ele tentando voltar para Sachi, deixando a Aiko novamente, mas chegando lá, ele não é mais necessário, ou ela morreu.

    Sem lugar, ele volta para Aiko, para ela o matar ou se matar, por não ter ela. Mark my words.

  3. Excelente texto, Judeu. Esse, na minha opinião (e na da maioria das pessoas que leram) foi o melhor volume desse mangá fantástico que é Oyasumi Punpun.

    Acho simplesmente sensacional o fato de o autor não dar explicação para suas simbologias e seus acontecimentos. Tudo acaba ficando a cargo do leitor para essa interpretação, e muitos possuem várias interpretações diferentes, assim bolando as mais variadas teorias e gerando discussões muito interessantes, como o próprio Punpun de 4 olhos, que eu interpretei como se ele fosse simplesmente um monstro, que não sabe mais o que fazer.

    Como nota-se, esse volume teve várias referências a outros acontecimentos da série. A própria página do Punpun com a Aiko que você mostrou é um exemplo sutil disso. Mas há algo que me chamou a atenção, e não sei porque, eu fiquei encucado com aquilo. Perto do fim do volume, na cena que mostra o Yuuichi e a Midori (grávida, por sinal) em casa e o Yuuichi diz que está começando a chover e então completa dizendo “Hoje… está muito parecido com AQUELE dia”. A que dia será que ele se refere? Eu pensei aqui que é talvez no dia em que Punpun foi com os amigos àquela fábrica e estava voltando dela (volume 2 isso). Neste dia, também estava chovendo, e o Yuuichi estava em casa, perturbado com algumas coisas, aquele acontecimento marcou a vida do Punpun, então, acho que algo grande ainda vai acontecer…

    E quanto a essas cenas finais do volume… simplesmente impressionante o que Asano fez. Aquela cena da Sachi chorando, ficou exatamente igual à da Aiko chorando no começo da série (não me lembro em que volume foi, mas foi antes do 4, acho). Não sei se isso foi proposital, mas foi uma bela referência a uma passagem anterior do mangá.

    E depois daquela última página do volume? CACETE, PRECISO DO VOLUME 11 LOGO!! ANDEM COM ISSO, INIO ASANO E SHOGAKUKAN!!! Talvez o clímax de Oyasumi Punpun esteja próximo, talvez acabe em mais 1 ou 2 (no máximo, estourando, 3) volumes, mas só o desenvolvimento que o autor pôr na obra nos dirá.

    Excelente post, conseguiu descrever o volume da maneira como ele deve.

  4. excelente post, vc descreveu com precisão esse volume da série foi realmente incrivel
    a coragem de pupun de enfrentar a aiko e contar como realmente sente foi incrivel, foi se naquela hora ele tivesse desistido dela para sempre. Mas como você disse deve a reviravolta em que a aiko conta que a sua vida não é perfeita e que ela estava esperando por ele.
    Porém a sachi foi um dos personagens que mais me impressinou ao longo da série, ela tem um jeito cativante e contraditório e ao mesmo tempo ela é tão solitária. Foi ela que deu aquele empurrão para Pupun de se torna algo a mais, com o sonho de mangaka que no fim das contas se tornou impossivel, segundo o editor dela as historias de pupun não devia ser publicadas. No fim ela cede e acaba escrevendo da maneira que o seu editor pede e acaba o seu manga acaba sendo escolhido para a publicação mas no fim percebemos que ela não está feliz, acho que ela realmente dejava realizar algo ao lado de pupun, talvez o relacionamento com outra pessoa seja o fato de dela ter cedido a solidão. Quando vi ela chorando no final do volume, pecibir que de fato ela se importava com pupun que talvez ela gostasse dele mais ate do que tinha coragem de admitir, ver ela sozinha esperando por ele mas sem duvida a cena mais triste do manga.

  5. Incrível essa capacidade que o Oyasumi Punpun tem de nos fazer projetar naqueles papeis e tinta de nanquim…não tem como ler e não pensar como anda a sua vida!

  6. Obra maravilhosa, resenha maravilhosa – alias eu acho que seria legal fazer como muitos sites fazem: uma análise/resenha volume a volume.

    Só acho que esta insistencia em ‘amor de infância’ o único problema na maioria das obras japonesas. Se a intenção o Asano era ser realista acho que aqui já está insistindo demais nesta garota. Sim, eu sei que é perfeitamente possível acontecer todo este “eterno retorno” mas realmente achei que a Aiko seria página virada.

  7. Muito boa a review desse volume.
    Eu devorei quase todos os volumes em menos de uma semana. De longe (e de perto também) o melhor mangá que já li até hoje.
    Me identifiquei com suas reações nos acontecimentos do décimo volume.
    Vamos ver se algo vai dar certo na vida do Punpun. ._.

  8. cara to loko q chege logo la no scan o volume 10 pow o final do volume 9 d+ eu sei la ja to quase indo aprende ingles so pra pode ler vei na boa

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